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Capítulo 54

A ômega observava a si mesma sem roupas de frente ao espelho, apenas com uma peça íntima. Ela suspira e acaricia o pequeno volume em sua barriga, ela sempre foi lisa e agora parece que comeu muito no café da manhã, mas é uma vida crescendo dentro dela. Lalisa riu consigo ao já se sentir gorda, mesmo que ainda nem tenha crescido o suficiente para reclamar.


   Ela se assusta com o som da campainha e se apressa para vestir uma calça de moletom e um blusão, se olha no espelho um pouco frustrada com seu cabelo mas decide não e importar com isso.

   As meninas não estão em casa, Lalisa está sozinha esperando por alguma mensagem de Jennie para poder ir buscá-la na rodoviária. Como é final de semana ela não tem aulas para dar, Lalisa voltou do internato na sexta à noite.

   Assim que ela abre a porta, um longo sorriso rasga o seu rosto, Jennie está parada, com uma calça preta, uma camisa branca e uma xadrez de tons vermelho, com uma mochila nas costas, ela sorriu para Lalisa. A ômega não diz nada e apenas se apressa para a abraçar com força, quase a derrubando na grama, Jennie gargalhou enquanto a acolhe em seus braços.

— Eu também senti sua falta. – Jennie fala com humor quando a ômega não disse nada e permaneceu a abraçá-la. Jennie deixou beijos no topo da cabeça de Lalisa.

   De repente ela ouve alguns soluços vindo da coisinha pequena em seus braços. Seu coração aperta.

— Lis, por que está chorando? – ela pergunta, Lalisa não responde.

   A alfa tenta andar e puxar delicadamente Lalisa para dentro, batendo à porta com o pé para fechá-la.

— Venha, amor. – continua a guiar Lalisa até o sofá, a trazendo para seu colo, confusa com a ômega chorosa. — Lis, aconteceu alguma coisa?

— Você promete não ficar zangada comigo? – Louis pergunta, Jennie confirma com um murmúrio.

   Tudo se passou na cabeça da alfa, até mesmo de Lalisa ter se apaixonado por outra pessoa. Mas não era nada do que realmente pensou.

— Eu preciso que apenas continue quieta e me ouça, ok? — Jennie assentiu quando Lalisa a encarou com os olhos vermelhos. A ômega se ajeitou em seu colo e começou a tirar a camisa larga, expondo seu corpo. Jennie a encara confusa, até notar que a mesma está ligeiramente mais gordinha, obviamente não iria mencionar nada afinal não faz ideia do que a outra quer dizer. E de qualquer forma, Lalisa é sempre linda independente de seu peso, suas roupas ou qualquer coisa. Jennie tentou não sorrir ao que a observa, e permaneceu séria para não atrapalhar. — Eu sei que está confusa, eu sei que eu deveria ter te falado antes, mas eu não queria que você desistisse da universidade por mim, Jen. Eu estive essas últimas semanas pensando a forma correta de te contar, mas nada realmente seria o suficiente.

   Jennie piscou os olhos lentamente, ainda confusa. Lalisa suspirou e pegou Jennie pelos pulsos, guiando suas mãos para sua barriga. A alfa alterna o olhar entre suas mãos e o rosto da ômega, que a encara com expectativa esperando Jennie dizer algo. Mas a garota permanece com o semblante calmo e duvidoso. E Lalisa percebeu que ela só iria entender quando realmente falasse.

— Estou grávida, hoje faz quatro meses de gestação.

   A alfa arregala os olhos surpresa, não sabendo o que responder diante da declaração da outra. Ela guia o olhar para onde suas mãos estão, e começa a mover elas de forma delicada, acariciando a pele. O seu silêncio fez Lalisa morder os lábios em nervosismo, ansiosa e com medo de sua reação.

   Seu sorriso fez Lalisa ficar pasma, afinal pensou que a outra começaria a gritar ou surtar. Mas ela apenas sorriu, e voltou a encarar Manoban com um olhar carinhoso.

— Você está esperando um filho nosso? – ela pergunta com o tom de voz baixo e calmo.

— Sim, Jen... – Lalisa engole em seco, mexendo a cabeça freneticamente um pouco assustada. — Você não está brava?

— Como eu poderia ficar brava por você estar esperando um filhote nosso? – Jennie pergunta com o sorriso retornando aos seus lábios.

   Lalisa fica calada, sentindo-se culpada por não ter dito antes. E aliviada pela tão bela e pura reação da outra.

— Você deveria ter me contado antes, eu nem mesmo teria ido embo-...

— Foi por isso que eu não te contei. – Lalisa a interrompe. — Não queria que desistisse de algo que você batalhou para conseguir, Jennie.

— Como vamos viver separadas agora? Eu posso voltar, Lis. Encontrar um emprego na cidade, te ajudar com tudo, podemos ser uma família. – Jennie tenta, Lalisa mexe a cabeça em negação.

— Vamos dar um jeito sem que você precise fazer isso. – afirma, mesmo não fazendo ideia de como vão conseguir lidar com tudo estando separadas.

— Sim, nós vamos.

