Je t'ai aimé jusqu'à la fin
Olá pessoal! Faz muito tempo que não posto nada por aqui, mas trouxe a vocês uma one-shot, em conjunto com o projeto maravilhoso PurpleGalaxy_Project, onde estou participando como FicWriter. O primeiro ciclo do projeto tem como temas a Galáxia, e o Ciclo da Vida, e como foco o nosso menino de ouro, Jeon Jungkook! Então deixo a vocês o primeiro e único capítulo de "Étoile Filante"!
Créditos:
Escrito por: kimsoowa133
Co-Autor:PurpleGalaxy_Project
Avaliação por:ggukluvi
Betagem por:soobinvaqueiro
Desing por:spwceshuttle
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Autora🌟
"— Estrelas cadentes são fragmentos de asteróides ou restos de cometas que entram em nossa atmosfera com uma velocidade de aproximadamente 250.000 km/h. Em virtude da alta velocidade e do atrito com o ar atmosférico, esses corpos do espaço incendeiam-se, o que provoca um rastro de luz no céu noturno. —"
Kim Namjoon, um simples pastor de ovelhas, admirava o fenômeno noturno sempre que podia e hoje não seria um dia diferente dos outros se algo um tanto inusitado e mágico não tivesse acontecido. Do céu noturno coberto de nuvens, algo brilhante vinha descendo e, quando cortou as nuvens, foi possível ver um corpo emaranhado por tecidos, caindo de forma lenta.
No primeiro instante, Namjoon não acreditou no que via, mas quando percebeu que o corpo se aproximava do chão, correu junto a suas ovelhas até onde este pousaria, recebendo em seus braços o corpo reluzente. Ele não entendia o que havia acabado de acontecer, mas entenderia assim que o homem em seus braços acordasse.
[...]
Kim Namjoon🌟
Acordei coçando a cabeça, enquanto ouvia minhas ovelhas em frente a minha casa, e também estranhando o sonho que havia tido. O ser que segurei em meus braços no sonho era alguém muito lindo e de aparência chamativa. Sentei na cama, porém ao esbarrar em algo quente, me virei para trás assustado, visualizando o homem do sonho deitado ao meu lado. Levantei-me e observei a forma como ele dormia, tentando assimilar o que havia acontecido, já que tudo o que ocorreu não era um sonho.
Ver ele deitado na minha cama estava me deixando zonzo de um sentimento que não conhecia. No entanto, quando o ser se remexeu, dando sinal de que acordaria, me aproximei somente um pouco, curioso de como ele reagiria. Primeiro o nariz um tantinho grande mexeu, em seguida o rosto bonito se contorceu numa careta e, logo após, os olhos se abriram, revelando um azul escuro brilhante. Em primeiro momento, seus olhos se focaram na minha pessoa e eu não ousei desviar minha visão do olhar afiado dele.
O silêncio dele não estava ajudando em nada, então resolvi me mexer, afastando-me da cama, e esse foi o momento que vi ele abrir a boca para dizer algo.
— Onde eu estou? — A voz era melódica e um tanto baixinha.
— Na minha casa — fui direto por estar um tanto nervoso, mas ele não gostou da minha resposta. Vi ele se levantar da cama e andar até a janela mais próxima. Ali ficou parado por alguns minutos, porém quando se virou para mim, possuía uma expressão um tanto quanto indecifrável no rosto.
— Estou em solo terrestre — ele disse e num rompante abriu a porta da frente, parando na varanda, enquanto olhava tudo ao redor de olhos arregalados. Fui até o ser, parando ao seu lado, observando o quanto ele parecia assustado e maravilhado ao mesmo tempo.
— Você é algum tipo de anjo? — perguntei, vendo-o se virar para mim com uma carranca no rosto.
— Não — respondeu, seco.
— Então uma estrela? — opinei de novo.
— Também não — e, novamente, ele respondeu, cruzando os braços.
