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🎯 Pete Townshend 🎯

Agora mantenham os braços e pernas dentro do veículo pois estamos prestes a passar pela parte em que eu estou mais ansiosa para escrever sobre e já adianto que não se vou conseguir me segurar nos surtos...

Peter Dennis Blandford Townshend - também conhecido como "o amor da minha vida" - nasceu no dia 19 de Maio de 1945, também em Chiswick, Londres. 

Acima, Deter Pennis- Ops, quis dizer, Peter Dennis Blandford Townshend, 1969.

Pete nasceu em uma família de músicos. Sua mãe, Betty, era cantora e seu pai, Cliff, saxofonista duma banda chamada The Squadronaires, a banda da Força Aérea Real. No começo de sua infância, Pete era levado pelos pais nas "turnês" dos Squadronaires que eram feitas sempre na Ilha de Man. Pete aprendeu a amar a música desde então.

Porém, nem tudo era bonito na vida dos Townshends e, aos seis anos, Pete foi enviado para morar com sua avó clinicamente maluca, já que seus pais estavam passando por problemas no casamento - dona Betty gostava de pular uma cerquinha... Esse tempo que Pete morou com sua avó foi tão terrível que causou grande parte dos traumas que ele tem até hoje, a única coisa boa é que renderam altas composições dele no futuro. 

Pete não se lembra muito bem do que ocorreu nesse período, já que ele era bem novo, mas tem noção de que sofreu abusos sexuais e de violência. Além disso, ele se sentia muito solitário e não contava com nenhuma outra criança para brincar, já que seus amigos ficaram no lugar que ele morava antes de se mudar com a avó.

Porém, depois de um tempo, Betty e Cliff se acertaram e FINALMENTE começaram a pensar de forma racional e viram que era um absurdo deixar o filho pequeno deles morando com a avó que, como eu já disse, foi considerada clinicamente insana. Pete voltou a morar com os pais e sua vida começou a melhorar novamente. Em 1958, seus pais tiveram outro filho, Paul, e, mais pra frente, em 1960, Pete ganhou mais um irmão, Simon (sim, é aquele que toca com o The Who hoje em dia).

Aqui temos uma foto do menino Pete com seus pais e seu irmãozinho Paul, c. 1959.

Na escola, Pete era um garoto quieto e tímido, mas que se saía muito bem em algumas matérias. Era bom, principalmente, em leitura e contações de história. Chegou a ser o primeiro da sala em leitura. Era, até mesmo, um rapaz ingênuo e, por causa disso, se meteu em algumas confusões que levaram o resto da turma a parar de conversar com ele... Até ele conhecer John Entwistle, que, assim como ele, era bem excluído, e, assim, os dois formarem uma amizade que durou até 2002 kkkkk, e o resto já mencionei: os dois formaram uma banda, John foi pra banda do Roger e, depois, arrastou Pete com ele.

Depois, se não me engano quando ele tinha 16 anos, Pete foi estudar artes plásticas na Ealing Art College. Ele estava determinado a se transformar num escultor ou artista plástico, mas, por conta do sucesso que os Detours estavam fazendo, ele decidiu focar na carreira musical como guitarrista.

Com garotas, Pete também não se dava muito bem. Ele era o típico virjola que se treme todo só de ver uma menina passando na rua. Na verdade, Pete conta que só foi dar seu primeiro beijo aos 18 anos, porque, antes disso, ele era muito lerdão e quando uma menina quis beijar ele, ele não entendeu o que era pra fazer e a menina foi embora, largando ele sozinho com uma cara de cachorro que caiu da mudança.

Porém, as coisas viriam a dar certo pro menino Pete. Ele conheceu, depois de um show láááá no comecinho dos anos 60, Karen Astley, uma estudante de design também da Ealing Art College. Eles logo começaram a namorar e, finalmente, em 1968, se casaram - exatamente um dia depois do aniversário de 23 anos do Pete. 

Pete e Karen um dia antes do casamento deles, 1968.

Os dois tiveram três filhos juntos: Emma, nascida em 1969, Aminta, nascida em 1971, e Joseph, que foi nascer bem mais no futuro, num período em que Pete e Karen estavam tentando salvar o casamento deles, em 1960.

Pete, Karen e suas duas filhas, Emma e Minta (e o cachorro Towser), c. 1972.

Pete e seu filho, Joseph, anos 90.

O casamento dos dois começou a ter alguns problemas no final dos anos 70, início dos anos 80, quando Pete começou a ter problemas sérios com álcool e drogas. Quanto mais ele se afundava na bebida e nas drogas, mais sua família se afastava, então, ele acabou tendo alguns casos com outras mulheres nesse período. Porém, chegou um ponto em que ele atingiu o fundo do poço e só queria voltar pra sua família. Então, com a ajuda de Karen, ele foi para a reabilitação e, mais ou menos em 1982 (não me lembro se é 82 ou se é 83), ele saiu de lá, limpo, e voltou para a casa de sua família, ficando praticamente uma década inteira feliz novamente com sua esposa. Mas, o casamento deles já estava meio abalado e eles acabaram se separando em 1994 e se divorciaram, de fato, em 2009. Desde então, Pete está com Rachel Fuller, com quem se casou em 2016. Os dois não têm filhos, apenas uma renca de cachorros...

Pete, Rachel e alguns dos inúmeros cachorros deles...

Vale dizer que Rachel é musicista também e os dois trabalham juntos em alguns projetos. Ela também é bem ativa no Instagram (@rachelfullertownshend) e sempre curte meus comentários por lá hehehehe...

Mas, meu Deus, já atingi as 1000 palavras e ainda nem comecei a falar da carreira musical do Pete! Vamos lá!

Como eu já disse, Pete já nasceu com os dois pés na música. Quando era mais novo, seu pai tentou ensiná-lo a tocar saxofone, mas falhou miseravelmente. Então, Pete começou a tocar gaita, até que, com 12 anos, ele ganhou (daquela mesma avó maluca) seu primeiro violão. Então, o violão e a guitarra tornaram-se sua paixão!

Apesar de eu achá-lo um guitarrista incrível, ele próprio se achava bem medíocre no começo dos anos 60, por isso, para compensar isso, ele passou a fazer algumas peripécias no palco, como os saltos e os windmills (aquela parada que ele faz girando o braço). Num certo show que o The Who estava fazendo lá em 1964, Pete acabou batendo a guitarra no teto do estabelecimento, que era bem baixo, e causou um estrago, o que fez com que algumas pessoas da audiência dessem risada. Pete, que é um temperamental do caralho, ficou pistola e quebrou a guitarra no chão... Acontece que isso causou o efeito oposto que ele estava esperando e geral adorou isso. Desde então, Pete começou a quebrar as guitarras no final dos shows como parte da performance.

Pete fazendo um windmill no show da Ilha de Ilha de Wight em 1970.

Pete, apesar de não ter tantos solos de guitarra quanto alguns dos outros guitarristas famosos da história do rock, está em 10° lugar na lista de melhores guitarristas do mundo de acordo com a revista Rolling Stone. Porém, acho que o que realmente concedeu o patamar de um dos astros do rock mais influentes da década de 60 e 70 para ele foram as suas composições.

Ele sempre foi um cara muito culto e inteligente, um leitor assíduo e, também, desde 1967, um seguidor do guru hindu Meher Baba. Juntando a inteligência dele, a bagagem cultural e a espiritualidade aflorada, Pete compôs inúmeras músicas que abordavam temáticas diferentes quase nunca - às vezes nunca - usadas em canções pops da época. Assim, ele se tornou o principal compositor do The Who, compondo 90% das músicas da banda. Pete desenvolvia ideias conceituais para os álbuns e, desta forma, nasceram as duas óperas rocks da banda: "Tommy" e "Quadrophenia" (falaremos de ambos mais tarde). Entre 1970 e 1971, Pete tentou desenvolver um projeto chamado Lifehouse, o qual não tentarei explicar aqui pois é algo que nem ele próprio entendia 100%... Só posso dizer que era para ser um álbum conceitual futurístico que trataria de temas como alienação, internet e música como fonte de vida. Como ninguém entendia aquela porra, o projeto infelizmente não foi pra frente e o que sobrou dele se tornou o álbum "Who's Next". Pete acabou sofrendo com o fato de Lifehouse ter dado errado, mas logo se recuperou e escreveu "Quadrophenia", que é uma masterpiece!

