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Capítulo Dois - Um ano tranquilo


Os Tomlinsons estavam no aeroporto, Matt e Diana seguravam um cartaz que dizia "Bem vindo ao lar, Harry", Alec estava ouvindo música nos fones de ouvido, Alice dormia confortavelmente em seu canguru e Louis estava tentando não surtar.

Ele sorria para a animação dos filhos e era até bom vê-los felizes com alguma coisa, mesmo que essa "coisa" seja a chegada de um britânico de 24 anos que nenhum deles já tinha visto na vida até então.

No dia anterior, ele tinha buscado seus filhos na escola, pego Alice na creche e reunido todas as crianças na sala, contando o que tinha acontecido e que logo teriam um visitante. De começo eles não tinham entendido bem, mas Matthew e Diana logo se animaram com a possibilidade de ter um novo irmão mais velho, coisa que Louis negou veemente. Harry até poderia ser parte da família, mas ele se recusava a considerar o cacheado como um "filho". Louis nem tinha idade para isso!

Alec foi o único que se revoltou com a ideia e se sentiu traído pelo pai ter escondido aquilo deles. Quando Louis, vergonhosamente, explicou o que de fato tinha acontecido, Alec "aceitou" melhor. Mas deixou claro que se ele não gostasse de Harry, não iria falar com ele e que o pai não deveria forçar nenhum tipo de intimidade. E que Harry nunca seria seu irmão, coisa que Louis concordou efusivamente.

Aí Diana e Matthew tiveram a ideia de fazer uma "recepção" para Harry, eles queriam decorar a casa e fazer doces, mas tiveram que se contentar com cartões e um cartaz para usarem no aeroporto.

- Será que ele é legal? – Diana perguntou animada.

- Aposto que ele entende de moda! – Matthew comentou feliz.

- É claro – Alec revirou os olhos – ele é formado nisso.

- Ele parece um príncipe, né papai? – Diana comentou com o pai, que sorria para ele.

- Sim, parece mesmo – Louis estava a ponto de sair gritando, mas ele tinha que manter a calma, por causa dos filhos.

- Ali! – Matt gritou apontando para as pessoas que desembarcavam.

Entre elas, Louis pode ver um rapaz alto que ainda não os tinha visto. Usava um grande casaco preto, uma camiseta branca e a calça era roxa ou algo assim, parecia ser de um pijama, o que fez Louis rir um pouco. Harry também usava vans clássicos, daquele tipo que o próprio Louis amava, ele também tinha as unhas pintadas, vários anéis e seus óculos escuros estavam no alto da cabeça. Era uma figura diferente e interessante.

E só aí Louis percebeu que tinha olhado Harry de cima a a baixo, reparando em cada detalhe. Ele agradeceu por Harry ainda não ter os visto, se não seria difícil se explicar.

- Harry! Harry! – Diana e Matthew ficaram pulando e gritando, o rapaz se virou confuso e então os viu.

Louis não perdeu nenhuma expressão, ele viu quando Harry olhou confuso, quando viu a família ali, quando leu o cartaz e quando seus lábios subiram, formando um dos sorrisos mais lindos que Louis já tinha visto em sua vida.

- Oi – Harry chegou cumprimentando, porque até a voz tinha que ser perfeita? – Você é o Matthew e você a Diana, não é?

- Sim! – as crianças pularam animadas, fazendo o cacheado rir e Louis se pegou pensando se Deus o estava testando.

- Você é o Alec – ele falou para o mais velho, que apenas concordou com a cabeça. O sorriso de Harry não vacilou quando ele se virou para o mais velho – oi Louis, é muito bom te conhecer.

- Sim... também acho muito bom te conhecer – Louis quis se bater.

- Eu não ganho um abraço? – Harry perguntou para os mais novos, que praticamente jogaram o cartaz em cima do pai e pularam no cacheado, o abraçando ao mesmo tempo.

- Calma aí, vocês vão derruba-lo – Louis avisou, mas na verdade ele estava rindo de Harry tentando manter o equilíbrio, enquanto Matt e Diana ainda pulavam. Até Alec, estava se divertindo com a cena.

Foi então que Louis ouviu murmúrios atrás dele e percebeu que algumas pessoas os observavam. Coisas como "Que família linda", "Tão jovens e com uma família tão grande", "Olha quanto amor", "Eles são lindos juntos", "Quero um casamento assim".

Casamento assim? Eles mal tinham se falado!

- Socorro! – Harry pediu entre os risos, ele tinha perdido a batalha para os dois menores e caído no chão, com eles pulando em cima dele – Alec, você não vai me ajudar?

- Eu? Você está louco, o chão do aeroporto é sujo, você que se vire.

A reação de Alec foi tão espontânea e diferente do que Louis esperava, que ele começou a rir compulsivamente, a ponto de chorar. Alec o olhou revoltado, o que só tornou tudo mais engraçado.

