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Jardim

|Love is really, really
Make me silly, silly
Making a fool out
of myself
— Girls, Nature

"Hyejun sorria enquanto ia para a sala de aula, estava ansiosa como se fosse o primeiro dia dela naquela escola. Havia decidido na noite anterior que finalmente iria se declarar para seu melhor amigo, uma pessoa que, antes mesmo de se apaixonar, admirava muito pelas notas e comportamento.

Sentou-se na mesma carteira de sempre, que ficava na primeira fileira, e torceu para ver seu amigo passando pela porta. Todos entraram, até mesmo a professora de francês, menos quem a jovem garota aguardava. Apenas pegou o caderno da mochila, começando a copiar a matéria do quadro, torcendo para que ele chegasse na outra aula.

Quando o sinal do intervalo tocou, Hyejun pegou o pote transparente que guardava um bolo red velvet feito por si mesma no dia anterior, apenas lançando um olhar triste para o outro que havia levado na intenção de dividir com seu melhor amigo. Passando pela porta, respirou fundo enquanto se preparava para lidar com adolescentes cheios de hormônios e pensamentos cheios de malícia, que abominava completamente cada um deles.

— Hyejun! — Minjung gritou enquanto tentava andar mais rápido para alcançar a garota. — Ei, Hyejun! — Gritou novamente, dessa vez finalmente conseguindo pegar a mão da garota. — Hyejun, eu estava te chamando, você não ouviu?

— Ouvi, só não estou no clima para conversar. — Falou se sentando no banco e abrindo o pote logo em seguida, deixando o cheiro adocicado chegar em seus narizes.

— É bolo que você tem aí? E nem divide com sua amiga? — Minjung falou se inclinando até ver o conteúdo. — Nossa, Hyejun, é assim que você agradece minha amizade?

— Não enche! — Disse rindo um pouco.

Minjung ficou em silêncio por um tempo, enquanto Hyejun enfiava colheradas do doce na boca e mastigando rápido para não ter perigo de não conseguir comer tudo antes do toque do sinal. Com fome, Minjung ouviu a barriga roncar, assim como quem estava perto dela.

— Você não trouxe comida? — Hyejun perguntou boquiaberta. — Quer o outro pedaço de bolo que eu trouxe?

— Não estou com fome. — Disse abaixando a cabeça e apoiando-a na mão. — E eu não posso comer. — Sussurou de forma quase que inaudível, apenas para si mesma.

— O quê?

— Nada. — Disse rápido e mais alto, chamando atenção de quem estava mais perto no refeitório, se levantou do banco e saiu andando, torcendo para que o banheiro estivesse vazio.

Hyejun estranhou a atitude da garota, mas continuou comendo o bolo como se não houvesse amanhã. Quando o sinal tocou, ela se levantou e, entre empurrões e xingamentos dos alunos mais velhos, conseguiu chegar na sala de aula vendo que a entediante aula de história iria começar, seguida por várias outras que prendiam seu interesse perto de zero sobre as falas dos professores.

Já era tarde quando finalmente adentrou no lugar onde chamava de lar, vendo que todas as luzes já estavam apagadas e ela havia sido a última a chegar novamente. Sem ligar para isso, apenas se dirigiu para a cozinha, onde deixou a mochila em uma das cadeiras e pegou o jantar que estava no micro-ondas. Sentou-se e apoiou o prato na mesa, começando a comer tudo, já que estava cheia de fome.

Tomou um banho rápido com água quente, subindo as escadas até seu quarto logo em seguida. Sem nem ao menos arrumar a cama, deitou-se ali e adormeceu rapidamente, ainda torcendo para conseguir encontrar o garoto no dia seguinte. Nos seus sonhos, tudo de mais estranho acontecia, como gatos voadores ou borboletas assassinas, mas naquela noite, não teve nem um, conseguindo dormir da forma mais tranquila.

Como todos os dias, acordou sozinha e quase atrasada, precisando se apressar para conseguir pegar o ônibus. Sem nem passar o ferro no uniforme que estava guardado dentro do armário, tirou o pijama e o vestiu, correndo para o banheiro. Prendeu o cabelo em um rabo de cabelo, escovando os dentes depois, se olhou brevemente no espelho que não pegava nem ao menos todo seu corpo e saiu correndo em direção ao ponto de ônibus mais próximo, onde sentou-se no banco do lado de uma senhora que puxou assunto com ela garota, mas não durou muito tempo, já que o transporte certo de Hyejun logo chegou.

Tomou um lugar no fundo do ônibus e na janela, tentando se distrair dos gritos adolescentes pensando em como eles tinham tanta animação em tais horas da manhã. Observou as pessoas que entraram na última parada antes do colégio, ficando nervosa ao reparar que seu melhor amigo havia entrado. O garoto tinha uma expressão sonolenta como se não dormisse há alguns dias, fato esse que era praticamente denunciado pelas grandes olheiras formadas abaixo dos olhos castanhos que encaravam fixamente Hyejun. A adolescente apertou a mochila contra o peito, torcendo para que ele se sentasse ali ao seu lado e isso realmente acontece.

— Oi. — Hyejun falou baixinho enquanto enrolava uma mecha de cabelo no dedo indicador pelo nervosismo. — Senti sua falta ontem.