Também vale a pena mencionar o fato de Pete ter sido escolhido como o principal porta-voz do The Who. Não se deixem enganar pelo jeitinho tímido do cara, aquele ali, quando dão corda, fala mais que a goela! Por isso, a maioria das entrevistas que encontramos sobre a banda são sempre dele falando. Ele também não conseguia se manter quieto nos shows e sempre ficava um tempão explicando as músicas antes deles começarem a tocar de fato... EU AMO ESSE HOMEM!

Como eu já mencionei, ele é um temperamental do caralho e já perdeu a paciência em vários shows, brigando com as pessoas que invadiam o palco e atrapalhavam o show. O caso mais famoso foi no Woodstock, quando um ativista invadiu o palco para protestar contra a prisão do amigo, Pete ficou p da vida e acertou uma guitarrada no sujeito... Apesar disso, fora dos palcos, Pete é uma criatura sensível e extremamente bondosa. Em cima dos palcos também... É só não atrapalharem o show!

Por compor muito, não é de se espantar que Pete tenha uma carreira solo bem comprida e, na minha opinião, maravilhosa! Ele tem álbuns para todos os gostos, desde o álbum gospel dele, o "Who Came First" - mentira, não é gospel, é que o álbum todo foi feito em homenagem ao Meher Baba - até mais álbuns conceituais, como o "White City" e o "Iron Man". A música solo dele mais famosa é, com certeza, Let My Love Open The Door, sempre muito usada em filmes de romance com final amorzinho... Deixo aqui em baixo uma das minhas músicas favoritas da carreira solo dele, acompanhada do clipe aleatoríssimo:

https://youtu.be/BGjv8bYJtDI

Hoje em dia, Pete ainda toca com o The Who e está sempre trabalhando com algo novo, seja produzindo músicas para novos artistas (como os The Wild Things), seja produzindo materiais inéditos para relançamentos comemorativos dos álbuns clássicos do The Who. Pete também sempre foi muito engajado em projetos de caridade, como, nos anos 80, quando ele e a esposa se tornaram diretores de uma casa que acolhia mulheres que haviam sofrido violência doméstica, ele também era muito engajado na causa contra pornografia e abuso sexual infantil, até acontecerem alguns problemas que, infelizmente, por conta da maldade do povo, o fizeram abrir mão desses projetos (não queria tocar nesse assunto aqui mas, caso alguém queira saber, mande nos comentários que ficarei feliz em explicar). Hoje, ao lado de Roger, Pete engajou-se nos projetos relacionados aos adolescentes com câncer.

Agora que já escrevi uma porrada de coisa sobre ele (desculpa, não consegui me segurar), vamos às curiosidades:

- Além da guitarra, a outra paixão de Pete são os barcos. Ele adora navegar desde o final dos anos 60 até hoje em dia. Seus barquinhos são seu orgulho;

- Nos anos 80, depois de dar um tempo na carreira com o The Who, Pete começou a trabalhar numa editora de livros, a Faber and Faber. Neste período, Pete publicou seu primeiro livro, "Horse's Neck", um livro de contos. Hoje em dia, ele é autor de três livros: "Horse's Neck - publicado no Brasil com o nome de "Treze" -, sua autobiografia "Who I Am" e seu primeiro romance, publicado em 2019, "Era da Ansiedade";

- Durante seu trabalho como editor, Pete fez amizade com um escritor chamado Ted Hughes, transformando o livro dele em um álbum musical, o "The Iron Man" e que, depois, produzido pelo próprio Pete, tornou-se uma animação que alguns de vocês talvez possam conhecer, "Gigante de Ferro", de 1999;

- O famoso movimento de Pete, o windmill, na verdade foi "roubado" por ele de Keith Richards. Pete viu Richards fazendo isso nos backstages de um show que o Who iria abrir para os Stones e achou o movimento bem legal. Depois que Richards não repetiu o movimento durante o show, Pete decidiu ficar com ele e torna-lo sua marca registrada;

