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Capítulo dez


A palestra

Minutos depois que Justin deixou a sala Isabelle saiu indo direção ao ginásio. Ela andava calmamente pensando no beijo do garoto e automaticamente sentindo borboletas dançarem em seu estomago. Se sentira tão especial ao ouvir que ele lhe convidava para um festa que mal conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo, pela primeira vez na vida ela não se sentia só a filha do pastor Jackson a puritana, ela se sentia uma garota normal, como todas as outras garotas que ela sempre invejou.

Ouvia-se um grande alvoroço vindo do ginásio, algumas gargalhadas e palavras de baixo calão vindo dos alunos, Isabelle procurou um lugar qualquer, mas que desse pra observar Justin de onde estava e se sentou. Ela não entendia bem sobre o que era a palestra já que havia chegado no meio do processo. Uma mulher alta de cabelos louros esvoaçantes falava sobre doenças transmissíveis ou bulimia, a menina não conseguia entender bem já os alunos gritavam como se estivessem em uma feira.

-Silêncio! –o diretor gritou fazendo os alunos se calarem e encararem ele. –Agora nós teremos a divina presença do Pastor Jackson –a espinha de Isabelle tremeu, a última coisa que ela queria que acontecesse naquele dia seria seu pai na escola, falando sobre o que quer que seja. –Ela nos trará um pouco da palavra divina e falara sobre os riscos e as tentações que os jovens de hoje sofrem e como eles podem se prevenir quanto a isso. –antes mesmo de começar a menina teve vontade de bocejar ela ouvira discurso sobre aquilo quase todos os dias na hora doa jantar.

Pastor Jackson entrou no ginásio vestindo seu terno cinza claro e com um sorriso tão esperançoso que dava medo a menina. Ela tentou se esconder atrás de um de seus colegas, mas já era tarde. Metade do ginásio ficava trocando olhares entre os dois como se esperassem que Pastor Jackson subisse na arquibancada e fizesse um exorcismo na menina, tão fantasioso como nos filmes que eles tanto adoravam assistir. Diferente disso ele pegou o microfone da mãe do diretor e se apresentou.

-Bom dia, eu sou o Pastor Jackson como a maioria de vocês sabem... - garota já estava preparada para a ladainha de seu pai, nem ela nem ninguém naquele ginásio tinha menos vontade de ouvir o que ele dizia. Enquanto ele falava, sem receber muita atenção, ela observava Justin de longe, hora ou outra ela a olhava também e os dois trocavam sorrisos disfarçados. A cada vez que Isabelle o via ria ela sentia seu coração disparando, ainda mais quando o sorriso era pra ela. Queria poder correr dali e pular em seus braços ali na frente de todos e dizer o quão apaixonada estava, ainda que ela não tivesse noção alguma o que significava estar apaixonada teria que ser aquilo ou ela não saberia do que chamar aquele sentimento que a fazia andar sobre as nuvens.

-Minha filha –Isabelle olhou bruscamente pra frente encarando seu pai que apontava pra mesma atraindo a atenção da escola, ela não sabia do que se tratava. Parara de ouvir quando ele se apresentou –Isabelle Evans, a garota mais pura que conhece. Vocês todos deveriam seguir o exemplo dela, principalmente as meninas. –As bochechas da garota começaram a queimar tão freneticamente que ela sentia como seu rosto estivesse em chamas –Hoje em dia as meninas, se entregam ao primeiro rapaz que aparece, elas não se valorizam mais, deixam seus terços em casa e saem com seus celulares de última geração e sem a vergonha também. –alguns dos alunos começaram a cochichar passando a conversa pra frente, eles riam e encaravam Isabelle com um certo deboche. –Escutem bem, sexo não é uma coisa que deve ser feita antes do casamento. Meninas vocês tem que se guardar para seus maridos, vocês precisam aprender a cuidar de uma casa, precisam seguir a palavra de divina a todo custo. –ele andava vagarosamente pra perto da arquibancada de Isabelle –A minha menina, minha flor divina nunca se entregara tentações do mundo, se casara e só terá relações para ter meus netos. –Isabelle desejou que os homenzinhos verdes aparecessem ali a levassem naquele instante, se sentia tão envergonhada que queria chorar –A virgindade de uma moça é seu bem precioso, e a da minha menina esta salva. –A gargalhada dos alunos fazia um coro tão contagiante que ela achava que até o diretor estava rindo dela.

-Fica tranquilo que na virgindade da sua filha ninguém toca –um dos garotos gritou se levantando e os amigos fizeram um coro respondendo "Amém".

