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Cheguei galerinha, mais uma atualização de Hortência! Espero que gostem, e boa leitura! (Tentei revisar, mas não sei se deu certo!)

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Park Ha-Neul

Quando meu omma foi sedado, ocorreu a transferência, e ele ficou desacordado durante todo o percurso, assim que chegamos a Seul, eu fiquei a todo momento, atenta com as coisas ao meu redor. Busan era claramente mais calma, já que essa cidade cheia de prédios altos, é bem mais movimentada, e claro nós estamos falando da capital da Coréia do Sul.

Tive que me despedir do meu omma, assim que desceram ele do jatinho. A ambulância já estava à espera dele, e esperei ela sumir de vista, para poder entrar na SUV preta que me esperava. Durante o caminho até a casa da minha avó, eu observei tudo. As pessoas andavam apressadas, voltando ao trabalho depois do horário de almoço.

Quando a paisagem mudou para algo mais calmo e quase silencioso, vi que estávamos em um condomínio fechado. Casas gigantes, e de arquitetura diferentes, eram apreciadas pelos meus olhos. Quando o carro atravessou um portão grande e preto, meus olhos foram direcionados para a grande mansão, que tinha uma entrada incrível, com um jardim lindo e bem cuidado.

A SUV parou em frente a uma escadaria com doze degraus e de uma porta de entrada de madeira escura com maçanetas de prata. O beta que me acompanhava, Sung-He, abriu a porta para mim, e eu não via necessidade nisso. Quando desci, a porta de entrada abriu, revelando uma ômega grávida de cinco meses, e ela sorria para mim, enquanto eu subia os doze degraus.

— Seja bem-vinda Ha-Neul. — Ela me cumprimentou enquanto passava as mãos magras na barriga redondinha.

— Olá..? — Mas eu ainda não sabia quem ela é.

— Soo-Wa, me chamo Kim Soo-Wa. Sou a esposa da sua tia — Ela disse o nome dela, e fiquei um pouco alegre por saber que ela era esposa da tia Na-Yoon. Lembro que meu pai havia falado um pouco sobre ela para mim.

— Tia Soo. — Experimentei as novas palavras, e a ômega riu, fazendo covinhas aparecerem, achei fofo.

— Vamos entrar, sim? — Ela me chamou e eu a segui para dentro da enorme mansão. Olhava para todos os lados, até que avistei a sala de estar, e um alpha lúpus sentado no sofá em forma de arco, de cor escura.

Quando eu e minha tia nos aproximamos, ele se levantou do sofá com os olhos marejados. Ele era bem alto, e algumas partes dos cabelos já estavam ficando esbranquiçadas, mostrando a velhice que batia a porta. Ele veio na minha direção, e me abraçou com força me tirando do chão, e eu devolvi o abraço, tendo que segurá-lo pelos ombros.

— Você é a cópia do meu filho, mas tem a mistura do cheiro dele com a do Jimin. — Senti ele fungar, sentindo o meu cheiro e eu ri, pelas cócegas que o nariz que passava pelo meu pescoço fazia. O mais velho me colocou no chão e segurou as minhas duas mãos, enquanto me olhava ainda chorando.

— Eu sou seu avô, Kwan, Jeon Kwan. — Ele disse exibindo um sorriso acolhedor, e digno de mostrar as ruguinhas e as covinhas, que eu também tinha, quando sorria.

— É um prazer te conhecer vovô. — Disse fazendo ele chorar ainda mais, me abraçando e me tirando do chão de novo. Quando ele me soltou uma mulher apareceu descendo as escadas. Ela vestia um vestido vermelho, e um scarpin branco, usava jóias que, com toda certeza eram de diamantes, mostrando toda a elegância e luxo, a cada passo que dava.

A sala ficou silenciosa na medida que ela se aproximava, mas o barulho do salto agulha batendo no chão estava sendo agonizante. Meu avô que estava ao meu lado ficou atrás de mim segurando os meus ombros, e a tia Soo se sentou em uma das quatros poltronas da sala. Logo o barulho dos saltos pararam e a ômega ficou na minha frente, me analisando com os olhos brilhando, cheios d'água.

— Olá Ha—Neul. — A voz não me era desconhecida, e logo lembrei a quem pertencia.

— Jeon Ji-Hyo. — Falei o nome dela, vendo ela suspirar. Fiquei a encarando até ela desviar o olhar, era só olhar no fundo dos olhos dela para saber que ela estava arrependida, eu via isso, mas estar arrependida não é o suficiente se ela não tivesse coragem de resolver o problema que criou.

— Eu espero que você se adapte bem aqui. — Ela disse sem me olhar nos olhos, e saiu da sala indo para outro lugar. Escutei o suspiro pesado do vovô, e a risada baixinha da tia Soo.

— Me desculpe por não ter feito algo antes querida, eu realmente não tinha conhecimento da segunda cara da sua avó. — Vovó Kwan disse deixando o aperto nos meus ombros para vir até a minha frente novamente.

— Não peça desculpas, vovô. — Ele sorriu assentindo. Depois disso tudo, ele disse que eu precisava descansar, então ele me levou até o meu novo quarto, que na verdade era o quarto que meu pai usou na infância e adolescência.

Quando eu entrei naquele lugar, eu olhei ao redor, sentindo o cheiro já fraco de eucalipto e terra molhada. O quarto tinha as paredes pintadas num tom de azul escuro meio acinzentado, a cama de casal estava coberta por um edredom preto, assim como as fronhas dos travesseiros, uma escrivaninha estava encostada num canto do quarto, e um notebook todo cheio de adesivos estava em cima dela, junto a outros objetos. Na parede onde a escrivaninha estava encostada, existia um mural de fotos, e acima dela tinha uma prateleira cheia de livros de vários temas e de diferentes escritores.

Me aproximei dali, vendo várias polaroides com fotos do meu pai, de paisagens, de pessoas que eu não conhecia, da tia Na-Yoon, e outras que estavam viradas, mostrando o lado de trás. Levantei minha mão, segurei numa delas, e a puxei. Era uma polaroide dos meus pais juntos, e eles sorriam um para o outro, enquanto abraçados. Aqueles sorrisos, me trouxeram uma paz e uma alegria momentânea. Curiosa eu virei as outras quinze polaróides, e em todas elas estavam meus pais juntos, sorrindo, fazendo caretas, rindo, se abraçando ou beijando. Fiquei ali olhando o mural, e vendo quais eram os livros que tinham na prateleira, por um bom tempo, talvez por uma hora. Estava indo me jogar na cama, quando o meu avô entrou no quarto afobado e exalando preocupação.

— O que aconteceu? — Perguntei deixando o livro do Pequeno Príncipe em cima da escrivaninha, e me aproximei da porta, onde vovô Kwan me olhava de maneira melancólica.

— Seu omma, Jimin teve uma recaída, minha neta.

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Nada a declarar, além de dizer que no próximo capítulo a treta começa de verdade! Kkkkkkk

É isso, espero que tenham gostado, e até a próxima!

.Suzy.
#rosquinhas

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