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Capítulo Vinte e Sete


 How did we END that way


Heartless man

(homem sem coração)

O sol estava prestes a se por quando Isabelle chegou em casa com Caitlin, ela estava com Justin na casa da amiga e quase perdera a hora.

-Fala sério, você tem que queimar aquele suéter rosa. –Cailtin resmungou enquanto elas subiam as escadas.

-Para de ser má, aquele suéter foi a minha falecida vó que me deu.-ela argumentou esbarrando na amiga.

-Sem querer faltar com o respeito, você deveria ter mandado enterrar com ela.

-Cala a boca –ela riam incomodando seus pais, sem querer claro.

-Isabelle! –seu pai disse surgindo na escada e as assustando.

-Sim pai? –ela o encarou.

-Por que não convida sua amiga pra se juntar e mesa conosco? –Cailtin encarou A amiga um pouco receosa, não era um sonho da sua vida ter que jantar ao lado do homem.

-Não, obrigada papai, nós estamos sem fome –ela respondeu tentando passar, mas ele não permitiu.

-Então desconsidere isso como um pedido, é uma ordem. –O homem disse grosso assustando a menina.

-Sim senhor –ela assentiu e puxou Caitlin escada a baixo indo em direção a mesa de jantar.

-Seu pai me da calafrios –a amiga cochichou enquanto elas se sentavam.

Amélia serviu a mesa e todos se sentaram logo fazendo seus pratos, ao terminar Caitlin logo foi colocando o garfo cheio de comida na boa e recebendo um olhar reprendedor do pai de Isabelle.

-Caitlin não –Belle murmurou e a menina engoliu o comia ficando envergonhada pelos olhares em cima dela.

-Não sei como funciona na sua casa, mas por aqui nós rezamos antes das refeições. Feche os olhos e reze conosco quem sabe aprenda alguma coisa. –disse sendo rude e deixando todos inconfortáveis na mesa.

O homem proferiu algumas palavras e fez algumas observações e logo permitiu que todos pudessem finalmente comer. As duas meninas permaneciam em silencio esperando que aquele momento incomodo acabasse de uma vez por todas.

-Então senhorita Beadles, como estão seus pais?

-Muito bem, obrigada por perguntar. –ela sorriu tentando não transparecer a vontade que tinha de sair ali correndo. –A comida esta ótima senhora Evans.

-Por favor me chame de Amélia e obrigada – A mulher sorriu demonstrando simpatia diferente de seu marido.

-Sua mãe deve fazer quitutes maravilhosos também –o homem disse puxando conversa.

-Na verdade não, a especialidade dela é comida enlatada e congelados –disse rindo fraco ao perceber a tensão.

-Ela não cozinha para seu pai?

-Na verdade é meu pai quem cozinha em casa.

-Ele trabalha em algum restaurante?

-Não, é apenas um hoby ele ama cozinhar.

-Então esse é o novo costume, os homens assumindo o trabalho das mulheres.

-Não é bem assim, hoje em dia é bem normal isso. –o homem arqueou a sombracelha encarando a garota.

-Os tempos vem mudando de uma forma escandalosa –a menina encheu a boca de comida esperando não ter que responder mais nenhuma questão sobre sua vida fora dos padrões.

-E suas notas Isabelle?

-Estão boas. –respondeu tomando um gole de suco.

-Boas? Não te mando a escola para ter boas notas. Não quero nada tirando a sua atenção sei que estão quase no fim do semestre.

-Nada esta me tirando a atenção pai. –ela respondeu cansada.

-Nem mesmo aquele delinquente?

-Justin não é um delinquente –Caitlin falou tentando defender o amigo.

-Não estou falando com você moça, permaneça calada a minha mesa.

-Pai! –Isabelle exclamou abismada

-Pra mim chega! –Caitlin levantou da mesa deixando os talheres caírem sobre a mesa. –Me desculpe senhora Evans, Belle. Mas o seu pai é um imbecil e eu não sou obrigada a ficar aqui ouvindo as baboseiras dele.

-Garota não ouse falar assim dentro...

-Foda-se ! –ela gritou deixando todos assustados. –Eu vou embora, e a Belle deveria ir comigo... –ela se afastou da mesa –Ela não merece ficar perto de alguém como você. –Isabelle pensou em levantar, mas foi impedida pelo seu pai.

-Não ouse levantar dessa mesa. –a menina observou a amiga sem saber o que fazer.

-Ela é minha amiga –ela murmurou.

-Você não tem amigos deste tipo. –ele encarou Caitlin e a menina saiu soltando fogo pelas ventas.

Após ouvir a porta bater a menina se pronunciou.

-Por que faz isso? –ela choramingou limpando uma lágrima que escorria pelo seu rosto.

