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Como o tempo passa rápido...

OI, ANJINHOS! Como vocês estão? Espero que bem! 😭💕 Tô de volta! Olha a surpresinha que eu preparei pra vocês: dois capítulos numa só semana!!! Eu demorei um mês pra atualizar, mas voltei com tudo, então preparem o coração! 😘

Ok, vamos respirar fundo e não surtar, porque tá próximo demais do nascimento da Seori!!! 😭😭😭😭 AAAAAAAAAAAAA

Eu não tô preparada, sei que vocês também não, mas segurem na minha mão e confiem em mim, que a mãe sabe o que faz 😼🙏

Enfim, tenham uma boa leitura e aproveitem esse capítulo mimoso! 🤏😔

Um mês era o que faltava para os tão esperados nove meses, já que, alguns dias atrás, havia, finalmente, cumprido os meus oito meses e não podia estar mais feliz... e com medo.

Parece até brincadeira, uma vez que a decisão de parir um bebê foi totalmente minha, mas de verdade, quanto mais próximo, mais assustador se torna, principalmente ao perceber que não é mais o mesmo, pois assim que aquela criança nascer, sua vida irá despencar de cabeça para baixo. E você não tem nenhum controle sobre isso.

Ser pai é muito mais do que apenas cuidar, é dar amor, garantir segurança, conquistar confiança, respeitar decisões, ajudar nas dificuldades, ensinar o que não se sabe, educar sobre o que não entende, entre tantas outras coisas que um pai ou uma mãe fazem. Até poderia brincar dizendo que pais são praticamente "professores" de seus filhos, uma vez que são eles quem os preparam para a vida e, obviamente, preparar alguém não é uma tarefa fácil, então, se você errar, em qualquer aspecto que seja, pode desmoronar o mundo do seu filho e influenciar negativamente em sua personalidade.

Um exemplo são os psicopatas, os quais, normalmente, têm problemas familiares.

E essa era uma das minhas maiores preocupações. Imagina se eu tomasse alguma decisão mal pensada e afetasse Seori? Ou, ela começasse a odiar? De verdade, é difícil lidar com o ódio de seu filho, dói muito, por mais que na maioria dos casos, os próprios pais são os culpados de tal comportamento. Mas por outro lado, eu pensava no quão bom seria pegá-la, abraçá-la, acariciá-la, enchê-la de beijos por todo o seu rostinho e vê-la crescer, passando por suas fases e acompanhando suas necessidades em cada uma delas.

Além do mais, Soobin sempre estaria do meu lado, isso estava mais que claro na minha mente.

Ele seria aquele pai idiota, que aceitaria tudo o que a filha pedia e não tinha coragem de dizer um "não"? Provavelmente, não duvidava nada. No fim, nós dois estávamos juntos nessa e permaneceríamos assim, mesmo que separados no sentido romântico da palavra. Soobin era um pai incrível, nunca se separaria de Seori por estar separado de mim, e isso era uma das coisas que me encantava nele. Esse alfa era…

Indescritível.

Contudo, uma coisa que poderia descrever nele era o seu compromisso perfeccionista com os horários, já que começava a escutar seus chamados por mim, e estava a ponto de sair do quarto e surrá-lo, quando meu celular tocou e eu vi que era o meu alarme, fazendo com que uma chama subisse pelo meu interior, concentrando-se em minhas bochechas.

Havia pego suas manias.

— Yeonjun-ah! Vamos logo! Jungkook-ssi tem muitos trabalhos hoje — gritou mais uma vez, e eu revirei os olhos, guardando o aparelho no bolso e dando uma última olhada em meu visual pelo espelho.

Vestia apenas uma camisa preta e larga, bem larga mesmo, de mangas longas — já que fazia frio —, uma calça folgada de cor azul bebê e chinelos de algodão. O que mais pedir quando se está grávido, senão, conforto?

Após terminar minha revisão, não esquecendo de apreciar a minha barriga já bem grande, saí do quarto, descendo a escada e seguindo até a cozinha.

