A falta que ele faz
OI, DENGUINHOS!!! OLHA QUEM TÁ DE VOLTA? isso aí, eu mesmo! 😼💗
espero muito que tenham sentido minha falta, viu, vou ficar triste se não.
mas enfim, vamos ao que interessa, né? estão bem? eu espero que sim, de verdade, xuxus. sei que passei um bom tempo sem atualizar, mas estive (e ainda estou, porém tudo por vocês) bastante ocupado por esses tempos e não estava conseguindo finalizar o capítulo. PORÉM! hoje sim eu tive esse tempo e a criatividade suficiente.
espero que gostem desse cap tanto quanto eu e aproveitem bastante o trio maravilha! besos. 🌸🤍💛
Talvez aquele pudesse ser só mais um dia normal em nossas vidas, em que iríamos acordar, fazer nossas atividades diárias e, por ser um fim de semana, aproveitar sem se preocupar com as tarefas do trabalho, ou, no caso de Soobin, de ir ao trabalho. Porém, não. Com toda certeza aquele dia era mais que especial, uma vez que era o dia da minha mãe. Quero dizer, o dia do casamento da minha mãe.
É, dona Yeri finalmente iria se casar.
E eu estava imensamente feliz por ela, sem medidas ou restrições, apenas alegre pela conquista da mulher que me amou e cuidou por tantos e tantos anos, aturando as minhas rebeldias e berrinches, assim como me ajudou quando descobri a gravidez de Seori e permaneceu ao meu lado na época da escola, defendendo-me com tudo de si. E eu só podia agradecê-la por tanto e me sentir realizado por ela estar realizada.
Lembrar do papai, obviamente, era inevitável nessas circunstâncias, mas eu entendia que ele sempre a amaria e se estivesse vivo, a apoiaria em qualquer uma de suas decisões desde que isso a fizesse feliz. Então meu coração estava tranquilo. De qualquer forma, Namjoon era um cara legal e o amor por mamãe transparecia em seus olhos como um espelho da alma.
— Está pronto, amor?
A voz de Soobin me tirou dos meus pensamentos e eu me virei em direção ao cujo, me deparando com a beldade em pessoa. Soobin estava simplesmente lindo, trajando um terno de cor azul-escuro, enquanto seus fios pretos eram penteados para trás, deixando à vista sua testa e dando uma bela visão de seus olhos profundos. Meu alfa era surreal.
— Amor…?
— Oh. Desculpa, Bin. — Mordi o lábio inferior. — Me perdi em você… — Senti meu rosto esquentar com a confissão, como se ainda fossemos namorados bobos.
Mas Soobin, em contrapartida, abriu um grande sorriso, não demorando a se aproximar de mim e me agarrar em seus braços, só não me colando ao seu próprio corpo por conta da minha barriga, já grande o suficiente com seus cinco meses. Chiwoo já era um grande bebê.
— Bebê, quem se perdeu em você fui eu — sussurrou ao afundar seu nariz em meu pescoço, o esfregando ali e inspirando a minha fragrância. Que alfa bobo. Ri com as cócegas que me proporcionava o contato. — Você 'tá tão cheiroso hoje que eu estava me contendo esse tempo todo, sabia?
— Não, não sabia, bobão — sussurrei de volta, sorrindo. Ele tirou o rosto do meu pescoço e se aproximou de minha face, os olhos cravados nos meus.
— Quando a gente voltar, eu quero me afundar em você.
Suspirei com o beijo deixado no canto dos meus lábios após, todo arrepiado pela fala do maior. Soobin não estava brincando, eu percebi a seriedade em seu olhar.
Aquela seria uma longa noite.
[...]
Chegamos lá já perto do horário de iniciar a cerimônia. No entanto, isso não me impediu de apreciar os mais mínimos detalhes da ambientação. Estava tudo lindo, também muito bem organizado para a cerimônia; os jarros de flores com pétalas azuis e amarelas ao lado direito, a música soando perfeitamente pelo ambiente e, obviamente, todas as pessoas com roupas bonitas, feitas com cuidado para o evento, especialmente as crianças, vulgo Riki e Sunghoon, que estavam com terninhos de coloração rosada, fazendo-os parecer dois anjinhos.
