Capitulo 6: Descontrole!
Base da Gunshot. Sala de reuniões.
A sala de reuniões da base da Gunshot estava cheia de executivos e muito bem trajados com seus belos ternos pretos, alguns senhores de idade tendo aproximadamente seus 60 anos, outros mais jovens como o líder Jun tendo por entre seus 35 e 45 anos, havia também cerca de cinco mulheres entre as 14 pessoas naquela enorme sala tendo entre seus 40 e 48 anos, trajando suas roupas formais, saias e camisas sociais de manga longa, o conselho da Gunshot era formado pelos homens e mulheres mais influentes do país e que juntos decidiram por forma tal aliança a fim de proteger os heróis e a paz no país, tendo como líder geral Jun.
Todos estavam em volta de uma mesa oval com um espaço no centro por onde um enorme telão holográfico que circulava a mesa exibia várias imagens dos heróis da Gunshot em missão, conseguidas pelo satélite da empresa, a frente de cada um dos homens, havia papéis e relatórios de inúmeras investigações e missões feitas nos últimos dias por diversas equipes de heróis, porém a pauta da reunião estava no momento no caso mais recente envolvendo seu misterioso inimigo.
- Então Jun o que pretende fazer com esse inimigo? – questionou um dos senhores.
- Estamos trabalhando para acha-lo senhor Chin, tenho equipes 24h por dia no caso, não os heróis mais agentes da Gunshot também. – respondia Jun.
- Então esse... Olhos Escarlates está caçando heróis por ai, com qual objetivo? – questionou outro homem.
- Isso ainda é um mistério para nós senhor Dong, não sabemos suas motivações ou que tipo de poder ele usa. – dizia Jun enquanto a imagem das equipes atacada aparecia a sua frente.
- Temos que detê-lo o quanto antes, não podemos permitir que outro incidente ocorra, como aconteceu no Japão por exemplo. – afirmava uma das mulheres.
- Eu sei senhora Minji, por isso nós estamos cuidando para que tudo ocorra da melhor forma possível, tenho boas esperanças de que nossos heróis conseguiriam lidar com esse problema e encontrar os, Olhos Escarlates. – afirmava Jun.
- Manter a paz não é fácil, sempre vai existir conflito. Jun, você sabe que não deve relaxar, pegar este homem é sua prioridade maior a partir de agora. – afirmava outra mulher dando um longo suspiro enquanto mexia em seu cabelo curto.
- Eu sei disso senhora Yejin, por isso nós já... – de repente, Jun é interrompido por sua secretária que abriu a porta de repente assustando a todos. – O que aconteceu? – questionou Jun um pouco irritado.
- Mudem os monitores para a rede de TV! Rápido! Vocês precisam ver isso! – alertou a secretaria deixando o clima ainda mais tenso.
Quando Jun fez o que sua secretaria pediu e mudou os telões holográficos para a rede de TV todos se assustaram com o que viram.
- Mas que merda está acontecendo? – se perguntava Jun enquanto uma gota de suor escorria por seu rosto.
Longe dali, cidade ao leste.
O caos estava instaurado naquela pequena cidade ao leste da capital do país, Somin por conta do misterioso, Olhos Escarlates e seu aparelho sonoro que afetou a mente das pessoas ali nas ruas do lugar, a mulher começou a perder o controle de sua telepatia e consequentemente de sua Telecinese, as pessoas se espremiam contra o vidro dos prédios, enquanto Somin levitava no ar, por não conseguir tirar o aparelho de seu ouvido a tempo, a mulher de cabelos roxos sofria com as dores que sentia das vozes vindas em sua cabeça como um turbilhão de gritos.
Enquanto isso, JSeph se aproximava do lugar, porém com dificuldades, o poder de Somin havia criado uma fina barreira de alguns metros em volta de si mesma, o que dificultava a aproximação de JSeph, o rapaz ao mesmo tempo que tentava se proteger do poder da amiga, tentava achar uma forma de salva-la, JSeph tentou passar a força por três vezes seguidas usando uma camada de proteção feita com o asfalto que cobria seu corpo, porém as três tentativas não deram resultado algum, JSeph sempre que encostava na barreira era repelido para trás por conta do poder.
