Capítulo 11
Em menos de dois dias Judith partiria destino ao vilarejo Por do sol" onde nasceu e cresceu.
Iria acompanhada de Nicolau e alguns guardas do rei que garanteriam a chegada de ambos em segurança
Estava anciosa para a viagem ,já havia arrumado todas as suas coisas e se certificado mil vezes de que não estava deixando nada pra trás.
O medo do desconhecido não lhe assustava.
Ainda que sua familia não lhe aceitassem de volta, se manteria por Perto, por Dylan.
Mau via a hora de está com eles novamente ,depois de tanto tempo.
Mais cedo o príncipe havia lhe procurado, lhe pediu desculpas por tê-la beijado sem seu consentimento.
Ela aceitou suas desculpas de bom agrado, o beijo foi bom, mesmo que inesperado, mais foi apenas isso, apenas um beijo.
Já era altas horas da noite, aquela altura poucas pessoas estariam acordada.
Judith entrará silenciosa no quarto, não queria acordar Carina que dormia tranquilamente a alguns metros de distância.
Havia estado no Jardim aquela noite me, na companhia do príncipe, os dois estavam cada vez mais próximos, passaram um tempo jogando conversa a fora.
Ela ficará sabendo que o rei Lionel tinha uma mãe, a rainha já estava de idade avançada, doente e de cama a bastante tempo.
Poucas vezes saia para saia para fora dos seus aposentos.
A moça ficou surpresa de início, fazia alguns meses que estava naquele lugar, no entanto nunca ouviu ninguém tocar no nome da rainha mãe.
Judith Apaga a vela e deita-se em seguida, logo o sono a visitou.
Não sabia que horas era ao certo.
Mais foi acordada por sacrificaram em seu ombro.
Levantou -se atordoada sem saber o que estava acontecendo.
Olha para Carina como se quisesse uma explicaçao.
A moça estava apavorada, todo o seu corpo tremia.
Mais o que se passava para está daquele jeito?
-Eles....eles estã....Estão aqui. -a moça guaguejava, sentia o medo lhe invadi.
Não sabia se corria ou se seria mais prudente ficar ali.
Mais tinha certeza que não existia lugar seguro naquele momento.
-Eles quem?
-Os bárbaros. -Judith pareceu comprender tudo. Já se ouvia varios barulhos pelo castelo.
O que não era comum aquela hora da noite.
Provavelmente os soldados do reino estavam se preparando para o confronto.
Já se conseguia, ouvir vozes alteradas e passos apressados pelo corredor.
-Precisamos sair daqui.
-Eles vão atacar o castelo, Judith.
-Por isso mesmo que precisamos sair daqui.
-Os Portões da cidade estão fechados a essa hora .
-Não existe uma outra saida?
-Infelizmente não.
Judith caminha até sua mala recém feita no chão e tira de dentro uma Espada , a luz do luar que entrava pela janela refletia nela como se fosse magia.
Carina olha assustada para a moça.
-Aonde você achou?
-Ganhei de presente de um amigo. -Diz com pesar ao lembrar de Estêvão.
-Sabe usar?
-Melhor que muitos guerreiros.
Após colocar seu arco nas costas, as duas vão em direção a porta.
-Precisamos encontrar um lugar seguro.
Quando Judtih estará a mão para girar a maçaneta da porta um dos soldados entra euforico.
Imediatamente a jovem aponta a espada na direção do honem que olha para as duas assustado.
-Vim a mando do General Nicolau.Ele mandou leva-las.
Judtih abaixa a espada ao reconhecer o homem e sem delongas, elas saem atrás do soldado.
As pessoas iam e vinham pelo castelo, atordoadas e assustadas, sem saber para onde correrem ou que fazerem contra a invasão dos bárbaros.
Alguns arqueiros passaram apressados por eles, indo em direção a torre do castelo, provavelmente seriam os
primeiros a defende-lo.
-O que está acontecendo?-Carina pergunta, mesmo sabendo a resposta.
-Os bárbaros chegaram.-O homem diz sério.
Assim que vê Nicolau, Judith corre até ele e o abraça forte.
Ao se afastarem ele olha fundo nos seus olhos frios como a neve.
-O castelo vai ser invadido pelos bárbaros. Preciso que se protega.
Ela apenas concordou com um aceno de cabeça enquanto Segurava firme as mãos de Carina que tremia.