— Bom dia, Binnie — desejei, ao entrar no local, deparando-me com meu namorado preparando algo, que deduzi ser panquecas doces pelo cheiro que provinha delas.

— Bom dia, bebê. Dormiu bem? Já são nove horas e temos que ir daqui trinta minutos — respondeu, girando um pouco para me olhar, chocando seus olhos nos meus, o que gerou pequenos sorrisos em nossos rostos.

— Dormi mais tranquilo que nunca, Bin. — Fui até uma das cadeiras da mesa, puxando-a e logo sentando, relaxando minhas costas e minha notável barriga. De verdade, levar uma criança no ventre é uma tarefa difícil demais. Não recomendo. Se for fazer isso, que esteja em total preparo ou ature as consequências.

Além das péssimas trocas de humor, que acontecem mais frequentes do que aparentam, principalmente nessas novelas e filmes. Eles não mostram a realidade. Na vida real, o humor não é simplesmente estar ora emburrado, ora feliz e carinhoso. Não. Apenas não. O que realmente acontece é uma frequência de sentimentos que fazem a pessoa grávida sentir-se mais cansada, exausta e explosiva, assim não controlando seus sentimentos e misturando-os. Logo, não é porque eu estou com fome que vou ficar igual uma criança mimada. Eu poderia simplesmente agir friamente, ok?

Não é sobre trocas de humor, é sobre frequência de humores!

— Eu já te disse que você viaja nos seus pensamentos muito fácil, Junnie... — resmungou o alfa, pondo um prato a minha frente, e como eu pensei, eram realmente panquecas. Sorri.

— Diferente de você, eu penso na nossa filha, sabe? — retruquei, começando a comer, apreciando o sabor delicioso da comida de Soobin.

Ele riu arrogante, olhando-me com aquele olhar provocativo que só ele tinha, e que só o dele, por mais ridículo que parecesse, me afetava.

— Diferente de você, amor, eu penso na gente, nos nossos momentos, na sua voz, no seu cheiro… Sabia que você é muito cheiroso? Muito gostoso — começou, e meu rosto esquentou como brasa. Logo percebi que deveria pará-lo ou não iríamos por um caminho bom para meu psicológico fragilizado pelo efeito "Soobin cafajeste", que aparecia poucas vezes, mas era terrível quando acontecia.

— Estou refletindo em te internar, Bin. Você é um pervertido à solta! — exclamei, apontando meu dedo em sua direção, olhando-o desconfiado. O descarado soltou uma gargalhada, rindo tanto que chegou a ficar vermelho.

— Ai, Junnie, meu amor, eu te amo tanto. Mas essa sua carinha, seu biquinho, seu dedinho, são tão preciosos que eu não consigo me conter por muito tempo. — Levantou-se, vindo até mim e agachando-se rente ao meu rosto, em seguida, deixando um selar em minha testa.

Depois, começou a espalhar diversos beijinhos por toda minha face, fazendo-me rir com as cócegas que os lábios fofos de Soobin causavam, ao mesmo tempo que apreciava aqueles carinhos. Por fim, deixou um último selo em meus lábios, logo afastando-se e voltando para sua posição anterior, com um grande sorriso no rosto bonito. Eu me contentei em olhá-lo de soslaio, sorrindo pequeno e sentindo minhas bochechas queimando pelo recente formigamento daqueles beijos ali.

Por fim, voltamos a comer, terminando minutos depois, lavamos a louça e fomos organizar a nossa tão querida pasta de documentos, que ficava perto da caixinha de música que HueningKai me deu, no meu — e de Soobin — quarto. Estranhava muito os meninos, que estavam muito ocupados com seus trabalhos recentemente, assim me visitando bem menos. Contudo, claro que eu entendia perfeitamente isso e não, de maneira alguma, me incomodaria, só realmente sentia saudades de ter as risadas dos dois ali, e às vezes, a de Taehyun também, que vinha junto a Beomgyu passar a tarde comigo — por mais que fossem raros esses momentos, uma vez que o horário de trabalho do alfa era quase o mesmo que o de Soobin.

