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(XIII) Fora de controle

(Pov Jimin)

🐇🐤

  

    Eu tentava reprimir a droga do sorriso, mas não conseguia.

    “Pequeno” alguém havia bebido ou o mundo virou de cabeça para baixo.

    Apenas saí do meu momento de inércia quando o motorista parou em frente da familiar casa de dois andares com plantas trepadeiras ao longo das paredes altas, e o moço virou levemente para trás à medida que eu retirava a quantia necessária para pagar a corrida.

    Eu havia gostado dele, justamente porque ele manteve a boca calada por todo o percurso sem tentar forçar uma conversa, que eu não queria ter. Motoristas de uber de bico fechado era uma raridade que estava difícil se encontrar por aí.

    — Bela casa. — Ouvi o som da sua voz pela primeira vez e sorri mínimo.

    — Obrigado. — Então o entreguei o dinheiro.

    — Pode me avaliar pelo aplicativo? Me ajuda muito.

    — Claro…— Sua boca fechada foi uma dádiva, quase completei.

    Mas optei por apenas saltar do carro. Minha mãe sempre me disse para não conversar com estranhos, e os aborrecer estava fora de cogitação também. Vai que aquele moço tentasse me matar e vender meus órgãos só de raiva?

    — Você é um balofinho legal!

    Okay, seria eu a vender os órgãos dele só de raiva!

    Mas o cara deu no pé, me deixando para trás bufando. Por Deus, eu ainda estava tão gordo assim??? Talvez um regime sem kitkat faria bem? Ai meu G-Deus, eu não sobrevivo sem kitkat!

    Suspiro.

    Eu queria estar pro crime hoje, mas nem colocar meu plano em prática com o dentuço eu fui capaz. Ao invés de eu iludir, fui iludido. A minha única maldade do dia foi ter o deixado para trás sem nem mesmo dar tchau.

    Me senti o próprio vilão da história, real.

    Mas claro que aquele papel não me pertencia, não mesmo. Assim que eu abri a porta principal, lá se ia meu treinamento diário para manter a minha paciência intacta com o resto do mundo — quem só tinha a proeza de quebrá-la era o brucutu.

    Jennie foi a primeira pessoa que eu avistei assim que entrei na sala. A cabeleira longa, desta vez, incrivelmente platinado com um sorriso ardiloso repleto de dentes pequenos e branquinhos.

    Uma beleza incomparável. Uma personalidade pouco admirável.

    Eu sabia que ela iria voltar uma hora ou outra nessa semana, mas não esperava que seria justamente hoje. E nada me preparou para esse reencontro, e as minhas pernas trêmulas me denunciaram.

    — Não está feliz de rever a sua noona, bolinho? — A sua voz soou como num filme de terror. Como se dirigir a palavra a mim doesse a sua garganta; áspero.

    Bolinho. Aquilo me fazia ter memórias amargas.

    — Oi, Jennie. — Sorri, amarelo. — Onde está a mamãe? — Terminei de fechar a porta atrás de mim, soltando a respiração quando ela saiu da minha frente e seguiu até o sofá, não sem antes me lançar um olhar oblíquo.

    Lentamente consegui mover meus pés, adentrando completamente a sala. O cheiro que pairava no ar tinha um odor forte, preferência de Jennie ao usar “perfume de homem”. Fragrância de mulher era doce demais para si.

    — Qual foi? Vem até aqui! — Ela se virou, ainda sentada, para a minha direção, sorrindo largo dessa vez, me fazendo hesitar. — Eu passei dois anos fora, seu bobo! Quero mimar um pouco meu dongsaeng. — Ela conseguiu alcançar meu braço, me puxando até si.

    Eu estava tenso, mas não poderia demonstrar. O tempo passou, né? Jennie poderia ter mudado também.

    Contudo, seus braços ligeiramente rodearam meus ombros enquanto estávamos sentados à frente da têve, que transmitia uma série americana qualquer, certamente a preferida dela atualmente, e eu tentei me manter mais calmo.