Em seguida, JSeph de longe pensou em outras alternativas, o rapaz procurava observar tudo em volta de Somin e que estivesse dentro do alcance do corpo da mesma. Após 1 minuto de observação, JSeph conseguiu avistar algo, perto de onde Somin estava havia uma tampa de metal redonda no solo, JSeph deduziu que seria a entrada para onde ficava a fiação elétrica subterrânea da cidade, com um pouco de medo, JSeph teve uma ideia um tanto maluca, porém que poderia funcionar, mas para isso ser feito Somin teria que sofrer um pouco mais e se tudo desse certo, o descontrole seria enfim paralisado e as pessoas ali poderiam respirar aliviadas.
JSeph juntou suas mãos como se estivesse rezando dando uma forte palmada, em seguida JSeph as afastou e tocou o solo, suas mãos começaram a emitir uma densa onda de energia que percorreu o lugar, a onda atravessou sutilmente a barreira pelo solo acertando a tampa de metal a fazendo sair do lugar e em seguida, ser repelida pelo poder de Somin, logo depois JSeph se concentrou e com muito esforço para manter seu poder sem ser afetado pelo de Somin, o rapaz se concentrava enquanto a suas costas uma parede de pedra foi criado para evitar ser jogado para longe.
JSeph colocou mais força fazendo o mesmo movimento mais duas vezes e na terceira, seu poder atingiu um cabo de fiação o modificando se tornando uma espécie de cobra elétrica, a ponta do cabo emitia uma pequena rajada de energia, JSeph controlava tudo com seu poder, porém o rapaz possuía dificuldade em fazer uma aproximação por conta da Telecinese de Somin, foi então que outro fio surgiu e com muita técnica e vários minutos de tentativas infrutíferas, JSeph conseguiu fazer um dos fios tocar a perna de Somin, uma alta carga de energia percorreu o corpo de Somin desferindo um choque em seu corpo, Somin em seguida desmaiou caindo no chão por conta do choque que levou, de sua orelha direita, o pequeno comunicador caiu no solo saindo fumaça.
As pessoas próximas que sofriam com o golpe ou com a paralisia foram enfim liberadas por JSeph que desativou seus dispositivos eletrônicos, e assim aos poucos a cidade voltava ao normal, todos olhavam para Somin caída no chão com certo medo, JSeph se aproximou correndo e pegando Somin no colo, logo o rapaz disse estar tudo sob controle e que a Gunshot cuidaria de tudo. As pessoas estavam assustadas e carros da policia e ambulâncias chegavam para socorrer possíveis feridos, JSeph contou sobre o ocorrido para os médicos das ambulâncias e todos começaram analisando as pessoas por seus sistemas auditivos e cognitivos enquanto outro cuidava de ferimentos leves.
Ao ver que tudo estaria de certa forma resolvido de novo, JSeph antes de sair do local, pediu um telefone emprestado para um dos policiais, o rapaz logo tratou de comunicar a base do ocorrido, logo depois de devolver o aparelho e notificar a Gunshot, JSeph correu carregando Somin, ao recriar as molas em suas botas, JSeph deu grandes saltos percorrendo o local por entre os prédios que havia na cidade se afastando cada vez mais do local.
Duas horas depois, todos estavam reunidos na ala da enfermaria da Gunshot, o trio estava preocupado com o estado de Somin e com o ocorrido na pequena cidade ao leste, aos poucos os noticiários da TV já começavam a comentar sobre o incidente envolvendo Somin, alguns estavam colocando a culpa em Somin, outros tentavam encontrar meios para explicar o que aconteceu, tentando ao máximo evitar citar alguém como culpado, nas redes sociais, muitas pessoas também discutiam o ocorrido defendendo ou não Somin, muito comentários sobre o incidente já tomavam conta da internet e a mídia estava agora presente nas portas da Gunshot exigindo uma explicação de seu líder, os agentes da base tentavam controlar a pequena multidão de jornalistas que se formavam na entrada criando uma pequena confusão.
