Capítulo 52
Cl_Blink eu vi vc maratonando hein skdksksks ❤ obrigada mana
Este capítulo contém conteúdo explicito.
A manhã de Natal foi divertida, Lalisa ganhou de Jennie um livro com a biografia de Sócrates. O que foi uma grande irônia, já que Lalisa comprou para ela um livro de trigonometria alegando ser para quando Jennie precisar estudar e estiver longe demais para Lalisa a ajudar. Gemma achou isso uma gracinha e se enfiou entre as duas no sofá para reclamar de sua vida amorosa não estar nem próxima do que elas tem, Charlotte apenas ficou rindo no tapete da cara de desgosto que elas fizeram ao serem separadas. Félicité conversava animada com Anne, as gêmeas com os bebês se divertindo com seus presentes. Foi um longo e feliz dia, que passou voando, assim como a próxima semana após Lalisa e seus irmãos retornarem para casa, foi quase um sacrifício ter que se soltar de Jennie para ir embora, mas ela precisou.
E mais uma semana se passou, com Lalisa guardando esse segredo que tem prazo de validade. Ela conversou com Jennie apenas por mensagens, e nem mesmo pensou em contar por um aplicativo, ela precisa fazer isso pessoalmente, mas como?
O ano novo passou com sua família e Taehyung, era mais um ano se iniciando, mais dias de lutas sem fazer ideia do que pode acontecer. E assim como esses últimos meses, janeiro passou num piscar de olhos, ela precisou ir ao internato para as reuniões com os professores, as aulas se iniciam em fevereiro, e Lalisa não faz ideia do que vai fazer. Sua barriga não cresceu, afinal ela tem quase três meses de gestação. Lalisa sabe que não pode guardar isso, afinal uma hora ou outra a barriga vai aparecer, e quem ela tentara enganar?
E para piorar tudo, Jennie estava sempre falando sobre a faculdade nas ligações e mensagens, e saber que ela anseia tanto por algo, deixa Lalisa ainda mais frustada. E no momento Lalisa está no quarto da alfa, aproveitou que não tinha nada para fazer e foi ajudar Jennie a arrumar suas coisas, sendo recebida por Gemma e Anne que já estavam de saída para ter o dia das garotas antes de Gemma também partir para cursar seu último ano na universidade.
— Jennie, é só uma caneta estúpida! — exclamou Lalisa entediada, deitada na cama de Jennie enquanto digita no celular, a garoto vasculhando seu quarto em busca de suas coisas.
— Não é apenas uma caneta, é a minha caneta da sorte!
— Por Deus, desde quando você tem a droga de uma caneta da sorte? — Lalisa reclama enquanto larga o celular irritada e se levanta da cama aos poucos. — Você não vai me dar atenção?
Lalisa faz um bico adorável enquanto observa Jennie andar pelo quarto frustada.
— Eu vou... assim que eu achar a minha caneta.
— Quando achar, enfia ela no seu-...
— Lalisa! – a interrompeu.
— O que?!
— O que deu em você, amor? — Jennie finalmente anda até ela, Lalisa suspira e espera Jennie se sentar ao seu lado.
— Estou triste de saber que irá embora, apenas. — Lalisa diz dando de ombros.
Jennie a abraçou de forma carinhosa e afundou o rosto no pescoço dela, respirando fundo.
— Tem algo de estranho em você, é sério, o seu cheiro esta diferente. — Lalisa riu com as cócegas que sentiu e se afastou de Jennie.
— Não tem nada demais. — Lalisa se levanta e cruza os braços, desviando o olhar e observando o quarto. De repente ela bufa e aponta para o chão logo ao lado da cama. — Olha a sua caneta boba.
— Oh, como ela foi parar ali? — Jennie ri e se levanta para pegar a caneta e guardar em sua mala na parte onde separou para seu material de estudo.
— Você pode me dar atenção agora? — Lalisa pergunta com um leve tom de irritação.
— Sim, eu posso. — Jennie ri pela manha da ômega, retornando para cama e batendo em seu colo, chamando por Lalisa. A mesmo sorri sacana e se aproxima, sentando no colo de Jennie enquanto rodeia os braços em torno dela. — O que aconteceu para a minha ômega estar tão ranzinza?
— Assuntos inacabados. Não ligue para isso, eu só estou voltando a ficar com a cabeça lotada de coisas para fazer e me preocupando com tudo antecipadamente. E já sinto a sua falta mesmo sem você ter ido!