— Mas você caiu do céu enquanto brilhava — insisti na minha pergunta e ele, raivoso, bateu os pés no chão.
— Mas já disse que não sou uma! — Dito e feito, o deixei nervoso e o colar que ele tinha preso ao pescoço começou a brilhar. Os cabelos loiros começaram a flutuar e não foi diferente com o corpo dele, mas ao ver que estava me deixando assustado, parou com o que fazia.
— Desculpa — pedi, enquanto me movia para dentro de casa, sendo seguido por ele, que fechou a porta.
— Não precisa se desculpar — falou e se moveu até a cama, onde sentou-se. Em um silêncio constrangedor, preparei alguma coisa para comermos, somente um pão com leite, e ofereci os alimentos a ele quando terminei. Me sentei ao lado dele na cama e ficamos assim, um ao lado do outro, até terminarmos de comer.
— Como se chama? — indago, quando o vi engolir o último pedaço de pão, e os olhos dele viraram-se para mim.
— Jeon Jungkook.
— Kim Namjoon — apresentei-me em seguida e o silêncio voltou, contudo, percebi que ele me olhava, então não me fiz de rogado e olhei de volta.
— Eu não sou uma estrela, mas o meu colar veio de uma. — Ele estava envergonhado e, com uma das mãos, mexia no colar. Era uma pedrinha azul em forma de gota, com um símbolo dourado no centro.
— Ontem o que você viu foi a magia que ela emite a quem a possui. Quando caí do castelo, a magia nela foi acionada. — Os olhos demonstravam uma certa tristeza ao falar sobre o tal "castelo" e minha curiosidade sobre o lugar estava evidente, assim não me segurei em perguntar:
— Um castelo no céu? — Uma coisa um tanto inacreditável, mas depois de vê-lo cair, nada mais era impossível para mim.
— Sim, um castelo flutuante. É um pedaço de terra que é movido com magia, uma magia antiga. Ninguém nunca o viu, porque está sempre escondido entre uma nuvem densa e enorme. — Com a descrição, imaginei como seria a nuvem e o castelo o qual era escondido.
— Deve ser incrível — soltei, exibindo um sorriso radiante, mas ao olhar para o lado vi que ele não parecia concordar e o que presumi ser verdade foi confirmado ao que ele murmurou baixo:
— Não tanto quanto você imagina.
[...]
Depois do nosso diálogo, fui pastorear minhas ovelhas tendo a companhia de Jungkook. O observava de vez em quando, vendo-o interagir com meus animais de vez em outra, ou até mesmo olhar para o céu com um semblante melancólico. Meu dia se resumiu em analisar cada detalhe do outro, descobrindo se ele estava bem e confortável ao estar em minha companhia.
Os dias seguintes se resumiram a isso: dormir e acordar ao lado dele, fazer minhas refeições com ele e trabalhar com ele me observando. Minha rotina pacata havia se tornado um tanto quanto agitada e só fazia uma semana que ele estava ali. Minhas ovelhas eram as melhores amigas de Jungkook. Ele conversava com elas, dormia ao lado delas no cochilo da tarde e até mesmo ficava brincando com elas.
Sobre de onde ele veio, resolvi não perguntar mais nada para não deixá-lo desconfortável, porém esperava que, em algum momento, ele me contasse mais sobre o lugar e o que aconteceu para ele estar ali agora.
Hoje eu estava no celeiro, arrumando alguns montes de feno e Jungkook estava do lado de fora com as ovelhas. Ao total eram dez delas, sendo duas filhotes, essas que Jungkook fazia questão de carregar de um lado para o outro desde que as conheceu, então não fiquei surpreso ao vê-lo entrando no celeiro com Nabi e Haru no colo, enquanto as outras seguiam ele.
— Trouxe Nabi e Haru. Elas estão querendo tirar um cochilo agora, Namjoon! — Larguei o forcado sobre o suporte e fui até ele, pegando as duas ovelhinhas nos braços, colocando elas no chão em seguida e observando-as irem direto para o feno.
