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capitulo 4

Já estava escuro quando Judith e Estêvão avistam uma estalagem.
Assim que acabam de entrar, uma tempestade cai lá fora.Era um lugar simples, porem muito aconchegante.
Judith sentia-se aliviada por não está no meio daquele temporal.
Tudo que queria agora era tomar um banho bem quente e dormir em uma cama macia  como não fazia a dois dias.

—Voces devem estarem com fome, irei pedi para uma criada levar a janta nos seus quartos.—A dona da estalagem diz, entregando as chaves do comôdo.

—Obrigado.—Estevão agradece e sai puxando a mão de Judith. Os dois sobem as escadas que levava ao andar de cima onde ficava os quartos. Havia um enorme corredor,escuro, a vela que Estevão levava era apenas o sufiente para iluminar pouco a sua frente.
Os relampagos clareavam ao redor, dando um ar misterioso aquele lugar.
Assim que chegam no final do corredor, de frente para eles havia um quadro de uma mulher,Estevão acaba se assustado quando a luz da vela iluminou a imagem fazendo judith rir.

—Qualquer coisa estou aqui no quarto ao lado.— Da um beijo na testa dela e entra em um dos comôdos.Judith permance no corredor, ainda encarando a porta por onde ele acabará de entrar.
Era estranho a sensaçao que sentia com o simples toque seu.
Voltou sua atençao a imagem em sua frente. Uma mulher de cabelos longos e pretos e um olhar gelado que lhe causava arrepios, teve a impressançao de  já tinha visto aquele olhar antes.

Apòs tomar um banho relaxado se enrolou em uma toalha a espera de uma criada aparecer, iria pedi para lavarem seu vestido que estava totalmente sujo, na pressa havia fugido somente com a roupa do corpo.
Logo ouve batidas na porta. pensou ser Estevão.

—Pode entrar.—Uma figura feminina aparece na brecha da porta. Era a Dahlia, a  dona da hospedagem.

—Trouxe roupas secas para você. Persebi que não trouxeram bagagem.

—Obrigado, fomos assaltados no caminho.— Judith mente, esperava que ela acreditasse no que disse ou poderiam entrar em grandes apuros.Dahlia  caminha até a cama onde  coloca um lindo vestido azul sobre ela. A moça  olha encantada para a peça.

—Eu mesma que fiz. Era da minha filha.

—Não sei nem como agradecer.

—Não precisa.—A mulher olha curiosa para judith. —Mas me diga minha filha, por a caso é uma sallen?

Judith olha assustada para a mulher.

—Não.Porque? .— Pergunta intrigada.

—Reconheço uma quando vejo.

Dahlia se despede dela e caminha até a porta.

A muito tempo quando mulheres foram jogadas na folgueira acusadas de bruxaria, um grupo delas conseguiram fugir para o" bosque Sallen."
Um lugar em que as arvores eram tão grande e fechadas que a luz do sol não conseguiria penetrar.
O rei daquela época mandou os seus mais bravos soldados para exterminar as sobreviventes, mas nenhum voltou de lá.
Então aquelas mulheres ficaram conhecidas como "as Bruxas do bosque de Sallen.
Seus coraçoes eram duros como pedra e eram frias como o gelo que caia ao norte do reino de "Valencia"
Diziam que algumas delas se arriscavam a andar no meio das pessoas, buscando informaçoes sobre o reino,para um possivel ataque.
Juditih cresceu ouvindo aquela lenda, mais não acreditava em nada daquilo.
Não imaginava o reino algum dia ser atacado por supostas bruxas" tudo por vingança.
Sempre achou que aquilo não passava de fantasia e da maginaçao fertil dos habitantes de "Valencia.
Assim que terminou de jantar.Foi a procura de  Estevão, estava sem sono e o silençio naquele lugar compleamente estranho era assustador.
Assim que adentra o seu quarto, ver Estevão deitado na cama, estava enrolado em uma coberta feita de pelo de carneiro e ainda assim seu corpo todo tremia.

—Está sentindo tanto frio assim?.— O jovem levanta a cabeça ao notar a presença da moça no comôdo.

— Acho que estou com febre.— Seus labios tremem ao falar.

— Deixe-me ver.— Ela se aproxima
colocando as mãos em sua testa.

— Está queimando.Porque não mim chamou?

— Não é nada de mais.

— como não é nada demais? Irei falar com Dahlia, você precisa de um medico.

Minutos depois judith volta acompanhada de Dahlia e uma criada, a mesma segurava uma bacia com agua.
Dahlia molha um pano na agua e coloca sobre a testa de Estevão.

— Beba..— Ela ofereci uma chicará de chá.— Irar ficar bom novamente.Esse chá é muito bom.

—Obrigado.

—Precisa descansar.—Ela olha para juduth que se mantinha em silençio. —Se a febre não ir embora ao amanhecer, melhor chamar um medico.

As duas se retiram do quarto deixando apenas os dois .
Judith caminha até ele e senta-se ao seu lado.
Um trovão ecoa no ar tão forte, que faz a chicará sobre o criado mudo balançar.

—Estevão, Estevão.—Segura em sua mão.

—Sua mão é tão fria.—Judith se afasta como se tivesse levado um choque.

—Não precisa.Gosto do seu toque.—Ele a segura .

—Precisa descansar, caso precise  de algo,estarei ao lado.

Assim que levanta da cama, sente uma mão quente a segurar novamente

— Por favor! Fique.

A maça o olha contrariada.O segurava firme, mas não o suficiente para machuca-la.

— Sò preciso que seja minha essa noite.—  sussura a puxando de encontro ao seu corpo quente e judith sente um calafrio percorrer todo seu ser, aquele homem seria a sua perdiçao.

Os dois se beijam intensamente, um beijo selvagem e necessitado,como se tivesse esperado por tanto tempo aquele momento.
Estevão percorre suas maos sobre suas costas descendo lentamente ate desabotoar o seu vestido.
Com aquele gesto judith entendeu, ele não queria só um beijo e ela tambem não queria só um beijo, o queria por completo, por inteiro, como nunca quis alguem.
Mais amar não parecia tão facil como atirar flexas ou manejar espadas.
Era algo mais intenso, mais complexo e mais perigoso.
Nunca conseguiu se entregar ao conde, sentia raiva, nojo.
Mais com Estevão era diferente, ela o queria.
" sò uma noite" pensou" aquilo seria um escandalo se estivessem em "Por do sol".Escandalo maior que sua fuga.

— Estevão eu...eu não posso.— Sussurra.

— Porque não.— Ele deita judtih sobre a cama e  continua depositando beijos por todo o seu corpo, queria gravar cada curva dele.— Espera. Nunca deitou-se com o conde?

— Nem com ele nem com mais Ninguem. — Ele abre um sorriso.

— Prometo que vai ser inesquecivel.





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