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16 - Esparsas memórias

Dezembro de 2013

Quando viu Ash pela primeira vez Josh teve medo.

Ele era um menininho de oito anos, pequeno e esguio, os cabelos eram loiros escuros com delicadas ondas, que combinavam com seu rosto angelical de criança.

Mas mesmo assim Josh teve medo.
Por que seus olhos eram de um lindo tom cinzento, mas carregavam a fúria e a impetuosidade de uma tempestade. Parecia muito errado aquele olhar pertencer a uma criança.

E isso assustou Josh mais do que ele poderia explicar.

Agora, ele olhava para Ash desviando habilmente de um jab de Dominic, se perguntando quando ele havia crescido tanto, não era mais o garotinho que conhecera, mas não sabia dizer o que tinha de diferente nele, o menino loiro tentou acertar um chute circular no adversário, que conseguiu se esquivar no último instante e então Josh notou o que havia mudado nele: havia aprendido a revidar ao invés de apanhar em silêncio.

— Coloque mais impulso nos quadris, Ash — aconselhou o Caçador.

O garoto bufou, já não acatava mais os conselhos dos mais velhos tão facilmente, Josh atribuía isso a idade, com seus doze anos ele já estava na fase da rebeldia e dava sinais de que só iria piorar. Josh fingiu não ver o sorriso debochado de Dom, que pareceu irritar Ash.

O homem desviou a atenção dos garotos que lutavam no tatame e pegou a foto que ultimamente carregava sempre no bolso, era uma foto do filho que havia tirado na festa de cinco anos dele poucos meses atrás, não tinha sido um dia muito bom para ninguém, Daniel sempre tinha uma reação estranha à presença do pai: uma mistura de alegria e nervosismo, e sempre chorava quando ele ia embora. Os avós da criança obviamente odiavam Josh e tinham motivos para isso, ele não os culpava, durante a festa eles mantiveram uma cordialidade tensa, sempre tendo cuidado para manter as discussões longe da criança.

Josh foi embora enquanto Daniel estava distraído.

O homem voltou a prestar atenção na luta a tempo de ver Ash usando um clinch com os braços em volta dos ombros de Dom para dar uma joelhada no estômago do adversário, o garoto mais velho caiu no tatame com as mãos cobertas com as luvas azuis apoiadas sobre a área atingida.

Ash se afastou alguns passos e sorriu vitorioso, Dominic não gostou muito e cuspiu no chão enquanto se levantava, por um momento pensou que ele fosse avançar sobre o menino loiro, mas ele não o fez.

— Que nojo, não faça isso — Josh disse, se referindo ao cuspe, as vezes seu velho interior falava mais alto.

Dom tirou as luvas e as jogou no chão, enquanto saía da pequena sala de treinamento xingando e murmurando profanidades sobre Ash, que apenas riu.

— Por que vocês se odeiam? — perguntou o homem ao menino quando a porta se fechou.

— Ahn?! — Ash o olhou como se tentasse descobrir qual era o grau de loucura dele — Isso é óbvio: ele é mais velho do que eu.

— Que diferença isso faz? — Josh franziu a testa — Ele é só três anos mais velho que você.

— Isso faz muita diferença, significa que ele está no ensino médio e eu ainda estou no fundamental, o que são dois mundos diferentes — respondeu o garoto.

— Isso importa?

— É claro que importa, isso significa que ele está a cima de mim na hierarquia social e o fato de alguém que ele considera inferior ter lhe dado uma surra mais de uma vez automaticamente me faz seu arqui-inimigo  — o menino explicou com um sorriso arrogante no rosto, enquanto tirava as próprias luvas — Fala sério! faz quanto tempo que você saiu da escola?!

Josh riu quando recebeu um olhar de desaprovação, como se ele não entendesse um fato óbvio.

— Você deveria tentar ser amigo dele — ele disse e dessa vez Ash realmente o olhou como se ele fosse burro — Só estou dizendo. Você deveria ter amigos com a mesma... com uma idade mais próxima da sua.

