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VII

É uma noite de sexta-feira, e vejo Melinda tentando fugir de mim de todas as formas possíveis. Ela acha que pode me ignorar, que pode simplesmente sair e se divertir, mas sei que estou sempre em sua mente. Quando a vejo saindo com suas amigas, decido segui-la. Não porque quero espiar, mas porque preciso lembrá-la de que não há como escapar.

A boate está lotada, as luzes piscam ao ritmo da música, e o ambiente é uma mistura de euforia e caos. Melinda está diferente esta noite, usando um vestido preto que a faz parecer ainda mais irresistível. Consigo sentir a tensão em seu corpo, mesmo à distância. Ela está tentando, desesperadamente, se afastar de mim.

Eu a observo de longe. Ela está com suas amigas, rindo e bebendo, tentando se distrair. Por um momento, vejo uma mulher alta e morena se aproximar de Melinda. Seus olhos brilham de interesse, e Melinda parece corresponder. Algo dentro de mim ferve. Será que ela acha que pode simplesmente me substituir?

Fico imóvel, observando a interação entre elas. A mulher a convida para dançar, e Melinda, hesitante por um segundo, cede ao impulso. Ela se movimenta com uma leveza que quase me faz sorrir, mas a raiva dentro de mim é mais forte. Não posso deixar isso acontecer.

Com cada movimento que Melinda faz, minha paciência diminui. Quando decido que é hora de agir, me aproximo lentamente. A música é alta, as luzes piscam, e ninguém parece notar minha presença enquanto avanço em direção a ela.

– Você realmente acha que pode me ignorar, Melinda? – minha voz é baixa, mas firme. Eu a encaro, vendo o pânico passar rapidamente por seu rosto. Ela tenta manter a compostura, mas conheço cada expressão dela. Sei que estou no controle.

Ela me enfrenta, mas sua voz vacila levemente. – Eu não sou sua, Emily. Você não tem o direito de interferir na minha vida.

Ah, como ela tenta lutar. É quase admirável, mas inútil. Dou mais um passo em sua direção, inclinando-me para sussurrar em seu ouvido.

– Você acha que pode escapar de mim? – minha voz é suave, mas carregada de ameaça. – Eu não compartilho o que é meu, Melinda.

Ela se recusa a ceder. Sempre tão teimosa. Sempre tentando manter uma fachada de força. Vejo sua determinação em me desafiar, mas também vejo a hesitação em seus olhos. Ela não sabe o que quer, mas eu sei o que ela precisa.

Quando ela se vira e toma a mão da mulher, Lana, senti meu sangue ferver. O ciúme é um veneno que se espalha rápido, mas não sou do tipo que fica parado e aceita. Vejo Melinda se afastar comigo, seu corpo rígido de desafio, mas ela sabe, assim como eu, que isso não vai acabar assim.

Decido segui-las. Não deixarei que essa cena se desenrole sem mim. Caminho pelas sombras da boate, observando as duas irem para um lounge mais isolado. Tudo em mim quer arrancar Lana do lado de Melinda, mas resisto... por enquanto.

Finalmente, quando estão a sós, vejo Lana se aproximando de Melinda, tentando beijá-la. Algo dentro de mim se quebra. Não vou permitir que outra pessoa a toque. Ela é minha. Apenas minha.

Sem pensar duas vezes, avanço. Agarro Lana pelo braço e a empurro contra a parede, o impacto ecoando no lounge silencioso. Sinto o medo de Melinda, e vejo o pavor no rosto de Lana. Minha voz é baixa, mas mortal.

– Eu avisei para você, Melinda. – meus olhos fixos nos dela. – Eu não vou deixar ninguém se colocar entre nós.

O medo nos olhos de Melinda me dá uma satisfação amarga, mas também uma tristeza profunda. Não quero que ela tenha medo de mim... mas ela precisa entender. Precisa saber que não pode escapar.

Tudo acontece tão rápido, e ao mesmo tempo, parece que o mundo desacelera ao meu redor. Minha possessividade por Melinda pulsa como uma fera faminta dentro de mim. A presença de Lana ao lado dela é um insulto, uma afronta que não posso tolerar. E quando vejo a mão de Lana na de Melinda, é como se o chão desabasse sob meus pés.

