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3. "Os sonhos sempre tem algum significado"


Os raios de sol invadiam por minha cortina, fazendo cócegas em minhas pálpebras. Senti uma dor de cabeça enorme ao apoiar meu corpo de lado na cama, tentando me levantar.

— Bom dia, bela adormecida.— Jaebum adentrou meu quarto, fazendo um barulhão ao abrir a porta. Murmurei jogando os cobertores por meu rosto, me tapando.— Vamos levantar, temos muita coisa ainda para arrumar nessa casa. Ninguém manda querer morar comigo.

Quase gritei de ódio ao sentir o garoto puxar os cobertores do meu corpo inteiro, o jogando nos pés da cama. A claridade já se fazia presente no quarto, me fazendo engatinhar até a borda da cama, que era onde ele se encontrava, e deixar um tapa no mesmo.

— Ya! Esse mal-humor é ressaca? — assenti positivamente, passando a mão sobre minha testa.— Você bebeu apenas um shot pequeno de vodka e mais uma lata de cerveja, ou umas.... mesmo assim. Como é fraca!

— Me deixa em paz, ou eu te processo por ter me levado junto, sendo que só pode entrar depois dos dezoito anos naquele lugar.— Apontei meu dedo para o mesmo, que ergueu as mãos rendido.

— Mas agora é sério Jieun, me ajude desempacotar as coisas da sala. Só falta isso e você sabe que só comprei essa casa...— ele deu uma breve pausa limpando a garganta, forçando uma voz mais grossa que o normal.— Para mim, já que sou um garanhão é claro, e ninguém naquele prédio aguentariam ouvir o que acontece quando alguém entra comigo em um quarto...— fiz uma careta de nojo.

— Me poupe, se poupe, nos poupe dos seus detalhes.

— E comprei para trazer você para cá também. Você sabe que não seria uma boa ideia deixar você perto de Jackson, como meu colega de apartamento. — continuou, ignorando minha afirmação.— Então, como uma boa irmãzinha agradecida, me ajude a arrumar esse lugar.

Concordei mesmo não querendo, caminhando até o banheiro que havia ali e fazendo minhas higienes de sempre. Agradeci por ontem já ter terminado praticamente de organizar meu quarto, para não precisar no dia de hoje organizar tudo.

Tomei um banho ainda por conta do cheiro da bebida que derrubei quando me esbarrei com a garota ontem, lavando minhas mãos e analisando o corte que havia em meu dedo.

"— Eu...nós...nos conhecemos de algum lugar? — o rapaz de cabelos negros perguntou. Meus lábios se entreabriram e logo se fecharam novamente, estava sem uma resposta concreta.— Espera..— ele falou, antes de eu sentir minha mão ser puxada por Jaebum".

O rapaz realmente me lembrou de alguém. Não sei se já o vi nas ruas, em alguma foto ou até mesmo em um sonho. Só sei que de alguma forma eu conseguia reconhecer sua voz, seu olhar, ou até mesmo sua mão na minha. Estava tudo muito esquisito. Mas vou por a culpa na droga da bebida, pois apenas lembro-me de flashes e talvez essa sensação tenha sido apenas uma característica do álcool me fazendo ter delírios e sentimentos estranhos.

Desci as escadas depois de me vestir, já vendo o garoto abrindo algumas caixas com o estilete. Caminhei até perto do mesmo, pegando o outro objeto pontiagudo e afiado, cortando as fitas que ficavam em cima de cada caixa, evitando que no caminhão de mudanças elas abrissem.

Espalhei os porta-retratos com foto de Jaebum, eu e papai por vários lugares em cima das estantes, lareira e perto da televisão. Sorri ao ver uma foto de mamãe o segurando nos braços, enquanto tentava o fazer comer uma sopa que havia em um prato. Jaebum não estava com uma cara boa na foto.

— Jae?— o chamei, ouvindo um "hum" por sua parte.— Você lembra da nossa mãe?

Ele sorriu fraco, caminhando até o meu lado e tocando na foto. O mesmo suspirou fraco antes de voltar a fazer seu trabalho, enquanto mantinha a atenção na nossa conversa.

