Criptografia dolorida
CARMELLA Narrando
Eu estava muito ferrada! Ainda mais porque estava me recuperando do outros ferimentos, e o Masky não facilitava. Torturas nos filmes passam longe de retratar a crueldade na vida real. Quando ele acabou, saiu do quarto, ele sabia onde exatamente tinha que ir para me causar dor sem que eu morresse, e isso me deixava mal, seria melhor morrer do que sofrer tanto assim.
Mas eu não iria me deixar morrer, não, lutei muito para no fim morrer na praia? So que não! Sou a hacker mais foda do meu pais, e não vai ser um assassino meia boca que vai tirar meu legado.
Aproveitei o sangue em grande quantidade escorrendo pelos meus braços, pulsos, pernas e pescoço, para mexer as mãos soltando aos poucos as cordas, Masky sempre demora para voltar mesmo, então eu ganharia tempo. Uma vez livre, eu me levantei, mas estava fraca demais, então cai no chão como um saco de batatas, a perda de sangue foi muito grande, iria demorar um pouco para eu me estabilizar, fora que minha tacha de glicose estava extremamente baixa pela falta de comer, mesmo assim me arrastei até atras da porta. Forcei meu corpo a ficar de pé, enquanto eu segurava um pedaço de pedra afiada que tinha achado por ali. Minha vista estava querendo ficar embaçada, mas eu não iria desmaiar, não ainda, eu preciso sair daqui, com certeza o Ben estava me procurando.
Meu celular vibrou, nem lembrava que estava com ele, OH HOMEM BURRO DE ME DEIXAR COM ELE!! Abri a mensagem e quase cai.
Anonimo -> "Não pense que está sozinha Carmella, estou mais perto do que imagina"
Eu sabia exatamente quem tinha me mandado, mas esperava com todas as forças, estar errada. Enviei uma mensagem em codigo pro Ben, guardei o celular quando a porta foi aberta, Masky ficou indignado quando não me viu, pulei nas costas dele enfiando aquela pedra na sua clavícula, isso o fez gritar e jogar meu corpo no chão, gritei de dor pelas feridas abertas. Meu corpo estava pesado demais para levantar.
Masky: Parece que você ainda tem alguns truques na manga -- Ele me levanta pelos cabelos e me senta na cadeira novamente -- Vou ter que aumentar sua tortura para ver se fica calminha.
Sorrio assim que vejo o Ben o tirar de perto de mim, o copo do Masky voou batendo na porta com tanta força, que a mesma entortou.
Ben: Você sabe que eu não gosto de matar, mas se voltar a tocar na Carmella, terei que ir contra meus principios e matar você.
O mascarado se levanta
Masky: Você e sua mania de ir contra nós.
Antes do Masky avançar, Ben o chuta fazendo o mesmo arrombar a porta e cair la fora, Ben avança nele fazendo varios cortes no mesmo, e quebrando suas costelas e pulso, apenas ouso os gritos do Masky de dor. Quando ele volta, sou pega no colo.
Ben: Me desculpe por isso.
Carmella: Pelo menos você veio.
Ele me leva por dentro do meu celular até aquele hospital.
DrSmiley: Assim não da ne Ben! -- Repreende enquanto fazia os curativos em mim -- Ela é uma humana, não pode ficar passando por isso.
Carmella: Eu to de boas.
DrSmiley: Fale isso depois que cruzar o reino inferior -- Suspira e termina -- Ela não vai durar muito tempo assim.
Ben: Eu vou dar um jeito nisso.
DrSmiley: Nem tudo pode se dar um jeito -- Falou com ar de melancolia
Carmella: Fala por experiencia propria? Perdeu alguem?
DrSmiley: Não estou aqui para falar de mim, mas de você! Ou é uma garota de sorte, ou muito azarada, já que era para você está morta a muito tempo.
Ben: Acredite, eu vou resolver isso. -- Diz acariciando meu rosto -- Não vou deixar que nada mais lhe machuque.
Coro de leve. Nooooossaaaaa!! Esse é pra casar. Aos poucos estou me apaixonando por ele.
BEN NARRANDO
Apos o Smiley dar pra Carmella algo estranho numa seringa, ela já estava bem melhor, felizmente isso. Deixei ela descansando e fui acertar contas com aquele infeliz mascarado. Porem, fui parado pela Natali.
ClockWork: Onde pensa que vai, garoto?
Ben: Não é da sua conta, tic tac. Masky está ai?
ClorkWork: Essa informação não está disponível.
Ben: Verei eu mesmo então.
Tento passar, mas ela joga sua faca que acerta o chão entre meus pés, a olho e estreito meus olhos.
ClockWork: Você não tem permissão.
Ben: Vai caçar o Toby...ah é ele te deu um chute para ficar com a Lost. -- Sorrio
Isso a deixa vermelha de raiva. A mesma avança na minha direção, desvio dela e a paro com minha faca no seu pescoço.
