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II. PEGO

  O verão havia resolvido dar as caras pela capital de Seoul. O clima quente em seu auge de vinte e nove graus não ajudava em absolutamente nada com a minha irritação, essa cujo já havia se tornado uma companheira sem escrúpulos e ouvinte de minhas reclamações.

Sim, eu andava tão irritada que esse sentimento poderia facilmente ser humanizado.

Alguns dias se passaram desde que Taehyung declarou greve a mim. Admito, no começo eu realmente pensei que ele não iria levar isso a sério e iria desistir, mas não, eu estava terrivelmente enganada. Meu marido estava cem por cento determinado a me ver subindo pelas paredes somente por vingança e divertimento sádico.

Eu já havia lhe comprado flores – girassóis, pois eu sei que é o que ele mais gosta –, comprei os melhores chocolates também, juntamente de um jogo para vídeo game que era lançamento e eu sabia que ele iria adorar, mas tudo o que ele fez foi me agradecer com um singelo beijo na bochecha e sair correndo para a sala para jogar aquela merda, me deixando pela milésima vez na semana com cara de tacho.

É óbvio que eu não havia feito tudo isso somente pelo sexo, jamais, eu realmente havia reconhecido meu erro e estava tentando melhorar a cada dia e de forma irredutível, Taehyung não me deixava passar de carinhos e mimos.

Contudo, durante um desses gelos que ele havia me dado, decidi que não seria nada justo sofrer sozinha enquanto o bonitão se divertia com minhas reações incrédulas. Eu havia passado a usar de algumas provocações que sabia que para ele era muito tentador – modéstia parte.

Era muito comum eu ser pega pelo meu marido andando pela casa somente com uma de suas blusas gigantes sem absolutamente nada por baixo, deixando isso evidente ao pegar qualquer coisa no chão que caiu “sem querer”. Fazia questão de me secar após o banho de forma “desatenta” deixando a porta do banheiro aberta num ângulo estratégico que eu sabia muito bem que ele veria e quase o vi ceder enquanto assistíamos um filme que eu mesma coloquei sabendo da quantidade de cenas de sexo que haveria, mas isso acabou resultando em uma pequena discussão…

Sábado passado. 22h. Seoul:

Deitada no sofá com minhas pernas sobre o colo de Taehyung, eu encarava a televisão totalmente entediada. Não que eu não gostasse de cinquenta tons de cinza, estava bem longe disso na realidade – mesmo que o filme tivesse diversas falhas e coisas sem sentido algum. Porém, em um sábado a noite, tudo o que eu queria estar fazendo era estar montada no rosto de Taehyung, sentindo sua língua macia deslizando pela minha boceta enquanto eu teria meus dedos segurando seu cabelo gemendo seu nome loucamente e não vendo a Anastasia perder a virgindade com o gostoso do Christian.

Mas claro que essa minha vontade não seria atendida tão facilmente já que meu marido parecia muito entretido no que assistia, talvez nem notando que o carinho que fazia com delicadeza em meu pé estava me deixando cada vez mais acesa.

- Eu não faço amor… eu fodo com força. – A frase já saturada ecoou da tv e mesmo que eu a achasse tosca, no momento ela me pareceu tão apetitosa que senti uma fisgada em meu baixo ventre.

- Tsc. – Taehyung resmungou, eu sabia que ele também achava aquilo bobo – Idiota.


- Pelo menos ele fode, né? – Resmunguei como uma criança birrenta o alfinetando.

- Mas todo mundo sabe que fazer amor é mais gostoso. – Ele disse óbvio como se aquela conversa fosse costumeira, bom, e de fato era… antes dele me privar de fazer sexo – Devagar é sempre mais gostoso.


Suas palavras foram simplistas, mas a reação em meu corpo foi imediata e eu sabia que isso fazia parte de seu jogo. Eu não era a única a fazer provocações ali, Kim vez ou outra fazia questão de soltar frases como tal, como se elas não tivessem nenhuma importância, quando na verdade ele sabia que eu estava sedenta.

- É, tem gente que não faz nenhum dos dois… – Alfinetei mais uma vez, fingindo desinteresse.

Notei o olhar que ele me lançou de lado, mas o mesmo ignorou minha frase voltando sua atenção ao filme.