O menino ficou emburrado e Josh quase riu, mas se conteve quando notou uma pontada de mágoa nos olhos dele, mesmo que tivesse sumido no mesmo segundo que apareceu, o adulto teve vontade de dar um tapa em si mesmo, é óbvio que o fato de não ter amigos era uma questão delicada para um pré adolescente.

— O que é isso? — Ash perguntou apontando para a foto na mão do homem.

Josh havia se esquecido que ainda a segurava, mas a entregou para que ele observasse Daniel com as bochechas coradas e os olhos brilhando, inclinado sobre a mesa, atrás de um bolo, soprando uma velinha com formato do número cinco. O menino olhou intensamente para foto e o Caçador não conseguiu ler sua expressão.

— Você sente falta dele? — Ash perguntou sem levantar os olhos.
Passou-se um longo momento enquanto Josh ponderava sobre a pergunta.

— Você sente saudade dos seus pais?
Ash o olhou como se procurasse alguma maldade no olhar dele, eles nunca haviam falado sobre os pais do garoto, Josh se sentiu um pouco culpado por perguntar, mas não retirou a pergunta.

— Não. Eles são como estranhos pra mim, só reconheço o rosto do meu pai por causa de fotos, mas não tem nenhuma da minha mãe e ninguém nunca fala nada sobre eles. — respondeu o menino e de repente ele pareceu muito pequeno — Por que eu sentiria falta de uma coisa que eu sequer me lembro?

— Os sentimentos são mais complexos do que as memórias, Ash, ao contrário delas, eles nunca se perdem, podem até se transformarem em outros sentimentos, mas nunca se vão — Josh disse calmamente — Mesmo que você não se lembre dos seus pais, você ainda os amo e sente a falta deles. Você apenas não descobriu como o sentimento de perda é, mas você a sente, acredite.

O silêncio foi tão grande na sala que era possível ouvir o burburinho do bar no andar de baixo, Ash olhou para o chão enquanto pensava e Josh olhou para fora da janela, não era possível ver nada lá fora além de escuridão, ele se perguntou como seria viver naquela casa, sempre cercado de escuridão aonde quer que olhasse.

— Vá tomar um banho garoto, nós vamos dar uma volta — Josh se levantou e bagunçou os cabelos de Ash enquanto passava por ele para ir até a porta — Você não vai querer espantar as pessoas da rua com seu fedor de suor, né?

— Aonde vamos?

— Vamos ao centro ver as luzes de natal — Josh parou na porta e se virou para o garoto — E vamos levar o Dominic com a gente.

— Ah, então eu não vou — disse Ash, juntando as luvas do chão e as guardando em uma prateleira.

— Eu compro comida pra você.

— Então eu vou.

Josh riu e disse que o encontraria no andar de baixo em quinze minutos, mesmo sabendo que ele demoraria mais e foi procurar o outro garoto.

Ele faria eles se tornarem amigos, nem que precisasse amarra-los juntos.

●◎●◎●

Os dois meninos andavam emburrados atrás de Josh, não haviam trocado nenhuma palavra desde que saíram do bar, mas caminhavam lado a lado, tentando não se perder entre a multidão. As pessoas circulavam para todas as direções na praça central, como formigas que haviam acabado de ter o formigueiro chutado, Josh precisava estar sempre olhando por cima do ombro pra ter certeza de estar sendo seguido pelos dois adolescentes, apesar disso a decoração da praça estava bem bonita, havia uma grande árvore de natal no centro, que assim como todos os outros adereços do local estava iluminada por luzes coloridas, músicas natalinas tocavam repetitivamente se espalhando no ar, uma fila enorme de pais com crianças impacientes se formava em frente a uma casinha vermelha e branca onde estava um homem vestido de Papai Noel.

Josh parou e esperou que os garotos se aproximassem dele, Dom estava visivelmente desconfortável com sua companhia, apesar de aparentemente gostar do Caçador mais velho, era óbvio que ele não estava nem um pouco feliz de ter que aturar a presença de seu “inimigo", Ash por outro lado parecia sequer se importar, ele tinha um brilho infantil nos olhos e parecia extasiado ao olhar para os arredores, o homem se deu conta de que ele não saía muito de casa e provavelmente nunca tinha saído para se divertir antes, mas ainda assim Josh podia ver aquela tempestade no olhar jovial, ela nunca o abandonava, pelo menos não completamente.

