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• Capítulo 3 •

Tia Emma chegará em breve. E eu estou nervosa. Por diversas razões. Uma delas é carregar a responsabilidade de cuidar de uma relíquia de família da qual nunca ouvi falar, a qual parece ser extremamente valorizada e respeitada, sabe Deus o motivo. Outra razão é a visita de tia Emma. Ela parece muito séria sobre o que irá me contar, seja lá o que for. E algo sobre essa conversa está me deixando tensa. E a maior razão de todas eu deixei por último: Tem um homem desconhecido morando comigo que saiu de dentro da lâmpada da família, aparentemente só eu consigo vê-lo e por algum motivo ele sabe quem eu sou. Mas eu não o conheço.

Estamos ambos na sala de estar do meu apartamento, sentados em sofás opostos. Ele de frente pra mim, parecendo não saber o que dizer e tenso. Olhando de um lado pro outro e com as pernas juntas e as mãos apoiadas nos joelhos. Uma posição um pouco encolhida como quem não está confortável. Ou...como quem não quer parecer confortável demais. Porque se ele me conhece...existe uma possibilidade de algumas outras coisas não serem novidade pra ele. Não sei o quanto ele sabe. Definitivamente nunca vi esse homem na minha vida, entretanto. Ele parece ter em torno da minha idade, então não seria alguém que me viu quando eu era criança, pra lembrar de mim sem que eu me lembre dele. Minha prioridade agora, entre todas as questões, é descobrir como ele me conhece.

E claro, não esqueci que não faz sentido trazer um homem que nunca vi na vida pra dentro da minha casa. Mas não tive muita opção. Ele parece determinado a ficar comigo. E considerando o que eu vi acontecendo mais cedo, quando ele simplesmente não estava naquela sala de forma alguma e simplesmente surgiu da fumaça roxa brilhante de dentro da lâmpada, eu duvido que seja um homem normal, mesmo que eu me sinta muito estranha em admitir isso. Além de que tia Emma não consegue ver ele também. Nem outras pessoas na rua no caminho até aqui. No ônibus também paguei por só uma passagem. Ninguém o vê. Só eu.

Decidi que se ele for ficar me seguindo, eu vou vigiar ele. Não sei o quanto consigo fazer contra alguém que não conheço e é, aparentemente, algum tipo de coisa mágica, mas eu não tenho opções melhores.

Sem contar que...tem algo nele que exala inocência. Não como uma criança fofa e inocente, mas...como alguém sem culpa. Alguém que está forçando estar comigo porque precisa de ajuda. Precisa de mim. Ou algo do tipo. Eu sei que estou soando imprudente e maluca, mas...eu acredito nessas coisas. E eu tenho uma sensação de que ele não vai me trazer problemas. Novamente, não que eu tenha muitas opções.

Olho para ele enquanto estou de braços e pernas cruzadas. Tento não parecer amigável ou vulnerável demais, apesar de definitivamente estar fingindo essa postura de atitude. Ainda estou assustada com tudo isso.

Ele finalmente olha pra mim sem desviar o olhar. Busco algo que eu possa perguntar. Sei que tenho muitas perguntas. É uma boa hora pra começar a questionar isso tudo.

- Certo, rapaz. Você está comigo desde que saí da biblioteca hoje, mas quase não trocamos uma palavra. Eu não tomei nenhum tipo de iniciativa, até porque não me parece uma boa ideia conversar com alguém que não está realmente lá para outros ao redor. Sairia de maluca. Mas agora eu acho que tenho algumas perguntas pra você. Já que estamos a sós. - Digo, tentando não parecer rude, mas ainda de forma firme.

- O que você quiser. Pode perguntar. - Ele responde prontamente, o que me surpreende um pouco. Ergo as sobrancelhas ligeiramente em resposta e penso.

Okay, então aparentemente ele está solícito sobre responder minhas perguntas. O que eu não estava esperando, na verdade. Mas vamos, antes que tia Emma chegue.

- Bem...tenho te chamado de "rapaz" desde que tudo aquilo aconteceu hoje mais cedo, mas isso porque ainda não sei seu nome. - Começo.

- É Jimin. Meu nome é Jimin. - Ele responde um leve sorriso no rosto.

- Jimin...certo. - Em um dos cantos dos seus lábios, um sorriso mais aparentemente tenta surgir assim que digo seu nome, mas ele parece se conter. - E...como você sabe o meu nome?

Ao relembrar ele de que me chamou pelo meu nome hoje de manhã, ele parece surpreso e sua feição segue para preocupação e...tristeza? Ele hesita em falar, e algo me diz que tirar essa informação dele não será tão fácil.

- Na verdade eu...sinto muito. Disse que poderia perguntar o que você quiser, mas algumas coisas eu sinto que não posso lhe contar...por enquanto. Eu realmente gostaria de te dar todas as respostas que precisa. Mas eu não...posso. - Ele diz, brincando com os dedos como quem está constrangido e olhando para os joelhos.

Suspiro.

- Certo. Tudo bem. - Ele olha pra mim. - Mas eu espero que você saiba que isso é muito estranho. Eu não o conheço e você está me seguindo o dia todo, além de estar na minha casa. Não tenho lá boas razões pra confiar em você. Apesar de, óbvio, não ter muito o que fazer contra você.

Jimin parece muito triste de repente e exibe uma expressão de quem está pensando desesperadamente em algo pra dizer. Continuo sentada lá, esperando. Ele parece, sim, genuinamente inocente e assustado. Mas não consigo simplesmente acreditar nisso vindo de um estranho. Se ele for uma pessoa decente, talvez minha confiança seja importante pra ele caso queira cooperação minha, e assim ele colabore para tê-la.

Dentro de alguns segundos ele parece pensar em algo, mas não parece certo do que conclui. Ele olha pra mim com olhos que pareciam carregar muita melancolia. De forma que pesa meu coração e me faz sentir estranhamente mal. Não como se eu tivesse feito algo mal, mas como se algum pensamento muito triste viesse na sua mente quando olhava pra mim, e como se eu pudesse sentir a tristeza dessa lembrança. O que só me deixa mais curiosa sobre outra pergunta ao seu respeito. E quando estava prestes a falar, Jimin move uma das mais rapidamente e de uma rápida fumaça roxa entre seus dedos, uma foto surge. E ele a entrega a mim.

- O que é isso? - Olho para a foto e de repente sinto uma forte dor no coração. Fico um pouco tonta e as duas pessoas na foto que ele me entregou viram quatro. E seis. E o mundo ao redor parece girar e girar. Sinto meu corpo leve tombando pra frente na direção da mesa de centro da sala de estar, e penso que vou cair. Mas antes disso, um corpo surge rapidamente diante de mim. E o toque quente e firme dessa pessoa desperta um pouco a mente que estava quase indo embora. Eu estava prestes a ficar inconsciente, mas algo me segura por tempo o suficiente para ouvi-lo falando.

- Eleanor, você está bem? Eu estou aqui. Não me deixe agora, por favor.

Sua voz terna agora perto dos meus ouvidos me chama. E apenas dessa vez, soa familiar. Soa como música. E logo, eu desabo na escuridão. Nos braços de um desconhecido familiar.

...

Tan tan taaan

Oie galerinha doida. Estou aqui trazendo orgulhosamente outro capítulo pra vocês. Obrigada pela paciência. E vamos que vamos porque amém estou com ideias pra postar outro yeeey.

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