capitulo 5
Estevão estava ardendo em febre a dois dias.
Seu estado já começava a preocupar Judith, que tinha pressa em chegar as terras reais.
Cogitou na Ipotese de partir sozinha, mas não podia deixa-lo pra trás, doente.
Pela manhã um medico amigo da senhora Darhlia veio examina-lo, receitou alguns remedios e descanso absoluto.
Demoraria dias, até Estevão está sem por cento bom , para retomarem a caminhada.
Judith pega seu arco e dispara uma flexa no alto acertando em cheio uma maça.
Persebe que estava sendo observada.
Dahlia a olhava intrigada pela janela de uma dos quartos da hospedagem.
Logo fecha as cortinas ao perseber que fou flagrada bisbilhotando.
Precisava sair o mais rapido daquele lugar, Dharlia agia de uma maneira estranha com ela, não sabia suas reais intençoes.
Lembrará da noite em que a mesma lhe perguntou se ela era uma "Sallen".
E se aquela mulher acreditasse naquelas lendas a ponto de pensar que ela fosse uma bruxa, poderia a denunciar ao rei e tudo estaria perdido.
Estevão sentia-se um pouco melhor aquela tarde a febre havia baixado.
Mais ainda sentia dificuldades para se manter em pé.
Pela manhã Judith havia trazido um ensopado e o obrigado a comer todo.
As cortinas da janela agitavam-se com a ventania, iria chover e começou a pensar aonde estaria ela.
Já estava escurecendo, ele notarà devido a luz do sol jà não adentrar no quarto.
A última vez que viu Jidith foi pela manhã quando lhe trouxe o que comer.
Parecia que estava o evitando .
Lembrará da noite anterior, quando a teve em seus braços pela primeira vez e um sorriso surgiu em seus labios.
Pensou em levantar, mais ainda sentia-se frágil e indisposto.
Seu corpo todo doia, levaria dias para está estável novamente.
Sua febre havia atrasado os planos de dela e ele sentia-se feliz , poderia desfrutar de mais tempos em sua companhia.
Aos poucos sentiu o sono e o cansaço chegar novamente e apagou.
Foi acordado por Judtih que lhe sacodia delicadamente.
Ao abrir os olhos não entendia o motivo de tanta afliçacao em seu rosto.
—O que está acontecendo?—Pergunta sonolento.Ela põe o dedo em sua boca em sinal de silencio.
— Eles estão aqui.
—Eles quem?
—os capangas de Thomás.
Estevão tenta sentar e é impedido por uma pontada em seu coração.
—Ai!
—Você está bem?
—Sim.Me ajude a levantar.
—Onde pensa que vai?
—Precisamos fugir.
—você não vai a lugar algum.
—Judith...
—Está doente.Não tem a menor condição de partir.
Estevão pensou em insistir mais ela tinha razão.
Estava cansado e mau se aguentava em pé, só iria atrapalhar a sua fuga.
Sem contar que acabaria pegando um resfriado naquela chuva, e morrendo no caminho.
-—Pegue a minha espada. —Ele aponta para o criado mudo onde o objeto reluzia. —Pode precisar dela.
—Obrigado!
—Não precisa agradecer. É uma forma de se lembrar de mim.
—Não preciso de uma espada para lembrar de você.
Judtih olha para o homem em sua frente , ele estava tão pálido como um cadáver , seus cabelos pretos que lhe caiam até o ombro estavam totalmente baguçado.
Havia feito tanto por ela, se arriscou por ela, não sabia como lhe agradecer. Se joga em seus braços e o beija intensamente.
Estevão parece supreso de início, mas retribui com a mesma devoçao.
—Nunca esquecerei o que fez por mim.
—Faria tudo denovo.
Ela se afasta e se olham uma última vez.
Nem se vivesse mil anos esqueceria da intensidade daqueles olhos frios, mais que tinha um brilho tão incomun.
Estevão odiava despididas e odiava ainda mais o vazio que ela deixou naquele quarto e principalmente em seu coração.
Limpou com a manga da camisa algumas lágrimas que teimava em cair.
Agora precisava se recuperar e voltar ao vilarejo "por do sol"
Ninguém saberia aonde Judith estava
Isso era uma promessa.
Judith pega seu cavalo no estabulo da hospedagem, pequenos choviscos de chuva caiam sobre si, mas não o suficiente para lhe molhar.
Olha uma última vez para a estalagem, havia uma unica luz acesa, a do quarto de Estevão.
Era estranha a sensaçao que sentia, como se estivesse deixando pra trás um pedaço de si.
Encentiva seu cavalo a andar e logo os dois desaparecem na escuridão
Os capas pretas não encontraram vestígios de Judith na pequena hospedagem a beira da estrada.
Dharlia negou que alguem semelhante ao que eles descreveram havia passado ali.
Mentiu para proteger aquela moça que mau conhecia, mais que sentia uma forte ligação com ela.
Estevão afirmou que havia seguido a noiva do conde, mas havia a perdido de vista, acabou doente e parou naquele lugar para se recomperar.
Ele esperava que César acreditasse no que disse, caso contrário, estaria em grandes apuros.
Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro