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20. House of Cards

– Escuta isso! Meu Deus, Lola! Isso é insano!!

As duas estavam ouvindo da parte de trás do palco o som ensurdecedor das fãs brasileiras no Citibank Hall. Lola sorria com um misto de orgulho e tristeza porque estava vendo tudo por um monitor e não lá da frente como as outras fãs. Mas não podia fingir que não era privilegiada. As outras os veriam por duas horas, ela os veria por àquelas horas e depois delas também.

O show já estava perto do fim, mas nem por isso a animação e gritaria diminuíam. Quando os meninos finalmente saíram dos palcos estavam tão impressionados quanto Julia.

– Noona, você falou que ninguém aqui falava coreano!! Mas eles cantaram letra por letra! Você viu? – perguntou Jin quando passou por ela. Lola sorriu, orgulhosa e lhe entregou uma toalha. Taehyung vinha logo atrás, mas passou reto por ela, pegando a toalha da mão de outra assistente de figurino. Suga veio em seguida, pegando a toalha que ela estendia e fazendo uma careta de solidariedade.

– Não ligue para ele... Eventualmente ele vai melhorar. – falou entendendo perfeitamente a mágoa no olhar da estilista. Lola sorriu sem jeito e continuou a distribuição de toalhas até que todos os membros estivessem com uma. Fazia alguns dias que nem Taehyung e nem Jungkook falavam com ela, era como se tivessem combinado aquele banho de gelo do mesmo jeito que ela e Julia haviam combinado deles se encontrarem na suíte de hotel no Canadá.

A foto ainda repercutia nas redes sociais, como se os dois fossem almas gêmeas ou algo do tipo. Julia torcia para que isso amenizasse um pouco a onda de ódio que poderia vir contra ela quando voltassem para a Coreia. Havia recebido uma mensagem anônima durante a viagem, mas não tinha coragem de contar a ninguém. Nem mesmo Lola sabia da mensagem. Mas sentia que havia algo estranho e acabou associando isso ao gelo dos meninos para com as duas.

Deixou-se ficar para trás na arrumação de tudo depois do show. Lola também. As duas decididas a afogar a própria dor em trabalho braçal, evitando ao máximo os momentos em que tinham que ficar perto dos meninos, delegando essa função a outras pessoas da equipe enquanto as duas gerenciavam suas alas do setor estético de longe.

Lola estava guardando a ultima leva de jaquetas dentro de uma caixa grande quando sentiu ser puxada para dentro do provador. Uma mão grande tapou sua boca antes que ela pudesse xingar e protestar e ela perdeu o ar quando viu o rosto de Taehyung assim de perto depois de todos aqueles dias sem se olharem na cara.

A mão era a única coisa que o impedia de beija-la, tamanha era a proximidade dos dois ali dentro. Já havia tirado as lentes de contato e o cabelo continuava molhado de toda o desempenho no palco há pouco tempo. Mais lindo do que nunca. Ainda com uma mão sobre a boca dela, ele sinalizou que continuasse quieta, no que ela apenas concordou. Não podia prometer o mesmo do próprio coração, que ela jurava que ele podia ouvir de onde estava. Devagar ele tirou a mão da boca dela e, obediente, ela continuou quieta apenas encarando Taehyung e memorizando aquele rosto, aquela pele e a beleza dele.

– Todo mundo já foi embora? – ele perguntou. Lola concordou. Por ser brasileira, foi deixada para trás com Julia e a promessa de que voltariam ao hotel assim que terminassem aquilo. Um motorista estaria esperando do lado de fora junto com o segurança que impedia que alguma fã mais exaltada entrasse no lugar. Fora isso, só ela e Julia presentes. Concordou com a cabeça, se questionando como foi que ele conseguiu voltar sem ser notado.

– Você não deveria estar no hotel com os outros? Arrumando as coisas para irmos para a Europa? – cochichou. Taehyung não disse nada em resposta, simplesmente a beijou ali. A saudade que sentiam um do outro era tanta que Lola retribuiu imediatamente, levantando os braços e apoiando nos ombros dele.

Sentiu seu corpo ser empurrado para a parede, de encontro ao espelho posicionado ali. A urgência daquele beijo a deixou sem ar, fazendo com que se afastasse alguns segundos para respirar. Taehyung viu aquilo como um convite e passou a beijar o pescoço dela, descendo até o limite da gola da camiseta.

