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Período de desabrochar

Oi, meus amores... 💕 Tudo bem? Eu realmente espero que sim. 💛 Hoje, de verdade, eu não tô animada, nem muito bem, já que minha tia faleceu ontem e hoje ocorreu o enterro, porém, escrever me fez imensamente bem nesse período (por isso o nome do capítulo e também por outra coisinha) e eu acabei desenvolvendo mais um capítulo de EQSA.

Esse capítulo tá a coisinha mais lindinha do mundo :( Eu realmente já amo ele demais!!! 💕🥺 Espero que vcs amem tanto quanto eu.

E, sem mais enrolação, boa leitura, denguinhos! Aproveitem bastante o último cap de setembro. 💛

E se cuidem, por favor, e cuidem das pessoas que vocês amam, assim como o Soobin cuida do Yeonjun, como o Yeonjun cuida do Soobin, ou como os Yeonbin cuidam da Seori, ou as outras tantas relações lindas que existem aqui no universo de EQSA. 🤍🌸

Eu estava um poço de felicidade, totalmente emocionado com as preparações para o casamento. De verdade, tudo começava a se montar tão perfeitamente e não podia estar mais lindo e adorável, além dos meses terem passado voando, e já estávamos no terceiro mês da pequena Seori. Era muito fofo vê-la tentando comer algumas frutinhas, como melão, e me causava vários risos. Às vezes eu até dizia que aquele era o meu momento favorito do dia, onde colocava minha bebê em sua cadeirinha de alimentação e ela experimentava algumas comidinhas, fazendo algumas caretinhas ou até mesmo se animando para comer mais.

Seori era grandona, gordinha e sorridente boa parte do tempo. Ela também nunca mais havia adoecido — não passando de umas alergias em alguns instantes, mas que logo iam embora com remédio — e, principalmente, amava demais um colo, por mais que esse colo não passasse do meu ou o de Soobin.

Tudo estava indo bem e, possivelmente, mês que vem ocorreria, por fim, o nosso casamento, que não teria lua de mel até RiRi completar seu um aninho de vida. Porém, isso realmente não nos abalava, pois ali estava ela, sendo o nosso fantástico e melhor presente. Lua de mel era nosso último desejo diante de ficar horas brincando com ela, fosse Soobin sendo um bobão imitando um canguru, ou eu entrando nas loucuras do meu noivo e dançando com ele, com a bebê entre nós dois ou nos assistindo em cima da cama.

Além dos nossos amigos estarem mais idiotas que nunca pela neném, até mesmo marcaram uma data específica de ser "o dia de visitar Seori", onde todos, ou quase todos, vinham até a nossa casa ou fazíamos um curto passeio pela vizinhança, procurando distrair a bebê e mostrar um pouco mais do mundo para ela.

É importante estimular a visão do bebê e mostrar ambientes que desenvolvam ainda mais sua criatividade.

Soobin sempre me questionava como que eu sabia tantas coisas sobre bebês e, para dar um desconto, revelei a ele que no passado eu queria ser professor do infantil. No entanto, ao longo do tempo, me apaixonei completamente pela nutrição e deixei essa parte de mim de lado, ao contrário de Beomgyu, que a cada dia me contava uma façanha nova de seus alunos.

Eu ria muito, especialmente com uma garotinha chamada Jiun, que era muito fofa, mas sempre brigava pela atenção do beta, o que estava deixando-o louco e preocupado.

— Não sei mais o que fazer… Acho que a única opção agora é conversar com a mãe dela — falou, suspirando, ao mesmo tempo que massageava a própria testa.

— Bem, por que você não tenta descobrir com ela? — propus e o beta me olhou confuso, então prossegui: — Você me contou que tentou analisar seu comportamento, que tentou corrigi-la, mas não deu em nada. Então por que não tenta simplesmente falar com ela e perguntar o motivo?

— Meu Deus… Como eu não pensei nisso? — exclamou, os olhos arregalados e a mão na boca. — Yeon, eu sou um péssimo professor. — Gemeu frustrado, jogando-se contra o estofado do sofá. Eu ri, negando com a cabeça e levantando.

— Não, Beom, você é ótimo. E eu, como seu amigo, estou aqui para expandir seus pensamentos quando você já não estiver conseguindo. — Me aproximei do seu corpo, deixando um peteleco em sua testa e ouvindo sua reclamação em protesto. — Agora vou subir um pouco para ver meus dois amores. Já volto!

Então saí apressado, seguindo até o primeiro andar e adentrando meu quarto com cautela, sorrindo abobado ao me deparar com uma visão já frequente, porém, não menos fofa: Soobin abraçando o corpo de Seori, ambos dormindo profundamente e com o mesmo hábito de abrir a boca.