Já não aguentava de ansiedade para poder ver o meu filho caçula e poder tocar seu rostinho. Além de não esperar a hora de poder pôr um terninho em Chiwoo também. Ficaria uma graça.
Mas bem, logo mais a noiva chegaria e precisaria entrar e eu teria que ir até mamãe para acompanhá-la, assim decidi passar o restante do tempo junto a Soobin, sentindo alguns de seus carinhos em meu cabelo enquanto um de seus braços rodeava o meu ombro e me atraía a ele. Minha cabeça permanecia deitada em seu ombro até que senti um dedinho minúsculo cutucar minha coxa. Rapidamente virei meu olhar em direção ao serzinho de um metro e meio que me via expectante. Era Sunghoon.
— Tio Jun — chamou-me, segurando uma florzinha em uma das mãos. Sorri.
— Oi, bebê. O que foi? — indaguei, só observando-o, sem poder me agachar por conta do barrigão.
— É 'pa você.
Então ele me entregou a florzinha e saiu correndo, todo desleixado e com o rosto avermelhado. Eu só pude rir baixinho, achando aquela atitude uma gracinha, digna de uma criança de três aninhos. E isso me fazia pensar que aqueles irmãos eram realmente fofos. Não tinha como não se apegar a eles, tanto que eu já estava querendo roubá-los um tempinho dos seus pais para levá-los para minha casa e passar uma tarde comigo.
Bem, de qualquer maneira, Seori era só um pouco mais nova que eles e também podiam interagir entre si. E eu também passava bastante tempo "sozinho" — com Seori, claro, mas a pequena nem falava tão bem ainda —, assim, ter a companhia de alguns pequenos enquanto Soobin não voltava seria divertido.
— O que você acha de levarmos Riki e Sunghoon 'pra nossa casa ou passear com eles no próximo fim de semana, Binnie? — perguntei ao meu marido, o qual desviou o olhar dos músicos até mim, com uma expressão confusa.
— Por quê, amor? Você quer mais crianças em casa? — Sorriu malicioso. — Nós podemos fazê-las…
— Soobin, pelo amor de Deus! — Ri, batendo em seu braço como repreensão. — Seu bobão, estamos numa igreja. E não, não quero mais crianças, já temos duas, uma aqui e outra dentro de mim.
— Então por quê, Junnie? — indagou, voltando com o semblante confuso, franzindo as sobrancelhas no processo.
— Porque acho que eles vão se tornar bons amigos para Seori, Bin, e também uma boa companhia para mim quando estiver solitário em casa. Só isso — respondi, sorrindo. Soobin fez um barulho de entendimento com a boca.
— Tudo bem. Depois falamos com o Wooyoung e o San, ok? — falou, aproximando seu rosto do meu cabelo, deixando um selar leve ali.
— Obrigado, amor — agradeci, sentindo meu interior preencher-se em calmaria e felicidade.
Soobin era quase como um potinho de serotonina e sempre estava ali para me banhar quando eu precisava de sua euforia.
Após, somente permanecemos calados, esperando até o momento que os noivos entrassem em cena. Logo isso aconteceu. Não demorou nem dez minutos direito e se ouviu o noivo chegar, o qual rapidamente foi até o altar, cumprimentando todos com simpatia, porém pressa. Deveria estar ansioso, foi o que constatei, recordando-me do meu próprio casamento e como os nervos me comiam o juízo naquele dia.
Contudo, posterior a chegada de Namjoon, eu sabia que era a vez de mamãe, o que me levou a sair de onde estava e seguir até a entrada do ambiente.
Minhas mãos estavam um tanto trêmulas em ansiedade, sem saber se eu desabaria em choro quando visse mamãe ou não. Contudo, só comprovei que isso poderia realmente acontecer quando, ao mesmo tempo que vi o carro da mais velha chegar, percebi Beomgyu vindo até mim enquanto mantinha Seori em seus braços, acordada e vestida com um vestidinho azul-escuro — igual ao outro pai —, o qual eu escolhi com amor.
— Ela quer entrar com vocês. E a Yeri pediu por isso também — falou meu amigo, um sorriso decorando sua face. Seori babava os próprios dedos.