— Bem pouco. São apenas flashes rápidos, ou até mesmo em meus sonhos.— o olhei, enquanto me abaixava para pegar mais pertences.— Dizem que os sonhos sempre tem algum significado. Alguns são sobre encontrar o amor da vida passada ou ver algum ente querido que já faleceu...

— E se você nunca viu a pessoa na vida? — ele me olhou, franzindo o cenho.

— Tem algo acontecendo nessa sua cabeça de ovo que eu não estou sabendo? — revirei os olhos com o apelido idiota, suspirando e voltando aos meus afazeres.— Brincadeira. Acho que é o que eu já falei, talvez o amor da vida passada.

Um silêncio se prevaleceu pela sala. Os dois pareciam pensativos enquanto as mãos não paravam de se movimentar, retirando alguns globos de neve, presentes e fotos.

— Sei lá. Não sou nenhum profissional nisso. Só tirei do Google.— Ele deu de ombros me fazendo rir, colocando sua caixa já vazia dentro de outra.

— Como você acha que são nossos vizinhos? — me sentei no sofá, analisando alguns cartões-postais que papai sempre nos mandava quando viajava. Ele provavelmente mandou para Jaebum também, que começou a morar em seoul quando passou na faculdade daqui. — Espero que não sejam fofoqueiros que nem o senhor Yen. Você lembra dele espiando por cima dos muros?

— Lembro.— o garoto revirou os olhos.— Ele falou uma vez para nosso pai, que eu tinha poderes de controlar as garotas com a mente, por isso elas iam para casa comigo. Acho que ele tinha algum problema..

Ri com seu conto, vendo ele se jogar ao meu lado no sofá, olhando para os cartões postais do Hawai, a época que eu jurava que ele estava de rolo com alguma mulher de lá.

Olhei em volta, já estava praticamente tudo pronto, e estava lindo. Eu e Jaebum tínhamos um ótimo bom gosto para escolher móveis e decoração.
Sentia minhas pernas doerem um pouco de tanto ajudá-lo ontem a parafusar tudo, mas nada que mais um cochilo ou um remédio não ajudasse.

A campainha foi soada, me fazendo franzir as sobrancelhas e olhar para Jaebum, que já cochilava de boca aberta no sofá. Revirei os olhos e me levantei indo até a porta, vendo pelo olho mágico uma senhorinha segurando algo dentro de uma vasilha.

— Sejam bem-vindos á vizinhança!— ela falou animada, me fazendo soltar um sorriso.— Sou Senhora Do Yang, trabalho na casa ao lado, prazer.

— O prazer é todo meu. Sou Lee JiEun.— recebi seu cumprimento.— Me desculpe a bagunça de minha casa, mas quer entrar?

— Oh, não precisa.— falou carinhosamente.— Só vim dar as boas-vindas já que meus chefes não estão no país.— confirmou com a cabeça, me fazendo arquear as sobrancelhas ao estender aquela vasilha.— Eu fiz cookies para os trazer.

— Me desculpe seu esforço. Eu e meu irmão não queremos lhe incomodar. — sorri sem graça, pegando a vasilha já que ela quase me obrigava a segura-la.

— O garoto que estava com você ali fora, era seu irmão? — concordei com um singelo sorriso, estranhando ao ver uma feição mais animada ainda.— O filho dos meus chefes, Jeon Jungkook, aparenta ter sua idade. Acho que poderiam ser amigos.

— Quando eu conseguir tempo, eu adoraria.— respondi, sendo recebida com mais um sorriso da mesma.

Jeon Jungkook, aquele nome me era familiar. Até parece que eu já o falei alguma vez.

****
Eaí meus xuxuzinhos, como estão?
Espero que tenham gostado do capítulo que os trouxe hoje, em uma visão da JiEun. Os capítulos vão ter ponto de vistas de cada um, para que a história seja melhor explicada. :)

Vocês já tiveram sonho com alguma pessoa que nunca viram na vida? Me: sim, mas foram apenas coisas assustadoras e situações ruins de angústia.

Ou melhor, já sonharam com algum ídol?
Me: sim, só que aí foram sonhos... como posso dizer...quentes.

Com carinho, Lara, nena ou aninha.
XOXO
❤️

Se eu não estiver muito presente, é porque deixei matéria acumular pois estava escrevendo fanfic hehe... to muito ferrada. Matemática e Física com certeza, não são meus pontos fortes.

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