Não podiam ser mais adoráveis.

Ou então, eu iria explodir de amor.

Nem sabia mais o que seria de mim sem eles. Na verdade, eles eram minha vitamina, minha força de cada dia e meus amores. Eram meu tudo. Hoseok dizia que eu era meu único tudo, mas como? Como se, bem ali, na minha frente, eu podia ver o universo, podia avistar a fonte mais luminosa, a estrela mais brilhante, o céu mais estrelado, as nuvens mais fofas, o tesouro mais encantado.

A verdade era que, sim, eu deveria ser meu único tudo, mas só se pudesse tê-los ao meu lado. Seori e Soobin passaram de um bebê inesperado e um alfa passageiro para as pessoas mais importantes da minha vida.

Papai devia estar sorrindo ao ver que eu finalmente havia conseguido entender os sentimentos que ele tanto descrevia sentir em relação a mim e mamãe. E minha mãe, com certeza, estava ansiosa para o nosso casamento, já que foi uma das primeiras a acreditar em nós e, claro, seria a primeira a comprar o vestido que tanto desejou.

Enfim, vagarosamente cheguei mais perto do corpo adormecido do maior, levando meus dedos de encontro às suas mechas escuras, começando um carinho ali e me perdendo um pouco em sua expressão calma até notar os olhos castanhos, e decaídos em sono, fixos em mim, com um brilho opaco evidente. Sorri pequeno, aproximando meus lábios de sua bochecha e selando-os ali, voltando para a posição inicial após, porém, me surpreendendo ao ser puxado por seus braços, caindo em cima de seu peito como um saco de batatas.

— Soobin! — repreendi, com os olhos arregalados e o rosto quente como uma pimenta se esvaindo na boca. Um sorriso surgiu em sua face sonolenta.

— Bom dia também, meu amor… — retrucou, irônico, mas ainda assim com aquele tom de voz doce e confortável, contrastando perfeitamente com a rouquidão de um recente despertar.

— Aish… — resmunguei, fazendo bico, no entanto, me aconchegando melhor em seu peito em contrapartida. — Te odeio…

Ele riu. — Você me ama, lindinho. Me ama muito. — Apertou o agarre em volta de mim, porém seu tom debochado ferveu minhas emoções, o que me levou a deixar uma mordida nada séria na pele descoberta da sua clavícula, ouvindo seu gemido de dor e sorrindo zombeteiro com isso.

Mas o que veio a seguir realmente foi algo do qual eu não esperava: — Ei, pequeno cachorrinho, nada de morder o papai, ok? — exclamou, e eu o olhei indignado, vendo aquela face risonha apossando-se dele outra vez.

— Idiota! — murmurei, tentando levantar de cima de si, mas só conseguindo uma boa puxada na cintura e lábios macios sobre os meus.

Não resisti.

Ele riu entre o beijo, ainda com aquele comportamento infantil de sempre quando acordava, o qual eu fingia não gostar, porém, amava. Amava qualquer coisa vinda desse homem. Principalmente se fosse ele deixando selares pelo meu rosto todinho e me abraçando como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo, depois de me beijar romanticamente.

Ainda acha que eu sou um idiota? — indagou, tão próximo de mim que conseguia sentir o cheiro de lavanda do amaciante posto em sua camiseta.

Sim, acho — sussurrei, provocando-o, passando meus dedos entre os seus pelos da nuca e os fios de cabelo bagunçados.

Não achou na noite passada… — devolveu, quase engolindo-me com seu olhar intenso.

Então eu deveria estar louco.

Talvez tivéssemos continuado em nossa bolha se certa bebê de faceta sorridente não houvesse acordado com um chorinho baixinho, olhando para todos os lados, nos procurando. Rimos cúmplices e eu finalmente saí do seu enlace, me levantando e seguindo até a neném, pegando-a em braços e acomodando-a em meu colo de maneira confortável, na posição que ela mais gostava: rostinho deitado em meu peito. Simplesmente uma fofura.

Voltei meu passo para Soobin e sentei ao seu lado — já que o mais alto não estava mais deitado —, mostrando para ele a carinha de curtos cílios e bochechas grandes, as quais estavam avermelhadas pelo calor. Algumas remelas se agrupavam nos cantos internos dos seus olhos, impossibilitando um pouco dela abrir os olhinhos com facilidade. Então, notando isso, a deixei no colo do Binnie e fui ao banheiro buscar um cotonete, voltando em seguida e limpando aquelas áreas com cuidado.