-Por que eu sou seu pai e sei o que é melhor pra você. –Ela levantou da mesa lentamente. –Aonde pensa que vai?

-Pro meu quarto, a não ser que você queira me proibir de estar lá.

-Já que gosta tanto de seu quarto, aproveite uma estadia lá. Você esta de castigo até começar a se arrepender de seus pecados.

-Que pecados? –ela o encarou antes de sair da sala de jantar.

-Todos os que vêm passando por sua cabeça, desde que aquele bastardo apareceu em nossas vidas.

***

We both had enough

(nós dois tivemos o suficiente...)

Justin apertava o volante do carro e tentava manter sua atenção na pista, mas sua cabeça estava cheia de pensamentos e incertezas. Ele estava cansado de tentar convencer Pastor Jackson de que amava sua filha, estava cansado de ver a garota triste pelos cantos e não poder fazer nada. Ele se sentia como um pássaro na gaiola sendo impedido de voar e respirar ar puro. Sufocado, seria a palavra que o mais o definia naquele instante.

-Já escolheu o terno que vai usar no baile? –Ryan perguntou enquanto comia um pacote de batatinhas no banco do carona.

-O que? –ele fitou o amigo por alguns segundos –Ah sim, ainda não eu to esperando a Belle escolher a cor do vestido dela, você sabe essa baboseira de lenço ou gravata combinando.

-Sei... –ele cutucou o amigo –O que ta pegando?

-Nada, ta tudo bem. –respondeu virando uma esquina e estacionando na frente da igreja.

-Ta sentindo a pressão né.

-Mais do que nunca. –ele sussurrou olhando pra igreja e vendo a menina sentada nos degraus da mesma.

-Você não desistiu até agora, isso deve significar alguma coisa.

-É –ele suspirou e jogou a chave do carro pro amigo –Avisa o mecânico que eu preciso dele pronto até amanhã a tarde.

-Pode deixar senhor Biebs. –Justin saltou do carro e caminhou calmamente na direção da menina enquanto Ryan arrancava e sumia dali.

-Belle? –ele havia se aproximado mas ela não parecia ter notado.

-Justin! –ela levantou e se jogou nos braços dele.

-Ta tudo bem? –ele perguntou preocupado.

-Por incrível que pareça esta sim.

-Que bom, eu não gosto de te ver triste como você vem estado nesses últimos dias.

-É meio difícil manter qualquer nível de alegria com meu pai por perto. –A menina reclamou, e ela estava certa. O homem parecia piorar a cada dia, as vezes sobrava até para sua mãe que era acusada de ser a raiz da discórdia na casa. Segundo ele, ela não cuidava direito da casa e de seus filhos e por isso nada estava como ele queria. Um perfeito babaca.

-Falando no diabo, onde ele esta.

-Não blasfeme Justin, nós estamos na porta de uma Igreja. –ele reviro os olhos.

-As vezes eu esqueço que você tem um pouco disso no seu sangue. –ele falou sem pensar e ela se soltou dele.

-Um pouco disso o que? –disse num tom ofendido. –Não vou me desculpar pelas minhas crenças.

-Eu não quis dizer isso...eu só.

-Você ta de saco cheio né.... –ela disse cabisbaixa.

-Não... –ele segurou o rosto da menina com as duas mãos. –Eu nunca vou ficar de saco cheio de você, eu só to um pouco cansado disso tudo. –Ele beijou a testa da menina e se sentou no degrau.

-É tudo culpa minha, se eu soubesse como fazer tudo isso parar eu faria, juro que faria... –Ele encarou a menina por alguns se apegando a um pensamento insano que havia passado por sua cabeça.

-Você fugiria comigo? –ela o fitou abismada.

-Fugir? Tipo dar o fora e nunca mais voltar?

-Eu não daria uma melhor definição a isso –ele riu fraco e a menina entendeu aquilo como uma brincadeira, o que na verdade não era.

-Você não ta falando sério né –ela riu junto com ele –Você sabe que eu não posso deixar a minha família, infelizmente eu não posso sair por ai. Ainda.

-Claro –ele disse escondendo a sua decepção por menor que fosse –Eu s[p queria dar um tempo disse e respirar um pouco sabe...

-Mas você vai –ela se aconchegou nos braços dele –Amanhã é o seu último dia de trabalho comunitário, no fim de semana você se forma e tem o baile e...acabou. –ela beijou a bochecha dele –Você vai poder parar e descansar o tempo que quiser. –Ele queria dizer a ela que não era aquele tipo de descanso que precisava, mas não teve coragem.

-Claro, logo eu vou poder passar a semana inteira jogado na minha cama descansando e pensando na vida.