-Então è verdade? Os bárbaros...Eles estão aqui.-Carina apertou ainda mais forte a mão de Judith, que pareceu não se comodar com isso ou até mesmo sentir.
-É por isso que preciso que se escondam no porão do rei.
É um lugar secreto que fica no subterrâneo, a rainha mãe já se encontra lá junto com alguns nobres.Irei pedir para alguém levá-las até lá.
-E você? Não vem com a gente?
-Não posso Judith, sou um guerreiro e um Guerreiro não foge de uma batalha..
-Ainda que que se trate de uma batalha perdida? se os Bárbaros são pelo menos metade do que falam, todo o Reino será dizimado.
-Não a para onde fugir.Agora sò nos resta lutar e morrer com honra. -Nicolau segura novamente as mãos dela.-Quero que prometa que caso aconteça algo comigo, voltará para Por-do-sol.
-Não.Não posso prometer isso.
-Por favor Judith...Lá estará segura.Quero que fique bem.-
ele olha por cima dos ombros para Carina.-E leve ela com você.
Carina e Nicolau se olham por alguns instantes até ele desviar o olhar e fazer um sinal para o soldado se aproximar.
-As leve até o porão.
-sim senhor.
O homem faz sinal para que elas o acompanhe. Derepente houve uma enorme explosão e um grito ensurdecedor e diabólico.
-o que foi isso?-O soldado olha para o general apavorado.
-As muralhas, as muralhas do castelo foram derrubadas. -Ele olha para Judtih e seus olhos pousam em Carina, naquele momento só queria abraça-la e tranquilizar o seu frágil Coraçao, como fez aquela noite quando a encontrou, mais o rei e seu exército o esperava.-As leve agora para o porão e se for preciso as proteja com a sua vida .
-sim senhor.
As duas saíram apressadas atrás do soldado
carina caminhava olhando pra trás como se quisesse ter certeza que Nicolau ainda estava ali, parado no meio do corredor enquanto assistia elas se afastar.
Mais foi questão de instantes até ele sair correndo .
Sentia uma dor enorme em seu peito, maior que o medo que sentia dos Bárbaros era o medo de perder Nicolau.
Ele quem a encontrou ferida no meio da estrada.
Foi ele quem a carregou no colo e lhe trouxe para aquele lugar.
Mandou que cuidasse das suas feridas e apesar de tão ocupado, sempre procurava um jeito de saber como ela estava, se suas cicatrizes haviam sarado.
E que caso precisasse de algo, ele estaria ali, para ajuda-la.
Dizia senti um carinho de irmão por ela.
Assim como sentia por Judith.
Mais para era Nicolau, era mais que um irmão.
Sempre foi, desde a primeira vez que a encontrou quase morta naquela velha estrada.
Em nenhum momento Judith olhou para trás, havia colocado um capuz sobre sua cabeça.
Mais o que estava fazendo?
Não podia abandonar o seu primo.
-Está tudo bem?-Carina pergunta quando ver que a moça parou de caminhar.
-Não.preciso voltar.
-Ficou louca.
-Vá Com o soldado. Irei lutar ao lado de Nicolau em defesa do castelo.
-Estás loucas Judtih? Perdeu o juízo?
-vá com ele Carina, caso consiga sair daqui, sei que não tem para onde ir.Quero que vá para por-do-sol.Procure Liana, minha irmã, conte tudo o que aconteceu, ela conhecerá minha família a lhe dar abrigo...Lá estará seguro.
-Não posso ir sem você.-os olhos de Carina se encheram de lágrimas.
Ela a abraça forte, pra ela Juditih era mais que uma amiga, era uma irmã.
-Agora vá.
Judith assiste Carina se afastar.
Enquanto ela pensar o que fazer naquele momento.
Nicolau não permitiria que ela lutasse, mais caso ele não visse ela? Não poderia impedi-la.
Saiu apressada quase tropeçando em seu vestido branco em direção a torre do castelo.
Iria ajudar os arqueiros na defesa.
Assim que chega ao seu destino.
Consegue enxergar de uma maneira mais óbvia o que realmente estava se passando.
Ao longe do outro lado do castelo, atrás dos muros recém caidos se encontrava um enorme exército, armado até os dentes.
Os soldados do rei já estavam lá embaixo em formação.
Em nenhum momento seu coração disparou, em nenhum momento pensou em voltar atrás.
Caso houvesse alguém perto dela, iria notar que seus olhos estavam totalmente branco como a neve.
A fera acordou
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