    — Fiquei sabendo que já está quase concluindo o colegial — voltou a falar, após alguns minutos em um silêncio mórbido. Eu assenti lentamente, então ela sorriu. — Qual área da medicina você irá querer seguir? Sabe que eu estou cursando pediatria, né? Papai morre de orgulho…

    Meu coração acelerou em sua última sentença, e não foi de um jeito bom. Retensei novamente. Eu não gosto de medicina, não quero fazer medicina, a Park sabe disso, mas o que eu respondi foi outra coisa, insatisfeito:

    — Eu não sei. Mas não preciso me preocupar tanto, minhas notas são ótimas, consigo cursar qualquer área que desejar.

    Vi de soslaio ela arquear as sobrancelha ligeiramente, até limpar a garganta e sorrir mínimo novamente.

    — Você mudou, embora tenha diminuído minimamente essa pancinha. — O tom de humor na voz dela não disfarçou o real significado de suas palavras. — Papai vai ter um orgulhinho de você também. Nós dois sabemos que você deve isso a ele depois de t…

    — Filha, Sunmi já arrumou todas… Jimin, você já voltou, meu amor? — Pude respirar mais facilmente quando minha mãe despontou nas escadas na companhia de Sunmi, dando a deixa para que eu me livrasse do abraço de Jennie.

    — Si-im, eu só fui resolver algo bobo. — Dei de ombros, recebendo o sorriso gentil de minha mãe. Finalmente eu poderia ter o meu coração mais calmo.

    — Já vou servir o jantar — Sunmi anunciou, sorridente como sempre. — Fiz kimchi, Jimin, seu prato preferido.

    Eu amava aquela mulher. Desde que mamãe a trouxe para casa, eu poderia levar a vida com mais facilidade apenas com a deliciosa culinária dela.

    — Jimin é tão mimado aqui. — Jennie apareceu para soltar um risinho descontraído. — Eu sou a visita e não recebi o meu prato preferido de boas-vindas, poxa.

    — Seu paladar é requintado demais para essa casa. Foi você quem disse. — Com suas últimas palavras, Sunmi se encaminhou até a cozinha, sem se dar conta da careta que recebeu de minha irmã.

    — Ela ainda é tão má comigo, mãe. — resmungou, recebendo um risinho de minha mãe, que a abraçou.

    Enquanto isso, eu segui o mesmo caminho de Sunmi, a fim de beber água. Ainda estava desnorteado com os últimos acontecimentos.

    — Eu espero que essa comida te aqueça um pouco o coração. — A mulher falou, como se realmente soubesse o que estou sentindo, o que, de fato, ela sabe.

    — Você é a melhor, Sunmi.

    — Espero que a sua mãe não te ouça dizer isso, menino.

    — Ela também concorda. — Pisquei um dos olhos, cúmplice.


    Sol e água fresca era tudo que eu precisava depois de dois árduos dias de convivência com Park Jennie. Sol e água fresca no clube da família de Namjoon, melhor ainda. E eu havia conseguido isso, porém com Jeongguk e Jennie a tiracolo.

    Sim. Jeongguk e Jennie. O quão improvável isso seria? Estava a trupe toda.

    Kim Taehyung foi o responsável por essa desgraça. Com certeza a mente podre dele foi capaz de ter a ideia medonha de me chamar para vir até o clube — essa não é a parte ruim da história, deixa eu continuar —, aí eu tive que aceitar o pedido manhoso de minha mãe para que eu trouxesse Jennie, já que a madame não poderia ficar entediada por não ter ninguém para se divertir depois que voltou para Busan.

    E okay, por Seulgi, eu aguentaria aquele sacrifício.

    Mas nada me preparou para chegar até aqui e esbarrar com a imagem de um Jeongguk, quase pelado, vale ressaltar, tomando banho numa das piscinas. Meu olhar para Taehyung foi mortal, mas o avatar jurou que aquela peripécia tinha sido ideia do seu namorado, e a cara de safado do Jung não me provou o contrário.

    Contudo, o maior baque que eu levei foi quando meu senpai, aquele gostosão, apareceu reluzindo como diamante sob os raios de sol, totalmente lindo, porém a caixa de surpresa — que vinha atrás dele e era quase tão grande quanto o próprio Namjoon e que atendia por Kim Seokjin — me deixou, de fato, surpreso.

    Eu o reconhecia. Claro que sim, e só conseguia definir aquilo como uma piada do destino.