– "O que diabos está acontecendo? Solta meu braço, sua maluca!" – Lana grita, sua voz tremida e carregada de pavor.

Mas eu não preciso responder. As palavras não têm espaço no meio da minha fúria. Eu a empurro contra a parede, com uma força que surpreende até a mim. Não há hesitação em mim, apenas uma certeza visceral: Melinda não pertence a mais ninguém.

– "Você não entende?" – rosno, minha voz carregada de raiva. – "Melinda não é para você. Ela é minha."

Meu punho se move antes que minha mente processe. O primeiro soco é explosivo, a carne de Lana cede ao impacto, e o som seco do golpe ecoa no lounge abafado. Ela tenta se defender, mas sou mais forte. Sempre fui. O segundo soco a derruba. O sangue começa a escorrer de seu rosto, sujando meus dedos, mas isso não me impede. Eu estou cega pela necessidade de proteger o que é meu, de manter qualquer um longe de Melinda.

Tento parar, mas o impulso é mais forte que eu. Lana desaba no chão, sem forças para lutar, e apenas quando vejo seus olhos revirando em desespero percebo que já não é mais necessário continuar. Ela está inconsciente. Meus punhos estão cobertos de sangue. A música ao longe é apenas um ruído distante; agora, tudo está em silêncio.

Sinto o corpo de Melinda contra o meu quando ela tenta me segurar, tentando me afastar, mas seu toque é suave, hesitante. Mesmo assim, não há força suficiente nela para me deter. Quando finalmente solto Lana, ela está caída no chão, desmaiada, e eu estou ofegante. Minha respiração é irregular, pesada, enquanto o sangue em minhas mãos mancha tudo o que toco.

Mas então eu a vejo. Melinda. Seus olhos não estão cheios de repulsa como deveriam estar. O que vejo neles é algo muito mais perigoso, muito mais sedutor. Não é medo, é atração. Uma força tão intensa quanto a minha própria obsessão. Ela deveria ter fugido de mim, deveria ter se afastado, mas, em vez disso, ela avança.

Me aproximo lentamente, meus olhos fixos nos dela, esperando por alguma reação. Qualquer que fosse. Sinto o cheiro do sangue, o calor nas minhas mãos, e sei que Melinda está sentindo tudo isso também. Ela está envolta em uma escuridão que só eu posso compreender. O ar entre nós é denso, carregado de tensão, e então, sem aviso, ela puxa meu corpo contra o dela. O choque de nossos lábios é brutal, quase violento. É o beijo de dois mundos colidindo, dois desejos irreprimíveis se encontrando.

O gosto metálico do sangue está presente, o que deveria ser um sinal de perigo, mas, para nós, é apenas mais um elemento dessa conexão distorcida. Minhas mãos ainda cobertas com o sangue de Lana agora seguram Melinda pela cintura. Sua pele quente contra a minha é tudo o que importa no momento. Quanto mais ela se aproxima, mais percebo o quão fundo estamos afundando juntas.

Cada movimento que faço é uma mistura de possessividade e desespero. O desejo e a necessidade de controle se misturam em algo mais primal, mais perigoso. O mundo ao nosso redor deixa de existir. A boate, as luzes, o caos, tudo desaparece, e resta apenas a nós duas.

Quando finalmente nos afastamos, ambas estamos sem fôlego, como se tivéssemos lutado em vez de nos beijarmos. Olho nos olhos de Melinda e vejo a mesma faísca que existe em mim. Ela está presa nesse ciclo tanto quanto eu.

"Eu disse que você não poderia escapar de mim." - sussurro, minha voz rouca e baixa.

Ela não responde. Ainda está processando o que acabou de acontecer. Mas no fundo, ela sabe. Eu a tenho. Não importa o quanto tente lutar contra isso, ela não consegue escapar. O destino de Melinda foi selado a partir do momento em que nossas vidas se cruzaram, e agora, recuar não é mais uma opção. Ela está envolvida demais, e eu... nunca a deixarei partir .

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