Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

Troca de Favores

Eu devia ter nascido homem! Uma dama não podia se descontrolar assim. Todo o meu juízo devia estar em algum lugar na Califórnia, tirando férias e tomando um bronzeado. Não havia outra explicação.
Richard ficou tão surpreso quanto eu, quando firmei meus calcanhares e me arremessei em direção a ele, tal como uma rolha de champanhe.
Ele me segurou automaticamente. E dando mais uma investida eu segurei seu rosto e o beijei. Esperava que ele me afastasse e em seguida ficasse furioso, mas não.
Richard me apertou, como se a qualquer momento o mundo fosse desaparecer. O sofá parecia tão pequeno!
Ele me puxou e logo estava em cima de mim. Uma perna dobrada de cada lado da minha coxa. Seus beijos trilharam um caminho delicioso de meu rosto até meu pescoço. E então ele tirou o cabelo da minha testa e ficou me olhando. Senti como se eu fosse um quadro raro que ele, um artista extraordinário, procurava entender. Minhas bochechas deveriam corar de vergonha. Esperei por isso, mas não aconteceu.
Eu realmente sentia que estava quente, porém aquilo nada tinha a ver com constrangimento.
Por quê ele não parava de me olhar? Eu queria mais dele. Tão mais!
Puxei sua gravata e novamente nossas bocas se uniram. Sabe-se-lá como acabamos no carpete. Suas mãos estavam em todos os lugares em baixo da blusa do meu pijama. Ok, eu tinha limites.
Me afastei dele, muito, muito relutante. Eu ofegava descontroladamente. Sua perna enganchada em minha coxa.
- Um belo beijo ao som de Minions. Isso é tão pouco original - Ele não ria, mas seus olhos eram divertidos.
Tentei me levantar e minha cabeça acabou indo de encontro à mesinha de vidro. A dor latejante me deixou tonta.
- Aí!
- Você sempre estraga as coisas com essa sua falta de inteligência. - Bom... Lá estava ele sendo um babaca.
E lá estava ele me chamando de burra. De novo.
Esfreguei minha testa que ainda doía.
- Obrigada por se preocupar em perguntar se estou bem. - Falei ríspida.
- Você está acordada, está tagarelando e está sendo irritante. De acordo com meu diagnóstico está tudo perfeitamente bem. - Por quê ele estava sendo idiota novamente!? Santo Deus!
E depois ainda dizia que eu quem estragava as coisas!
- Você me chamou de burra! - Acusei ofendida.
- Isso já faz um tempão. Quanto rancor! - Falou ironicamente. Eu ia quebrar a cara dele.
- Faz dez segundos!
- Estava contando? - Ah não! - Olha, quem me beijou aqui foi você, e agora está toda bravinha comigo sem nenhum motivo justificável.
Eu estava brava? Elee que estava sendo um filho da mãe!
Joguei a cabeça pra trás. Eu pretendia rir secamente, mas... acabei, de novo, batendo na porcaria da mesa. Richard caiu na gargalhada.
- Desisto de tentar te salvar, Drayton.
Aaah! Ele se achava o príncipe no cavalo branco, não era? Eu o faria cair desse cavalinho ai.
- Eu juro que vou cometer um assassinato se você não parar de rir - Em 1,2,3... Respirei fundo.
Minha fúria só o motivou mais.
Me atirei sobre ele. Ele caiu de costas e transferi toda a minha raiva para seu peito, entre socos e mais socos. Bom... ele não tinha parado de rir.
-Você pode fazer melhor do que isso, Drayton - Ele NÃO estava ajudando a me acalmar.
- Idiota.- Um murro- Arrogante.- Outro murro- Filho.da.mãe! - Mais três. - Eu vou...
Suas mãos prenderam meus pulsos e ele conseguiu me colocar contra o chão.
- Se continuar gritando, igual uma doida, vai acordar sua mãe. E como vai explicar isso pra ela, hein? - Fiz cara feia.
- Me.Solta! - Falei entre dentes
Suas mãos se afrouxaram.
- Não estou machucando. Vou soltar quando tiver certeza que não corro perigo de ser atacado por seus dedinhos finos. Não costumo gostar de cócegas.
Ele ainda estava debochando de mim! Aposto que meus socos doeram mais do que demonstrava.
Seis segundos se passaram quando ele me soltou.
- Aprecie a liberdade, passarinho.
Eu ainda continuava no chão. humilhada e com raiva. A vergonha queimava em minha pele.
Eu tinha beijado aquele idiota. EU tinha beijado!
- Saia daqui. Antes que eu não me responsabilize pelos meus atos e acabe te dando um tiro.
Revirou os olhos.
- Boa sorte na tentativa.
Mas diferente do que pensei que faria, ele saiu. Me deixando sozinha com meus pensamentos e minha cabeça latejante. Maldita mesinha!