    — Estou feliz por vocês terem vindo aqui. — Namjoon sorriu com direito a covinhas, e eu só fui capaz de jogar a franja para o lado, hipnotizado na beleza surreal daquele homem.

    Jeongguk já estava fora da piscina, molhado como um filhote de cachorro — ler-se coelho —, tão embasbacado quanto eu. Eu pouco ligava se a barriguinha levemente trincada dele estava à mostra agora, não me interessava.

    — Eu estou feliz para caralho por te ver… é… Quero dizer, por não estar pagando nada. — Jeongguk soltou um risinho sem graça, e eu fiz careta. — Você é muito gentil mesmo.

    — Está vendo, Nam, não sou só eu que acho isso. — O tal do Seokjin segurou no ombro do meu homem, cheio dos sorrisinhos, e eu bati o pé.

    Quem era aquele cara dos ombros largos, afinal?

    — Só você mesmo, Jinnie. — Namjoon simplesmente beijou a bochecha do outro!

    “Jinnie”.

    Jeongguk, me mate agora.

    Mas meu foco saiu de Namjoon quando uma cena me deixou ainda mais puto. Semicerrei os meus olhos quando avistei Jennie próxima demais do dentes de roedor para que fosse seguro para ela! Enquanto vozes continuavam altas ao meu redor, correspondendo aos outros quatro, a minha irmã puxava assunto, parecendo super interessada, com o capivara.

    — Ei, ei! — Já fui separando os dois, antecedendo pela platinada, claro, que me fuzilou com os olhos. — Não chega perto, garota, ele tem sífilis! — afirmei a primeira coisa que veio em mente, fazendo com que o Pernalonga me lançasse um olhar mortal.

    — Qual é o seu problema?! — O dentuço gritou contido, e eu continuei ignorando a cara feia de Jennie.

    — Por que você está putinho? Precisamos discutir um assunto sério!

    — Que assunto sério? — Eu revirei meus olhos.

    Ele era lerdo?

    — Você pergunta demais. Vem comigo! — O puxei pela mão, sem o dar tempo de falar qualquer outra coisa.

    — Ei, para onde vocês vão?!

    Fiz questão de ignorar o questionário de Jennie e os olhares curiosos de todos os outros. Não sou obrigado.

    — Okay, já pode me largando que eu não sou tuas quengas. — O avatar estancou quando chegamos em uma área mais deserta do clube, me fazendo parar em retaliação.

    — Claro que não. Nunca que eu iria querer uma quenga tão barata quanto você. Tu é super iludido, é mole? — Fiz cara de desdém, e o nojento me devolveu o dedo do meio. 

    — Não me testa, pitoquinho, diz logo o que tu quer!

    — Você é burro?! Não percebeu o problemão que temos? — O balancei pelo os ombros, inquieto. — Aquele cara, o Seokjin, foi o mesmo que vi beijando o Nam na festa!

    — É, eu tô ligado — ele suspirou, quase derrotado.

    Como se suspirar fosse resolver alguma coisa! Eu estava incrédulo no quão besta aquele macho era.

    — “É, eu tô ligado” — Engrossei pateticamente a voz para imitar a sua fala. — Pelas barbas do profeta, a gente precisa armar um plano! Eu não sei você, mas eu não aceito ser corno!

    — Que corno? — ele caçoou.

    — Não era você que queria disputar o Namjoon comigo? Agora a gente tem que brigar com aquele cara também! — O empurrei pelo peito, o fazendo se chocar levemente contra um muro. — Agora você também vai ter que dá os seus pulos, nego!

    — Para de usar gírias de Twitter na conversa, seu doido — ele resmungou, tentando prender o riso. Era esse o Jeongguk apaixonado disposto a fazer tudo para ter o Kim? Que piada. — Eu já sei o que fazer.

    — Ótimo, assim que eu gosto. — Sorri travesso. — Iniciamos aqui a missão “Salvando o senpai do inquilino Kim” — Ergui meu punho para ele chocar com o seu, mas o cachorro riu debochado.

    — Que nome péssimo!

    — Não gostou? Você que lute.

    Jeongguk era tão ordinário! Eu odeio um Jeon Jeongguk!