- Isso é terrível... Merda! – dizia BM com raiva.
- Foi tudo muito rápido, ela viu alguém de casaco marrom que não conseguiu ler a mente, depois à maioria das pessoas em volta ficaram paralisadas, tive sorte de retirar meu comunicador a tempo, mas ela... – dizia JSeph com um pouco de raiva.
- E isso é possível? Alguém impedir a Somin de ler sua mente? – se perguntava Jiwoo.
- Bom pelo menos agora é possível. – respondia BM.
- Estão todos aqui? Bom, assim facilita. – dizia o médico da Gunshot entrando na enorme ala e se aproximando do grupo.
- E então como ela está? – perguntou JSeph.
- Ela está bem, deve acordar nas próximas horas, a mente dela está instável e não registramos nenhuma anomalia no raio-X, porém detectamos que parte de suas ondas cerebrais foram alteradas, a frequência que você diz ter ouvido e que fez isso, não é muito usada nos dias de hoje por ter pouco eficácia, porém esse misterioso ser deve tê-la modificado antes de fazer todo o trabalho, pelos danos que causou, a frequência foi potencializada pensando especificamente na habilidade dela. O JSeph aqui foi esperto em dar um choque nela, isso atrapalhou ainda mais as correntes elétricas que são enviadas do celebro para o corpo e a fez perder a consciência, impossibilitando assim o uso do poder dela. – analisava o médico escrevendo algo em sua prancheta.
- Isso significa que ele está estudando meios de neutralizar a gente, por nossas... Fraquezas? – perguntou Somin.
- É uma teoria valida a partir do momento que ele conseguiu fazer isso com a Somin, e parando para pensar, se isso for mesmo verdade, podemos já deduzir como ele conseguiu vencer as sete garotas ali do lado. – afirmou o médico apontando para as meninas em coma nas camas do lado.
- Ele está nos estudando nos analisando e depois entrando em ação... É um oponente perigoso. – afirmava BM fechando seu punho.
- Bom eu já fiz minha, parte, agora é só esperar ela acordar e ver se conseguimos mais alguma coisa. – dizia o médico ajeitando seus óculos.
- Sim, obrigada. – agradecia Jiwoo se curvando em respeito e agradecendo o médico que saia da enfermaria.
- De mãos atadas de novo. – reclamava BM.
- Temos que dar um jeito de localiza-lo o quanto antes. – afirmou JSeph.
- Mas como? Esse cara é quase um fantasma. – se perguntava BM.
- Eu sei um jeito... – afirmou Jiwoo se levantando da cadeira onde estava com pressa.
- Está indo aonde? – questionou BM enquanto olhava levemente para JSeph que não fazia ideia do que estava acontecendo.
- Falar com a Kim. – respondeu Jiwoo.
- Vai lá, eu fico de olho nela. – dizia JSeph, enquanto BM acompanhava Jiwoo.
Ambos chegaram à recepção, onde viram Kim ajeitando alguns arquivos novos e relatórios que chegaram, a sua frente Jun o líder da Gunshot estava presente passando algumas ordens.
- Senhor Jun! – disse BM o cumprimentando.
- Eu fiquei sabendo do que houve na cidade no leste, fico feliz em saber que a Somin passa bem, porém isso trouxe problemas para nós, estou tentando acalmar a mídia, mais está complicado deixar aqueles lunáticos calmos. – afirmava Jun com um olhar sério.
- Nos lamentamos senhor, vamos resolver o caso o mais rápido possível. – dizia Jiwoo.
- E assim espero, peguem esse cara o quanto antes ou teremos problemas, não só para vocês, mas a organização como um todo corre risco, não podemos deixar a população do país com medo de heróis devastarem a nossa cidade! Se isso continuar, e a confiança em nós cair, os problemas serão muito maiores do que podemos imaginar! – alertava Jun deixando Jiwoo um pouco irritada. – Bom estou me retirando, tenho que acalmar aqueles inúteis da imprensa do lado de fora. Façam o seu trabalho e reportem tudo a Kim. – dizia Jun indo até o outro lado.