No dia seguinte fui vítima de uma mãe bastante curiosa.
- Ele é muito bonito. - Abocanhou o pãozinho duro - Mas não sei não... Ele me pareceu meio... selvagem.
As vezes minhas mãe parecia uma adolescente!
- O que quer dizer com selvagem? - Me levantei da mesa, recolhendo minha xícara e indo em direção à pia de lavar louças.
- Bem... Você está crescidinha o bastante pra saber do que eu falo. - Deu uma piscadela sugestiva - Só digamos que, Nicholas parecia ser mais tranquilo. Talvez eu esteja enganada, mas o perfil de Richard se encaixa melhor em selvagem e desesperado. Não sei o que é melhor!
Senti como se o café da manhã fosse se rebelar e voltar, estômago a fora.
Ela estava mesmo falando daquilo?
- Mãe... - Me virei pra ela. Os olhos arregalados em um aviso silencioso.
- Você tem vinte e três anos, Kimberlly. Qual o problema em falar de sexo com a sua velha mãe?
Balancei a cabeça.
- Eu preferia não falar. - Para o bem do meu estômago e do chão limpo.
- Mas você já... - Parou de falar esperando que eu entendesse. Aaah eu entendi - Não já?
Joguei o pano de prato nela. Minhas bochechas corando violentamente.
- Mãe! Não vamos falar disso e ponto.
Sua risada só me deixou ainda mais constrangida.
- Só se cuida, tá bom?
Bufei, saindo da cozinha muito, muito vermelha. Eu iria evitar qualquer menção de Richard perto da minha mãe pelos próximos mil anos.

Naquela tarde o sr.McJake finalmente deixou claro o que queria. Não me surpreendi. Na verdade fui tentada pela vontade de cair na gargalhada, porém me contive.
- Então foi por isso que o senhor me ajudou? - Levantei as sobrancelha, mordendo os lábios para não rir.
Ele pigarreou meio sem jeito.
- Não exatamente. Você é uma boa funcionária. - Devo ter feito uma cara engraçada perante esse comentário porque ele resolveu emendar - Estou falando sério.
- Uau. Agora sim estou surpresa.
- Por mais impertinente que seja, sei que luta pelo bem de sua família e faz seu trabalho com competência... Tirando os comentários desnecessário que quase me levam a mandá-la para o olho da rua...
- Bom... Peço desculpas pelo mau comportamento. Sinceramente - Eu devia pelo menos isso a ele. Isso e o tal favor que ele me pedira a poucos minutos.
- Que seja. - Disse impaciente - Agora vamos ao que me interessa, você acha que consegue fazer o que pedi?
- A Becca é uma pessoa generosa. A pior resposta que o senhor pode receber é um "não" - Pensei melhor - Ou um "Jamais!" Ou um "Nunca" ou quem sabe um " Nem se fosse o último homem da Terra " ou uma sequência dos quatro juntos!
- Ok senhorita Drayton! Já chega - Sua expressão me forçou a ficar calada.
- Sete anos de diferença... O senhor tem certeza que isso vai dar certo?
Ele respirou fundo.
- Meus pais tinham dez anos de diferença e eram as criaturas mais felizes da face da Terra. - Sorriu com a lembrança.
Era um belo momento e tudo mais, mas eu temia minha conversa com Becca. Ela também tinha sentimentos por ele? E se não tivesse? O Sr.McJake ia me mandar pra trás das grandes novamente se sua resposta fosse negativa?
- Não estou torcendo para que não dê certo, só que...
- A senhorita devia entender uma coisa. Idade é apenas um número. E o amor é mais do que míseros números. Amar é aceitar as imperfeições, é passar por cima das diferenças, é arriscar tudo em busca de um bem maior. E é isso que estou fazendo.Arriscando. - Suas palavras me tocaram. O coroa tinha ganhado meu respeito.
Era preciso jogar para ganhar. Falando parecia ser fácil.
- Não diga mais nada... Esse foi o discurso do ano! - Vindo dele... - Vamos conseguir.
Ele sorriu quando me levantei para sair.
- Hã, senhorita Drayton? Permita-me dizer uma coisa?
Esperei.
- Você devia se arriscar também - Pisquei confusa - Ele gosta de você, mais do que imagina.
Franzi a testa.
- Do que está falando...?
Bateu no relógio de pulso.
- Se sair da minha sala exatamente daqui a cinco segundos, vai chegar no 992 sem atrasos.
Eu continuava boiando no mar de confusões mas ele sorria. O sr. Mcjack! Sorrindo!
Sai sem nada dizer. Agora o que me restava era respirar fundo e encarar Diane pelas próximas horas.