   Elas se encaram rodeadas de dúvidas e medos. Lalisa se permitiu sorrir quando Jennie a encarou de forma tão carinhosa.

— Eu tenho uma boa notícia para você. – Jennie fala, voltando a encarar a barriga de Lalisa e abrir um sorriso bobo. — Um convite, na verdade.

— Um convite?

— A universidade está com um projeto novo para esse ano, estão procurando ômegas para palestrarem sobre como são as dificuldades da vida de um ômega e no que poderíamos melhorar. E eu falei com alguns superiores de lá sobre você, e eles te convidaram para participar da palestra, sua passagem e estadia será paga pela universidade. – Jennie fala calmamente, as mãos sempre acariciando Lalisa e com um sorriso no rosto. — A primeira palestra é no próximo domingo, eles precisam de você no sábado para explicarem sobre o projeto.

   Lalisa fica em silêncio por um tempo, pensando na proposta enquanto deposita as mãos nos ombros de Jennie, encarando o belo rosto em sua frente.

— Eu acho que será bom, e eu poderei vê-la mais uma vez esse mês. – Lalisa sorri, um pouco mais animada.

— Deus, nós vamos mesmo ter um filho? – Jennie fala voltando ao assunto inicial, Lalisa solta um riso nasal e se aproxima para deixar um selar de lábios demorado e carinhoso.

— Sim, Jen. Nós vamos ter um bebê! – Lalisa separou seus lábios para falar e ri mais uma vez. — E eu fico tão feliz de saber que você não está brava comigo, eu pensei que iria gritar ou brigar por eu ter tomado as pílulas de forma errada. Eu e Eleanor nunca tivemos esse problema e inclusive já tínhamos tentando termos um filho antes, mas não deu muito certo... apenas me perdoe, eu não sabia que estava fazendo do jeito errado.

— Não, meu amor. Não é sua culpa, ok? Não fique encanada nisso, esse tipo de coisa acontece. – deixa as mãos no rosto da ômega, deixando um beijinho na ponta de seu nariz. — Apenas fico triste de ter perdido esses quatro meses e provavelmente vou perder os próximos!

— Prometo mandar fotos. – Lalisa murmura, voltando a se culpar por esconder algo que Jennie tinha o direito de saber.

— Não é a mesma coisa, eu quero estar com você para te ajudar em tudo, e poder te chamar de bolinha quando você estiver enorme. – Lalisa gargalhou com o que Jennie disse. — Te mimar e acordar durante a noite porque você vai estar com vontade de comer melancia as três horas da madrugada e me obrigar a procurar um mercado vinte e quatro horas para comprar uma para você. – Lalisa não conseguia controlar o riso e a felicidade que a invadia. — E depois fazer massagem em seus pés pois você irá reclamar que não consegue nem andar, e ouvi-la dizer que quer palitos de queijo e eu te perguntar quantos você quer, e você responder que quer-...

— Todos!

   Lalisa a interrompe entre os risos, achando adorável as coisas que Jennie está dizendo de forma tão carinhosa e acolhedora.

— Eu vou querer todos os palitos de queijo. – ela fala com os risos escapando, imaginando todas essas coisas citadas pela alfa.

— Eu sei. – Jennie sorriu, trazendo Lalisa para ainda mais perto, a abraçando de forma carinhosa. — E eu vou te dar todos os palitos de queijo que você quiser.

— Oh, todos eles? – Lalisa pergunta igual uma criança manhosa, se aconchegando no colo de Jennie.

— Todos aqueles que você quiser, amor.

   Elas riram juntas enquanto suas mãos continuam a fazer carinho uma a outra. E o silêncio vem, trazendo com ele todas as dúvidas e medos novamente. Lalisa suspira de forma audível, esfregando o rosto no peito da alfa e se deliciando com seu cheiro forte que o faz se sentir bem e seguro. Lalisa não sabe explicar tudo o que Jennie causa nela e vise versa, mas são tantas coisas boas que não consegue contar, ela deseja uma vida ao lado da alfa, uma vida feliz, mesmo que seja cheia de dificuldades. Não importa o quanto elas precisarão se esforçarem e o quão difícil será ter de lidar com tudo que está por vir, se tudo isso levá-las uma para a outra... valerá a pena cada segundo.

— O que vamos fazer, Jen? – Lalisa murmura, com os olhos fechados e apreciando dos carinhos em seu cabelo e cintura.

— Eu não sei, Lis. – Jennie suspira, deixando alguns beijos no cabelo da outra, sentindo Lalisa relaxar com seus carinhos. — Mas vamos dar um jeito, ok? Nós vamos conseguir.

— Vamos sempre encontrar uma a outra? Não importa o que aconteça?

— Eu vou sempre te encontrar, não importa o que aconteça!

   Elas não falam mais nada, e apenas apreciam a companhia uma da outra. Lalisa aliviada, Jennie um pouco preocupada sobre perder meses importantes para sua ômega. Suas mentes cheias de dúvidas e preocupações, mas havia uma única certeza: elas sempre estarão lá uma para a outra, mesmo que às vezes não estejam lá pessoalmente. E para tudo o amor da um jeitinho, certo?

Continua...

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