— O que vocês vão querer comer? — Josh perguntou, tentando animar os garotos.

— Pretzel* — Ash respondeu prontamente — E chocolate quente.
Josh olhou para Dom, esperando uma resposta.

— Idem — ele disse, dando de ombros.

— Tudo bem. Me esperem ali — o homem apontou para um banco em baixo de uma árvore coberta de pisca-pisca — E tentem não se matar.

— Não prometo nada — responderam em uníssono.

Josh murmurou um “crianças estupidas" e saiu rindo em direção a uma barraquinha de pretzels.

●◎●◎●

Ash sentou no banco, mas Dominic aparentemente não queria sentar-se ao lado dele e permaneceu em pé, o loiro o olhou de cima a baixo e levantou uma sobrancelha em uma provocação silenciosa, mas o outro apenas revirou os olhos.

O Granville esfregou as mãos, enquanto olhava as respirações das pessoas se condensarem no ar, apesar de ainda não ter nevado, o frio obrigava a todos a usarem agasalhos pesados, o garoto procurou nos bolsos as luvas que havia tirado dentro do carro e quando estava prestes a calça-las, Dom disse:

— Qual é o seu problema?

— O que? — Ash estava confuso, mas um pouco de irritação apareceu em sua voz, ele não tinha gostado do tom do outro.

— Você está estragando o clima!

— Como é?!

Agora o menino já nem se importava em saber sobre o que estava sendo acusado, ele estava com raiva por causa da forma que o mais velho estava se dirigindo a si, e estava prestes a levantar e começar uma briga quando o outro continuou:

— O Josh está sempre tentando fazer você feliz, mas você nem parece ligar, está sempre chateado sem motivo aparente e parece nem se importar com ninguém além de si mesmo.

Ash ficou em um silêncio atordoado, era verdade que Josh cuidava mais dele do que Archie, que era obrigado por lei a fazer isso, mas não fazia. Ele nunca tinha parado pra pensar se parecia um ingrato para Josh, mas não se lembrava de ter agradecido nem uma vez por tudo que ele tinha feito e se sentiu mal por isso.

— Eu sou grato por tudo que ele faz por mim — Ash disse e percebeu que aquilo era verdade — Acho que eu deveria falar isso mais vezes para ele.

— Também acho — disse Dom.

O loiro sorriu para ele.

— Oh, não sabia que Josh tinha um defensor — provocou.

Dominic ponderou por um momento e então respondeu:

— Eu gosto dele, é o único Caçador que não parece um completo babaca.

— É verdade — Ash riu.

— E o seu tio é o pior deles — Dom continuou.

— Concordo plenamente!

Trocaram um sorriso contido, era o primeiro diálogo entre eles que não tinha acabado com insultos ou agressão física.

— É por causa do seu tio que você esta sempre chateado? — perguntou Dom.

— Em parte — respondeu Ash — Mas acho que tem a ver com uma coisa que Josh me disse hoje.

— O que é?

— Ele disse que eu sinto a falta do meu pai e da minha mãe, mesmo quando as únicas coisas que eu me lembro nitidamente deles são suas vozes, eles cantavam para mim, meu pai tinha uma voz linda e eu acho que a minha mãe cantava e falava em alguma língua estrangeira que eu não entendia, mas me acalmava — Ash sentiu um nó na garganta e percebeu que as bochechas estava molhadas, ele levou os dedos ao rosto e os olhou horrorizado quando eles voltaram brilhando com lágrimas, Dom olhava assustado para ele — Mas por que duas pessoas que eu nem conheço tem tanto poder sobre os meus sentimentos? É isso que a dor da perda é?

Dominic sentou-se ao lado dele e ficou em silêncio por muito tempo, olhando para as próprias mãos enluvadas entrelaçadas em seu colo.