Seori era tão, mas tão risonha que gerava graça até em nós, os papais. A cada vez que ela soltava uma risadinha, ou abria aquele sorriso com falta de dentinhos, nossa ocitocina liberava-se com determinação, enchendo-nos até o final do dia, onde íamos dormir esgotados, ou… às vezes trocávamos alguns beijinhos.

Por fim, saí do quarto com a bebê se mexendo em meus braços, enquanto o alfa ia escovar, e descendo as escadas até a sala, onde se encontrava Beomgyu, com o celular em mãos e um sorriso bobo no rosto. Levantei uma sobrancelha, curioso, aproximando-me rapidamente e sentando ao seu lado em silêncio, só esperando o outro notar a minha presença; e ele notou, se virando para mim e cumprimentando Seori com um beijinho na testa.

— Oi, bebê. Bom dia — desejou, acariciando os fios castanhos escuros de RiRi, coisa que eu achei extremamente graciosa.

Bom dia, tio Gyu — exclamei, imitando uma vozinha infantil, ao mesmo tempo que a risada estrondosa do beta contaminava todo o ambiente.

— Por favor, Yeon… — falou, quase sem ar, após os risos que deu. Sorri largo, rindo um pouco também. — Ainda preciso me acostumar que ela não é um bebê de dois anos de idade, que já fala e come sozinha. — Colocou a mão sobre a própria testa, exagerando na expressão facial e no tom de voz.

— É porque você não convive com ela todos os dias e não sabe a dor que é ver os meses passando, e ela crescendo… Às vezes dá vontade de tê-la de novo aqui dentro — Apontei para minha barriga — do tanto que é cansativo trocar fraldas, amamentar, acalmar o choro, enfim. Mas já em outras, eu agradeço imensamente que ela já tenha nascido e eu possa finalmente ver o seu rostinho.

Enquanto eu falava, Beomgyu me observava quieto, apenas ouvindo tudo o que eu tinha a dizer. Agradecia o quanto Beom era precioso em minha vida e conseguia ser o melhor amigo do mundo.

— Porque, no final, por mais que a barrigona faça falta, era difícil carregá-la e tudo o que um pai quer é ter seu bebê em seus braços, poder visualizar com nitidez a preciosidade que é. — Um sorriso não conseguiu ser segurado por mim, causando uma avalanche de sentimentos em meu peito ao compartilhar isso. Beomgyu também sorriu, tocando docemente o meu ombro.

— Eu não sei como funciona, mas me sinto muito orgulhoso de vocês, sabia? Não sei porque ainda não disse isso até agora, mas eu amei acompanhar todo esse processo e ver o crescimento da Seori. De verdade, considero ela minha sobrinha, por mais que San tenha um ponto a mais do que eu. Tsc, chato — disse, gerando risadas por minha parte no final, negando com a cabeça.

— Tadinho do San. — Escutamos a voz rouca e divertida de Soobin, o qual estava parado na escada, segurando em mãos o canguru de Seori.

Oh, aquilo indicava uma coisa…

— Vamos passear, Binnie? — indaguei, curioso. O alfa abriu um sorriso ladino e emocionado, descendo de vez os degraus e parando ao meu lado.

— Vamos sim, amor.

[...]

Ok, Soobin era definitivamente o pai e noivo mais idiota do mundo.

Primeiro que, fomos para uma pracinha da cidade, passamos o resto da manhã por lá até o almoço, já que o sol da manhã não era recomendado para a bebê, e voltamos para a casa. Depois disso, só almoçamos e descansamos, aí Soobin deu a ideia de irmos para algum parque temático, já que ele havia gostado de um na última vez que fomos — isso quando eu ainda estava com quatro meses. Eu aceitei e decidimos ir em um de animaizinhos.

Seria mais divertido para nós dois, entretanto, um estímulo visual para a bebê, que adorava passeios, principalmente se pudesse ficar um pouquinho mais no canguru, e claro, Soobin não ousava reclamar.

Isso até me lembrava um dia em que o alfa acordou exaltado, me balançando desesperado enquanto dizia ter sido atacado por um canguru gigante. Eu ri muito depois, mas no momento a única coisa que consegui fazer pelo cansaço foi dá-lo um tapa bem dado.

Porém, naquele momento, minha vontade de estapeá-lo não era por sonhos estranhos e bizarros, e sim pela façanha dele em insistir no maldito jogo de "acerte ao alvo" enquanto eu morria de vontade de ir numa lanchonete, já que a fome havia me vencido e era nítido que Seori também queria mamar pelo seu biquinho.

