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Onde está você Adray?

A escuridão tomava conta da mente dos três irmãos, ódio, recentimento, e no fundo um sentimento ascendia aos poucos: a dúvida. Algo estava errado.

- Para onde estamos indo?

- você verá Adray.

- Você sabe não é Gama? - A gigante alado estava calada, o vento estava estranho, sobrevinha veementemente e cortante de encontro ao rosto deles.

- O vento... - De repente uma explosão de ar formou um enorme ciclone próximo do trio entrecortando a voz do garoto.

- Então, ele resolveu dar o ar da graça...

- Ele quem? - Perguntou o mais novo.

- Senhor soberano... - Os animais se curvaram perante aquele que pairava em cima do espiral. May empurra Adray com força contra o chão. - Ei! - ele protesta.

- Curve-se ignorante! - Ela Brada.

- Esqueçam as formalidades meus caros. Cumpriram sua missão afinal.

- Olá Adray.

- Quem é você palhaço?

- Sou o que manda e desmanda aqui. - seu tom e postura imponentes fazem Adray tremer e engolir em seco.

- Relaxa eu sou um amor de pessoa - Ele sorri amigavelmente sem deixar transparecer o sarcasmo na voz, para o garoto foi uma simples resposta amigável, mas para os acompanhantes...

- Precisamos conversar Adray. - Ele toma uma postura séria

- você quer conversar comigo? - o garoto se manifesta mais confuso.

- Não quero, eu preciso. - o mais velho enfatiza.

- May, chame os outros dois. - o soberano ordena.

- Como quiser majestade.

- Posso usar telepatia Senhor.

- Temo que não funcione Gama - Ele se pronuncia sério - se não for ela, eles não obedecerão.

- Mas e se mesmo assim eles não aparecerem? - pergunta May.

- Faço cair um raio na cabeça deles, simples assim. - Adray gargalha.

Se ele não fizer, eu faço.

- Você não sabe nem montar seu dragão que dirá controlar o tempo. Coloque-se no seu lugar. - o Soberano o repreende.

- Meça suas palavras comigo. - Adray fala o encarando de forma sombria.

De repente uma grande rajada de vento lança Adray com força contra uma enorme pedra. - Meça SUAS palavras comigo imbecil. - O soberano plana em direção a ele.

- Acabou? - Adray pergunta, com dor, mas sem tirar o olhar e o sorriso sarcástico do rosto - Isso não dói, receber um raio no meio da cabeça não dói. Sabe o que dói soberano? Você ser tido como estorvo da família, ser sempre ignorado e sempre deixado de lado, ser tratado como um nada na escola, em casa e em todo lugar, ter um pai e uma mãe que nem ligam para saber se você está vivo, e o que é pior, ser apunhalado pelas únicas pessoas em quem você confia. Isso é dor. - seu rosto toma agora uma expressão cansada, abatida, fria e inexpressiva, o calor dos sentimentos se esvaía ele estava se tornando uma casca vazia. Uma criança. Uma simples criança.

Gama por sua vez chorava em silêncio, não sabia como agir ou sequer o que pensar, mas a única coisa que tinha certeza era que... Não deixaria Adray sucumbir. Jamais. A partir de então, o monstro sem piedade era aquecido veementemente por uma labareda de sentimentos compartilhados pelos dois, eles se encararam.

- Estamos juntos. - Falaram em uníssono. O soberano batia palmas.

- Que coisa mais linda. - Ele fala sarcástico.

- Se me dão licença... - May se retira para cumprir sua missão.

- Me faça um favor soberano? - Adray pergunta com os olhos marejados. Aquelas lágrimas não eram de tristeza, mas resquícios de ódio e recentimento que desciam involuntariamente.

- O que é? - Ele fala sensibilizado e dessa vez não invadiu sua mente para saber o que era, apesar de subentender, queria ouvir da sua boca.

- Mantenha-me longe deles.

- Assim seja Adray.
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May:

Graças às habilidades que me foram dadas posso correr numa velocidade incrível, não demorarei a encontrá-los.

Após um longo caminho os encontro junto com... Não acredito, já estão aqui?

- Olá May...

- Olá Craitos. -  sorrio em cumprimento.

- Vocês se conhecem? - pergunta Mireia encarando-me confusa

- A anos... Treinamos juntos. - pronuncia-se Craitos sorrindo.

- Olá para você também Helena - me dirige a outra puma que encarava-me em silêncio. - Você veio buscá-los não foi? - se pronunciou enfim.

- Exatamente. Hidan, Mireia vocês precisam me acompanhar. Agora. - Dou o recado

- Acho que não estamos interessados obrigado. - Hidan me responde com desinteresse

- Vou deixar bem claro aqui. Vocês não tem escolha. Ou vão, ou vão.

- Não. - Responde Mireia.

- Me perdoem por isso não é nada pessoal. - Dito isto, os atinjo com a cauda fazendo-os ir de encontro ao chão desacordados.