— Meu irmão morreu. É pra vingar a morte dele que eu e meus pais entramos na Caçada — Dom confessou, depois olhou para Ash e continuou — A dor da perda é sentir tanta falta de alguém que as vezes é quase impossível respirar. Você tem sorte de não se lembrar dos seus pais, porque as memórias só fazem com que doa ainda mais. Eu daria qualquer coisa para me esquecer do meu irmão, porque cada lembrança é como uma facada no meu coração. De que adianta eu me lembrar de todos os momentos que estive com ele, se eu não posso voltar no tempo e vive-los novamente?

Os meninos choraram em silêncio sentados um ao lado do outro, enquanto as pessoas passavam por eles rindo e conversando com seus amigos e familiares, ninguém pareceu nota-los ali, como se eles vivessem em uma bolha de tristeza invisível aos olhos dos outros.

— Eu achei que Josh fosse seu pai.
Foi Dominic que comentou, quebrando o clima ruim que pairava sobre os dois, aquilo fez Ash rir e o outro o acompanhou em uma gargalhada que por um momento afastou todos o problemas.

●◎●◎●

Josh observou os meninos de longe, eles estavam sentados lado a lado no banco, ele não havia percebido que eles estavam chorando até estar a uns três metros de distância, primeiro ele atribuiu os olhos e narizes vermelhos ao frio, mas então notou que que as luzes refletiam nas lágrimas em suas bochechas, estava prestes a correr até lá equilibrando desajeitadamente um saco com pretzels em uma mão e um suporte com três copos de chocolate quente na outra, mas se conteve quando Dom disse alguma coisa e os dois riram, o homem parou onde estava e ficou observando a cena, algumas pessoas esbarraram nele e reclamaram.

Ash encontrou Josh no meio da multidão, sorriu, se levantou e correu até ele, todos os sentidos de Caçador do homem pareceram se desligar e ele sequer reagiu quando o menino pulou sobre ele e envolveu os braços em sua cintura, quase levando os dois ao chão.

— Obrigado — disse o garoto.

— Mas eu só fui comprar...

— Não por isso — Ash negou com a cabeça — Por tudo.

Josh não soube o que dizer, por um momento ficou apenas parado, tentando entender o que estava acontecendo, Ash nunca havia demostrado afeto antes, então aquilo parecia um pouco surreal. Ele olhou para o menino, mas não conseguiu enxergar o rosto dele, a única coisa que podia ver era o topo da cabeça loira.
Ele levantou os olhos e viu Dominic se aproximando, o garoto sorriu, como se o incentivasse a fazer alguma coisa, Josh olhou novamente para Ash e retribuiu o abraço da forma que pode por causa das mãos ocupadas e assoprou os cabelos dourados dele.

— Feliz Natal, criança.

O menino respondeu apenas aumentado o aperto e Josh sorriu, deve ser isso que chamam de milagre de Natal, pensou.

●◎●◎●

Quando Josh deixou Ash em casa já passava das dez da noite, por isso não foi uma surpresa encontrar Archie sentado em uma das mesas da cozinha, ele tinha uma garrafa de cerveja na mão, mas ainda não estava nem na metade, o que significava que ele ainda estava sóbrio.

— Onde você estava, pirralho? — perguntou.

— Na praça central com Josh e Dominic — Ash respondeu olhando para o tio com desinteresse, estava de bom humor e não queria que o Granville mais velho estragasse isso.

— Aquele pirralho filho dos nos novos recrutas? Pensei que ele te odiasse.

O menino levantou os ombros.

— Estou indo pro meu quarto — Ash anunciou e começou a caminhar em direção as escadas, mas Archie o deteve.

— Tenho uma coisa pra você — disse.

O mais novo levantou uma sobrancelha, aquilo era demasiado estranho, não achava que o tio se importasse o bastante com ele a ponto de lhe dar um presente. Archie deu um peteleco em uma pequena caixa que estava em cima da mesa, era branca e simples, sem nenhum enfeite.