    Seokjin estava ali, espatifado sobre a maca branca com ainda indícios do que “eu sei o que fazer” do pernalonga significava. Mas, se ele fosse preso, que fosse sozinho porque nem fodendo eu iria junto. Ninguém mandou aquele burro pôr pó de mico nas roupas extras do “armário ambulante”.

    Enquanto o pessoal se mantinha no quarto compadecidos com a cara vermelha do Kim, eu faltava dar uns supapos na cara daquele coelho de Chernobyl, secretamente exprimido com ele no banheiro.

    — Eu não achei que ficaria tão feio! — ele gritou em sussurro, e eu já estava vermelho de ódio.

    — Como não?! — rebati, jorrando saliva na sua cara em contrapartida que recebia jatos de respiração no meu rosto, pois aquele banheiro era um ovo.

    — Você cuspiu na minha cara, seu nojento! — Fechou as mãos em punhos.

    — Cala a boca. Como você acha que iria jogar Seokjin para fora do jogo colocando ele numa cama de hospital? Burro, é isso que você é! E ainda quer disputar inteligência comigo! — Ri nasalado, descrente. — Isso só fez com que Namjoon colocasse mais a atenção nele, pernalonga!

    — Faz melhor, então. — Desafiou, bufando.

    — Eu irei. Só basta eu…

    — Eu estou cansado disso. — Ele interrompeu minha linha de raciocínio, me fazendo encostar contra a pia de mármore.

    Pisquei confuso.

    — Do que você está falando, bilolão?

    Ele riu tanto depois daquilo que acabou cuspindo também.

    — Bilolão… Ainda bem você sabe que eu sou um… — Eu até tentei ter a minha inocência intacta, mas o duplo sentido resolveu por brilhar na minha mente. — Mas, vem cá, esqueceu que a nossa melhor aliada é a experiência? Então, o que você está esperando?

    — Ainda não estou preparado psicologicamente. — Virei a cara para o outro lado teatralmente, cruzando os braços.

    — Fecha esse bico, Jimin. Que porra de psicologicamente! — A forma que ele xingava a cada dois minutos era diferente. — Eu quero mão naquilo, aquilo na mão. Esse foi o trato.

    — Ei, eu não lembro de ter assinado nada disso no nosso contrato. — Apontei o dedo acusatoriamente.

    E tudo que recebi foi um selo rápido, que me fez arregalar os olhos. Lá estava o sorriso cretino de sempre.

    Ah safado!

    — Pronto, selei com um beijo. Tudo resolvido.

    Eu abri a boca, sem saber como proceder e quando fui voltar a mim novamente, meus lábios já estavam atracados nos dele desesperadamente à medida que ele me prensava como um louco contra a pia.

    Éramos uma bagunça vergonhosa de ofegos e línguas inexperientes. E quando eu recobrei o senso do ridículo com os seus dentes atrapalhados machucando o meu lábio inferior, as minhas mãos encontrando resistência no seu peitoral na hora de o empurrar e descolar a sua boca da minha foi a minha mais sã alternativa diante a loucura que cometi.

    — Meu deus… — Minha mão foi parar contra meu peito, que batia acelerado, e a outra voou até meu lábio inferior, maltratado, enquanto eu tentava não fitar a figura ofegante que descansava contra a parede oposta, nossos joelhos se encostando. — O quê… — Eu o fuzilei com os olhos, e ele foi rápido em elevar as mãos para cima.

    — Nem vem, foi o senhor que me atacou primeiro! — afirmou, sem ar.

    Calúnia!

    — Se tu quiser fazer isso, faz direito, viu? — Bati o pé, fingindo que não queria, mesmo querendo.

    E ele assentiu, como um cachorrinho adestrado, entendendo entre as entrelinhas.

    Aí o rabbit se aproximou novamente, — dessa vez com calma, porque eu sou homem de família —, e enrolou seu braço em minha cintura, me puxando com força para si, porém eu não pude me atentar aquela ação de forma devida pois as suas pupilas dilatadas serpenteando todo o meu rosto era o que mais me tirava o ar.

    — Porra, tão… — Fiquei curioso, meus mirantes atentos descendo até a sua boca a cada sibila proferida, admirando demais cada movimento como um drogado à espera do que ele iria dizer, mas todo o meu raciocínio se perdeu assim que sua boca voltou grudar na minha e eu dei asas a minha loucura quando fechei os olhos para intensificar o contato.