As cenas iam se passando e com isso o clima na sala pareceu ter ficado ainda mais quente. Hora ou outra eu me pegava mordendo os lábios de forma inconsciente ou então soltava um suspiro sôfrego quando via Christian investir seu quadril contra o de Ana.

Era impossível não se sentir excitada.

Foi quando fui esfregar minhas pernas para tentar conter aquele tesão reprimido, que meu pé esbarrou num volume característico e ao mesmo tempo eu pude ouvir Taehyung sofregar baixinho.

Meus olhos caíram sobre sua pessoa e notei que ele mordeu rapidamente seu lábio inferior, talvez se repreendendo mentalmente por ter se auto denunciado.

E então eu sorri minimamente, mas não quis que ele percebesse. Fingi prestar atenção no filme, esse cujo ainda estava nas partes que haviam gemidos e cenas instigantes.

Sorrateiramente, estiquei um pouco mais meu pé, tocando mais uma vez aquele volume que começará a crescer. Sem direcionar meu olhar em sua direção, o remexi como quem não queria nada acabando por acariciar seu pau coberto pela bermuda fina.

Taehyung soltou um murmuro baixinho, mas não me impediu como eu acreditei que faria, provavelmente acreditando que eu havia feito aquilo sem querer.

Ajeitei um pouco mais meu corpo no sofá, o deixando agora mais deitado de uma forma que meus pés alcancem melhor meu objetivo.

Os atores gemiam na tv, enquanto eu queria estar gemendo para Taehyung.

Meus dedos rasparam novamente pelo membro, que ainda não estava totalmente duro, mas eu sabia que não iria demorar.

- Uhum. – Taehyung fez um barulho com a garganta como se estivesse tossindo no mesmo instante que consegui sentir a cabecinha de seu pau.

Ah, ele está sem cueca…

Agora mais atrevida eu movi meu pé para cima e para baixo como se realmente estivesse batendo uma para ele, isso resultou em um gemido baixo de sua parte e sua mão segurou minha panturrilha firmemente.

- O que pensa que está fazendo? – Perguntou semi cerrando seus olhos enquanto os fitava em mim.

- O quê? – Me fiz de desentendida – Estou apenas me arrumando, não posso? – Finjo estar irritada e logo me desvio de sua atenção me segurando para não rir.


O filho da puta queria, mas iria me negar somente por orgulho.

Voltamos então nossa total – ou nem tanto – atenção ao filme. Eu já estava ficando incomodada com a vontade louca de sentir aquele pau metendo fundo em mim, mas eu não poderia simplesmente ir lá e sentar sem o consentimento do dono. Sendo assim me contentei em tentar me aliviar entre algumas esfregadas e outras que eu fazia afim de amenizar aquilo.

- Para com isso! – Ele disse de repente logo após eu tentar mais uma vez conter o meu tesão.

- O que eu fiz agora caralho? – O encarei irritada.


- Para de esbarrar no meu pau, ‘ta doendo! – Ele respondeu no mesmo tom e sua afirmação me faz sorrir.

- Eu posso resolver isso para você. – Eu saio posição que estava ficando rapidamente de joelhos no sofá – Você sabe que eu posso fazer parar de doer, é só você me deixar te chu…


- Eu já te falei que estou de greve. Não vai rolar! – Falou sério me encarando com um semblante fechado.

- Taehyung, seu pau ‘tá duro! – Meu som sai agudo, denunciando minha incredulidade – Você prefere ficar com seu pau duro do que acabar com essa greve idiota?


- Se eu estou de greve a culpa é sua! – Acusou me deixando ainda mais indignada.

- Essa sua greve já não faz mais sentindo a partir do momento em que você também está louco para foder! – Rebato sua acusação – Olha isso! – Aponto pro seu volume evidente.


- Agora você está preocupada com o meu pau? – Me pergunta utilizando do tom irônico – Até eu começar a greve você não estava nem ai pro coitado que também só queria um pouco de carinho! – Respondeu totalmente emotivo.

- Eu já pedi desculpas. – Respondi manhosa – O que eu tenho que fazer para você me perdoar? – O bico formado em meus lábios fez Taehyung suspirar e desviar o olhar.


- Aish, eu vou ir dormir. – Disse se levantando fugindo do assunto.

- Tae… – Chamei ainda manhosa o vendo virar as costas.