— Bem, nós estamos sozinhas agora. Podemos apenas aproveitarmos a presença uma da outra. – Jennie se aconchega melhor na cama, trazendo Lalisa para si e o embrulhando em seus braços.
— Jen, eu preciso saber uma coisa antes de você ir... — Lalisa murmura, se ajeitando sobre Jennie e deixando uma perna de cada lado, pousando as mãos nos ombros dela e a encarando.
— Pode falar, Lis.
— Você quer construir uma família comigo um dia? – Lalisa pergunta encarando os traços do rosto de Jennie, evitando olhar em seus olhos.
— Se eu quero ter filhotes com você e ficarmos todos cheirosos e juntinhos em baixo das cobertas durante o frio? – Jennie fala de forma adorável, fazendo Lalisa rir. — Claro que eu quero!
— Fico feliz de saber isso. – Lalisa ri mais uma vez, sem um motivo aparente. — Mas você desistiria de seus sonhos por mim?
— E você ainda pergunta? É óbvio que sim. – talvez Jennie não tenha entendido a pergunta de Lalisa, mas isso fez a ômega recuar completamente no que realmente queria dizer, e desistir de contar mais uma vez. — Você é tudo que preciso.
— Seus sonhos em primeiro lugar, Jen. – Lalisa fala um pouco frustada, tentando não deixar transparecer.
— Nem pensar. – Jennie ri, deixando alguns beijos pelo rosto de Lalisa, que começou a relaxar com o carinho.
Jennie iniciou um beijo calmo, apreciando dos lábios que sentirá falta durante as semanas que estão por vir. Quando elas perceberam, já estavam ficando eufóricas com os beijos trocados, as mãos não perdiam tempo e passavam por onde podiam e alcançavam. Lalisa não se importou muito por estar grávida, afinal não vai machucar o bebê com as relações sexuais. E por um momento ela se permitiu esquecer de todos os problemas que se acumularam, e decidiu curtir o momento com Jennie.
A alfa segura no moletom de Lalisa, puxando para cima e separando seus lábios para poder tirar. Lalisa sorri um pouco envergonhada quando a alfa toca sua cintura de forma carinhosa e observa a ômega com a parte de cima descoberta.
— Não me olhe assim. – Lalisa murmura, Jennie sorri.
— Você me causa tantas coisas que não consigo explicar, Lis.
— Deus, não seja tão melosa, eu preciso disso agora. Depois vai ser tão difícil de nos vermos, imagine sexo?! – Lalisa reclama, se apressando para tirar a camisa de Jennie, que apenas riu pela pressa costumeira da outra.
Os beijos retornaram com mais vigor, elas se atacavam sem se importarem de que alguém poderia chegar a qualquer momento. Jennie deitou Lalisa na cama para ficar por cima, deixando beijos pelo seu corpo e descendo pela barriga da outra, a ouvindo arfar com cada toque. Jennie retira o cinto de Lalisa o jogando para fora da cama, abre o zíper da calça e o botão, olha para Lalisa como se pedisse permissão para abaixar sua roupa, a ômega apenas se contorce com um gemido manhoso. Jennie puxa para baixo junto com a calcinha, expondo a intimidade molhada de Lalisa, que suspira de alívio ao se livrar das roupas em que estava.
— Jennie! – Lalisa reclama surpresa ao que a alfa abocanha sua intimidade sem aviso prévio.
Lalisa ama a boca de Jennie e sempre que ela a chupa, deixando a ômega próxima de seu ápice tão rapidamente que chega a ser vergonhoso. A língua quente passa por toda a região como se estivesse saboreando um sorvete, Lalisa geme sem se importar com nada, ela quer ser apenas de Jennie e nada mais.
Quando a alfa percebe que Lalisa está quase vindo em sua boca, ela decide continuar de outra forma. Ela se afasta, ouvindo um resmungo de reprovação, retira as roupas dos calcanhares de Lalisa jogando pelo quarto e a puxa pelas pernas, colocando a ômega de quatro sobre a cama, totalmente exposta para ela. Lalisa geme em deleite pelos movimentos que sempre a agradam.
Jennie apalpou as nádegas fartas, mordendo os próprios lábios com a visão que estava tendo, a ômega apenas gemeu baixo e manhosa desejando tê-la o quanto antes dentro de si, ela sentiu sua lubrificação escorrer pelas suas pernas, fechou os olhos e ofegou quando a língua da alfa passou por ela, lambendo seu líquido e aproximando a língua de um local muito sensível.
— Porra, Jennie! – rosnou, abraçando o travesseiro e arqueando as costas quando sentiu dois dedos a tocar e ser empurrados para dentro de si.
