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Capítulo Um

Primeiro encontro

O relógio marcava duas horas em ponto quando Isabelle cruzou os portões da escola, graças a um horário vago ela saíra mais cedo da escola. Atravessou a rua e seguiu para Igreja, três ruas abaixo a escola. Não acontecia nada fora do normal nas ruas da pequena Stratford, algumas crianças brincavam pelas ruas, alguns colegas de classe, que bem, nunca falaram com Isabelle e não pareciam querer falar, mas de forma alguma aquilo incomodava a menina ela já havia se acostumado e não se importava com tal coisa.

Virou a esquina e chegou à Igreja, passou calmamente pelas enormes portas de entrada observando os mesmo desenhos que a assustavam desde criança. Caminhou até a terceira fileira de bancos e se sentou. Pegou o terço dentro da mochila e logo em seguida se ajoelhou começando as suas orações.

Do outro lado da pequena cidade Justin dançava no bagageiro de uma picape com uma lata de cerveja na mão, não havia passado das duas e meia da tarde, mas ele já havia encontrado um jeito a se divertir “a La Bieber”. A picape era de seu amigo Chaz e estava estacionada no quintal dos Beadles, velhos amigos de infância. Não havia mais de dez pessoas por ali, mas ainda sim o som alto e latinhas cerveja rolavam livremente. Uma garota linda surgiu no meio deles no mesmo instante os olhos de Justin a encontraram como se ele fosse o caçador e ela a presa. Ele pulou da traseira da picape indo na direção dela.

-Ora ora ora! –ela abriu um sorriso o reconhecendo. –Caitlin Beadles!

-Mas não é o senhor Justin Bieber! –ela abriu os braços indo ao encontro dele que retribuiu o abraço com uma mão boba.

-Quanto tempo, da última vez que nos vimos você era uma menininha. –ele disse rindo.

-Você também, com aquele cabelinho loiro tampando a testa. –ele fez uma careta e logo voltou a rir. Estar rodeado por aquelas pessoas o fazia bem e sempre o trazia boas lembranças.

-Mas agora você tem que admitir que eu to um puto de um gostoso. –ela revirou os lhos ignorando o garoto.

-Não só os seus músculos cresceram, mas o seu ego também Justin.

-Outras coisas também cresceram desde a última vez que nos vimos. –Caitlin socou o braço do garoto seguido por um gemido de dor.

-Realmente muita coisa mudou desde que você me abandonou pra virar um modelinho fora de controle.

-Assim você me ofende –ele reclamou meio sem graça, afinal era isso que havia virado um “modelinho” fora do controle.

-Essa era a intenção, como sua amiga e ex-namorada eu tenho todo o direito de ofender. –Justin se aproximou prendendo a garota nos braços novamente, ela achou estranho, mas retribuiu.

-Eu senti sua falta. –admitiu apertando a garota.

-Todos nós sentimos sua falta. –Chris surgiu abraçando os dois. –Caitlin a mamãe ta te chamando na cozinha. –ela saiu e os dois ficaram se entreolhando, ou melhor Chris encarando Justin.

-O que foi cara?

-Nem pense em fazer isso. –disse confundindo Justin.

-Fazer o que?

-Magoar a minha Irma de novo, da última vez ela passou o verão inteiro chorando. –disse sério deixando Justin alarmado ela não sabia disso, na verdade desde o dia em que ele pôs os pés no avião há seis anos atrás ele já não sabia o que acontecia na sua cidade natal e muito menos com seus velhos amigos.

-Eu juro que não sabia disso. –deu o último gole na sua cerveja e jogou a latinha no gramado.

-Não tem mais importância, só não quero que ela se machuque de novo. –Bieber encolheu as mãos dentro dos bolsos, o tempo esfriara e as nuvens de chuva começavam a se formar.

-Pode ficar tranquilo, se por um acaso nós voltarmos eu juro que não vou fazer nada que a machuque ou que a faça me odiar.

-Bom saber –ele disse rindo fraco.

Um trovão cortou os céus indicando eles já deveriam ir embora. Justin se despediu dos amigos e seguiu para o seu carro. A chuva parecia ficar forte a cada segundo, sem preocupação alguma Justin passava pelas poças de água molhando as calçadas, numa curva ele pisou no acelerador voando sobre a poça e deixando uma pessoa que andava calmamente debaixo de seu guarda-chuva encharcada. O carro sumiu em meio à chuva enquanto Isabelle se recuperava do banho que acabara de levar, o guarda-chuva já não ajudara mais em nada em vista da quão molhada ela estava, fechou o pequeno item de proteção contra a chuva e seguiu caminhando na chuva, era até bom sentir os pingos d’água caindo no seu rosto a fazia se sentir viva bem diferente de quando ela estava em casa. Uma rajada de vendo fez a chuva mudar de direção assim como o sorriso da garota ao ver a fachada de sua casa, se seu pai estivesse em casa, ele provavelmente lhe daria um sermão, ela estava atrasada, na verdade ela nem sabia pra que realmente estava atrasada. Tirou as chaves do bolso de sua saia e a girou na casa, sua mãe surgiu na porta com os olhos esbugalhados em espanto.