Kai estava iniciando um relacionamento com Somi, e eu já queria conhecê-la melhor. San e Wooyoung estavam pensando em adotar um garotinho de dois anos, um ômega muito fofo. Mamãe estava mais deslumbrante que nunca, já que, oras, faltava apenas um mês para sua neta nascer! Vovó Mi não parava de me ligar para saber quando ocorreria, assim como Seojun e Yebin, que estavam louquinhos de emoção.

E nós, eu e Soobin, estávamos indo para a última consulta do oitavo mês, onde dávamos início ao protocolo de preparação pré-parto. Eu estava ansioso e empolgado ao mesmo tempo, e Soobin, provavelmente percebendo isso, segurou a minha mão assim que pisamos fora de casa, depois do maior organizar a pasta e fechar direitinho a porta de entrada. Eu sorri para si e fui retribuído com um beijo na testa, automaticamente levando aquele conforto para meu peito, que só o meu namorado conseguia levar.

Com um pouco mais de tranquilidade, adentramos o carro e o maior deu partida, dirigindo até o hospital. Nesse percurso, uma música leve tocava na rádio, agraciando meus tímpanos com a voz angelical da cantora. Contudo, logo chegamos e saímos do automóvel, fazendo o caminho de sempre. Passamos pela recepção e fomos diretamente ao consultório, batendo na porta antes de entrar e sendo recebidos por Jungkook com um sorriso amplo e, ao seu lado, um homem alfa de fios loiros.

— Olá, meu adorável casal! Como estão? Sentem-se — falou o outro ômega, em um tom animado, apontando as cadeiras dos pacientes com o dedo indicador.

— Olá, Jungkook-ssi — tanto eu quanto Soobin exclamamos. — Estamos bem, Hyung — falei, sorrindo pequeno.

— Que bom. Bem, esse aqui é meu marido, Park Jimin, Yeonjun-ssi. — Jungkook indicou o loiro, que olhou para mim, abrindo um lindo sorriso, que fazia seus olhos diminuírem, ou praticamente sumirem, iguais aos de San. Retribuí o sorriso, fazendo uma reverência leve, por conta da minha posição e, claro, o peso da barriga.

Jimin — que agora eu tinha conhecimento sobre quem era e qual o seu nome — fez o mesmo.

— Bem, é um prazer conhecê-lo finalmente, Yeonjun. Jungkook fala bastante de você. E também é bom te ver de novo, Soo. Mas agora, eu preciso ir, rapazes. Boa consulta — disse, deixando um beijo na bochecha do esposo e acenando gentilmente para nós, antes de sair pela porta do local.

— Desculpem a situação. Jimin veio me visitar enquanto a próxima consulta não começava e acabou extrapolando o horário. — Sorriu apenado.

— Não se preocupe com isso, Jungkook-ssi, está tudo bem — falou Soobin, tranquilizando o mais velho.

— Bem, então agora é hora da consulta, casal!

Uma hora passou-se rápido, quase como uns dez minutos, já que o exame daquele dia era um pré-natal, consistindo em saber como estava o bebê, o tamanho e a data estimada de quando nasceria. Era estranho pensar que havia um bebê totalmente formado dentro de mim, pronto para nascer a qualquer instante. Mas quando o exame acabou, isso se tornou ainda mais evidente para mim: faltavam três semanas.

Três semanas para Seori nascer. E como aparentava ser muito, mas na verdade, era muito pouco!

Óbvio que eu e Soobin pulamos de felicidade ao descobrir isso, e saímos de lá saltitantes, voltando para casa extremamente felizes. No entanto, depois disso, ele teve que fazer um chá para me acalmar, já que comecei a pensar em algo gigantesco saindo de dentro de mim, e era assustador.