- Esquentadinho... – reclamava Jiwoo.
- Nem me falem, ele está assim desde antes. – afirmou Kim. – Precisam de algo? – questionou a mulher.
- Ah, é verdade, Kim, consegue registros de câmeras de segurança da região onde tudo aconteceu? – questionou Jiwoo.
- Acho que sim, posso tentar o que pretendem? – questionou Kim.
- Ele pode ser esperto e está nos analisando, mas ninguém consegue bloquear câmeras de segurança com 100% de exatidão, se por uma delas conseguirmos achar uma pista já está valendo. – respondeu Jiwoo.
- Isso vai demorar, são muitas câmeras e registros para se procurar. Mas vou ver o que consigo. – dizia Kim começando a digitar alguns códigos em seu computador e assim, hackeando o sistema de câmeras da cidade ao leste.
- Faça o que tiver que fazer, por favor, Kim. Por que agora, ele me deixou muito irritada! – dizia Jiwoo rangendo os dentes.
- Não só você, todos nós. – alertou BM.
- Pode deixar! – dizia kim.
Kim estava concentrada, a sua tela várias câmeras em pontos diferentes da cidade surgiram mostrando a movimentação no lugar antes do ocorrido, Kim depois fez uma filtragem onde apenas as câmeras próximas da região afetada podiam ser vistas totalizando cerca de dez delas em pontos diferentes, Kim procurava com cuidado e atenção por cada imagem, por mais que não tivesse poderes, Kim era boa com tecnologia e suas habilidades como neste caso sempre viam a ser de grande ajuda, porém mesmo para alguém habilidosa Kim possuía dificuldades em encontrar algo.
A mulher passava cada imagem com atenção, vasculhando cada canto a procura da descrição do homem feito por JSeph mais cedo, Jiwoo e BM estavam apreensivas e aguardavam tudo perto das escadarias do outro lado. Enquanto isso, JSeph ficava ao lado de Somin para caso a amiga acordasse de repente e se assustasse de alguma forma com a mudança repentina de local.
O tempo foi passando e cerca de uma hora havia se passado quando Kim finalmente conseguiu obter algo de relevante. Jiwoo e BM foram alertados por Kim e logo correram entrando na área da recepção e ficando atrás da cadeira onde Kim estava.
- Demorei mais consegui, aqui estão vendo... – dizia Kim marcando o local com o mouse. – Ele passou pela Somin, e pelo movimento que fez no bolso ele carregava algo, ao mesmo tempo tem esse ponto brilhante bem fraco vindo da região próxima à orelha dele que não sei o que é... Como a imagem está meio borrada não da pra saber se isso vem realmente dele ou de alguém da rua que esta com o celular no ouvido. Mas olhem isso. – disse Kim destravando a tela pausada.
Todos viram o homem em seguida, passar por Somin, e entrar em um beco, de repente, tudo aconteceu conforme descrito anteriormente, porém Kim conseguiu acesso de uma câmera que havia escondida em um ponto do beco, do alto de um prédio que ficava em frente ao local, e assim todos viram, quando tal homem retirou uma máquina do bolso e olhava para traz.
- Então ele possui um mecanismo para controlar frequências sonoras. – dizia BM.
- Isso já ajuda um pouco, tem alguma ideia de onde ele possa ter ido depois? – questionou Jiwoo.
- Posso fazer um rastreio e verificar possíveis rotas usando as câmeras em volta... – respondia Kim fazendo o processo.
- Ei Kim os relatórios novos chegaram. – alertou um dos colegas novos.
- Arruma pra mim eu te cubro depois! – gritou Kim concentrada.
- E então Kim? – questionou Jiwoo com pressa.
- Calma isso é trabalhoso. – respondia Kim concentrada.
Usando as câmeras que haviam em volta do beco, Kim conseguiu rastrear a movimentação de tal homem até um ponto na saída da cidade, Kim passou a localização para Jiwoo e BM que se entre olharam e correram rumo a saída da base, Kim alertou os dois para não irem, mas a mulher foi totalmente ignorada pela dupla, porém preocupada, Kim tratou de avisar JSeph sobre o ocorrido e também outra equipe de prontidão caso acontecesse alguma coisa com os dois.