— Elas não vão demorar a dormir, então é melhor irmos almoçar. — Me virei para ir até ele, mas as ovelhas vieram todas de uma vez, passando entre minhas pernas, fazendo-me tropeçar nos meus próprios pés. Tentei me manter, porém vacilei e caí de encontro a Jungkook.
Ele estava entre meus braços e nossos rostos estavam bem próximos. Não me aguentei em observar os olhos azuis escuros e os lábios vermelhos que estavam bem ao meu alcance, então somente juntei minha boca a dele num singelo selinho, coisa que o deixou vermelho como a casca de uma maçã bem madura.
— Você me beijou? — foi o que ele me perguntou ao que segurou meus ombros, me mantendo no lugar.
— Sim, não resisti a tentação. — E minha resposta o deixou ainda mais envergonhado. Ficamos alguns minutos na posição estranha que estávamos, no entanto, ao escutar a barriga do loiro roncar, nos levantamos e fomos até a casa. Fizemos tudo em silêncio, mas nossos olhares estavam sempre conectados e permanecemos o dia inteiro assim, em uma troca de olhares e pequenos sorrisos, e ao anoitecer, na hora que fomos dormir, dormimos rapidamente com a doce sensação de paixão no ar.
[...]
Jeon Jungkook🌟
O beijo que havia recebido de Namjoon me manteve acordado por um bom tempo, pois não conseguia parar de pensar no que aquilo significava para mim.
Um ato involuntário?
Ou o começo de uma paixão ardente?
No dia que acordei e o vi bem perto de mim, pensei com todas as letras que ele era um homem muito bonito, mas, em seguida, me toquei que não estava mais nas dependências do castelo. Foi surpreendente andar até a janela e, depois, até o lado de fora da casa e ver que eu estava no lugar que tanto queria visitar: o solo terrestre.
Aqui as pessoas podiam andar livremente e continuamente sobre vastos campos, florestas e estradas. Elas também podiam ver o mar de um ponto específico, tocar os pés na areia e no mar de água salgada.
Essas coisas eu sempre via lá de cima, mas ter a oportunidade de ver de perto, de tocar e sentir o cheiro era mil vezes mais atraente do que viver só olhando. Sentia curiosidade sobre as pessoas terrestres também, pois os cabelos em maioria eram sempre escuros e até, às vezes, avermelhados ou mesmo mais claros. No entanto, o cabelo de Namjoon era tão escuro quanto o céu noturno e os olhos verdes dele eram como as folhas de um carvalho.
No castelo, eu vivia vendo cabeças loiras andando de um lado para o outro e, agora, via a cabeleira escura de Namjoon em meio ao campo enquanto era rodeado por um pequeno grupo de ovelhas. Era tudo tão diferente que, aqui, sobre a terra, me sentia mais livre para fazer o que eu queria sem receber olhares desgostosos. O castelo era um lugar maravilhoso, um ambiente bonito e cheio de segredos para serem descobertos e aventuras para serem vividas, mas era um lugar carregado de energia negativa e falsidade.
Suspirei ao lembrar do quanto era desgastante viver lá, porém ao olhar para o rosto sereno de Namjoon dormindo, relaxei, pegando no sono.
"Era um dia comum, como sempre. Eu estava na biblioteca lendo um livro sobre animais, quando escutei a porta do lugar sendo aberta com brutalidade. Não fiz questão de olhar, pois sabia quem era a pessoa inoportuna que havia entrado. Continuei com minha leitura, querendo saber mais um pouco sobre as ovelhas, mas o livro foi tomado à força das minhas mãos, deixando-me nervoso.
— Por que fez isso? — interroguei, com raiva na voz, olhando para Jeon Calebe em minha frente, meu irmão mais velho e a pedra no meu sapato.
— Quero sua atenção, irmãozinho.
— Mas eu não quero, então pode me devolver o livro? — pedi, impaciente, mas o sorriso que ele abriu no rosto me mostrou que ele não iria cumprir o meu pedido.