Mas no final, fomos assistir algumas séries na televisão; as do dia em questão sendo Move to Heaven, Young Royals e 1000stars, todas tendo episódios intrigantes e bem desenvolvidos. As histórias também eram maravilhosas, mas em cada uma eu chorei, por diferentes motivos, mas chorei como um patinho, fazendo com que Soobin me acalmasse — outra vez — com seu cheiro e presença, cantando "Sunflower" do Colde, uma das minhas músicas preferidas.

— Você não acha que eu estou mais manhoso que o comum? — perguntei, desenhando alguns círculos em seu peito. Depois da sessão de séries, estávamos apenas deitados no sofá, relaxando e ouvindo a respiração um do outro.

— E quando você não é manhoso? — Fiz uma carranca, e ele riu. — Calma, calma, bravinho. Na verdade, o que eu quero dizer é que, você já está no seu oitavo mês, é normal estar mais manhoso.

— Mas muito, muito?

— Muito, muito, meu amor. — Sorrimos.

O sorriso do Binnie era o mais lindo de todos.

É engraçado e estranho estar apaixonado, é uma sensação que não se pode explicar, nem mesmo se você tentar, porque parece ser um conjunto de sentimentos, todos misturados entre si, formando aquilo que podemos chamar de amor. Já se sentiu apaixonado? É uma grande loucura.

Por fim, o dia seguiu normalmente. Quando já era de noite, recebi uma ligação de vídeo dos meus amigos, vulgo Beomgyu e HueningKai, ambos agitados, contando sobre os seus dias. O Huening havia ido dormir na casa do beta e decidiram me incluir naquele inesperado encontro amistoso. Eu sorri com o carinho dos dois, relembrando as vezes que fazíamos esses encontros, fosse na minha casa, fosse na de Beom, já que o alfa preferia dormir nas nossas casas, pois, de acordo com suas palavras, eram ambientes confortáveis e ele tinha um sono melhor.

Então, com mais algumas trocas de risos, nos despedimos e me preparei para dormir. Soobin já estava adormecido ao meu lado, com a boca levemente aberta e o cabelo despenteado, as pontas para todos os lados. Ri baixinho, me aproximando devagar, começando um leve carinho nos seus fios, ficando daquela forma por longos minutos, apenas sendo agraciado pelo seu ressonar calmo, notando o quão angelical ele ficava dormindo.

Bons sonhos, meu anjo — sussurrei, perto do seu rosto, sorrindo com a visão.

Em seguida, deixei um selar em sua testa enrugada pelo provável sonho e voltei a deitar, me entregando ao sono em curtos minutos, novamente sonhando com minha pequena garotinha e meu namorado bobão.

[...]

Ok, meu quarto estava uma bagunça.

Eram macacões infantis de um lado, pijaminhas estampados de outro, blusinhas para bebês pelo chão, além das meias pequenininhas espalhadas pela cama que eu dividia com Soobin. Eu estava a ponto de surtar com tanta desorganização, mas as duas mulheres que se encontravam ali, Yeri e Yebin, pareciam nem se importar com isso, uma vez que continuavam a trazer mais roupinhas do guarda-roupa da minha filha, e dialogar entre si por quais delas pôr na mala que eu levaria para o hospital no dia do parto — ou antes disso.

— Vocês podem, por favor, parar e deixar que eu mesmo escolha as roupas da minha filha? — falei, dando ênfase na palavra "minha", fazendo ambas se entreolharem e, em seguida, sorrirem constrangidas para mim.

— Desculpa, filho. É que ficamos tão animadas… — explicou mamãe, e Yebin concordou com um balançar de cabeça.

— Tudo bem. — Suspirei, me levantando da cadeira que estava sentado. — Mas agora, deixem que eu organize com vocês, ok? Eu sou pai de primeira viagem, mas sei o que é melhor para Seori.