— Obrigado, Gyu — exclamei, recebendo a bebê em meus braços, essa que rapidamente se acomodou no vão do meu pescoço e ombro, continuando a babar os dedos.
Logo Beomgyu voltou para dentro e eu fiquei no mesmo lugar, observando como a mais velha saía do automóvel, um vestido branco e longo em seu corpo, enquanto detalhes transparentes cobriam seus braços e colo. Em seus fios, uma tiara. Ela estava incrível. Ainda mais quando levantou o olhar e eu pude visualizar seu largo sorriso, um sorriso que há tanto tempo não via em seu rosto.
Mamãe estava radiante.
E isso se prorrogou até quando entramos, no momento da troca de votos e até depois da festa. A todo momento ela estava feliz, alegre, contente. Estava mais brilhante que o sol. E eu não chorei ali. Tudo que eu conseguia sentir era orgulho e amor por mamãe, também diversão entre meus amigos. Além de Soobin, que não saía da minha cola, sempre me recordando "o quanto estava cheiroso aquela noite". Bobo.
Mas quando tudo acabou e voltamos para casa, não contive as grossas lágrimas que escorreram dos meus olhos por tantos motivos que não conseguia explicar, porém o principal era óbvio: o papai. Eu queria que ele estivesse ali para apreciar tantos momentos bons conosco. E acho que, mesmo após anos, a saudade dele era única.
Contudo, enquanto eu chorava, Soobin pôs Seori em seu quarto, já adormecida e trocada, e voltou. Seu olhar de carinho encontrou o meu, no quarto, em nosso porto-seguro. Suas mãos, de repente, já estavam me despindo e seus beijos deslizando como caramelo pelos meu rosto, pescoço, ombros e peito. Os mamilos inchados doíam de tão eriçados. Mas Soobin era cuidadoso e nada mais fez que lambê-los.
E com o passar das horas, de suas investidas contra mim e dos nossos cheiros se mesclando e acalmando minha mente, o choro já havia cessado. Tudo o que se ouvia eram ofegos, gemidos e suspiros.
E no final daquela noite, eu dormi com a sua mão sobre minha barriga, atrás de mim, respirando serenamente em um profundo sono.
[...]
— ÔNIBUS?!
Meu grito devia ter sido escutado a quilômetros de distância de tão alto e agudo.
De qualquer forma, ele expressava claramente a minha surpresa diante do que meus amigos haviam me dito.
Já tinha se passado uma semana desde o casamento de mamãe e essa havia viajado, como combinado, para sua lua de mel. Assim, seguíamos nossas vidas normalmente até que, neste dia, Beomgyu e Hueningkai tiveram a grandiosa ideia de fazermos um passeio somente os três para uma praia do outro lado da cidade, o que nos faria levar cinco horas para ir e cinco horas para voltar. Mas, claro, isso não era um problema, pois Soobin sabia muito bem cuidar da própria filha e eu estaria com meus amigos, o que, para um grávido, era aliviante por garantir segurança.
Enfim, nada disso era um problema. A real indignação de minha parte era que teríamos de viajar em um… ônibus.
Esse tipo de transporte já não era confortável nem para uma pessoa não-grávida, imagine para um grávido de cinco meses!
— Calma, Yeon. A gente sabe que você não gosta de andar em ônibus, mas… é o melhor para chegar lá — explicou Hueningkai, o tom manso para me chantagear. Apertei os olhos, direcionando-os para um de cada dos meus amigos e me virando, encarando meu marido que carregava Seori no colo com um bico nos lábios.
Soobin riu enquanto se aproximava, chegando perto o suficiente para que eu pudesse escutá-lo sem dificuldade.
— Vai, amor. Pode ser uma experiência divertida, hum? — falou, amassando o meu rosto entre sua mão livre, logo depositando um selinho em meus lábios. O bico foi desfeito rapidamente, dando lugar a um sorriso.
Decidido pelo estímulo do alfa, me virei de volta aos outros dois, dando o veredito:
— Ok, eu vou.
