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CAPÍTULO 21

ㅡ TaeHyung? ㅡ meu coração disparou imediatamente e minha voz falhou de modo vergonhoso. ㅡ O-o que você está fazendo aqui?

ㅡ Por favor, vamos conversar. ㅡ implorou em uma melodia dolorida.

ㅡ Já viu que horas são? ㅡ Tentei parecer indiferente.

ㅡ Desculpa, tentei te ligar antes, mas você não atendia e nem me respondia.

ㅡ Se não te respondi é porque não quero falar com você, então vá embora! ㅡ Ameaçei fechar a porta, mas o mesmo me impediu.

ㅡ Por favor, só me ouve e eu vou embora. ㅡ pediu com a voz fraca. ㅡ Eu quero me desculpar com você por tudo que disse naquele dia.

Eu queria ter força o suficiente para simplesmente dizer não e fechar a porta em sua cara, mas não conseguia. Meu corpo, sem qualquer consentimento meu, ofereceu espaço para passar para dentro.

ㅡ Você tem três minutos.

Seu olhar encheu-se de esperança e ele entra.

ㅡ Pode começar. ㅡ fechei a porta, virando meu corpo em sua direção.

Ao encará-lo, encontrei seu olhar sobre as poucas roupas esquecidas e as embalagens de preservativos jogados por minha sala. Ele revelou seus olhos carregados de tristeza a mim, abrindo e fechando a boca várias vezes sem conseguir pronunciar uma palavra sequer no final.

ㅡ Vai TaeHyung, seu tempo está passando. ㅡ falei me controlando para minha voz não sair embargada pelo nó doloroso que se formou na minha garganta.

Confesso que é difícil olhar em sua face e não me sentir abalada por todas as emoções ruins que experienciei no nosso último encontro. O que mais me doía não era exatamente pelo "Nada vai salvar seu pai!", e sim por ele ter me tratado daquela forma sem motivo nenhum, descontando tudo em mim como se eu fosse a culpada.

ㅡ Me perdoa por dizer aquilo sobre o seu pai. ㅡ avançou um passo em minha direção, mas recuei. ㅡ O que eu falei ontem foi terrível. Me perdoe por favor! Eu estava fora de mim.

ㅡ Isso ainda não te dá o direito de sair gritando ou machucando as pessoas. Eu só queria ajudar, mas você foi um escroto egoísta. ㅡ falei e dessa vez nem sequer me preocupei em esconder minha chateação. ㅡ Me diz TaeHyung, você pelo menos se sentiu melhor após ter descontado tudo em mim?

ㅡ Me desculpa, não medi minhas palavras com você, não pensei em nada enquanto dizia aquelas coisas, eu errei, fui um filho da puta. Você não merecia, não tinha nada a ver com aquela história. Perdoa-me, mas eu estava descontrolado, estava com raiva, tristeza e medo.

ㅡ Medo? De quê? Do YoonGi? Dele expor para todos que você era envolvido com prostituição? Um ator pornô? O que ele ganharia com isso? ㅡ minhas indagações soam cheias de mágoa e rispidez.

ㅡ Você não entende!

ㅡ Vai começar com essa porra de novo? ㅡ me irritei. ㅡ Se for, vai embora.

ㅡ Princesa.

ㅡ Vai embora! ㅡ gritei.

ㅡ Me escuta! ㅡ esbravejou em resposta. ㅡ Não é porque eu não confio em você, mas ele sabe exatamente como acabar comigo sem ao menos sujar as mãos. Eu não quero te meter nisso, porque o simples fato de você saber de algo já te coloca em risco.

Sinto meu corpo estremecer como se uma forte rajada de inverno tivesse me transpassado.

ㅡ Não posso colocar sua segurança em risco por mim. Naquele momento eu só queria te afastar dali, de perto de mim, não quero que ninguém mais se machuque por causa disso. Mas estava com as emoções tão descontroladas que acabei utilizando a pior forma de me afastar, te machucando.

Uma lágrima quente escorreu pela minha face sem que eu percebesse.