- Quanto à sexualidade, Pete é um ícone LGBT. Já disse abertamente ser bissexual e até mesmo já comentou que poderia ser considerado pansexual. Em seu livro, ele comenta sobre o fato de que sentia vontade de transar com Mick Jagger e, na carreira musical, escreveu músicas sobre relacionamentos homo afetivos, como é o caso de "Rough Boys";

- Quando ainda era um adolescente, Pete chegou a namorar por um tempo a irmã mais nova de Roger Daltrey, Carol;

- Pete sofre de um problema auditivo chamado tinnitus, além de ser parcialmente surdo, em partes por conta daquela explosão da bateria do Moonie em 1967, em partes porque ele sempre esteve muito exposto ao som alto tanto nos shows quanto no estúdio;

-- Ele quase morreu de overdose uma vez, nos anos 80, mas foi ressuscitado na ambulância. Depois, quando foi contar o que tinha acontecido para a Karen, ele quase morreu de novo, desta vez porque ela o deu uma colherzada de pau bem dada na cabeça.

Acho que temos curiosidades o suficiente aqui, por isso, vamos para as fotos dele ao longo das décadas!

Aqui temos o mini Pedrinho todo arrumadinho pra foto nos anos 50.

Aqui ele já está com toda a pinta de guitarrista exibindo o novo amplificador Fender dele, c. 1961.

Ele todo fofo nos anos 60, na fase em que ele tinha carinha de bebê, mais ou menos até 1968 (a foto é de 1966, se não me engano).

A fase do cabelo bagunçado que é, na minha opinião, a melhor de todaaaaaas, 1968 - 1972. A foto é de 1969.

A fase "Sexy Beardy Pete", que se estende praticamente pela década de 1970 inteira. A foto é de 1976.

Anos 80 é uma época difícil de se falar sobre pois ele mudou muito de um ano pra outro. Ele praticamente teve um visual diferente por ano kkkkkk passando do cabelo quadrado de 1982 pro estilo "traga minha filha de volta antes das dez" de 1985, até chegar no rabo de cavalo de 1989 (não, nós também não falamos sobre isso), por isso, aqui está uma foto dele bem do comecinho da década de 80, quando ele ainda era um homão da p...

Em compensação, nos anos 90, ele praticamente não mudou de visual a década inteira (na verdade, a partir dos anos 90 ele praticamente continua o mesmo até hoje, só que um pouco mais velho).

Pete do século XXI aí. Um velhinho fofo <3

Gostaria de dizer que Pete continua muito bem, como eu disse, ainda está na ativa. Apesar do que ele fala sobre o Roger (sobre os dois não serem tão amigos), eles se amam, assim como ele amava Keith e John, não importa o que a imprensa diz... E eu amo muito esse velho!!! Amor da minha vidinha todinhaaaaaaaaaaa <3

Pra quem quiser acompanhar o trabalho dele, Pete tem uma conta no Instagram - que não está muito ativa no momento mas vira e mexe ele brota por lá - e o @ é yaggerdang - de acordo com ele, é o som que a guitarra dele faz kkkkkkkk - e, uma coisa que me deixa feliz, ele interage bastante com os fãs por lá, inclusive já respondeu meu comentário três vezes (nem morri, imagina).

Vou deixar aqui um videozinho muito fofo dele respondendo algumas perguntas do Google feito em 2019... Lá ele fala um pouco sobre o livro novo dele, sobre o Insta, sobre quebrar guitarras... E assim vocês têm uma noção do quanto ele é um velhinho fofo e engraçado!

https://youtu.be/M_PigJUhdiI

Para o próximo capítulo, não se esqueçam de tomar o rivotril, pois iremos falar do membro mais incendiário e serelepe da banda: keith Moon!

Peço desculpas por ter disparado a falar neste capítulo, é que não consegui me conter, Pete é meu maior ídolo e eu acabo embalando na hora de falar dele... 

Enfim, um beijão e até o próximo capítulo!!!!!


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