***

Rude

Após passar no mecânico e pegar seu carro Justin seguiu para a Igreja, era seu último dia de trabalho na igreja e ele teria que fazer um pequeno serviço, seria coisa rápida e logo ele estaria livre para a sair e encontrar Isabelle como havia combinado mais cedo na escola. Ele entrou na Igreja encontrando Pastor Jackson movendo algumas estatuas de lugar.

-Boa tarde, o que tenho que fazer hoje? –o homem se virou o encarando.

-Apenas tire os tocos de vela do altar e as substitua por velas novas, depois disso venha aqui e estará liberado.

-Sim senhor –disse evitando qualquer tipo de conversa prolongada com o homem. Mesmo sem pretender Justin acabou tomando ódio até por estar no mesmo local que o homem.

Sem mais demoras o rapaz fez seu trabalho, se certificando de que nada estava fora do local ou faltando para que não corresse o risco de ouvir quaisquer reclamações do Pastor Jackson. Após terminar ele foi ao encontro do homem que permanecia no mesmo local arrumando as estatuas.

-Tudo terminado. –disse se aproximando do homem.

-Ótimo –ele pegou algumas folhas em cima da mesa do altar –Aqui esta o seu relatório, com seus horários e todas as atividades feitas e a minha assinatura, entregue ao seu advogado e ele cuidara do resto. –O homem nem se sequer moveu o braço para entregar Justin a papelada, o que o deixou desconfiado do que viria a seguir. –Mas antes eu preciso lhe pedir algo.

-O que o senhor quer?

-Quero que se afaste da minha filha –Justin bufou cansado, não era a primeira vez que o homem pedia aquilo e não parecia ser a última.

-Não vou desistir da Isabelle – disse calmo, ele estava cansado demais pra discutir –Por que é tão difícil pro senhor entender que ela ta feliz comigo, não quer a felicidade da sua filha?

-Minha filha não precisa de uma felicidade criada por uma paixão pecaminosa adolescente, um dia ela ira se casar com um bom rapaz que eu mesmo irei escolher e ai sim ela será feliz, ela aprendera a ser feliz com o tempo.

-Não tem noção do que ta falando, nós não estamos mais no século 18, ela tem direito de escolher o que quer.

-Ela é minha filha, uma menina e por isso, só vai querer o que eu quiser.

-As vezes eu me pergunto se o senhor realmente ouve o que diz... –O rapaz estendeu a mão pra pegar seus papeis.

-Você não me deixa opções rapaz, eu não queria ter que fazer isso. –O homem disse quase convencendo Justin de seu arrependimento.

-Fazer o que?

Isabelle acabara de chegar na porta da Igreja, a menina observava a cena sem conseguir ouvir o que acontecia. Ela observa aos dois no meio do altar se encarando e falando algo um para o outro. Por um instante seu pai se aproximou de Justin cochichando algo em seu ouvido, o rapaz congelou e o homem entregou os papeis em suas mão que levando em consideração ao seu estado não iriam segurar. Antes que o homem se afastasse completamente Justin disse algo e ele assentiu. O rapaz saiu da igreja com o olhar perdido e de punhos fechados, ele não havia visto a menina para na porta.

-Just... –Ele agarrou a menina ali mesmo a tomando em um beijo desesperado e delicioso.

(...)

And now

(e agora)

Os dois andavam por um parque, perto da cidade, de mãos dadas tomando sorvete. Era um dia ensolarado e teria sido mais lindo se Justin não sentisse o peso do mundo em seus ombros e tentasse esconder da menina.

-Você ainda não me disse o que meu pai queria contigo. –eles pararam embaixo de uma arvore.

-Esquece o seu pai, ele não vai nos perturbar mais –ele encurralou a garota a pressionando na arvore –agora somos só nos dois –ele sussurrou beijando calmamente os lábios da menina que se entregou sem pensar duas vezes.

-Eu te amo. –ela disse firme. Era a primeira vez que ela dizia aquilo em alto e bom som, que ela pelo menos se lembrasse, e era a primeira vez que ele ouvia.

-Eu também –ele murmurou apertando seu corpo e afazendo gemer de prazer por alguns instantes. –Nunca se esqueça disso. –Ele pegou a menina em seus braços e se sentou a colocando sem seu colo. Eles passaram o resto da tarde trocando intensas caricias e conversando sobre o baile. Isabelle finalmente sentia que aquela nuvem cinza começava a se mover de cima da cabeça deles.

***

Say something

O dia da formatura de Justin finalmente chegara, ele suava frio embaixo da beca. Não exatamente pela formatura.