– Tae... eu... – mas ela não conseguiu completar seu argumento, teve a boca bloqueada pela dele. Fechou os olhos, sentindo a língua quente contra a sua, se perdendo naquele beijo e naquele abraço, esquecendo completamente o que ia dizer. Sentia falta dele mais do tudo no mundo, então apenas se deixou levar.

As mãos foram sozinhas para a camiseta que ele usava, puxando-a para cima até que ele a ajudasse a tirar. Ele fez o mesmo com a camiseta de uniforme dela, parando alguns segundos para admirar o sutiã preto que ela usava por baixo. Demorou dois segundos para que ele tirasse a peça do caminho e começasse a beijar um deles.

– Nossa... Tae... – Lola não conseguia dizer nada que fizesse sentido. Começou a misturar português, inglês e coreano enquanto ele sugava um de seus mamilos com força. Sentia as pernas perdendo força, então se apoiou mais ainda nele, puxando-o para si pelo cós da calça, querendo que ele se livrasse daquilo com a mesma rapidez com que tinha tirado o sutiã dela do caminho.

Lendo suas reações, Taehyung logo a ajudou a abrir a calça, indo para a calça dela em seguida. Faziam tudo o mais silenciosamente o possível, segurando os gemidos com beijos longos. Ela não percebeu quando, mas em algum momento sentiu a perna ser içada até a cintura dele, abrindo caminho para que ele a penetrasse. O gemido saiu involuntariamente.

– Lola? – Julia chamou da sala ao lado. Pararam imediatamente, ele ainda dentro dela, os dois sem conseguir respirar direito. Lola sentiu uma vontade doida de rir ao ver a expressão aterrorizada no rosto de Taehyung, mas se controlou. Limpou a garganta o melhor que pôde e decidiu que era melhor responder.

– Ta tudo bem, amiga... caiu uma caixa, só isso.

– Precisa de ajuda? – a voz de Julia vinha pelo corredor. Os dois arregalaram os olhos, em pânico.

– NÃO!

– Tem certeza? – Julia parou no mesmo lugar. Taehyung começou a se mover devagar, provocando ondas de prazer que em breve a fariam perder o rumo. Tentou não gemer ao continuar respondendo, já que ele não parou de se mover.

– Te-tenho!! Tenho... acho que deixei a caixa do Fedora* do Taehyung no meio das suas coisas. Pode... pode procurar para mim? – falava rápido para não deixar escapar nenhum gemido em meio a frase, mas teve dificuldades, então Taehyung parou.

– Claro... – os dois respiraram aliviados ao perceberem que a voz de Julia se afastava.

– Fedora? – ele sussurrou.

– Cala a boca. – respondeu ela, puxando-o para um beijo. Começou a se mover novamente, controlando o ritmo com que ele a penetrava. Mas o contato ainda não estava completamente bom, então ele a apoiou contra o espelho e colocou ambas as pernas dela ao redor de si, ganhando espaço para que pudesse senti-la por inteiro. Lola abafou o gemido que ia escapar-lhe pelos lábios afundando o rosto no ombro dele. Fechou os olhos, se perdendo nos movimentos dos quadris, querendo gritar e não podendo. Sua consciência começou a se afastar conforme ela se aproximava do orgasmo. Para não gemer, começou a beijar o pescoço de Taehyung, apoiando uma mão nas costas dele e a outra em sua cabeça, afundando os dedos no cabelo dele.

Perderam-se um no outro em seguida, as mentes vazias. Lola abraçou Taehyung com força, esperando que suas respirações normalizasse e ela pudesse dizer. Mas ele foi mais rápido. Afastou-se o suficiente para olhar no rosto dela, ainda a segurando pela cintura e a beijou com delicadeza.

– Vou lutar por você, Paola-ssi. Nunca mais vou desistir de nós dois. – sussurrou.

Antes que Lola pudesse responder, no entanto, um grito assustador os tirou do torpor daquela declaração. Era Julia quem estava gritando. Um arrepio na nuca fez Lola ter certeza de que algo muito errado estava acontecendo. 


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Fedora*: modelo de chapéu. 

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