ㅡ Acho melhor você ir embora, e a partir daqui sermos apenas chefe e secretária. ㅡ falei.

Inferno, porque dói tanto dizer isso?

Ele encarou-me por longos segundos. TaeHyung parecia querer dizer algo, seus lábios se abriram, meu coração acelerou em uma expectativa involuntária, mas tudo o que ele fez foi morder seu lábio inferior como alguém que é assolado por receios. Conformado com nosso silêncio, TaeHyung recuou um passo para deixar minha casa, mas acabou esbarrando no móvel da televisão e derrubou um vaso de vidro que abrigava flores de plástico.

Um barulho alarmante ecoou por todo o ambiente. Antes que tivéssemos alguma outra reação, a porta do meu quarto foi aberta apressadamente.

ㅡ _____? ㅡ A voz melodiosa de JungKook é ouvida arrancando a nossa atenção para o corredor de onde ele saiu junto à JiMin, os dois vestidos apenas pelas calças. ㅡ Está tudo bem?

ㅡ O que eles estão fazendo aqui? ㅡ TaeHyung ficou completamente tenso com a presença dos outros e é a mesma tensão que eu sinto, causada por um medo em comum, o medo de JiMin e JungKook terem ouvido algo comprometedor.

Caralho, eu havia me esquecido completamente deles.

ㅡ Não é da sua conta. ㅡ O Park respondeu de maneira cínica parando perto do balcão americano com JungKook.

ㅡ Como é? ㅡ TaeHyung questionou com a voz mais grave que o comum.

ㅡ Não é da sua conta. Está surdo? TaeHyung soltou o ar pesadamente fechando as mãos em punho.

ㅡ Para com isso TaeHyung. ㅡ repreendi ㅡ Aqui é minha casa e eu tenho direito de chamar quem eu quiser, sem precisar dar satisfação a ninguém.

ㅡ Eu vou embora. ㅡ ele anunciou infeliz.

ㅡ Vai lá, cuidado para não se atrasar para o seu programa. ㅡ JiMin provocou.

Merda! MIL VEZES MERDA!

Eu mal tive tempo de reagir quando TaeHyung partiu furiosamente em direção do Park e desferiu um forte soco na face o fazendo perder o equilíbrio momentaneamente.

ㅡ Repete seu filho da puta! ㅡ ele retumbou agredindo-o novamente e dessa vez JiMin caiu no chão.

ㅡ TaeHyung, para! ㅡ gritei correndo até eles.

Ele, sentado sobre o abdômen nu de JiMin, o golpeia na face outra vez arrancando sangue da ferida que causou. Contudo, em um movimento ágil, Park lhe desferiu um forte soco na costela atrasando o punho do outro. JungKook, aproveitou do pequeno vacilo de TaeHyung e rapidamente segurou seu braço direito que se preparava para mais golpes e tentou o impedir. Todavia JiMin viu seu oponente distraído ao tentar se desvencilhar das mãos de JungKook, o empurrou para o chão, inverteu a posição e devolveu todos os socos.

ㅡ JiMin, por favor! ㅡ pedi tentando segurar seu braço direito que golpeava TaeHyung seguidas vezes.

ㅡ Hyung, para! ㅡ JungKook disse tentando tirá-lo de cima de TaeHyung. pegando pela cintura e quando e quando conseguiu, o levou para longe.

Ofegante, Tae levantou com dificuldades, apoiando-se no balcão para manter o equilíbrio. A face estava repleta de marcas vermelhas e minava sangue de seus lábios.

Antes de qualquer outro movimento seu, coloquei-me no meio deles para evitar outro confronto enquanto JungKook segurava JiMin.

Nossos olhos conectaram-se por uma intensa melancolia, percebi seu olhar ser inundado por densas lágrimas e meu coração doeu ainda mais.

ㅡ Tae, vai embora por favor.