As duas sorriram e, dessa vez, começamos a organizar as coisas na mala todos juntos, com mais tranquilidade e sem tanta desorganização por parte das mais velhas. No fim, acabamos escolhendo dois macacões com bordados; três pijaminhas de estampas de girafinhas, porquinhos e borboletinhas; duas blusinhas de cores neutras; duas calças de tons claros; duas toucas, uma rosa e a outra, azul; três meias, duas amarelas e uma branca. Seori era recém-nascida, então não necessitava de peças íntimas, apenas fraldas, que já estavam na mala. De resto, eram produtos e brinquedos para recém-nascidos.

— Certo, agora que a mala da Seori está pronta, temos que preparar a sua mala, Yeon-ah — exclamou minha cunhada, e eu sorri nervoso, sem ter a mínima ideia do que poderia levar.

— B-bem, eu não sei muito bem o que colocar… — disse, sincero, vendo como um sorriso maligno brotava no rosto das duas. Engoli em seco.

— Deixa com a mamãe, filho. — Yeri piscou um dos olhos, correndo em direção ao meu guarda-roupa e logo abrindo-o. Não demorou nem dois segundos para a maior exclamar, empolgada: — Uou, Soobin tem um ótimo gosto para cuecas, Yeonjun!

Senti minhas orelhas queimarem com a reação da mais velha, além da risada estrondosa de Yebin.

— Mãe… — repreendi, rindo de nervoso com a situação. — Por favor, não escolha nada que me deixe desconfortável. Vou confiar na senhora.

— Sim, sim, não se preocupe.

E lá fomos nós de novo. Mamãe estava com um sorriso no rosto o tempo todo, às vezes parando e fazendo uma expressão de dúvida, mas logo voltando a separar as roupas. Eu e Yebin apenas observávamos ao longe, comentando aqui e ali sobre o que a mais velha estava escolhendo. No entanto, no fim, não foi tão ruim assim, uma vez que mamãe fez ótimas preferências, separando então quatro blusas de tons neutros; três calças folgadas de cores escuras; duas meias de tons amarronzados; cinco peças íntimas; três casacos, um amarelo, os outros dois de cores claras.

— Obrigado, mãe — falei, dirigindo-a um sorriso, após terminar de fechar a mala, junto com os meus produtos de higiene.

— Não tem de quê, filho. — Sorriu, corada, uma fofura. — Bem, agora eu estou com fome. Vamos comer?

Eu e Yebin concordamos e saímos dali, indo para a cozinha, almoçar da comida que meu namorado havia deixado. Soobin tinha ido trabalhar, contudo, ciente sobre o cansaço que teríamos organizando as malas, deixou pronto tanto o café da manhã, quanto o almoço.

Depois de pôr nossos pratos, nos sentamos, não demorando muito em começar a comer de forma esfomeada.

— Yebin-ah, como está sua namorada? — perguntou mamãe. Minha cunhada sorriu docemente, provavelmente lembrando da citada, e logo respondendo, após terminar de engolir a comida:

— Ela está bem, Yeri-ssi. Recentemente conseguiu um trabalho numa lanchonete.

— Que ótimo, Yebin! Deseje meus parabéns a ela por mim, por favor — exclamou a mais velha, piscando um dos olhos, e eu ri com sua atitude.

Mas por outro lado, se for parar um pouco para refletir… eu era o único que não conhecia a namorada da Yebin?

— Yebin Noona, qual o nome da sua namorada? — indaguei, curioso, olhando-a.

— É Minji, Yeonjun. Você ainda não a conheceu, mas pretendo levá-la no dia do nascimento da Seori — disse, sorrindo.

"Minji não era o nome da irmã da Dahyun?", raciocinei por alguns segundos, engolindo em seco.

— Vou ficar esperando então — respondi, retribuindo o sorriso, ainda que um pouco menor e, com certeza, mais forçado.

Assim, todo o almoço decorreu normalmente. Quando terminamos, as mais velhas tiveram de voltar para suas próprias casas, enquanto eu lavava a louça e me preparava para fazer uma ligação com Beomgyu, pois precisava confirmar sobre o meu pensamento, ou enlouqueceria o restante do dia com isso em mente.