    Minha cabeça se inclinou para o lado, a fim de o receber melhor da mesma forma que uma das minhas mãos se emaranhou nos pequenos fios de cabelo em sua nuca e a outra palma repousou sobre os leves músculos do seu braço.

    Um ofego me escapou novamente, mostrando a minha satisfação, e eu só não me condenei por aquilo porque, quase que no mesmo segundo, Jeongguk também deixou o seu grunhido de deleite contemplar meus ouvidos. Diferente de antes, o nosso beijo era calmo e ritmado, nossas mãos tomando a cena na hora de massagearmos a pele um do outro durante o ato.

    Mas nada foi tão bom quanto sentir novamente a língua do Jeon explorando a minha, dessa vez me fazendo sentir o gosto do pudim de chocolate que comemos hoje mais cedo, essa constatação me fazendo revirar os olhos sob as pálpebras fechadas.

    E, influenciado por isso, eu tornei o nosso beijo mais febril, me inclinando sobre o seu corpo enquanto o agarrava com as duas mãos pelas bochechas, louco para desfrutar mais de sua boca, e os barulhos molhados decorrente de todo o meu desejo me assustou brevemente antes de eu me dar conta de que, poxa, beijar o pernalonga era gostoso para um senhor caralho.

    E eu iria além, se o universo tivesse me permitido.

    — Olha eles…. — A porta foi praticamente arrombada, e o dentuço pulou para longe de mim assim que avistamos seis cabeças despontando na porta estreita do banheiro.

    Todos com sorrisos maliciosos, até Seokjin deitado ao fundo parecia montado na perversidade, exceto de Jennie e o mentinha, esse que eu havia descoberto ter virado super amigo de Namjoon e que se juntou a nós no clube quando o almoço estava prestes a ser servido.

    Então o coro de “Uhum” arrastado que se sucedeu depois dessa cena foi inevitável. Eu senti minha alma fugir depois daquilo à medida que Jeongguk tentava esconder a boca inchada.

    — E ainda fingiam que não davam uns amassos… palhaçada! — Suga riu anasalado, como se estivesse morrendo de tédio, na realidade, e os outros riram.

    Porém, Jennie continuava lá e a expressão dela era indecifrável. Naquele momento, a única coisa que eu sentia era receio dela, mesmo que o resto da minha dignidade tivesse morrido junto a zombação do pessoal.

…..

    — Não… — Fiz careta. — Também não… Ai meu Deus, que horror! Não!

    — Que merda, Jimin, eu já provei trocentas roupas e você só diz não! — O dramático caiu de joelhos no chão, choramingando.

    Nem eu que estou a quatro dias vivendo sob o mesmo teto com Jennie e com Jeongguk na cola a toda hora me encontro me descabelando desse jeito.

    Jubileu estava estranho, mais nervosinho do que o normal ultimamente.

    — É que você é muito feio, amigo, nenhuma roupa consegue anular isso. — Claro que eu estava apenas brincando, mas o moreno quase começou a chorar ali mesmo.

    Cogitei me afastar e fingir que não o conhecia quando algumas vendedoras passaram a nos olhar com a cara estranha.

    Certo, quando Tae me chamou para o ajudar a comprar sua roupa para o baile, que seria daqui três semanas, eu achei que só seria apenas isso: comprar roupas, mas percebi que estava redondamente enganado quando ele parecia querer me contar algo, porém estava envergonhado(?)

    — Vai, me diz logo. — O puxei do chão, o fazendo se sentar no pequeno sofá ao meu lado. — O Hoseok te fez alguma coisa? Percebi uma tensão entre vocês dois esses dias…

    Ele piscou, sem graça, as bochechas ficando vermelhas de repente, e logo o meu radar apitou.

    Ai meu santo G-dragon.

    — Ele não fez nada.

    — Mas quer fazer, né? Ou melhor, já fez?! — Fiquei eufórico, e, no desespero, ele quase que me deu um tapa na cara. — Aí, calma.

    — Faz alguns dias que ele me chama para ir dormir no apartamento dele, Jimin… — receoso, ele finalmente deu a deixa que eu precisava para surtar de vez.  — Mas eu não sei…

    — Não acredito, Tae, ele quer te comer!!! — gesticulei, exasperado com a minha constatação.