Mais tarde. 19:00 da noite.
BM e Jiwoo estavam atentos vasculhando a rota que haviam visto na tela de Kim mais cedo, ambos estavam próximos um do outro tomando cuidado com tudo o que viam, a dupla estava nas redondezas de uma cidade entre a capital Seoul e a cidade portuária que ficava mais a frente, tendo além de alguns prédios mais atrás de onde estavam, várias casas normais e simples em volta, além de uma estrada que seguia para o porto e também uma região de vasta floresta atrás de algumas casas e que se estendia para mais a frente.
A dupla havia chegado ao local, já fazia duas horas e até o momento não havia encontrado nada de muito suspeito pela região. As ruas estavam pouco movimentadas com alguns carros indo de um lado ao outro, as casas deixavam suas luzes acessas e as famílias começavam a se preparar para a última refeição do dia. Os comunicadores da dupla estavam ativos e conectados o tempo todo com Kim na base, a garota estava guiando ambos usando as imagens em seu computador através das câmeras que haviam em algumas casas e que Kim teve que hackear para ter acesso.
A dupla seguia com calma, indo cada vez mais para a estrada a fora, se afastando um pouco das casas ficando agora no meio da estrada entre a floresta, Kim ainda conseguia manter uma visibilidade dos dois na sua tela, graças a uma das câmeras presas do alto de uma torre de transmissão de sinal de celular que ficava na região.
- Até agora nada de suspeito. – dizia BM enquanto caminhava.
- Tem certeza que ele veio nessa direção Kim? – questionou Jiwoo.
- Sim, a pessoa de casaco que nós vimos, seguiu por essa rota, as câmeras não estão erradas. – dizia Kim.
- Isso está muito suspeito... – dizia Jiwoo.
- Você também acha é? – questionou BM parando junto com Jiwoo no meio da estrada.
- O que aconteceu? – questionou Kim assustada.
- Tem algo que não notamos por estarmos de cabeça quente... – respondeu Jiwoo.
- Por que alguém que se da ao trabalho de se manter escondido, não evitou as câmeras? – perguntou BM ficando de costas para Jiwoo e sacando sua espada.
- Uma... Armadilha? – se perguntava Kim se levantando de sua cadeira na base com um olhar assustada.
- Bingo! Mas eu não me importo, desde que eu pegue ele... – afirmou Jiwoo enquanto um barulho foi ouvido vindo da parte de floresta.
De repente, uma espécie de míssil voou na direção da dupla, porém Jiwoo empurrou BM para longe, em seguida a mulher socou o míssil que explodiu a sua frente, Jiwoo foi lançada contra um conjunto de árvores logo atrás por conta da onda de impacto, uma densa nuvem de fumaça surgiu enquanto BM observava preocupado.
Do outro lado, BM notou Jiwoo se levantando com um pouco de tontura e tossindo por conta do impacto repentino com o míssil, de seu corpo uma fina fumaça se dispersava não revelando ferimento nenhum, porém deixando suas roupas um pouco rasgadas, após a poeira se dissipar, BM notou a figura de um homem parado do outro lado, portando uma espada e grandes luvas de metal e suas mãos, além de estar trajando uma roupa toda preta. Atrás do homem, havia uma espécie de bazuca largada no chão. Ao olhar bem para o homem, BM notou que se tratava dos Olhos Escarlates que tanto procuravam.
- Você... – dizia BM com raiva.
- Não achei que vocês seriam tão cabeças quentes a ponto de seguirem alguém sabendo que é uma armadilha. Vocês heróis me surpreendem com esses laços inúteis de amizade. – dizia Olhos Escarlates com seriedade em seu rosto.
Jiwoo e BM finalmente estavam de cara com o temido, Olhos Escarlates. E agora cabia aos dois vingarem sua amiga e descobrir que segredos tal homem escondia.
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