- Dois palhaços – Alec resmungou.

- Ok, ok, vamos ir – Louis falou limpando as lágrimas – Matthew, Diana, saiam de cima do Harry, temos que ir para casa. Ainda precisamos passar no mercado se estiver tudo bem para você, eu imagino o quanto você está cansado.

- Tudo bem – Harry respondeu sorrindo – eu também preciso comprar algumas coisas, só queria poder trocar de roupa.

- Seu pijama não está bom o bastante para ir no mercado? – Louis provocou o mais alto, enquanto iam pegar as malas do cacheado.

- Ah, me dá um desconto, são mais de dez horas de voo – o outro lhe deu um leve empurrão no ombro, mas ambos sorriam. Antes que Louis pudesse responder, Alice acordou de seu soninho e começou a choramingar – Olá, eu ainda não me apresentei para você, me perdoe por isso.

A pequena virou seus olhos para o rapaz que falava com ela. Os olhos de Alice eram mais claros que os de seus irmãos, um azul tão claro que beirava o cinza.

- Mas ela é um bebê ainda, ela não sabe dessas coisas – Matthew falou confuso.

- Eu sei, mas ela é uma pessoa e merece ser respeitada, não é? – Harry falou para o pequeno – Por isso sempre temos que trata-la assim e não podemos agir como se ela não fosse importante ou não estivesse aqui.

Alice pareceu concordar, porque ela sorriu para Harry e esticou sua mãozinha para agarrar a mão do cacheado. Harry sorriu de volta, aquele sorriso aberto e com covinhas, e nem percebeu o quão próximo estava de Louis.

Na verdade, de primeira nem Louis tinha percebido. Ele estava mais focado na sua pequena. Alice era bem grudada nele, por isso era uma novidade ela ser aberta com outra pessoa tão rápido. Foi quando ele foi comentar isso com Harry, que seus olhos se voltaram para o cacheado.

Ele realmente estava perto, a ponto de Louis conseguir ver claramente o verde dos seus olhos. Por um segundo, Louis não soube o que fazer, mas bem nesse momento, Harry também olhou para Louis. Nenhum deles falou nada, apenas um olhava para o outro.

- Podemos ir? – Alec perguntou interrompendo o momento e olhando sério de Louis para Harry.

- Sim, claro. Harry deve estar cansado! – Louis falou se afastando, se sentindo como se tivesse sido pego fazendo algo de errado.

- Você trouxe tudo isso? – Diana perguntou com os olhos arregalados. Além da mochila esportiva que ele tinha desembarcado, Harry tinha trazido duas malas bem grandes.

- Eu vou passar um ano aqui – o cacheado deu de ombros – precisei trazer muita coisa.

- Quando a gente viaja, papai não deixa levar muita coisa – Matthew falou enquanto eles caminhavam para o estacionamento – ele sempre deixa para fazer as malas na hora de sair, aí esquece um montão de coisas.

- Matthew! – Louis exclamou revoltado.

- É verdade, a gente sempre tem que sair comprar roupas, porque o papai esqueceu – Diana confirmou.

- Já pararam de me difamar assim? – Louis perguntou com as mãos na cintura e Harry fez o possível para segurar a risada, ele era muito fofo.

Eles chegaram até o carro, um Dodge preto que tinha sete lugares, afinal Louis tinha uma pequena tropa para conduzir por aí. As malas couberam no porta malas, mesmo com as crianças menores jurando que não teria espaço suficiente.

Enquanto isso, Louis prendeu Alice no Bebe Conforto, tendo certeza que sua pequena estava bem segura. Quando Harry foi abrir a porta do carona, Alec se adiantou, abrindo primeiro e se sentando ao lado do pai. Ele desafiava Harry com o olhar, esperando que o mais velho falasse alguma coisa.

- Eu vou falar com ele – Louis falou suspirando, depois que Harry se sentou no banco de trás, ao lado de Alice.

- Não precisa – Harry falou segurando no braço do de olhos azuis – eu realmente não me importo de ficar aqui. E vai ser legal ficar com esses pirralhos.

- Não somos pirralhos – Diana cruzou os braços revoltada.

-Ok – Louis respondeu olhando para a mão de Harry, que ainda estava no seu braço.

- Vamos? – Alec perguntou impaciente.




- Chegamos – Matthew mostrou a casa deles.

As crianças tinham passado a pequena viagem inteira conversando com Harry, perguntando sobre como era a vida dele no Reino Unido, do que ele gostava de fazer, das músicas que ele ouvia e Matthew fez perguntas sérias sobre moda e como foi a graduação de Harry. O menino ficou particularmente feliz de saber que Harry era mais fã do estilo da Gucci do que da Saint Lauren e ambos concordaram que Christian Siriano era um gênio e o próximo grande nome da moda.