A alfa foi penetrando seus próprios dedos, sentindo o quanto Lalisa estava molhada e pulsando. A ômega afundou o rosto no lençol ao sentir a respiração da alfa bem próximo da sua entrada, arfou quando a língua quente passou ali, a fazendo se arrepiar e prender os gemidos que tentavam escapar. Jennie sentiu a lubrificação de Lalisa escorrer mais uma vez e lambeu, era tão saborosa que deixava seus instintos mais intensos e incontroláveis.
Ela se afastou e se posicionou atrás de Lalisa, mordendo os lábios enquanto admirava o corpo escultural da ômega.
Lalisa suspirou ao sentir a ponta do membro da alfa encostar na sua entrada, se forçando contra ela. Seus gemidos foram baixos e dolorosos, as mãos apertando o lençol conforme sentia ser aos poucos completamente preenchida.
— Você é tão quente... — murmurou Jennie, deixando as mãos nos quadris de Lalisa e massageando o local, querendo passar conforto. Ela se mexeu levemente, ouvindo Lalisa gemer com a leve estocada. — Tão apertada...
Manoban se apertou ainda mais em volta de Jennie, que travou o maxilar com a sensação gostosa que aquilo lhe proporcionou.
— Eu vou sentir falta disso também, de fazer amor com você. De te foder até vê-la mancar. Porra, você é tão linda! – Lalisa ouviu ela dizer, sua voz estava tão sensual. A ômega gritou de prazer ao sentir outra estocada forte e funda.
— J-Jennie de novo! P-Por favor! — pediu Lalisa, enquanto Jennie começou a ir lento e torturante.
A alfa afastou-se deixando apenas a cabecinha de seu pau dentro dela, podendo dar um tapa forte na nádega direita de Lalisa, que gemeu mordendo os lábios com força.
— Mm...
A ômega gemeu alto com o corpo indo para frente quando Jennie entrou nela outra vez. Ela adora o jeito que a mesmo consegue ser delicada massageando o local que deixa as mãos e murmurando o quanto Lalisa é linda, e ao mesmo tempo bruta, a fazendo delirar com cada vez que a invade.
Seus gemidos se misturavam como uma bela melodia, os sons dos quadris da morena contra a bunda de Lalisa eram tão obscenas que as faziam sentir cada vez mais excitadas. Lalisa sentiu uma mão ir direto para seu clitóris a massageando, beijos serem depositados pelas suas costas, mordidas leves pelos seus ombros e nuca enquanto o corpo suado de Jennie encostava no seu.
E em um gemido alto e longo, ela gozou, sujando a cama e a mão de Jennie.
— Oh droga, Lalisa! — Jennie soprava o ar para fora um pouco sem fôlego, acelerando os movimentos quando sentiu estar perto, se derramando dentro da ômega. Elas caíram na cama completamente exaustas.
Elas respiravam ofegantes tentando controlar a respiração enquanto aproximavam seus corpos, com seus toques gentis na pele uma da outra e em silêncio por algum tempo.
— Não quero te deixar amanhã, Lis. – Jennir admite baixinho, Lalisa suspira e se ajeita na cama, afagando os fios achocolatados.
— Não quero ter que me despedir de você amanhã, Jen.
— Nós podemos fazer isso, certo? Vivermos longe uma da outra por todo esse tempo. Não podemos?
— Y-Yeah, nós podemos...
— Espero que não desistam de mim, amor. Eu sei que será cansativo ter que me esperar para que um dia eu possa te morder e fazê-la minha, eu quero mais do que tudo poder viver contigo.
— Não será cansativo, eu estarei aqui o tempo todo, Jen. Eu que tenho medo de você encontrar alguém mais interessante na universidade, mais bonito... mais jovem.
— Não diga bobagens, você é a única que eu quero. – fala carinhosa enquanto a aperta em seus braços.
— Eu também quero apenas você, Jennie.
— Podemos apenas ficarmos juntas hoje... e apenas amanhã nos sentirmos tristes por termos que ficamos longe?
— Sim, Jen. – Lalisa ri baixinho, sentindo alguns beijinhos serem depositados em seu rosto.
Se sentir em casa nos braços uma da outra se tornou algo que as tortura, afinal terão de se acostumar com a distância a partir de algumas horas. E Lalisa ainda não se permitiu ser sincera sobre a gravidez, mesmo que envolva Jennie e também seja responsabilidade dela. Mas ouvi-la dizer que largaria seus sonhos por Lalisa não ajudou muito, e agora a ômega tem que tomar uma decisão em breve.
Continua...
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