Isabelle levantou correndo dali com as lágrimas já descendo pelo seu rosto, seu coração disparado e um aperto no estomago como se fosse vomitar, vomitar toda a sua dignidade.

Ainda no ginásio Justin tentou ir atrás da menina, ele queria fazer algo, mas Caitlin o impediu.

-Fica quieto ai, eu vou ver como ela esta. –ele voltou a sentar.

-Ta, mas manda notícias. –disse impaciente enquanto a menina saia.

Cailtin correu pelos corredores tentando encontrar a menina até que finalmente a viu entrando no banheiro. Abriu a porta e olhou por baixo dos boxes até encontrar os únicos pés calçados com sapatilhas cor de rosa.

-Isabelle –ela chamou quando ouviu o choro dão menina. –Isabelle.

-O que quer? Rir de mim como os outros? –ela murmurou entre um soluço.

-Não de jeito nenhum, essa escola é cheia de babacas, mas eu não sou um deles.

-Vai embora –ela pediu.

-Justin me mandou aqui, ele ta preocupado com você –ao ouvir o nome dele Isabelle abriu a porta do boxe e encarou Caitlin a sua frente. –Você quer que eu busque algo? Água com açúcar, lenços, um caminhão pra atropelar os babacas da escola. –a menina riu fraco e sentou em cima da tampa do vaso apoiando os cotovelos no joelho.

-Ele ta com vergonha de mim? –ela perguntou ainda chorando.

-Quem, Justin?

-É –Caitlin se aproximou se ajoelhando na frente da menina.

-Claro que não, ele ta quase enlouquecendo lá. Eu tive que segurá-lo pra ele não bater nos caras –ela tentou fazer a menina rir, mas não adiantou muito –Ele queria vir atrás de você, eu que não deixei. Eu tenho certeza que se ele te visse nesse estado ele ia dar uma surtada, o conhece faz um bom tempo.

-Tipo quanto tempo? –ela perguntou tentando secar algumas lagrimas que ainda caiam.

-Tipo muito tempo.

-Vocês cresceram juntos?

-Também, mas essa é uma longa história, depois te conto.

-Depois de hoje você ainda vai querer falar comigo? Logo você.

-Por que logo eu? –Caitlin riu sem entender.

-Você é de longe a garota mais bonita da escola, é líder de torcida, os garotos são loucos por você e ainda tem uma das melhores médias da escola. Você é perfeita. –Caitlin riu envergonhada.

-Não mesmo, eu sou normal não tem nada de perfeito em mim.

-Claro que tem, quem dera eu ser metade do que você é eu... –Cailtin levantou fazendo uma cara de brava.

-Pode parar com isso, você é linda e não precisar ser ninguém mais além de vocês mesma.

-Sério?

-Claro, se quer ser notada você só precisa de um Up, nada mais. Agora esquece isso. –ela esticou a mão da menina.

-Vamos pegar as suas coisas, eu vou te deixar em casa e no caminho a gente liga pro Justin.

-Tudo bem –Belle disse segurando a mão da menina.

Elas cruzaram os corredores que ainda estavam vazios, pegaram os materiais nas salas e foram em direção ao estacionamento. Isabelle ficou maravilhada com o carro de Caitlin. Um lindo e independente jipe.

No caminho pra casa Caitlin discou o numero de Justin e entregou para Isabelle. Ele atendeu antes do terceiro toque.

-A Belle ta bem? –disse impaciente antes que a menina pudesse se pronunciar.

-Eu tô bem Justin –ela disse acalmando o garoto do outro lado da linha.

-Graças a Deus, eu tava tão preocupado. Eu preciso te ver. –ele disse desesperado do outro lado da linha.

-Eu to indo pra casa, e não vou poder sair, te vejo na escola amanhã. – ele bufou do outro lado.

-Odeio essa situação, queria poder te abraçar agora –ele murmurou derrotado fazendo o coração da menina apertar.

-Eu te adoro –ela disse tão suavemente que por um segundo Justin se calou e fechou os olhos do outro lado da linha absorvendo o que ela dizia.

-Eu também te adoro, muito. –ele respondeu mordendo os lábios e tentando conter a vontade que tinha de beija-la naquele instante.

-Tchau –ela disse com um meio sorriso no rosto.

O carro estava estacionado na frente de casa, ela tirou o cinto e sorriu pra sua nova amiga.

-Obrigada pela carona.

-Sempre que precisar de um regate é só me chamar –a menina abriu a porta se preparando pra sair –Se quiser depois a gente pode se reunir e escolher a roupa pra festa.

-Não acho que eu vá naquela festa, pelo menos não depois de hoje –a menina fechou a porta de casa e correu em direção a sua casa. 

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