Louis não tinha a menor ideia do que eles estavam falando.

- Não gostou da casa? – Louis perguntou quando percebeu o olhar confuso de Harry para a fachada da casa.

- Não é isso – o cacheado se explicou rapidamente, ele não queria que o interpretassem mal – é só que eu esperava algo diferente.

- Diferente como? – Louis perguntou divertido.

- Não sei, é que vocês são uma família tão... eu não sei explicar, mas vocês parecem alegres e...

- E a casa parece ser fria – Louis completou a frase. Ele também não gostava da casa, ela tinha um designer super moderno que Eleanor tinha se apaixonado assim que viu, mas Louis gostava de casas com cara de "Casa" – Eu te entendo, está tudo bem.

Harry respirou aliviado, ele não queria ofender ninguém, desde que ele começou a conversar com Lottie ele tinha se apaixonado por aquela família.

Quando ele foi aceito na UCLA, foi tudo muito rápido, ele precisava se mudar de país em poucas semanas, os dormitórios da faculdade já estavam lotados e os apartamentos de universitários já não tinham mais vagas. Ele estava entrando em desespero por não conseguir arrumar um lugar para ficar, mas ia ter que dar um jeito, porque não ia perder aquela chance.

Foi aí que sua irmã deu a ideia de host Family, porque uma amiga trabalhava em uma agência de intercâmbio e o ajudaria. Primeiro Harry achou um pouco estranho, mas momentos desesperados pedem medidas desesperadas e, poucos dias depois, eles acharam uma família que poderia recebe-lo.

Como Harry gostava muito de crianças, ele não tinha se importado em ter que cuidar dos filhos do dono casa, ele tinha certeza que seria divertido. Lottie já tinha contado o que tinha acontecido e como a mãe das crianças as tinha abandonado. Sua nova amiga não tinha entrado em detalhes e Harry também não perguntou, aquilo era muito pessoal. Mas ela o avisou que Alec, o filho mais velho, podia ser o mais difícil de lidar, porque ele tinha sofrido muito e, mesmo com os esforços do pai, ele ainda não tinha liberado a raiva e a mágoa.

Harry entendia um pouco, quando seu pai saiu de casa, sua mãe, sua irmã e ele tiveram várias dificuldades financeiras, tanto que tiveram que voltar para a pequena cidade natal de sua mãe. Ele passou anos sem ver o pai, só começando a recobrar a relação paterna quando já era adolescente. Sua sorte é que nesse meio tempo sua mãe tinha conhecido Robin, seu padrasto, que tinha agido como pai muito mais que seu pai biológico.

- Vem Harry – Diana o puxou pela mão – vem ver seu quarto.

- Vou te ajudar com as malas – Louis falou e sorriu, o sorriso dele é do tipo que quando chega aos olhos, formam aquelas ruguinhas e Harry achou aquilo tão lindo.

As pessoas sempre falam de covinhas, que são lindas e tal, mas Harry sempre achou isso um exagero. Agora, ruguinhas nos olhos porque a pessoa está sorrindo são outra coisa. Ele sempre achou lindo e até meio poético, porque significa que a pessoa está tão feliz que essa felicidade transbordou do sorriso e passou para os olhos.

- Harry? – Louis o chamou e o cacheado percebeu que tinha se perdido em pensamentos – Tudo bem?

- Sim, eu só... estou cansado, muito tempo de voo, sabe? – ele disse sem graça.

- Imagino, tudo bem se você quiser ficar descansando enquanto vamos no mercado.

- Não precisa, eu quero ir – Lottie tinha avisado que Louis era péssimo na cozinha e ele queria ter certeza de comprar tudo o que precisava para ter fazerem refeições saudáveis.

O fato dele ter gostado da voz do outro e querer ficar mais tempo com ele, não tinha nada a ver com isso. Aquele seria um ano difícil...

- Pai, acho que a Alice está podre – Diana reclamou da irmã, realmente, o cheiro começou a ficar forte.

- Nessas horas eu amo tanto ser pai – Louis suspirou derrotado e Harry segurou o riso.

O de olhos azuis colocou só o tronco dentro do carro, para soltar a filha do Bebe Conforto e pega-la. Só que isso fez com que sua bunda ficasse ali, arrebitada, as calças justas deixando a imaginação de Harry voar longe, chegando a coisas que você não devia imaginar quando está com pessoas por perto.

- Eu te ajudo a pegar as malas, Harry – Alec disse de braços cruzados e Harry sorriu amarelo, o quão vergonhoso era ser pego secando a bunda de alguém, pelo filho da pessoa que você está secando?