Então, logo após tomar banho, peguei meu celular e disquei o número do beta, torcendo para que ele atendesse, e ele atendeu, me tirando um profundo suspiro de alívio.

— Beom?

"Oi, neném! Por que está me ligando?"

— Beom, preciso tirar uma dúvida contigo.

Mordi o lábio inferior, nervoso. Logo escutei sua risadinha do outro lado, concluindo que ele estava rindo de mim. Revirei os olhos, ignorando o seu ato.

"Fale, princeso."

— Para de me chamar assim — reclamei, revirando os olhos outra vez. — Bem… eu vou direto ao ponto: Minji é o nome da irmã da Dahyun, não é?

Houveram uns segundos de silêncio, possivelmente o beta pensando se a informação era correta ou não, os quais aumentaram minimamente o meu nervosismo, até vir a resposta do menor, a qual me fez engolir em seco.

"Sim, é esse. Mas por quê, Yeon?"

— É porque eu acho que a namorada da Yebin é a irmã da Dahyun, Beom. Eu não sei, mas os nomes são os mesmos.

"Você quer se desculpar com a Dahyun, por conta daquele dia que você me contou, não é?"

— Sim, eu quero, e se a Minji for mesmo irmã dela, eu posso fazer contato através, entende? — Suspirei. — De verdade, não quero que a Dahyun pense que não me importo com ela. Só preciso falar diretamente para ela.

"Entendo, Yeon. Mas não se cobre muito quanto a isso, ok? Você não tem culpa de nada, então não deve ter esse peso em suas costas."

— Tudo bem, Beom. — Sorri. — Não vamos mais falar sobre isso. Me diz, como está indo seu relacionamento com Tae?

Conseguia até visualizar em minha mente as bochechas do beta avermelhando aos poucos. Beomgyu podia ser bastante extrovertido, mas virava uma bola de timidez quando o assunto tratava-se de Taehyun, vulgo seu namorado.

"— Está b-bem, Yeon… E pare de perguntar coisas que me deixam envergonhado! — pediu, em tom acusatório."

Eu ri e ele voltou a resmungar, afirmando que eu era "um péssimo amigo". Balela.

— Mas eu só perguntei sobre o seu namoro, besta. Você que é ultra tímido — retruquei malvado.

"Ah, é? Então deixa eu te lembrar de quando você ainda não namorava o Soo-"

— Tchau, Beom! Binnie já chegou! Beijo, te amo! — falei, apressado, não demorando para desligar a chamada, mas não antes de escutar o beta dizendo "covarde!", o que me fez gargalhar, jogando-me contra o sofá da sala.

Aquele dia havia sido cansativo e, provavelmente, Soobin chegaria pelas seis, o que me disponibilizava uma tarde toda para fazer sozinho as minhas duas coisas favoritas: conversar com Seori e comer doces. E foi o que eu fiz, rapidamente levantando e seguindo para o cômodo mais visitado da casa — a cozinha —, logo enchendo uma tigela com chocolate e marshmallow e, em seguida, voltando para o conforto do sofá e me acomodando ali.

Boa tarde, Seori-ah — exclamei, levando um pouco de chocolate à minha boca com uma mão, e com a outra, iniciando um afago por cima da blusa em meu baixo-ventre. — Sabia que faltam apenas três semanas para você nascer? Papai 'tá muito emocionado, princesa. O seu outro papai também, assim como sua avó, seu avô, sua titia, seus titios… Todos estamos felizes que logo teremos você com a gente. Uma vez… nós quase te perdemos, neném. Mas você e eu somos fortes, Seori. Nós conseguimos te manter aqui, por mais doloroso que tenha sido, amor. Então muito obrigado por estar aqui agora, Choi Seori. Papai te espera.

Depois, foi como sempre, um pouco mais de diálogos, após algumas horas Soobin chegou e terminamos dormindo abraçados, com minha perna sobre a sua, e em meus sonhos, uma pequena bebê sorrindo banguela para mim.

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