E logo ambos passaram a comemorar com uma dança esquisita enquanto Soobin ria e me entregava Seori, e eu suspirava pela atitude — idiota — dos meus melhores amigos. Antes de partir, precisava amamentar a pequena e enquanto eu fazia isso, Soobin organizava o restante das minhas coisas, que seriam somente uma manta para sentar na areia e um guarda-sol, não esquecendo do protetor solar, claro.
[...]
Já estávamos no ponto de ônibus.
Me despedir de Soobin e Seori não tinha sido fácil, na realidade, foi mais intenso do que eu pensei que seria. Nunca havia me mantido tanto tempo afastado deles, mas sabia que precisaria fazê-lo quando fosse trabalhar fisicamente com Dahyun. Porém, ainda não era o momento, então meu sentimento de falta permanecia.
No entanto, Beomgyu e Hueningkai estavam prontificados a me fazer gostar daquele passeio tanto quanto eles.
— Não precisa ficar com essa cara de bunda, Yeon — disse Kai, me dando um peteleco na testa. Levantei o olhar do chão e direcionei a ele, demonstrando minha insatisfação. — 'Tá vendo? 'Tá me olhando como se fosse me matar.
— Talvez porque você tenha me dado um peteleco, seu idiota — falei, cruzando os braços sobre minha barriga. Estava sentado, o que a fazia ser bem aparente. Algumas pessoas até olhavam para mim quando passavam, principalmente crianças.
Isso me dava um sentimento de nostalgia imenso.
— Parem de brigar. Olha, o ônibus chegou — exclamou Beomgyu, apontando para o grande veículo que estacionou à nossa frente.
Logo levantamos, acompanhados de outras pessoas, e formamos uma fila. Os outros dois que levavam as coisas mais pesadas e eu somente uma bolsa de costa com alguns pertences.
Por fim, após Hueningkai entrar, foi minha vez e rapidamente subi, pondo meu cartão no lugar devido e tendo o acesso a passar… Só que… eu não passei. A minha barriga ficou empacada na catraca. O desespero me subiu, especialmente para o rosto, fazendo-me ficar vermelho igual uma pimenta. Nisso, Beomgyu ria atrás de mim e Hueningkai tentava me ajudar.
Pelo menos, após alguns segundos tentando, eu consegui, com extremo esforço e muita vergonha transitando por todo meu corpo. Senti até que ia parir ali de tanto esforço.
Nota mental: jamais voltar a subir num ônibus estando grávido!
Felizmente, depois de tamanho constrangimento, a viagem seguiu tranquila. Durante boa parte do trajeto, eu me mantive acordado ao que os outros dois dormiam, pensando se deveria levar alguma coisa para Soobin, ou alguma conchinha do mar para Seori. Mas, por fim, movido pelo entardecer do meio-dia, da música calma soando em meus fones de ouvido e o sentimento de saudade dos meus dois amores, eu adormeci.
Horas depois fui acordado outra vez no dia, dessa vez não pelo meu marido, mas por Beomgyu, quem estava mais que animado.
— Chegamos! Acorda, Jun! Vamos!
— Calma, calma! — pedi, levantando agitado, porém ainda zonzo de sono. Em seguida, esfreguei os olhos e percebi que realmente havíamos chegado e já tinha alguns passageiros descendo.
Não demoramos muito para organizar nossas coisas e sair dali.
A praia estava bonita, a água não tão tranquila, mas não tão empolgada. Porém, em contrapartida, o sol estava fervendo, o que nos levou a procurar logo um lugar seguro para sentar. E encontramos depois de caminhar por alguns metros. Hueningkai montou tudo, desde o guarda-sol até a manta, deixando as comidas que tínhamos trago do lado do protetor solar — esse que já havíamos passado.
Eu, cansado ainda da viagem, sentei na manta e ali fiquei enquanto o par correu um pouco para longe para poder aproveitar melhor a água.
— Está gostando do passeio, filhote? — perguntei a Chiwoo, passando minha mão com leveza por cima da minha barriga, agora descoberta após eu ter aberto alguns botões da minha camisa de praia. — Eu espero que sim, porque eu 'tô, mesmo que você tenha feito o papai passar vergonha horas atrás, viu.
O beta e o alfa não demoraram tanto tempo lá e logo estavam de volta, exaustos.
— Vocês parecem zumbis — comentei, rindo da aparência de mortos-vivos do par.