A casa era grande, mas parecia um pouco disfuncional para quem tinha crianças. A decoração não fazia sentido, porque os elementos principais eram modernos e brancos ou cinzas, mas tinham outras coisas como fotos engraçadas, puffs coloridos e desenhos feitos por crianças. Harry suspeitava que a decoração original tinha sido feita pela ex de Louis e que, desde que ela saiu da casa, ele vinha tentando aliviar o ambiente.

- Aqui – Matthew correu na frente abriu a última porta do corredor – Aquele ali é o quarto do papai – ele apontou para a porta que ficava na frente do quarto de Harry.

- Aquele ali é meu e do meu irmão – Alec deixou o aviso no ar, apontando para a porta que ficava um pouco mais a frente.

- E o da frente é o das meninas – Matthew continuou a conversa, sem entender porque seu irmão olhava feio para Harry.

- Tudo bem? – Louis estava no corredor, com Alice no colo, olhando para eles.

- Tudo sim, só estamos mostrando a casa para o Harry – Alec respondeu.

- Sim, eu sou vou me trocar e podemos ir – o cacheado falou entrando no que seria o seu quarto pelo próximo ano.

O lugar era todo claro, um quarto não muito grande, mas que tinha uma cama de casal, uma cômoda e duas portas, uma dava para o pequeno banheiro e a outra para o closet. Harry deixou suas malas no chão e sua bolsa na cama, ele respirou fundo, seu corpo estava cansado, o jet lag da viagem estava pesando um pouco, mas o que lhe preocupava era ter que ficar perto de Louis por um ano, isso seria um problema.

Primeiro que o cara deveria ser hetero, ele tinha sido casado e tinha quatro filhos, tinha preocupações bem diferentes das de Harry. Mesmo que ele fosse no mínimo bi, o que ele ia querer com um universitário desempregado, sendo que ele é professor efetivo em uma das melhores universidades do país?

Harry se olhou no espelho e quis se bater por ter escolhido usar roupas que o deixava tão desleixado. Se ele soubesse que um deus grego estaria esperando por ele, no mínimo ele teria se trocado no avião.

Ele tinha visto fotos de Louis, tinha o achado maravilhoso, mas pessoalmente o cara era fora de série. E aquela bunda? Deus, como ele conseguiria passar um ano com aquele cara sem tentar nada?

O cacheado não quis deixar a família esperando, fechou a porta e começou a tirar as roupas da mala, apenas o que iria usar, no dia seguinte, depois dele dormir bastante, ele arrumaria tudo no closet. Harry queria usar suas melhores roupas e desfilar na frente de Louis, para ver se o menor tinha alguma reação...

- Harry, se você... – Louis disse entrando sem bater e os dois congelaram, um olhando para o outro. Harry estava apenas com suas calças pretas e elas nem estavam fechadas.

Louis ficou paralisado, se Harry já era interessante antes, quando estava coberto de roupas que mais pareciam um pijama, agora com boa parte do corpo a mostra as coisas tinham mudado.

O cacheado tinha várias tatuagens e seu corpo era definido, mas sem exageros. A combinação da pele branca e todos os desenhos das tatuagens formavam um contraste fascinante. Louis queria muito tocar o garoto, passar suas mãos por todo o corpo de Harry, terminar de abrir a calça dele e tirá-lo dela. A barra da boxer escura do garoto estava á mostra e ele queria muito tocá-la.

Harry engoliu em seco, ele percebeu o olhar de Louis analisando todo o seu corpo. O cacheado não sabia se ficava irritado por estar com a calça, porque queria saber o quê Louis faria, ou agradecia por estar usando elas, já que o de olhos azuis não veria como seu pau estava duro.

Era fome que ele via nos olhos de Louis? Harry quase gemeu com aquilo, uma hora juntos e ele já queria pular sobre o outro.

- Eu... desculpa... - Louis tentou falar, mas não era para o rosto de Harry que ele olhava.

- Tudo bem... – Harry engoliu em seco – eu devia ter trancado a porta...

- Não, eu não deveria ter entrado sem bater. Eu queria... – Louis subiu seu olhar pelo corpo do outro, até chegar em seu rosto e foi a vez dele segurar o gemido, Harry estava mordendo o lábio.

- Você quer? – Harry esperava que Louis não tivesse entendido o duplo sentido na pergunta, não tinha sido a intenção.

- Sim – Louis, em um lapso de consciência, se lembrou que não deveria estar dando em cima do garoto – Eu só vim te falar que se você quisesse tomar um banho antes de irmos no mercado, nós esperaríamos por você – ele falou recuando, até estar já do lado de fora.

- Eu tomo quando voltarmos, se eu tomar um banho agora é capaz de eu dormir – Harry tentou aliviar o ambiente, mas não deu certo para nenhum deles.

- Ok, estamos te esperando – Louis falou rápido e fechou a porta, fugindo do garoto.

Harry suspirou, ele realmente tinha achado que aquele seria um ano tranquilo?


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