— Desculpa, não consegui ir.

— Por quê?

O garoto não a respondeu, apenas entregou um papel com algumas instruções. Hyejun olhou brevemente para o papel, vendo a listinha de ações indicadas, encarando logo depois encarou seu amigo. Enfiou no bolso da mochila, se levantou quando percebeu o colégio já estava próximo, ansiosa para descobrir o que aconteceria quando fizesse aquelas coisas.

Andou entre todas as pessoas que estavam na entrada até conseguir chegar aos corredores, estranhando não ter visto Minjung até aquela hora, pois estava acostumada a encontrá-la antes mesmo de chegar ao ponto de ônibus, começando a se preocupar mais ainda. Ouvindo o barulho do abre e fecha dos armários, os passos e conversas sussuradas que juntas pareciam se tornarem gritos estridentes ao ver de Hyejun, ela segue até sua classe, dessa vez vendo o garoto tão aguardado do dia anterior. Isso arrancou um sorriso mínimo e discreto de seus lábios, mesmo sabendo que ele estaria ali por ter visto no ônibus, mas a preocupação com o sumiço repentino de sua amiga, quase uma irmã, pertubava seus pensamentos fixamente.

A aula foi iniciada, tirando o foco de Hyejun dos seus pensamentos para as palavras do professor, que cada vez mais a deixava confusa e com vergonha de fazer perguntas tão óbvias. Tentou a concentrar cem por cento da atenção na matéria copiada no quadro de giz, mas inevitavelmente se voltava para as tantas possibilidades do que iria logo acontecer. Quase correu para fora quando, várias horas depois, ouviu o último sinal tocar indicando o fim das aulas, agradeceu por ter escolhido não fazer aulas extras na quarta-feira e foi para o ponto esperar o ônibus.

Já estava na fila para entrar quando foi chamada pelo seu melhor amigo, fazendo a garota ficar confusa com a ação dele, que correu um pouco até chegar nela e segurou sua mão. Não tentou se soltar, gostando da aspereza e de como sua mão era quente em comparação a sua, que estava sempre fria. Ele se aproximou de seu ouvido e sussurou uma despedida, deixando-a sozinha novamente, para ir até seus amigos mais para a frente. Ao contrário do que Hyejun esperava, ele não sentou-se ao seu lado, na verdade, foi para trás enquanto a deixou sozinha em um dos primeiros bancos.

Quando chegou no lugar que podia ser chamado de casa, não cumprimentou ninguém e seguiu para o banheiro, tinha pouco tempo até dar quatro horas e precisaria voltar antes das oito, horário do jantar que era quebrado apenas em dias normais, pois chegava sempre dez horas, beirando onze. Colocou o vestido mais bonito que tinha, branco com detalhes em renda, arrumando os cabelos lisos e deixando solto. Assim que passou pelo relógio e viu o horário, exatamente quatro horas e poucos segundos, ouviu o barulho da campainha e correu para atender, vendo quem tanto esperava que fosse.

Saiu de casa e foi totalmente guiada por ele, mas não se importou mesmo que não se sentisse cem por cento segura. Sentiu um arrepio rápido enquanto andava com ele, um mau pressentimento tomou conta de si, mas ignorou toda sua crença e seguiu. Ao chegar no parque e gostar da sensação de ar puro, ainda que fosse um pouco contaminado pela poluição, sorriu e foi até a maior cerejeira do lugar, como foi indicado, que ficava em uma área completamente afastada, logo sentando-se não chão para esperá-lo.

A demora era tanta que a garota, cansada do dia exaustivo no colégio, decidiu fechar os olhos e aguardar, sem pensar nos tantos perigos que aquilo oferecia, deitou-se na grama torcendo para que não houvessem formigas ou aranhas ali. Ao ouvir passos próximos, abriu um pouco os olhos a tempo de ver apenas um par de sapatos e o rosto de seu amado antes de sentir mãos apertando seu pescoço."

Minjung encenava a cena com Hyejun enquanto Yubin sentia raiva e vontade de chorar, mas simplesmente não achou que estava em seu direito fazer tal coisa, ela não havia passado por aquilo e não entendeu o motivo de toda sua sensibilidade. Quando acabou, Minjung foi para fora do quarto, deixando as duas sozinhas, se entreolhando e pensando no que falar.

— Eu confiei nele, era meu melhor amigo, no fim das contas. Até hoje não faço ideia do que aconteceu e se houve alguma justiça, não queria saber e não farei com minhas próprias mãos. Mas espero que você não precise se sentir assim e nossas histórias sejam eficientes pelo menos uma vez. — Pegou a mão de Yubin, a dirigindo até a porta. — A próxima história é a de Minjung, ela vai ser boa com você, está bem?

A menina apenas fez que sim balançando a cabeça, apertando mais a mão de Hyejun por sentir segurança. Viu Minjung no quarto com papel de parede vermelho e bege, todo o lugar era lindo. Conseguiu ouvir os passos da outra indo embora enquanto observava a mulher de cabelo curto indo em sua direção.

— Pode ouvir isso? — Perguntou enquanto conduzia Yubin gentilmente até a grande janela. — Era quase que exatamente isso que eu ouvia naquele dia.

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