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Capítulo 46

Dias atuais....

   Os garotos se aglomeravam juntos do lado de fora do ginásio, aos cochichos.

— Mas vamos mesmo fazer isso hoje? Podíamos deixar para a formatura! — um dos garotos disse.

— Ah? Do que está falando? —Michael olhou confuso pra ele.

— Nós não tínhamos planejado algo especial para a professora Manoban na semana passada e combinado que seria só na formatura?

— Ah, sim! Mas não é isso, nós vamos deixar para a formatura sim, mas eu e Lucien estávamos pensando em outra coisa pra hoje.

— Outra coisa?

— Se todos ficassem quietos eu realmente poderia explicar. — os outros garotos abaixaram o tom de voz logo parando de falarem.

   Michael começou a explicar a ideia o mais rápido possível antes da própria Lalisa interromper com seu mau humor matinal os mandando andarem logo com a preparação do evento.

Xx

— Olá! — Lisa falou animada, ouvindo um coro dos estudantes de "olá". — Eu sou Lalisa Manoban, professora de filosofia desse colégio interno para alfas. Gostaria inicialmente de agradecer a presença de todos aqui. — Lisa disse com o microfone próximo da boca. — As apresentações não serão demoradas, muitos desses alunos se esforçaram com o que vão apresentar, esperamos que desfrutem.

     As palmas por educação ecoaram pelo local, e Laliz se acomodou ao lado de Rosé assim que desceu do palco, mas antes de dar uma olhadinha ao redor, procurando Jennie. Onde raios ela estava?

   Era um pouco constante o seu sumiço desde o fim das férias, que causava certa dúvida em Lisa, mas não questionou com ela o motivo.

— Olá! — uma garota beta de cabelos coloridos apareceu no palco, se acomodando no banquinho em frente ao piano.

   E Lalisa parou de ouvir assim que começou a ficar preocupada com Jennie. Será que ela ficou doente? Ou estava cansada? Lisa lembra que a garota estava bem pela manhã antes de deixá-la ainda dormindo na cabana, passaram a noite juntas.

   De repente sua linha de raciocínio foi cortada quando outra pessoa entrou no palco segurando um violação.

— Hum, oi, eu sou a Jennie. — ela disse um pouco tímida, recebendo um coro dos ômegas de sua idade, um longo  "awwwn", o que fez Lisa ferver de ciúmes, querendo pular em cada um dos ômegas que acharam sua alfa fofo, mas manteve o controle. — Eu fiz uma música para alguém especial que tornou a minha vida muito mais alegre, eu estive a algum tempo pensando em algo realmente bonito e que a descrevesse bem, mas nada conseguiria citar cada detalhe minimamente perfeito dessa doce criatura. {N/Golden: ahhhhh sweet creature minha música fav do Haz}

   Lisa sorriu ao ouvir o que a alfa disse, e mais um coro dos ômegas que acharam bonitas as palavras da alfas, desejando mentalmente um igualzinho para si. A ômega tentou não ser ansiosa por pensar que era para ela, mas pra quem mais seria? Laliz comprovou sua hipótese quando Jennie lhe deu um pequeno sorriso ao que ajustava o instrumento contra o corpo, desviando assim que recebeu um sorriso de volta.

   Os dedos longos começaram a passar pelas cordas do violão que estava ligado à caixa de som, seus lábios se aproximaram do microfone bem ajustado no pedestal a sua frente, e sua voz melódica invadiu o ouvido de todos, causando uma onda coletiva de satisfação por uma voz tão bela.

— Sweet creature
Had another talk about
Where it's going wrong
But we're still young
We don't know where we're going
But we know where we belong

(Doce criatura
Tivemos outra conversa sobre
Onde estamos errando
Mas ainda somos jovens
Não sabemos para onde estamos indo
Mas sabemos aonde pertencemos)

— No, we started
Two hearts in one home
It's hard when we argue
We're both stubborn, I know
But, oh

(Não, nós começamos
Dois corações em um lar
É difícil quando discutimos
Nós dois somos teimosos, eu sei
Mas, oh)

   Lisa ouvia atentamente cada palavra cantada de Jennie, era a coisa mais bonita que alguém já tinha feito para ela.