— Binnie, por favor… — pedi, manhoso, cutucando seu ombro. — Vamos comer alguma coisa. Depois você tenta de novo.

— Junnie, eu 'tô quase conseguindo. Só mais uma vez. — Juntou as mãos em uma súplica silenciosa, que eu, por piedade e pena, permiti em um balançar de cabeça positivo.

— Mas só mais uma — avisei, me afastando e deixando que o maior voltasse ao seu jogo e, dessa vez, pudesse acertar. Ele sorriu e se posicionou corretamente, rapidamente jogando o objeto pontudo e, surpreendentemente, acertando!

Eu arregalei os olhos, ouvindo as comemorações do alfa e, sem mais, o abracei pelos ombros, apertando um pouco a bebê entre nós dois, que ainda permanecia em seu canguru — que Soobin apelidou carinhosamente de Jack —, só que sendo carregado por mim.

— Parabéns, amor! — falei, sentindo a respiração ofegante do meu noivo em meu ombro, deixando-me confortável.

— Obrigado, Junnie. — Sorriu alegremente, se afastando e indo conversar com o dono da barraquinha, o qual lhe entregou três pelúcias, uma rosa, uma roxa e uma azul. Logo ele voltou, parando em minha frente e me estendendo a pelúcia azul, me surpreendendo. — E desculpa por toda essa demora. Eu sei que sou péssimo em "acerte o alvo", mas queria muito te dar esse presente, e mais que isso, te agradecer pela festa que fez escondido para mim. Você é incrível, Junnie. E essa pelúcia rosa é para mim, simboliza você, e a roxa é para Seori, simboliza nós.

Eu não sabia como reagir…

Ok, Soobin definitivamente era o pai e noivo mais adorável do mundo.

— A-Ahh, e-eu sei que não foi o agradecimento mais decorado, ou o mais bonito… Só que eu achei que seria algo especial se fosse dado dessa forma, já que eu nunca te dei um presente de namoro… — começou a falar, nervoso, gaguejando um pouco no processo. Eu ri da sua timidez, plantando um selar em sua bochecha direita.

— Está tudo bem, Binnie. Eu realmente amei o presente, só não tive reação na hora, bebê — expliquei, balançando as cordinhas do canguru e olhando-o carinhoso. Sua feição automaticamente mudou de uma nervosa para uma completamente bobona, coisa que me gerou graciosidade.

— Ufa — exclamou em meio a um suspiro, relaxando os ombros. Em seguida, agarrou meus ombros e começamos a andar enquanto ele falava: — Eu te amo muito, sabia?

— Eu também te amo muito, amor. Agora vamos comer, pelo amor. — Seu riso foi escutado por mim, juntamente de um "ok, ok", e nós seguimos em direção a lanchonete.

Porém, se eu soubesse o que ocorreria em seguida, preferiria ir diretamente para casa…

[...]

— Eu disse 'pra 'cê não fazer isso, Binnie! — reclamei, preocupado, enquanto colocava o algodão com remédio sobre a ferida acima da sobrancelha esquerda do maior. Ele soltou um ruído em dor, misturado com um bufar pela minha fala.

— Mas ele te assediou, amor! Eu não podia ver isso e simplesmente ficar parado — resmungou, chateado, fazendo beicinho ao mesmo tempo que mantinha uma bolsa com gelo em seu olho roxo.

— Eu sei, meu bem… Obrigado, de verdade. Mas não quero te ver assim — respondi quando desinfetei por completo e coloquei um curativo sobre o machucado, abraçando-o.

Na verdade, essa situação podia realmente ter sido evitada, mas um alfa babaca não pensou da mesma forma quando me assediou no momento em que eu estava amamentando Seori, com um — fucking — pano por cima, pois me sentia desconfortável em expor meu torso, e ainda assim, tendo que ouvir em determinado instante: "Tira esse pano e mostra toda essa gostosura 'pra mim!". Eu me senti patético, realmente estático com aquilo, sobretudo com uma vontade avassaladora de chorar.

Mas eu não estava sozinho e Soobin, que permanecia sentado ao meu lado no banquinho da praça de alimentação, com sangue nos olhos se levantou, andando em passos pesados até o imbencil e desferindo socos seguidos no homem, dizendo coisas como: "Você não vê que é só um pai amamentando seu filho, seu nojento?!", "Por que não some do mundo, lixo? Se for 'pra agir que nem um babaca assediador, que nem acesse lugares públicos, e principalmente infantis, como esse!".