Ash estava cansado e a única coisa que queria no momento era sua cama quentinha, queria que aquela conversa acabasse logo para poder ir dormir, por isso pegou a caixa e a abriu sem rodeios, dentro havia uma bala de metralhadora de prata pura, ele reconheceu o próprio sobrenome gravado nela em uma imitação de letra cursiva, uma tira de couro um pouco desgastada a transformava em um colar, também dentro da caixa tinha um canivete vermelho, as iniciais C.G pareciam ter sido gravadas nele por uma faca, Ash o abriu e o analisou com cuidado, uma bela peça, era óbvio que havia sido feito sob encomendo para um Caçador, a lamina de dois gumes era fina e comprida, folheada a cobre e um pouco manchada por causa do uso, mas parecia bem afiada.

— Quem é CG — Ash perguntou enquanto Achie procurava a carteira de cigarro nos bolsos do jeans velho.

— A vadia da sua mãe — respondeu como se não fosse nada, depois colocou o cigarro na boca e o acendeu com um isqueiro — O colar era do seu pai.

— Foda-se o colar. Qual era o nome dela? — de repente isso era a única coisa que importava para Ash, o sono, o frio e o cansaço ficaram em segundo plano.

Archie tirou o cigarro da boca e assoprou a fumaça, estava começando a ficar irritado.

— Você conhece as regras — ele disse, depois deu um gole na cerveja.

— Eu só quero saber o primeiro nome dela — Ash argumentou, a frustração já estava tomando conta dele aquela altura — E eu vou transformar a sua vida em um inferno se você não me contar.

— Você pode tentar — o tio disse.

Em apenas um segundo Archie havia se inclinado sobre a mesa e puxado Ash pela gola da jaqueta grossa, e o menino aproximou o canivete do pescoço dele, os dois se encararam por um momento em que o ódio mútuo faiscava entre eles.

— Você não teria coragem — Archie provocou, estreitando os olhos.
O menino encostou o canivete na pele dele dessa vez e um filete de sangue escorreu pela lâmina acobreada, o tio olhou nos olhos do sobrinho e Ash percebeu o exato instante em que ele viu que o garoto não estava brincando.

— Tudo bem — Archie soltou a blusa dele e se afastou, depois deu outra tragada no cigarro enquanto sentava-se novamente na cadeira — Mas isso terá um preço.

— Que preço? — perguntou Ash, rapando a lâmina do canivete na beirada da mesa para limpar a maior parte do sangue.

— Você vai começar a trabalhar no bar à partir de amanhã.

— Você vai me pagar um salário?

— Por enquanto o nome da sua mãe é o único pagamento que receberá — Archie respondeu — Quando você aprender a fazer direito todas as suas funções nós falaremos sobre dinheiro.

Ash anuiu e o homem loiro tomou um longo gole da bebida antes de bater a garrafa de vidro de volta na mesa.

— Catarina — ele disse como se tivesse um gosto ruim na boca — O nome dela era Catarina. E isso é tudo que vai arrancar de mim, nunca diga isso a ninguém e nem se atreva a cita-la novamente ou você vai morar na rua. Agora vá para o seu quarto, você já abusou demais da minha boa vontade.

Ele não precisou mandar mais uma vez, Ash guardou seus dois presentes no bolso e saiu sem sequer agradecer, duvidava que Archie se importasse. Subiu as escadas rapidamente e correu até o quarto, o tempo todo repetindo: Catarina, Catarina, Catarina, em sua cabeça, ele achou aquele nome lindo.

Ash fechou a porta do quarto com um sorriso bobo no rosto e tirou o canivete do bolso, finalmente tinha alguma coisa da mãe que não fossem vagas lembranças.

Catarina Granville.

Ele nunca esqueceria aquele nome.

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Notas:

*Pretzel: Pretzel é um tipo de pão muito popular entre as populações de língua alemã, sendo portanto bastante difundido na Alemanha, Áustria, Suíça e também nas regiões da Alsácia e do Alto Adige. Em forma de nó, é seco, estaladiço, habitualmente assado, podendo ser doce ou salgado.

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bretzel

Notas da autora:

Quem é vivo sempre aparece.

*foge das pedradas*






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