— Ha-ha, muito engraçado — disse Beomgyu, sentando ao meu lado e abrindo uma latinha de refrigerante. — Pelo menos estamos nos divertindo. E você, não vai entrar na água?
— Vou e quero que vocês tirem fotos 'pra eu enviar 'pro Soobin.
— Eu tiro! — falou Hueningkai, aparecendo de repente na conversa, trazendo seu celular consigo. Deveria estar falando com a namorada. — Vão ficar bonitas. Sou um ótimo fotógrafo. — Empinou o nariz, convencido.
Beomgyu riu.
— Aham. Você é tão ótimo fotógrafo que fez todas as fotos de formatura saírem borradas — zombou, recordando a situação cômica que o Huening nos pôs no dia, o que me fez rir.
— Me faltava prática, ok? — tentou se justificar, mas Beomgyu continuou:
— E ainda falta.
— Ora, seu…
Eu explodi em gargalhadas enquanto Beomgyu passou a correr com Hueningkai o ameaçando de chutá-lo da Coreia para o Brasil. Aqueles dois eram que nem cão e gato.
Mas após nos acalmarmos, a sessão de fotos começou. Eu não era fã de posar em público, porém a área que estávamos era mais afastada e eu realmente queria deixar uma recordação bonita desse dia, não só por ter sido a primeira vez que fui à praia grávido, mas também para que pudesse mostrar essas fotos para Chiwoo em um futuro próximo.
E, no fim, não é que Hueningkai realmente soube tirar fotos bonitas? Elas ficaram bastante belas. Agradeci ao meu amigo por isso e prosseguimos o dia em meio a brincadeiras e exploração dos lugares próximos, sem ir tão longe para não perdermos nossas coisas de vista.
Depois de pensar muito, realmente comprei uma pulseira para Soobin — e outra para mim para combinarmos —, e catei algumas conchinhas, as guardando dentro de um potinho, para RiRi. Ela ainda era novinha para brincar com elas, mas seria uma decoração bonita para seu quarto e logo a pequena poderia se divertir com elas também.
Enfim, após fazermos diversas coisas e não esquecer de se alimentar com alguns dos bolinhos que Beomgyu havia feito, decidimos voltar para casa. Já eram cinco horas da tarde, então chegaríamos de noite. Meus amigos dormiriam na minha casa.
E assim fomos.
Confesso que foi uma sensação estranha chegar em casa tão tarde, porém não tive muito o que pensar quando Soobin abriu a porta e eu visualizei o seu rosto sereno e seu pescoço vazio, pedindo para que eu enrolasse meus braços ali. Foi automático. Me joguei em cima de si como um coala com saudade da mãe. E foi tão bom sentir seu calor junto de mim, seu aroma gostoso, a sua presença. Eu nem sabia que estava com tanta saudade dele, mas percebi naquele instante. Eu simplesmente precisava dele.
E entendi que estava tudo bem passar horas distante daquele homem, desde que, no final, ele estivesse comigo, entre meus braços, se deixando ser beijado e abraçado por mim.
Assim, logo os outros dois já estavam adormecidos nos sofás da sala e eu e o maior subimos para nosso quarto. Eu separei o meu pijama e fui tomar banho, mas rapidamente terminei e voltei para me aconchegar junto a ele.
— Seori já está dormindo, não é? — indaguei, olhando-o de baixo, com o rosto deitado em seu peito. Ele sorriu.
— Está sim. Ela estava com saudade de você, assim como eu — revelou. Meu coração foi envolto em uma camada de ternura com a informação.
— Amo vocês, sabia? Tirei algumas fotos e trouxe lembrancinhas, amanhã te mostro — falei, sorrindo. — Agora vamos dormir, por favor. 'Tô acabado.
— Você está lindo, amor — disse o alfa, rindo baixinho. Bati em seu braço, sussurrando um "bobão".
E a luz do abajur foi apagada.
e aí, o que acharam?
espero que tenham gostado!
eu tenho um carinho muito grande por esse capítulo, de verdade. ele é muito precioso. mas vou me despedindo por aqui, nenéns! fiquem bem, se cuidem e até mais! 💗 obrigado a quem me esperou com paciência. amo vocês.
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