Ben: Ficou chateadinha foi? Me deixe passar.
ClockWork: Só se me matar, ah é você é um covarde nesse quesito. -- Ela tenta me acertar com sua faca, mas eu seguro seu pulso, virando a faca para seu coração -- Vamos Ben, me mate, seja como o Dark.
Trinco o maxilar, a jogo no chao e perfuro seu pulmão com minha faca, longe meio milimetro do seu coração.
Ben: Eu não sou como ELE! -- Vocifero a vendo tossir sangue.
Só tinha tres jeitos de matar os creepypastas, isso os que ainda estão vivos.
1º: Acertar o coração
2º: Queimar
3º: Arrancar sua cabeça.
Sem isso, no maximo você vai ganhar tempo para uma fuga mediocre.
Passo por ela entrando na casa.
Ben: MASKY SEU MERDA! APAREÇA!
Abro a porta de uma vão da casa, perco o folego assim que a vejo, parada como se estivesse me esperando, bem ali sentada estava ela. Sua pele palida, quase transparente, perfeita; os olhos prateados com um brilho verde opaco, e fundas olheiras negras envolta, a deixava ainda mais bela. Seu corpo que um dia tive o prazer de tocar estava ainda mais delicioso. Mas eu tinha que resistir a tentação, sua influencia não me afetava...ou sera que sim? Ela sabia que sim, pois o sorriso que brotou em seus labios jogava isso na minha cara.
Zero: Oi amor, saudades?
Engulo a seco, sua voz suave e aveludada me dava um puta tesão.
Ben: Onde está o Masky?
Zero: Acabou de sair, pedi que nos deixasse a sós. -- Ela se levanta de onde estava sentada, e caminha até mim, como se estivesse flutuando. Parando perto de mim, invadindo meu espaço pessoal -- Como está seu brinquedinho? Espero que o Masky não a tenha assustado tanto. -- Diz com a voz carregada de sarcasmo.
Ben: Se ele, ou você, chegarem perto dela novamente...
Zero: Você vai fazer o que? -- Ela pegou nas minhas mãos, as pondo em sua cintura -- Vai me matar? -- Ela ri, uma puta risada gostosa -- Nós dois sabemos que você não vai fazer isso.
Aperto sua cintura a vendo arfar, suas delicadas mãos deslizaram pelo meu tronco, por dentro de minhas vesteis, arranhando minha pele sensivel, me fazendo arrepiar.
Ben: Por que está fazendo isso? Deixe ela em paz, torture a mim.
Zero: Eu já fiz isso Ben, mesmo que indiretamente. Torturar seu brinquedinho novo também está lhe afetando -- Ela desce suas mãos até a barra da minha calça -- Devo admitir que ela é bem forte para uma garota comum. -- Seu rosto fica perto do meu pescoço, onde ela lambe provocativa, para então da uma mordida de leve -- Como você está? Soube que o Masky lutou com você.
Ben: E você se importa? -- Eu queria, mas não conseguia me afastar dela. Suas mãos deslizam para dentro da minha calça, tocando meu membro duro, solto um suspiro quando ela começa a mexer nele com maestria.
Zero me olha.
Zero: Você sabe que sim.
Ela me puxa para a mesa, onde se senta me trazendo para junto de si, colando ainda mais nossos corpos, fazendo minha ereção roçar em sua intimidade, onde com certeza estava molhada. Sem parar de me masturbar.
Zero: Eu já disse que não quero você morto ou machucado demais, isso acabaria com a graça. -- Ela volta a morder meu pescoço.
Ben: Isso tudo pra você é um jogo não é? Sempre um maldito jogo.
Zero: Você achava divertido
Ben: Isso era antes. -- Ela aumenta o ritmo.
Eu não iria aguentar.
Zero: O que mudou? Vejo que não o tesão por mim.
Me arrependi amargamente de ter gozado em suas mãos, me sentia o pior canalha de todos, Zero levou a mão aos labios e lambeu o liquido pegajoso com um sorriso vitorioso.
Zero: Sentia falta de seu gosto.
Saco uma faca e coloco em sua garganta, a mesma sorri mais largo.
Ben: Pois o jogo acaba aqui.
Antes de se quer eu fura-la, a mesma me chuta pra longe, rola pela mesa ficando atras dela, avanço na direção dela, contudo ela saca sua marreta e quase me acerta. consigo fazer um corte fundo na perna dela, então a prendo contra a parede com minhas mãos envolta de sua garganta, apertando.
A mesma sorria para mim. Fui tirado por um chute forte dela e jogado no chão.
Zero: O jogo só acaba quando eu quero que ele acabe.
Avanço nela, mas a mesma é mais rapida e pula a janela. Ainda tentei ir atras da peste, com tudo ela havia sumido, e eu precisei voltar pro jogo, já que a tosse com sangue tinha começado.
Preciso proteger a Carmella dessa louca, e matar a Zero logo.
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