-Isabelle! –esbravejou –Nós te compramos um guarda chuvas pra que você não chega-se em casa assim.

-Aconteceu um acidente na rua mamãe. –a mulher se mostrou mais espantada ainda, se é que era possível.

-Você se machucou? Vamos leva-la ao médico.

-Não mamãe, eu estou bem só preciso trocar minhas roupas –disse a menina tentando ser o mais breve para que pudesse ir ao seu quarto.

-Espere! –sua mãe esticou o braço e pegou a mochila encharcada. –Tire os sapatos também, não quero minha casa parecendo um dilúvio. –A garota tirou os sapatos e finalmente pode ir ao seu quarto. Tomou um banho, não tão bom quando o da chuva, e se vestiu. Um moletom simples e prendeu o cabelo após seca-lo por exatos seis minutos na toalha. Ela tinha exata uma hora, antes que seu pai chega-se do trabalho, essa uma hora que ela poderia aproveitar fazendo qualquer coisa sem ser pega. A sua primeira escolha foi ler um livro, mas não qualquer livro. O livro que seus pais a haviam proibido de ler, aliás o único gênero de leitura que era aprovado por seus pais naquela casa era o bíblico, ela não poderia ler nada além disso. Nem mesmo nas aulas de literatura na escola.

Puxou um exemplar de capa mole e levemente amassada dos Diários De Um Vampiro,do seu esconderijo a terceira gaveta com falso fundo da sua cômoda,  pode parecer besteira mas aquilo era o mais perto do que ela chegava de ter uma vida como as das outras garotas, além dela ter se apaixonado pelo mundo dos vampiros.

Abriu na mesma página que havia parado dias atrás, leu várias páginas, viajando por aquele universo e se sentindo no mundo de Elena Gilbert, a garota que vivia uma historia de amor intensa com dois vampiros e que apesar de todo o sofrimento ainda dava uma volta por cima. Isabelle queria aquilo, não a parte de sofrer, mas viver uma aventura, ou melhor, apenas viver.

Duas batidas na porta.

Isabelle escondeu abruptamente o livro em baixo do travesseiro vendo o rosto de sua mãe aparecer na porta.

-Seu pai vai chegar atrasado pro jantar, você poderia me fazer um favor?

-Claro –sorriu tentando disfarçar o meu nervosismo.

-Vá ao mercado e traga o que vou usar no almoço de amanhã, vovô Phil vem nos visitar.

-Vou sim, tem uma lista?

-Vou deixar em cima da mesa do telefone junto ao dinheiro. Não é muita coisa. –a mulher lançou um sorriso acolhedor e fechou a porta saindo.

A menina guardou o livro em seu esconderijo e levantou se olhando no espelho, ela estava bem pra que ia ao supermercado às seis horas da tarde de uma terça feira.

Desceu as escadas pegando a lista e o dinheiro que sua mãe deixara na mesinha de telefone. Saiu de casa e andou dois quarteirões até chegar ao mercado. Pegou um carrinho de compras e começou a pegar o que tinha na lista. Leite, massa, enlatados e por fim ela entrou na sessão de frios. Precisa de um peixe com um nome estranho que sua mãe havia rabiscado no pedaço de papel. Ela foi guiando o carrinho e prestando atenção na sua direita lendo os nomes dos peixes pra encontrar o seu.

Num segundo ela finalmente achara o peixe e no outro o seu carrinho se chocava com um que vinha na mesa direção. Ela se assustou dando um passo pra trás e instintivamente se desculpando.

-Me desculpa eu estava ...-ela diminui o tom de voz assim que viu o garoto de cabelos claros e roupas da moda parado a sua frente. -...distraída.

-Tudo bem a culpa foi ...-ele tirou os olhos do celular e observou a garota a sua frente tendo a mesma reação e abaixando a voz. -...minha.

Eles devem ter passado cerca de quinze segundos se entreolhando sem reação nenhuma, ela provavelmente era a garota mais linda que ele já havia visto, apensar de ter menos pele exposta do ele é acostumado ver. Isabelle podia jurar que estava sentindo aquelas borboletas na barriga que tanto os outros falavam, nunca se sentiu tão nervosa...na verdade, ninguém nunca havia despertado aquele tipo de nervosismo nela.

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