- O clássico Cauda de arpão. Você nunca muda. - Helena puxa assunto com um sorriso no rosto. - foi bom te ver May.

- Igualmente Hele. Preciso ir agora.

- May. Os Darks estão ascendendo novamente. Você sabe o que isso significa não sabe? - Ela a encarava on severidade.

- Aquilo não vai acontecer de novo. - afirmo com veemência

- Vai acontecer. O destino deles já está selado. - Ela rebate.

- você realmente acredita nisso? Pois eu não, eles podem fazer o que bem quiserem. Chega de profecias. Chega de selos. Chega de destinos prontos.

- Você não pode evitar isso May. - ela responde severamente.

- Foi por causa pensamentos como o seu que chegamos aonde chegamos. Me perdoa querida mas uma guardiã com esse pensamento não é digna de estar onde está.

- Cuidado com o que fala bastarda. - os olhares voltam-se para nós, em posição de ataque nos  preparamos para atacar.

- Isso vai ser interessante. - Craitos se pronuncia. De repente um som perturbador reverbera no local. fazendo o chão tremer todos param atônitos ali. Já sabiam quem estava la.

- Casta de patéticos! Como ousam se deixam levar por coisas tão fúteis?! - A voz do soberano bradou no meio da densa escuridão da floresta mas... Não era ele. A silhueta de um animal com um olhar sombrio se fazia ver. Parecia-se com uma raposa.

- Como pude escolher pessoas tão incompetentes para exercer está função?! Maldito seja!

- Perdão Soberano! - Eles se curvam e respondem em uníssono.

- May, trate logo de voltar.

- Sim Senhor. - respondo observando a silhueta se desfazer na escuridão.

- Acertamos nossas contas depois Palhaça. - Me dirijo a vadia à minha frente.

O que é dela está guardado!
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GAMA:

Algo muda no ar de repente. Posso sentir. Adray encara o Senhor soberano friamente e ele corresponde. Meu contato telepático foi bloqueado não posso saber o que está se passando na mente de nenhum dos dois. Pouco tempo depois ele... Desbloqueou só consegui ouvir duas palavras.

Cansaço... Família!

De repente ele muda, sua aparência se torna sombria, senti os resquícios de sentimento sumirem de vez, seus olhos inexpressivos denotavam... as sombras.

- Adray... - Falo hesitante.

- Não se atreva a me contestar. - Até mesmo sua voz mudou, tudo nele está diferente, aquele Adray... Desapareceu.
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Depois de muito esperar o trio resolvia dar o ar da graça. May trazia os dois que, já estavam de pé e, aparentemente confirmados eles fitavam o chão cabisbaixos.
Mas tudo mudou quando ergueram o olhar e viram do lado do soberano aquele que se debandou, seu irmão mais novo - ou o que restou dele.

- Adray... É você? - Mireia pergunta sentindo o peso do ar.

- O que você acha? - ele responde friamente, seu tom de voz faz as crianças tremerem, até mesmo May.

- Não... Você não é meu irmão! - Hidan fala quase inaldivelmente com os punhos tremendo. O outro gargalha de modo insano.

- patéticos! Não passam de patéticos imbecis! - Ele Brada num tom sombrio fazendo um arrepio correr na espinha de todos ali, até mesmo o Senhor Soberano.

- não vou te deixar sucumbir Adray! - Hidan responde exasperado.

- Acha que é capaz Dan? Realmente acha que você é capaz disso? - Hidan se cala e ele continua - Não você não é. Eu convivo com você a vida toda irmão seu do que você realmente é capaz  - enfatiza atingindo o ápice do seu sarcasmo - e quer saber... não é grande coisa.

Hidan se lança com ódio no olhar e Adray faz o mesmo, se dirigiam para o meio do lugar aquilo seria o maior conflito dos dois se...

- Seus idiotas! - Mireia chuta os dois lancando-os para longe - Quem vocês pensam que são?! Parem com essa palhaçada já! - Ela os encara ofegante.

- Essa garota tem personalidade. - fala o Soberano para si, deixando sair somente um sorriso sutil.

- Você não pode fazer nada Mireia, não mais, nenhum de vocês pode. - Adray os encara, sua aparência sombria com cabelos agora negros remetendo para vermelho nas pontas e o contraste da cor diferente dos olhos... Azul e vermelho denotava somente uma parte do vácuo interior que acabara de se formar que talvez - só talvez - seja impossível de ser preenchido. E a pergunta reverberação na mente de todos...

Para onde foi o Adray?
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Foxey on

Olá pessoal eu só passei aqui para pedir desculpas pela demora a postar, eu e o Euller estamos passando por alguns bloqueios de ideias tanto é que eu não acabei meu cap de cidade dos furry's e também como nós dois estamos no 3 ano de médio está pesando para nós dois, então espero que entendam e curtam esse novo cap.

Ass:Foxey312

euller312

PS:créditos para a criador(ra) da capa estamos gratos por ela.

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