- Boa noite, (S/n). – Ele disse me cortando, demonstrando que havia colocado um ponto final naquela discussão, me deixando mais uma vez sozinha, incrédula e molhada…

Naquela noite eu resolvi que dormiria no sofá, mas antes de dormi me senti no direito de me tocar bem do jeito que eu gosto enquanto o nome de Taehyung saia involuntariamente pelos meus lábios – mesmo que ele não merecesse. Na manhã seguinte eu acordei em nossa cama e eu sabia que o Kim havia me levado até lá enquanto eu dormia, até porque ele odeia quando eu durmo no sofá depois de uma discussão ou algo relacionado.

Assim estávamos seguindo desde então, ele ignorava minhas investidas e eu era obrigada a me satisfazer sozinha. E agora, enquanto dirigia de volta para casa, me questionava até quando Kim Taehyung iria aguentar estar nessa brincadeira sem fundamentos.

Eu estava cansada, o dia havia sido exaustivo como era de costume e tudo que eu queria fazer ao chegar em casa era relaxar, mas eu sei muito bem que isso será um desafio já que o mais tenho feito naquela casa é me estressar.

O trajeto não dura mais que vinte minutos e por mais que seja curto, eu agradeço por ter ar condicionado em meu carro, caso contrário estaria derretendo nesse final de tarde insuportável, visto que minha roupa social não ajuda em absolutamente nada com o calor.

Sem muita dificuldade, estaciono meu SUV banhado na cor preta ao lado do Ford Mustang vermelho, cujo seu dono estava cada dia mais próximo de me ver explodir em raiva ou tesão. Um dos dois iria acontecer de qualquer maneira.

Pego minha bolsa juntamente de alguns pertences e depois de conferir se o portão da garagem realmente estava fechado, sigo para dentro do meu doce lar.

Já na entrada retiro meus saltos que estavam prestes a me matar e sem muita preocupação largo minha bolsa ali no sofá. Taehyung odeia quando faço isso, mas seria por um curto tempo que ela ficaria ali, não teria problema.

Acabo juntando minhas sobrancelhas em confusão quando noto o silêncio em que a casa está mergulhada. Pelo horário era para meu marido estar fazendo alguma de suas artimanhas, como pintar seus quadros enquanto ouve músicas no volume máximo ou então estaria tocando violino no quintal situado no fundo da casa. Qualquer coisa que fosse barulhenta o suficiente para que eu o notasse ali.

Talvez ele esteja dormindo, afinal ultimamente ele vêm se esforçando demais por conta de um comitê de organização para uma exposição que terá em Gangnam e isso está o deixando mais cansado que o normal.

É, talvez seja isso.

Com esse pensamento sigo para a cozinha afim de tomar uma água gelada. A porra do calor estava me irritando ao máximo. Pego um copo e saco a garrafa que estava quase trincando devido sua temperatura gélida. Assim que levo o copo até meus lábios, meus tímpanos capitam um som um tanto… familiar.

De início acredito ser apenas impressão minha ou talvez o barulho nem tenha vindo de dentro de casa. Mas quando dou o terceiro gole o barulho volta, fazendo com que eu pare de beber no mesmo instante.

Eu conhecia aquele ruído e conhecia muito bem. Se for o que eu realmente penso ser…

No mesmo instante abandono meu copo ali na pia e guardo a garrafa na geladeira. Provavelmente Taehyung não notou que eu já cheguei, por isso tento fazer o mínimo de barulho possível enquanto caminho em direção ao corredor que nos leva até nosso quarto.

A cada passo que dou, o som fica mais evidente e quando estou próxima à porta, sinto meu ventre fisgar e sou obrigada a morder meu lábio para que o suspiro excitado não saia por ele.

Taehyung está gemendo. Sua voz grossa está murmurando coisas desconexas enquanto o som de sua mão batendo uma também ecoa.

Antes mesmo de ver a visão de fato, eu a imagino e no mesmo momento me seguro ao máximo para não me tocar ali.

Assim que chego no quarto a porta está meio aberta, talvez seja porque meu marido não esperasse que eu chegasse um pouco mais cedo ou então ele tenha feito propositalmente. De qualquer forma, a paisagem que tenho faz minhas pernas bambearem e meu meio esquentar.

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