— Sweet creature, sweet creature
Wherever I go
You bring me home
Sweet creature, sweet creature
When I run out of rope
You bring me home

(Doce criatura, doce criatura
Onde quer que eu vá
Você me leva para casa
Doce criatura, doce criatura
Quando chego ao fim da linha
Você me leva para casa)

    Lalisa sentiu uma forte vontade de chorar, seus olhos lacrimejaram um pouco, ela não podia cair aos berreiros bem ali, ouvindo aquela música que com toda certeza foi feita com tanto carinho.

— Sweet creature
We're running through the garden
Where nothing bothered us
But we're still young
I always think about you
And how we don't speak enough

(Doce criatura
Estamos correndo pelo jardim
Onde nada nos incomodava
Mas ainda somos jovens
Eu sempre penso em você
E em como não nos falamos o suficiente)

— No, we started
Two hearts in one home
And oh, it's hard when we argue
We're both stubborn, I know
But, oh

(Não, nós começamos
Dois corações em um lar
É difícil quando discutimos
Nós dois somos teimosos, eu sei
Mas, oh)

   Quando seus olhares se cruzaram mais uma vez no dia, foi uma confusão de sentimentos para ambas, os lábios da alfa se curvaram num pequeno sorriso entre o canto para a ômega, que fez o mesmo, numa expressão abatida por não poder gritar aos sete mares que aquela música era feita para ela.

— Sweet creature, sweet creature
Wherever I go
You bring me home
Sweet creature, sweet creature
When I run out of rope
You bring me home

(Doce criatura, doce criatura
Onde quer que eu vá
Você me leva para casa
Doce criatura, doce criatura
Quando chego ao fim da linha
Você me leva para casa)

— I know when we started
Just two hearts in one home
It gets harder when we argue
We're both stubborn, I know
But, oh

(Eu sei, quando começamos
Apenas dois corações em um lar
Fica mais difícil quando discutimos
Nós dois somos teimosos, eu sei
Mas, oh)

— Sweet creature, sweet creature
Wherever I go
You bring me home
Sweet creature, sweet creature
When I run out of rope
You bring me home

(Doce criatura, doce criatura
Onde quer que eu vá
Você me leva para casa
Doce criatura, doce criatura
Quando chego ao fim da linha
Você me leva para casa)

   Jennie estava cantando, cantando uma música que fez para ela! Lisa não conseguia aguentar no peito o sentimento que a aquece a cada segundo que passa, ela precisava abraçá-la e agradecê-la por tudo, por estar ali com ela, por ajudar com seus problemas, se preocupar, cuidar e principalmente por ter a amado depois de achar que não era o suficiente para ninguém no mundo, por também tê-la recebido em seus braços quando mais precisou que alguém fizesse isso, por ter sido tão gentil e a conquistado no primeiro gesto de doçura.

— You bring me home

(Você me leva para casa)

   A ômega deixou os olhos mergulharem numa escuridão passageira ao que ouvia aquelas palavras escaparem dos lábios avermelhados. Ela permitiu-se ver novamente, encarando aquele rosto venusto na espera de que suas pernas não fraquejassem com aquele olhar afeiçoado.

   Os aplausos se estenderam aos poucos, e Lisa foi a primeiro a levantar enquanto batia as mãos umas nas outras, e logo os outros repetiram seu ato. Ruby deixou um rápido agradecimento e se retirou do local para que o próximo pudesse mostrar o seu talento.