— Não vou entregar, vou fazer melhor. — Calebe se virou, andando em direção a lareira, e com os olhos arregalados vi ele jogar o livro no fogo. Me levantei do sofá e caminhei até a sacada, segurando meu colar em mãos, um pouco desconfortável com a situação. Ele ia aprontar alguma coisa de novo.
— Eu disse que quero sua atenção e você vai me dar ela mesmo não querendo. — O mais velho se aproximou com sua voz irritante, parando atrás de mim.
— E o que quer de mim, Calebe? — Me direcionei a ele a tempo de avistar os olhos mais claros que os meus brilhando em diversão e maldade.
— Fiquei sabendo que está doente, é verdade? — Havia sido claro com o médico para que ele não saísse espalhando sobre minha doença para ninguém, mas tinha me esquecido de como meu irmão podia ser ardiloso quando queria saber de algo e, perfeito, o maldito médico contou tudo para ele.
— Se o médico já disse o que você queria tanto saber, por que veio me perguntar? — Estava farto do teatro que ele tinha montado, mas toda a situação lhe parecia um jogo de xadrez e eu era uma peça que ele queria eliminar.
— Ora, é mais interessante escutar da sua boca que é verdade que logo, logo você vai morrer. Mas não posso deixar uma doença qualquer matar você quando quero fazer isso com as próprias mãos. — Sabia que meu irmão era louco, porém não tão louco a ponto de me jogar da sacada da biblioteca. Senti o empurrão e, de imediato, a pressão de cair."
Acordei sendo chamado por Namjoon e sentei-me na cama ofegante, sentindo as mãos grandes sobre minhas costas. Olhei para ele ao meu lado e o rosto demonstrando preocupação deixou meu peito quentinho.
— Você está bem? Você começou a se debater na cama, então tive que te acordar. — Somente assenti diante da pergunta de Namjoon e fechei os olhos para apreciar mais um pouco dos afagos que recebia dele. Entretanto, podia sentir a curiosidade dele sobre o que havia ocorrido.
— Meu irmão me jogou de uma das sacadas do castelo. Estava sonhando com isso. — Namjoon ficou surpreso com minha revelação e, com isso, me puxou para dentro de seus braços.
— Ele não gostava de você? E seus pais? Nunca fizeram nada? — Ele parecia indignado com o ato do meu irmão, mas eu estava acostumado a lidar com ele.
— Calebe nunca gostou de mim e sobre os meus pais, posso dizer a mesma coisa. Tudo porque não nasci portando a magia de uma estrela como eles. — Dirigi o olhar para minhas mãos sobre o peitoral de Namjoon e dei um pequeno sorriso.
— Mas, de fato, nunca me importei em ser como eles, pois, com o tempo, percebi que de nada importava ter magia, já que ela não mudaria e não adicionaria nada na minha vida, e nem mesmo curaria minha doença. — Com minhas mãos senti o coração de Namjoon falhar algumas batidas e outra vez sorri por saber que ele se importava comigo como ninguém nunca se importou.
— Para eles, lá em cima, tanto faz se eu morri ou se meu irmão me matou. Calebe fez algo que eu deveria ter feito há muito tempo e eu agradeço a atitude que ele teve, pois conheci você. — Olhei para cima e notei os olhos tão bonitos de Namjoon me observando com carinho, e também um pouco de tristeza.
— Uma vida tão complicada, estrela. — Ri com o apelido, lembrando das perguntas que ele me fez após eu acordar, e dei uma encolhida quando recebi um selinho de novo.
— Mas devo agradecer o desmiolado do seu irmão, já que ele me deu você, e agora, você é alguém muito importante para mim, estrela.
[...]