    — Fala baixo, seu louco! — Olhou ao redor, com medo de que alguém estivesse prestando atenção na nossa conversa. — Eu acho que sim… Mas eu tô com medo, Jimin, e se ele acabar não gostando?

    — Garoto, para de neura! Pelo menos você tem um namorado para te tirar o cabaço. — O empurrei levemente pelo o ombro, descontraído, e ele finalmente sorriu um pouco, mas eu sabia que o assunto ainda o deixava nervoso. — Só não esquece a chuca, se quiser eu te ensino.

    Seus olhos arregalados foi impagável naquela hora. Gargalhei.

    — Onde você aprende essas coisas? Tu é um virjão! — ele sussurrou.

    — Olha, tu não me agride! Eu sou virgem, mas sei das coisas. Por anos eu espero o Namjoon, claro que já estou bem preparado. — Pisquei traquino, o fazendo rir.

    — Eu não posso contigo, Jimin.

    — Ninguém pode. Eu sou demais. — Me gabei. — Mas eu quero saber de tudo depois, viu?

    — Pode deixar.

    Ah, eles crescem tão rápido…

    — Mas, e você? Quando vai liberar para o Jeongguk? — Ele abriu a boca novamente, e o meu momento soft se foi.

    — Ah, garoto, cala a boca. Não me testa, eu e Jeongguk nunca vai rolar, está ouvindo?!

    — Isso foi o que você disse antes de ser pego beiçando ele duas vezes em menos de uma semana — rebateu, me fazendo bufar.

    — “Beiçando”? Que horror, onde você aprende essas coisas? — Me pus de pé, horrorizado. — Eu e o Pernalonga apenas estamos cumprindo o nosso contrato, mas meu cabaço é apenas do Namjoon, já disse.

    — Cê sabe que ele está quase namorando o docinho do Seokjin, não é? — É, tô ligado, e não sei como isso podê acontecer tão do nada. Maldito seja a mãe de Namjoon por ter um clube e Seokjin treine natação lá toda semana, maldito seja! — Aliás, ainda não acredito que você foi capaz de armar para cima dele. — A cara de acusação de Taehyung era uma das piores, me fazia se sentir maligno.

    — Eu não sabia que iria acabar gostando tanto do “armário ambulante”, está bem?! E culpe o Jeongguk, foi ideia dele! — Fui rápido em me defender.

    — Vocês são podres. Não vão conseguir separar aqueles dois.

    — Eu não escrevi milhões de cartas sobre o meu amor por Namjoon para morrer na praia agora. Aliás, eu não posso ser o responsável, mas namoros acabam, Kim Taehyung. — Dei de ombros, e o outro me olhou incrédulo.

    Qual foi? Eu não era mau, só disse fatos…

    — Que você continue nessa ilusão. Eu só sei que, desse jeito, você não irá conseguir perder a virgindade daqui até a viagem para a ilha de Jeju. — O olhei incrédulo diante a sua audácia.

    — Querido? Não joga praga! Nem que eu tenha que transar com o Namjoon dentro dos matos lá, eu vou perder o meu cabaço — afirmei, convicto.

    Por falar em viagem… Será que o coelhinho mutante iria? Sabe, só para ver a minha vitória de ter o Namjoon em mãos, claro.

    — Eu deveria apostar só para ganhar o seu dinheiro porque é óbvio que você está iludido demais. Isso não faz bem.

    — Se você diz, é o que veremos.

    Eu tinha que parar de falar aquele tipo de coisa, um dia ainda vou pagar com a boca, mas quem liga? Pois eu não.



⚪Continua»»»

Nessa quarentena, esperamos que todos vocês estejam bem e se cuidando, principalmente ficando em casa para quem possam aproveitar todas as atualizações de DA direitinho!

O que acharam da primeira aparição da Jennie na fic? Gostaro? Kkkk

Aliás, falando sobre a cena do banheiro, que a pegação comece rsrs!!!

Pera aqui um segundinho, quem vocês acham que vai admitir os sentimentos um para o outro primeiro? Jungkook ou Jimin, e por quê? Podem apostar todas as suas fichas, irrá, quem acertar vai ganhar um doce kkkkk

Até mais, meus amores💛💛💛

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