   A ansiedade não cabia dentro dela, estava quase a matando enquanto outras pessoas talentosas se apresentava. Quando ouve uma pausa para quem quiser ir ao banheiro ou comer dos aperitivos, Lalisa saiu quase voando do ginásio em busca de Jennie, não sabendo exatamente onde ela estava.

— Hey, professora! A Srt poderia me ajudar a achar alguns cabos que o Sr Aoki pediu? Ele disse que você sabe onde tem. — foi interrompida antes de sair, olhou para o garoto e soltou um curto suspiro, mexendo a cabeça em afirmação.

— Yeah, Michael. Venha, você pode trazer pra ele?

— Sim, eu trago.

   A ômega deu as costas para ir a pequena sala onde guardam esse tipo de equipamento no prédio principal, Michael olhou para os outros meninos fazendo uma afirmação com as mãos, eles não perderam tempo e foram atrás de Rosé.

Xx

   A ômega vasculhava a sala em busca do tal cabo, mas ela tem a impressão de já ter entregado pare Steve logo no início do dia.

— Michael, tem certeza que falou o nome do cabo certo? — gritou da sala, o garoto estava do lado de fora.

— Absoluta!

   Lisa bufou e se abaixou, abrindo um dos armários. Ela parou ao ouvir vozes.

— Srta Park, a Srt Manoban está precisando de ajuda. — Lalisa entortou o lábio confusa.

— Hum, tudo bem meninos. — ela disse desconfiada, entrando na sala, avistando Lalisa abaixado e se aproximando dele. — Hey, tudo bem?

— Ah, sim? Eu não pedi ajuda, mas-... — a porta foi fechada com um um barulho estrondoso.

   Rosé correu até ela e mexeu na maçaneta, percebendo que estava trancada.

— Clifford? Carr? — ela chamou, não obtendo resposta. — Garotos, abram a porta!

— Eles fizeram mesmo isso?

— O quê?

— Eles no trancaram aqui de propósito! Deus, o que eles têm na cabeça?

— Lucien e William que me chamaram. Será que vão aprontar alguma coisa?

— Eles já aprontaram! Nem devem mais estar aí, Deus eu precisava falar com-... com o Tae! — suspirou, por pouco quase disse que precisava beijar aqueles lábios tão dóceis de Jennie para agradecer com todo carinho aquela música.

— Logo alguém vai passar por aqui, não se preocupe.

— Esqueceu que estão todos no ginásio? Serão quase duas horas para acabar. — grunhiu em irritação e se encostou na parede.

— Droga, a Jisoo queria tanto que eu visse sua apresentação! — Rosé murmurou, encostando a testa na porta e bufando alto.

— Kim Jisoo? — Lisa perguntou, óbvio que ela se lembra da garota. Rosé olhou para ela e mexeu a cabeça numa rápida afirmação, sentando com as costas escorada na porta.

— Sim, ela... ela é tão gentil e-... e estava esperando ansiosa por hoje, não faço ideia de quando será a sua vez, mas acho que irei decepcionar ela por não estar lá.

   Lisa ergueu uma das sobrancelhas, observando a bela alfa suspirar frustada.

— Sinto muito, Chae.

— Yeah... por falar nisso, Jennie fez uma bela música, parabéns. — Lisa engasgou com a própria saliva e encarou ela surpresa. Ela mexeu a cabeça em afirmação. — Hoseok me contou, foi um deslize da parte dele, mas eu não vou contar a ninguém... acho que não tenho moral para isso.

— Não tem? — Lisa então juntou  às poucas peças e encarou Chae novamente, agora um pouco pasma e compreendo. — Ahhhhh... Jisoo.

— Exato. — desviou o olhar suspirando. — O que estou fazendo da minha vida? Ela não sabe, claro, mas... ela me encanta de um jeito tão... grr, Deus!

— Eu sei como se sente.

— É tão complicado, né? Foi muito difícil esconder esse sentimento dela?

— Da Jennie? Não, não foi. E ela reagiu bem... ou quase, mas eu não sei como Jisoo agiria com você.