No entanto, infelizmente, o cara não era tão fraco e revidou os golpes, fazendo com que começassem uma briga feia, tendo que vir seguranças separá-los. Felizmente, Soobin conseguiu denunciá-lo e provar pelas câmeras de segurança o seu ponto, e o homem foi imediatamente levado para a delegacia, fizemos o b.o e, agora, devia estar preso. Não foi fácil passar por isso, especialmente para mim, que nada estava fazendo de errado além de dar comida para minha filha.

Eu tinha o total direito de amamentar minha bebê no lugar que me desse na telha e aqueles que vissem algo de errado nisso é que estavam errados. Poxa, sexualizar e assediar um pai ou uma mãe que só está amamentando é extremamente cruel.

Às vezes eu tinha vontade de me jogar para fora do mundo.

— Eu sei, amor, eu sei… Me desculpa. Não vou fazer isso novamente, principalmente porque sei que se acontecer outra vez, você mesmo quebra a cara do ser — falou, e eu bati de leve em seu braço como forma de repreensão, porém, em nenhum momento discordando da sua fala.

— Você ainda tem forças para abrir sua boca, é? — perguntei, lhe olhando de cima a baixo.

O mais alto sorriu e levantou um dos braços, mostrando os músculos quase inexistentes ali, mas que já haviam me provado serem de bom uso.

— Com certeza. Eu já posso entrar 'pros avengers com essa força sobrenatural. O próprio Capitão América vai cair aos meus pés — zombou, com o queixo erguido, demonstrando superioridade. Eu ri de suas besteiras, acompanhando o raciocínio:

— Ah, é mesmo? Então fica com o Capitão América caído aos seus pés, porque eu mesmo não vou pagar boquete nenhum hoje. — Me levantei, seguindo em direção a porta do quarto com a caixa de primeiros socorros em mãos.

Amor, por que você me trata assim? — cantou, com uma mão no peito e outra na boca, imitando um microfone.

Balancei a cabeça em negação e saí do local, voltando para a sala, onde estava Yebin, que havia descoberto a tramóia do irmão por mim e se disponibilizou a ficar um pouco com Seori enquanto eu ajudava o alfa bobão. Logo a cumprimentei com um sorriso, recebendo um aceno gentil de volta, e segui diretamente para a cozinha, deixando a caixa em um dos armários do balcão na parte de baixo.

Após, voltei para buscar a minha bebê, que estava descansando no colo da tia, os olhinhos fechadinhos e a boca abertinha, transparecendo calmaria. Respirei e inspirei fundo com a visão, sabendo que teria de acordá-la para tomar banho, mas ficando tranquilo que ainda possuía alguns minutinhos para isso.

— Oi, Yeye. Desculpa a demora, 'cê sabe como é o seu irmão. — Cheguei perto da mais velha, ficando em pé alguns metros antes. Ela fez um movimento de afirmação com a cabeça, rindo baixinho.

— Tudo bem, Jun. Soobin pode ser bem teimoso e irritante quando quer, mas sabemos que ele é um docinho na maior parte do tempo e é impossível ficar com raiva por muito tempo — comentou, balançando um tantinho o corpinho minúsculo entre seus braços.

— Concordo plenamente. Mas então, como vai a vida, Ye? — indaguei após, sentando na poltrona que ficava do outro lado do cômodo.

— Vai bem, Jun. Recentemente venho planejando algumas coisas com a minha namorada, e queria que você conhecesse a minha amiga. Os dois são formados na mesma área e seria legal se pudessem trabalhar juntos, já que ela vem procurando um parceiro — explicou, fazendo-me soltar uma onomotapoeia em surpresa.

— Caramba, Ye! Eu não pretendo trabalhar por agora, só após os oito meses da RiRi, mas é uma boa oportunidade essa sua amiga me conhecer — falei, sorrindo pequeno. Ela devolveu o sorriso, mostrando seus amplos dentes, com dois caninos bem visíveis. Eram lindos.

— Então fechado. Amanhã te passo todas as informações, ok?

— Ok. Muito obrigado, Yebin! — agradeci, realmente muito grato a minha cunhada.

Finalmente, minha primeira oportunidade de emprego.

Bem, ficamos por aqui hoje. De verdade, eu espero que tenham gostado e lido de coração aberto! 🤍

Eu fico grata a cada leitor e vocês não têm noção do quanto escrever EQSA, de ler EQSA, de desenvolver os personagens, me faz bem. Então muito obrigada por estarem aqui e por não terem feito eu desistir dessa história! Viva os Yeonbin e a nossa pequena Seori de EQSA. 🤍🌸💛

Até mais, denguinhos! Fiquem bem, se cuidem, bebam água e comam direitinho. 💕🥺

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