Os dias se passaram e o que tinha começado a sentir por Namjoon, e ele por mim, cresceu numa proporção avassaladora, a ponto de não precisarmos usar palavras para sabermos o que cada um sentia e queria. Os beijos viraram algo costumeiro, nossas conversas ficaram mais longas, nossos banhos passaram a ser algo compartilhado e a minha doença um pouco mais evidente a cada dia que se passava.
Sabia que meu tempo era curto e eu estava aproveitando cada segundo ao lado de Namjoon. Não queria deixá-lo sozinho, pois não sabia como ele seguiria em frente sem mim. Minha presença já era indispensável na vida dele e tinha medo de partir, porém ele sempre sorria quando percebia o que eu estava pensando.
Hoje era para ser um dia normal, mas, desde cedo, não conseguia levantar da cama. Meu corpo não me obedecia mais. Ele havia saído bem cedo de manhã para levar as meninas ao campo e antes tinha me alimentado com uma sopa de batatas e cenoura. Durante o almoço ele fez a mesma coisa e no café da tarde também, mas já estava de noite e ele ainda não havia voltado.
Já ia pela décima quinta vez tentando levantar, quando a porta da frente se abriu, revelando a imagem de Namjoon. Sorri na direção dele e ele veio até mim, pegando minha mão fria e deixando um beijo quente sobre minha testa.
— Você demorou. — Minha voz saiu baixa e ele não me respondeu, pois estava ajeitando as roupas sobre meu corpo.
— Estava preparando algo para você. — O olhei de soslaio e ele apertou meu nariz antes de me pegar no colo.
— E o que é? — indago, aconchegando minha cabeça sobre o peitoral dele, escutando as batidas ritmadas de seu coração.
— Logo você vai ver, estrela. — Namjoon saiu me carregando porta a fora, até começar a andar sobre o campo. O céu estava limpo, sem uma nuvem sequer, e a via láctea estava bem presente, nos mostrando seu caminho de leite.
Olhei para onde Namjoon me levava e acabei notando as ovelhas esperando no meio do campo, em volta de alguma coisa. Quando ele se aproximou, elas abriram caminho, então eu vi um pano no chão, cheio de peles e almofadas.
— Nós vamos observar as estrelas cadentes hoje, Jun. — Namjoon me colocou deitado e logo fez o mesmo, sendo acompanhado pelas meninas. Nabi e Haru, já um tanto grandinhas, ficaram perto de mim e sorri com a atitude tão doce das duas.
— Você gosta mesmo dessas estrelas cadentes — comentei num sussurro, olhando para Namjoon.
— Gosto, e passei a gostar mais ainda quando você literalmente caiu nos meus braços. — Ele acariciava meu rosto e os seus olhos brilhavam. Era sempre assim quando me observava, detalhando cada pedacinho de mim.
— Vai sempre se lembrar disso. — Desviei meus olhos dos dele quando, em um vislumbre, vi algo passar cortando o céu.
— Sim. Até o meu último suspiro, estrela. — Juntos olhamos os corpos celestes passarem sobre nós e a cada uma que passava, eu fazia o mesmo pedido.
"Que eu o encontre em outra vida e em mais outras que estão por vir."
Entre os braços quentes que me acolheram, eu vi uma das belezas do mundo pela última vez. Senti o macio da lãs de Nabi e Haru e senti o amor quente de Namjoon, esse que me deu um beijo cálido sobre a testa quando eu disse que estava com sono. E as últimas palavras que escutei da sua boca foram aquelas que ficaram marcadas no fundo da minha alma.
"— Você pode parar de brilhar agora, mas, mesmo assim, vai estar no lugar onde sempre vou poder te ver, minha estrela cadente. Eu te amo."
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Não me responsabilizo por choro e nem pago terapia! No começo não queria ter que fazer o Jungkook morrer, mas decidi que assim seria e continuei com o plot, mesmo chorando horrores por isso. De coração eu espero que vocês tenham gostado! Queria agradecer aos @ que mencionei nos créditos na nota inicial, pois sem eles essa fanfic não estaria aqui!
Beijos e até a próxima!✨🤧💜
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