— Eu não posso dizer, ela... ela parece ser tão inocente, entende? Ela apenas me vê como sua nova professora favorita que a auxilia sobre tudo, até como pintar as unhas. — falou com um pequeno sorriso surgindo em seu rosto com as poucas lembranças que tem com a garota, encarando as próprias unhas que foram pintadas por Jisoo.

— Estamos ferradas.

— Completamente.

   O silêncio se fez presente. Mas não durou muito quando ambos ouviram passos do lado de fora, se levantaram e bateram na porta com força.

— EI! ESTAMOS PRESAS AQUI! — Lalisa gritou.

— Lis? — era a voz da sua alfa, Lalisa relaxou no mesmo instante.

— Jen, por favor, vá até o zelador e diga a ele que estamos presas aqui dentro, ele deve ter alguma chave extra!

— Tem mais alguém com você? — perguntou desconfiada, sua voz claramente demonstrando insatisfação.

— Sou eu, Jennie. — Rosé falou, olhando para Lalisa já sabendo que Jennie provavelmente sentiu seu cheiro feminino de alfa.

— Como foram parar ai dentro? — seu tom de acusação fez Lisa suspirar e jogar seu peso sobre a porta.

— Eu explico depois, apenas nos ajude, por favor!

— Eu volto logo.

   E os passos se distanciaram às pressas. Lisa chutou à porta irritada, como iria explicar a Jennie que aquilo foi um plano de seus amigos? Mas afinal, o que eles queriam com essa merda de trancar ela e Chaeyoung ali? Já pensou na advertência que vai dar para aqueles garotos.

   Alguns minutos depois, o zelador apareceu e conseguiu abrir a porta.

— Obrigado Jennie, Sr Jackson! Tchau Lalisa, eu vou correndo para saber se não perdi a apresentação dela. — Roseanne falou as pressas, se distanciando e correndo o mais rápido possível.

   Quando o Sr Jackson se foi, Lisa encarou Jennie, ela estava de braços cruzados e a encarava com uma expressão neutra, esperando Lisa falar algo.

— Eu nem sei como te dizer isso, mas Michael, William e Lucien simplesmente nos trancaram lá dentro com uma história idiota sobre Steve precisar de algum cabo auxiliar, e eu não fazia ideia até Rosé aparecer e eu ouvi-los mandá-la entrar e depois flecharem a porta! — falou atropelando as palavras.

— Lis, respira.

   Lisa sorriu e respirou fundo, se aproximando e esperando a alfa descruzar os braços para abraçá-la.

— Não quero que pense algo ruim de mim, eu juro que-...

— Não precisa me explicar nada, eu acredito em você, doce.

— Merda, eu amei a música, eu simplesmente... droga, eu amo você. — afundou o rosto no peitoral da alfa, gemendo em frustração por não conseguir dizer tudo que queria.

— Eu também a amo, muito!

— Eu estou mesmo feliz com ela.

— Nós falamos melhor sobre isso depois, tá? Precisamos voltar, nada de dar bandeira justo nessa altura do campeonato. — brincou, puxando gentilmente a professora para começarem a andarem.

   Lalisa não disse nada, e apenas a abraçou pelo tronco e andaram assim até onde podiam. Não queria soltá-la, mas foi preciso ou descobririam sobre elas.

   E com todos esses sentimentos percorrendo por suas veias, que Lalisa tentou manter a calma enquanto assistia das outras apresentações, e um pouco feliz de ver a expressão orgulhosa e satisfeita de Rose por não ter perdido a de Jisoo. E como o mundo dá voltas, não é? A mulher com aquele olhar fascinado sobre a ômega a fez lembrar de si mesmo quando de início sentia tantos sentimentos por Jennie que era impossível de compreendê-los, assim como ela deve estar sobre a aquele tanto de beldade da ômega.

Continua...

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