Todos os alunos já estavam sentados em suas respectivas cadeiras em cima de um palco montado no meio do gramado da escola. Lá de cima eles viam os convidados e sua família. Sua mãe e todos os seus amigos estavam ali. A cerimônia começou, aluno por aluno foi recebendo seu diploma, na vez de Justin ele ouviu uma serie de gritos e vivas em sua homenagem, e no meio da multidão ele pode ver Belle batendo palmas e gritando seu nome com a galera. Ele sorriu orgulhoso de si mesmo e levantou seu diploma como um sinal de vitória. A cerimônia acabou e todos se reuniram dentro da escola onde acontecia um pequeno coquetel.

-Parabéns formando –Pattie apareceu abraçando o rapaz –Você não imagina o quanto estou orgulhosa.

-Obrigada mãe. –ele viu a menina vindo em sua direção e Pattie o cutucou.

-Tem certeza que é isso o certo a fazer?

-Você disse que eu tinha que crescer, é isso que eu to fazendo. –a mulher sorriu mais uma vez mostrando o seu orgulho pelo rapaz.

A menina surgiu o abraçando.

-Fico feliz que tenha vindo. –disse a beijando.

-Eu não perderia esse momento por nada neste mundo. –ela sorriu.

Seus outros amigos surgiram o rodeando e gritando vivas, ele gargalhava e se glorificava diante dos amigos, mas em momento algum sem esquecer da menina. Ela não abriria mão de passar aqueles segundos longe dela.

(...)

O rapaz se despediu de sua mãe e entrou no carro, virou a esquina e chegou a tão engraçada rua dos alfinetes. Estacionou na rua da menina e saltou pegando um pequeno rádio no banco de trás. Antes de atravessar o gramado ele observou a rua deserta, já passava da meia noite os postes estavam ligados, no entanto as luzes das casas não. Todos já dormiam àquela hora. Ele se preparou psicologicamente e seguiu acreditando convictamente que aquilo era o certo a fazer. E talvez fosse.

(Vá até as notas finais e coloque a música pra tocar, por favor)

O rapaz deixou o som em cima de uma mesa de madeira branca velha e se abaixou pegando algumas pedrinhas no chão. Ele jogou uma por uma, até que a menina apareceu sorrindo na janela.

-Você vai acordar meus pais –ela sussurrou com um sorriso bobo no rosto.

-Desce, por favor! –ela assentiu e ela colocou a escada na porta de sua janela e a ajudou a descer.

-Quem nós somos agora, Romeu e Julieta? -ela brincou enquanto ele colocava uma música.

-Não, trágico demais pra nós dois. –Não era apenas uma música, mas sua música preferida. Love Me Tender.

-Rapunzel então, não é ela que foge da torre pra encontrar o príncipe? –ele riu puxando a menina e a prendendo em seus braços.

-Conto de fadas demais pra nós dois. –ele a beijou por alguns instantes.

-Você ta diferente, o que houve? –ele segurou sua mão e sua cintura.

-Dança comigo –ela assentiu e repousou sua cabeça no ombro dele –Eu to indo embora.

-Vau fazer alguma campanha? –perguntou inocente.

-Eu to indo embora da cidade Belle, pra sempre. –ele sussurrou e ela levantou a cabeça o encarando.

-Não pode ser verdade. –disse assustada, ele a apertou contra seu corpo até que se acalmasse.-Não pode me deixar.

-Eu faço isso pelo bem de nós dois, não daria certo, não agora.

-Você ta desistindo? –disse sentindo seus olhos lacrimejarem.

-Não, de forma alguma. –ele secou suas lágrimas e beijou seus lábios calmamente.

-Eu nunca vou desistir de você, nunca.

Embalados por aquela doce melodia eles dançavam vagarosamente no jardim

-Eu sou livre Belle, e como todo pássaro livre eu preciso voar, e sei que não pode voar comigo agora.

-Me espere, quem sabe daqui alguns... –ele a interrompeu.

-Não, você ainda não esta pronta para voar comigo. Não consegue enfrentar seus pais, imagine o mundo lá fora.

-Por favor.

-Não, não –ele disse calmo –sem suplicas, sem lágrimas. Eu quero me lembrar desse momento assim, apenas nós dois dançando.

-Eu não consigo acreditar que esta fazendo isso.

-Amanhã de manhã quando você acordar, e eu não estiver mas aqui, lembre-se sempre –ele soltou a cintura tomando uma certa distância para poder olhar em seus olhos –de que você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida e que eu nunca vou te esquecer.

Ele continuou a se distanciar, e a garota se controlava para não fazer um escândalo implorando que ele fica-se, mas nem para isso ele se sentira corajosa o suficiente. Estava cansada demais pra lutar.

-Eu te amo –ela sussurrou, mas ele estava tão longe que já não poderia mais ouvir. Do meio da rua, deserta pela hora da noite, ela pode o ouvir gritar.

"I wanna free fall out into nothin' Oh, I'm gonna leave this world for a while "

(Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por um tempo)

FIM

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