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Arquivo infernal

BEN Narrando


Terminei de cortar o Sonic.EXE e o prender no chão com minha espada na sua garganta

Sonic.EXE: Está cometendo um grande erro Ben, somos feitos para ficar nos jogos. — Ele diz enquanto se afoga no sangue

Ben: Eu não sou muito de seguir as regras das maldições.

Terminou cortando da garganta até a cabeça dele, balanço a espada retirando o excesso de sangue e coloco de volta na bainha.

Ben; CARMELLA!! — Grito

Ela não poderia ter ido longe se tentasse fugir, eu podia sentir o cheiro do sangue dela. Entro na Tv que tinha ali.

Aquela pergunta dela não sai da minha cabeça, não é possível ela tê-lo visto, eu aprisionei ele, preciso verificar isso.


CARMELLA NARRANDO


Eu já vi ele, fui designada a rastreia-lo enquanto estava no convento. Era o Eyeless Jack.

Só tem gente bonita nisso aqui.

Ele começou a caminhar pra cima da minha amiga com sua faca, então Jack lhe fez um corte preciso onde tem o Rim. Minha amiga gritou

Carmella: EYELESS SAI DE PERTO DELA!!!

Ele me olhou. Aí que merda, deveria ter deixado ele matar a Julie.

Começo a me arrastar pra fora do quarto, mas sou puxada pelas pernas.

Carmella: BEN!! BEN SOCORROOO!!!

Eu estou chamando um psicopata para matar outro psicopata, QUAL O MEU PROBLEMA?

Ele nunca vai vir, com certeza já sumiu...

Eyeless: Shiiiii eu vou acabar logo com isso. — Eu senti a lâmina penetrar fundo na minha pele.

Então o quarto todo brilhou em verde, o computador da Julie ligou em uma tela de pixéus. Então o Ben apareceu nela.

Ben: Eyeless não era para você estar aqui.

Ele sai de dentro da tela, eu estou horrorizada com o fato dele ter vindo mesmo. MATA ELE SAMARA DE CABELO LOIRO!!

Eyeless: Eu estou de olho naquela menina a muito tempo — Ele aponta pra Julie — Você está invadindo meu território.

Ben: Eu preciso delas para me livrar da maldição, depois você pode comer a garota.

Eyeless: Ela vai sobreviver sem o Rim.

Carmella: Nem morta!

Ben: Saia Eyeless, depois eu lhe dou ela.

O garoto de máscara azul suspira e me solta, solto o ar que nem me lembrava estar segurando.

Porém ele pegou Julie e pulou a janela.

Ben: Mais que merda! Consegue andar Carmella? — Ele se abaixa na minha frente

Carmella: Eu perdi muito sangue.

Ben: Você vai ficar bem. Temos que achar sua amiga.

Egoísta

Carmella: Essa não é a parte em que você tira a camisa para estancar meu corte?

Eu sempre faço piadas em horas ruins.

Ele ri.

Ben: Se você quer que eu tire a roupa, era só pedir.

Sinto meu rosto corar.

Ben faz um curativo com pontos nas minhas costas e onde o Eyeless me cortou. Por sorte eu não perdi meu Rim.

Carmella: Vou parecer o Frankenstein desse jeito.

Ben: Nao está tão mal assim. Sua amiga tem celular?

Carmella: Aquilo não é um celular, e praticamente o oxigênio dela.

Ben: Ótimo, vai ser mais fácil achá-la.

Ben me guiou pelo mundo pixelar do computador, era uma viagem muito maluca isso, e eu estava gostando. Ele parecia tão determinado.

Carmella: Deve ser horrível ficar preso a alguma coisa.

Ben: Você nem imagina. — Ele me olha — Por que você estava naquele convento? De Santa você não tem nada.

Carmella: Fui pega hackeando um site do governo, eu era de um grupo poderoso de hackers, quando isso aconteceu eu não falei dos demais, então a polícia me deixou confinada no convento trabalhando pra eles.

Ben: Isso explica o fato de meus amigos morrerem e serem presos em clínicas psiquiátricas.

Carmella: São só negócios.

QUEBRA DE TEMPO

Ben rastreou a minha amiga até um porão de uma casa antiga, o celular dela estava um tanto longe apoiado numa mesa. Conseguimos sair pela tela.

Sinceramente eu estava com raiva dele por estar fazendo essas coisas, eu também sei rastrear ;-;

Carmella; Julie? — Me aproximo — Meu Deus! — Levo a mão à boca quando ela estava coberta de sangue e com alguns cortes. Seu Rim havia sido retirado e tinha pedaços no chão, como se alguém tivesse mastigado ele.

Verifico se ela está respirando, e estava, só que muito fraca.

Carmella: Ela precisa de um hospital ou não vai sobreviver.

Ben: Não temos tempo para isso.

Ben saca sua espada e fica na minha frente a usando contra uma faca que iria me acertar.

Ben: Apareça!

O som das madeixas da escada estalando a cada pisada forte me deixava arrepiada de medo.

Já na luz uma garota apareceu, ela tinha uma marreta grande é um cachecol preto e branco.

Ben: Zero?

Zero: Ora ora, então você está tentando tirar a maldição? Eu vou ter que discordar disso.

Ben: Não se meta Zero, se não quiser perder a cabeça.

Ela gargalha alto jogando a cabeça pra trás.

Zero: Eu já me meti querido. Desde sua morte.

Aquilo choca ele.

Ben: O que quer dizer com isso?

Zero: Digamos que não foi tão acidental assim. Oh foi até fácil persuadi-lo a fazer isso.

Ben: Não! Foi um acidente.

Outra gargalha explode nela.

Zero: Como você é ingênuo. Chega a ser sexy.

A garota avança no Ben, porém o alvo dela era....eu? Mal vi quando quase recebi uma marretada dela, se não fosse a espada do elfo eu estaria morta agora.

Zero: Como eu pensei.

Ben: Zero eu gostava de você, mas por favor não toque na Carmella.

Ele estava calmo, muito calmo.

Zero: Ela é um nada, somos feitos para matar! Foi isso o que eu lhe ensinei!

Ben: Você não me ensinou nada.

Ele quase corta ela, mas a mesma desvia e se afasta.

Zero: Você me deixa triste assim.

Pego a faca no chão e desamarro a Julie, seguro seu corpo mole para não cair no chão.

Carmella: Ben?

Ele estava submerso nela, parecia que ela o estava comandando. Ben começa a se ajoelhar com cara de dor.

Sento Julie na cadeira novamente, aperto a faca na mão e vou pra cima dela a furando com a faca, a mesma grita e me soca o estômago.

Zero: Sua vadia. — Ela me segura pela garganta

Carmella: B..BEN!!

Zero: Ele não pode ajudar, não pode ficar muito tempo longe do jogo, e ele não está aqui.

Agora fodeu.

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