Ele me encarou por longos segundos, antes de caminhar para fora sem dizer absolutamente nada. Quando o som da porta sendo fechada ecoou, uma tristeza dolorida apertou meu peito a ponto de me fazer desistir de resistir ao choro.

***

Minha cabeça doía pela noite mal dormida e pelas lágrimas derramadas até adormecer. Sinto meus olhos mais pesados que o comum quando os abri naquela manhã de segunda-feira, mas ao tentar levantar percebi que meu corpo inteiro parecia fraco demais para resistir a gravidade.

Sem ânimo algum, tomei um banho gelado para tentar despertar algum bem-estar em mim, mas foi em vão. Então, vesti-me e segui para o trabalho em um metrô demasiadamente cheio.

Durante o percurso meu celular vibrou indicando uma mensagem. Ela vinha de JiMin.

Quando abri a conversa quase morri de amor ao me deparar com uma foto de Bananinha e mais em baixo da imagem: "Bananinha quer saber se você está bem ou precisa de algo." Se a intenção de JiMin era me fazer rir, conseguiu. E assim eu segui até a empresa trocando mensagens com o ele, recebendo fotos exclusivas do gatinho comendo banana e dos arranhões que ele fez no JungKook que havia passado a noite na casa do Park, pois acabaram indo embora a pedido meu após toda aquela confusão.

Ao chegar no trabalho todo o bom humor acumulado pelas mensagens que troquei com JiMin evaporaram quando encarei TaeHyung. Nossos olhos se cruzaram, não deixei de notar estar usando maquiagem, possivelmente para cobrir as marcas da briga de ontem, mas sem delongas desviou seus olhos de mim e entrou em sua sala.

E assim passou aquela semana, um clima sufocante entre a gente. Evitávamos compartilhar o mesmo espaço, trocar olhares ou diálogos. Só nos falávamos quando era algo relacionado ao trabalho, e mesmo assim, as palavras eram reduzidas ao máximo. Não me orgulho em dizer estar metendo nossa vida pessoal na empresa, mas nunca fui um modelo de funcionário a se seguir, então foda-se.

JiSoo, que havia voltado de viagem na terça-feira, ficou confusa com tudo. Já que dias atrás, antes de ter ido aproveitar sua folga com a mãe e a avó, contei-lhe tudo o que estava rolando entre mim e o Kim. Bom, não disse nada sobre os vídeos ou coisas do tipo, apenas que estávamos fodendo casualmente e ela teve uma sequência escandalosa de gritos histéricos. Porém, quando retornou, percebeu que conseguimos nem sequer olhar um para o outro e me obrigou a contar tudo o que aconteceu. Acabei contando que havíamos brigado por algo bobo sem revelar muitos detalhes.

Contudo, finalmente aquela semana estava chegando ao fim. Sexta-feira e ainda sem inspiração para nada, me contentei em me acomodar na cama com o notebook sobre o colo assistindo a filme. Mas antes mesmo que a estrelinha cruzasse o topo do castelo da Disney, meu celular, esquecido pela bagunça de meus lençóis, vibrou com uma ligação. Estranhamente, senti um arrepio na espinha, engoli seco e quando apanhei o aparelho, vejo ser uma chamada vinda de minha mãe. Meu peito apertou-se, minhas mãos começaram a tremer e um medo incomum fez minha respiração encurtar.

Nessa última semana, evitei falar com minha mãe, pois estava triste demais e não queria ela preocupada. Entretanto, ela também parecia evitar falar comigo, pois as duas vezes que tentei telefonar para saber se estava tudo bem, ela parecia distante e encerrava a ligação o quanto antes. Isso estava me sufocando de preocupações, pois tinha certeza que algo estava acontecendo, mas tentava me convencer que estava tudo bem, que ela apenas estava vivendo uma péssima semana assim como eu.

Mas agora, sentia um temor desenfreado, meu corpo inteiro parecia frio como um rigoroso inverno e mal consigo aceitar a ligação por estar trêmula demais.

ㅡ Mãe?

ㅡ Filha... Meu deus minha filha...

ㅡ Mãe, por que está chorando?

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