Entrei no 992. Richard já havia saído. Dessa vez eu tinha certeza.
O que mais me espantou foi o caos em que o apartamento se encontrava. Ela fizera de propósito!
Diane estava sentada no sofá, sofisticadamente ao lado de Mellanie. Quando me viram as duas levantaram a cabeça ao mesmo tempo.
- Você - Disse secamente
Dei um sorriso forçado bem convincente.
- Em carne e osso. - Joguei uma mecha de cabelo pra trás.
- Não gosto do seu cinismo.
Ignorei.
- O que aconteceu por aqui? Parece que o apartamento foi vítima de algum tipo de furacão. - Meu tom não soou como uma reclamação e notei que isso a desapontou.
- Você é paga para limpar ou para fazer perguntas?
Olhei para Mellanie por um instante. Imediatamente a garota desviou os olhos para a televisão.
- Vou começar pela cozinha então. - E lá vamos nós.

Tudo estava brilhando na cozinha, eu tinha tirado a gordura das paredes e limpado o chão imundo. Sem contar a situação lamentável do fogão e as migalhas na mesa.
Era dia de passar roupa, ou pelo menos foi o que a secretária me disse hoje de manhã assim que entrei. Recomendações do sr.Laurent.
Retirei algumas camisas da secadora. Era um saco passar aquilo. O maior trabalhão. Mas eu iria sobreviver.
As horas se arrastaram e eu já tinha passado quase todas as camisas e calças e guardado as gravatas na ordem correta. As cores frias primeiro e em seguida as quentes. Richard tinha uma irritante prática de organização.
- Ainda está aqui? - Diane apareceu de repente, se encostando no batente da porta.
Olhei em volta.
- Ah! É, estou.
E continuei arrumando as peças no guarda-roupa.
- Você é petulante! E não gosto disso.
Sem tirar os olhos do que estava fazendo, respondi prontamente
- Não estou aqui para lhe agradar. Como você mesma notou, fui contratada para fazer faxina.
- Mas se o hóspede não gosta do serviço...
Dessa vez olhei pra ela. Mulherzinha asquerosa.
- Você sabe que não manda em nada aqui, não é? A única pessoa que pode reclamar dos meus serviços é o seu filho. Estou trabalhando pra ele não pra você - Atirei - Na verdade, estou cumprindo ordens do hotel, ou seja nem pro Richard devo satisfações, então quem dirá para a senhora!
Ela se mostrou um pouco ofendida.
- Posso reclamar sim! Tenho todo o direito. Como empregada seu dever é no mínimo não perturbar o morador.
- Quando o morador provoca por outro lado...
E olha que nem moradora ela era!
- O que meu filho vê em você? Como pode ele não enxergar a doce Mel? Uma menina tão prendada como ela não devia ser segunda opção.
Eu sequer era uma opção? Richard havia dito isso? Será que... Não! Era melhor não pensar.
- Richard não me tem como primeira opção! Nem opção alguma! - Me levantei do chão. As gravatas já estavam todas perfeitamente alinhadas.
- Ele é homem, minha querida. Tudo isso só vai durar até ele conseguir o que quer. E os homens só querem uma única coisa, e você sabe o que é não, sabe?
Engoli em seco. De novo aquele assunto.
- Você não tem o direito...- Comecei até ela me interromper
- Eu sou mãe dele! E eu conheço bem o tipo de mulher que você é. Aproveitadoras! - Cuspiu - É óbvio que ele te deseja,claro que não está apaixonado. Meu filho não é bobo, mas eu sei o que você pretendente. Só lamento informar que seu golpe não vai dar certo.
Engoli o choro. Não iria abaixar a cabeça pra ela.
- Sabe de uma coisa? Pense o que quiser. Se acha que tenho intenções com o seu filho, fique a vontade com suas paranóias. Se acha que ele só quer me levar pra cama, fique despreocupada, sei me valorizar, não vou fazer nada para prejudicar a sua família. Não vou me aproveitar do seu filho nem deixar que se aproveite de mim. - Passei por ela, parando a poucos metros - E Richard não precisa de você pra dizer o que ele deve fazer.
Suas narinas se inflamaram. Não parecia muito seguro ficar por perto.
- O problema é pior do que eu imaginava - Estalou a língua - Você está apaixonada. Sua vadia.

















Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro