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O Segredo de Rosemon!

Os Digi-escolhidos estavam de certa forma surpresos com as revelações de Rosemon, primeiro o Digi-veice esculpido perfeitamente na madeira da casa da árvore atrás de seu trono, e depois, a revelação de que Rosemon nada mais era que o Digimon que guarda em segredo a localização do chamado Templo da Luz. O grupo observava Rosemon sentada no trono novamente sem reação por tamanha descoberta, Fairimon e Ranamon que estavam logo atrás apenas observavam tudo com um sorriso no rosto.

- Foi tão surpresa assim para vocês fazerem essa cara? – questionava Rosemon enquanto sorria observando cada um dos Digi-escolhidos.

- S-sim, foi... Mas como assim? Conte-nos tudo sobre isso. – respondia Takuma engolindo seco e enxugando uma gota de suor que escorria de seu rosto.

- Está bem... O Templo da Luz, é um lugar sagrado onde apenas os Digi-escolhidos podem entrar ou sair, é lá que se escondem os segredos do Digimundo, seu nome vem de algo que vocês humanos carregam consigo... A Luz da Digi-evolução... Quando a batalha contra as forças das trevas teve fim em um passado distante, os Quatro Digimons Sagrados selaram o lugar para que as trevas não o achassem e corrompessem seu domínio... Apenas quatro Digimons ao todo sabem sua localização incluindo a mim... Nós nos espalhamos pelos cantos do Digimundo jurando proteger o templo, e quando a hora chegasse novamente, nós guiaria-mos os escolhidos para tal lugar... Para que vocês jovens e seus Digimons pudessem enfim entender tudo, e assim quem sabe, acharem uma pista para parar essa batalha. – respondia Rosemon com um olhar sério.

- Então... Tal lugar realmente existe... E para onde estamos indo... Quer dizer que...? – se perguntava Misuki.

- A julgar por sua reação, vocês tem uma ideia de onde ele fica... – dizia Rosemon.

- Sim, achamos um local a sudeste, um ponto distorcido do mapa do Digimundo que acreditamos ser o templo. Vimos isso em um laboratório do Nanomon no deserto. – afirmou Yukina mostrando a localização que o grupo tinha no mapa holográfico do Digi-veice.

Rosemon analisou o local distorcido no mapa e logo chegou a conclusão que imaginava, porém algo a preocupava, e esse algo era o fato de Nanomon possuir tal localidade em seu banco de dados, graças a isso, muitas teorias sobre o assunto passaram pela mente de Rosemon que ficava cada vez mais preocupada.

- Nanomon... Quer dizer que Lilithmon estava atrás do templo também? Isso pode ser um problema caso eles tenham encontrado uma pista do lugar... – afirmou Rosemon com um pouco de irritação.

- Então quer dizer que acertamos o lugar? – questionou Suga.

- Sim... Como eu disse... Quando a batalha anterior teve fim, os quatro Digimons sagrados selaram o templo com seu poder, e designou a quatro outros Digimons que protegessem a localização do templo. Para que não fosse encontrado com facilidade, o poder dos Digimons sagrados fez com que o templo surgisse em locais aleatórios, e distantes, sendo assim impossível de se achar... Se vocês o encontraram, significa que ainda há tempo antes do mesmo desaparecer e reaparecer em outro ponto... – respondia Rosemon.

- Ótimo, estávamos no caminho certo, vai ser fácil agora. – dizia Takuma se empolgando.

- Se fosse realmente fácil... Todos conseguiriam acessa-lo. – retrucava Rosemon. – Saber a localização mesmo para vocês não significa que será fácil. – concluía Rosemon.

- O que quer dizer com isso? – questionou Sakura com o rosto tenso.

- Vocês já despertaram o poder os Brasões? – respondia Rosemon com olhar sério.

- Brasões? Como assim? – perguntou Takuma.

- Nem mesmo isso vocês sabem? Bem eu não os culpo... Os brasões são símbolos que representam características fundamentais em vocês, símbolos que foram transmitidos aos Digi-escolhidos... São despertados quando os mesmos demonstram essas características em si, e cada um de vocês possui um brasão que os define... Coragem, Amor, Sabedoria, Confiança, Amizade...

Rosemon fez uma pausa e então continuou.

- Eles são a chave para acessar o templo, e a chave para seus Digimons avançarem de fase. – respondia Rosemon com seriedade.

- Espera... Isso significa que... – dizia Takuma ficando pensativo.

- Quando eles super Digi-volveram... Sempre surgia um símbolo no corpo deles e em nossos Digi-veices... – afirmou Yukina se lembrando dos momentos de Digi-evolução.

- Então vocês já despertaram os Brasões... Isso já é um tremendo avanço... Com o poder deles, vocês poderão ter a chave que dará acesso ao Templo da Luz... Lá vocês encontraram todas as respostas que procuram, porém como eu disse, vocês não possuem muito tempo, pois em breve, a localização do templo irá mudar de região, e ficará mais difícil de rastreá-lo. – dizia Rosemon num tom mais sério.

- Então não podemos perder mais tempo. Temos que ir agora. – afirmou Takuma se levantando.

- Eu concordo, temos que achar esse templo, e depois salvar a Kaori. – dizia Suga.

- Kaori? Tem outra humana aqui no Digimundo? – perguntou Rosemon curiosa com a afirmação do garoto.

- Sim, Ela foi capturada por Lilithmon e seus generais, eu não sei o motivo para tal ato por parte deles, mas tenho que salva-la. – respondia Suga.

- "Outra humana no Digimundo além deles? Não pode ser... Será que ela..." – pensava Rosemon consigo mesma analisando toda a situação.

- Rosemon? – perguntou Suga estranhando a reação de Rosemon.

- Não é nada, de qualquer forma, Descansem mais um pouco e partam pela tarde. Fairimon irá acompanha-los até a barreira para que possam sair em segurança, Cutemon pode acompanha-los? Caso algo aconteça, vocês poderão usar a Cutemon para me contatar. Assim eu poderei trazê-los até aqui caso necessário, e além do mais, Cutemon possui habilidades de cura, será útil para sua jornada, tudo bem Cutemon? – sugeria Rosemon.

- Pode deixar minha senhora. – dizia Cutemon com um sorriso.

- Ótimo, vamos nos preparar! – afirmou Takuma.

O grupo em seguida começou os preparativos, com ajuda de Fairimon, Yukina e Sakura prepararam algumas mochilas de rosas onde as duas levaram alguns alimentos no caminho, os garotos cuidavam para que a rota que seguissem fosse a mais segura possível e não desce de cara com outro ataque surpresa das forças de Lilithmon. Após quase duas horas de planejamento, os Digi-escolhidos e seus Digimons acompanhados por Cutemon partiram deixando o palácio das rosas. Rosemon apenas observava o grupo de jovens caminhando lentamente para o sul da floresta com um sorriso no rosto.

- Boa sorte Digi-escolhidos... Que vocês encontrem o que procuram... E com o poder de seus brasões, com o poder da Digi-evolução... Que vocês possam impedir as trevas, assim como eles fizeram no passado... – dizia Rosemon observando o grupo de longe com um olhar sério.

O grupo prosseguiu caminhando pela floresta atravessando pequenos riachos pelo caminho, ao longe, o grupo podia ouvir uma queda d'agua na região. Fairimon afirmou que a floresta possuía uma enorme cachoeira mais ao leste e outra muito mais a frente, além de pequenos precipícios e desfiladeiros. No caminho, alguns outros Digimons nativos da região passaram cumprimentando o grupo e Fairimon.

Após mais uma hora e meia de caminhada pela enorme floresta das fadas, Fairimon e os jovens se aproximaram do limite da barreira, o local era uma região de campina, com um vasto gramado verde se estendendo até uma área no mínimo estranha, onde o horizonte podia ser visto, porém o resto do chão não. Ao longe, o grupo pôde ver alguns Digimons defendendo a barreira, patrulhando a região por segurança, um deles, possuía um corpo humanoide em forma de planta com detalhes em branco, tendo o centro do corpo coberto por partes amarelas e verdes, sua cabeça havia uma rosa e seus cabelos eram verdes, em suas costas havia outra rosa maior quase que como asas, seu nome era Lilamon, um Digimon na fase perfeita.

Do outro lado, havia outro Digimon com grandes asas brancas e tendo uma forma de uma esfera, com braços e pernas pequenas de cor rosa, em uma de suas mãos, havia uma enorme lança, seu nome era Picklemon, outro guarda da barreira e um Digimon perfeito.

- Bom é aqui que nos despedimos. – afirmou Fairimon flutuando no ar com suas asas.

- Obrigado Fairimon, quem sabe nós não voltamos aqui quando tudo estiver enfim resolvido. – dizia Takuma.

- Estarei esperando por isso. – afirmou Fairimon sorrindo e acenando para Lilamon e Picklemon.

- Cuide bem deles Cutemon. – afirmou Fairimon.

- Pode deixar! – dizia o pequeno Digimon rosa com um aceno de mãos.

Ao verem o sinal de Fairimon, ambos os Digimons que protegiam a barreira usaram seu poder para abrir a barreira que protegia o local, permitindo assim com que o grupo saísse da Floresta das Fadas. O grupo agradeceu e logo, todos passaram pela barreira em segurança que em seguida foi fechada.

- Ah merda! Eu esqueci! – dizia Fairimon se lamentando por algo.

- Algum problema? – questionou Lilamon se aproximando da amiga.

- Eu me esqueci de avisar para eles... Tomarem cuidado ao saírem... – respondia Fairimon suspirando.

- A essa altura eles já devem ter visto. – afirmou Lilamon rindo de Fairimon.

- Só pode ser brincadeira! - afirmava Misuki olhando para baixo com muito medo.

Do lado de fora da barreira, o grupo de jovens sentia um forte vento batendo em seus rostos, todos se equilibravam tomando cuidado para não caírem, o grupo olhou para baixo e viu tudo se afastar diante de suas visões, afinal, a floresta das fadas nada mais era que uma ilha flutuante móvel, que vagava por regiões distintas de floresta pelo Digimundo, camuflando sua posição em meio às nuvens do céu e o ambiente em si, impedindo assim que tal lugar fosse descoberto ou atacado, com a codificação da barreira, tal proteção era ainda maior.

- Você sabia disso né Cutemon? – questionou Yukina com um pouco de medo por conta da altura muito elevada.

- Sim. – respondia Cutemon sorrindo.

- Certo... Alguma ideia? – questionou Takuma olhando para baixo e se sentindo um pouco tonto.

- Eu posso ajudar nisso! – afirmou Tentomon voando na frente do grupo.

- Faz sentido! Tentomon é com você! – afirmou Misuki dando um sorriso forçado.

- Tentomon Digi-volve para... – Tentomon foi envolvido por seu ovo de energia onde os códigos binários formaram seu novo DNA e assim, o pequeno besouro se tornou cada vez maior, assumindo sua forma adulta. -... Kabuterimon!

Todos subiram nas mãos ou se agarraram de alguma forma em Kabuterimon que rapidamente tratou de se afastar da ilha flutuante, conforme o grupo foi se distanciando, a ilha já não podia ser mais vista, sumindo lentamente no horizonte em meio aos céus. Kabuterimon sobrevoava tomando todo o cuidado com tudo a sua volta, ao olharem para baixo e para todo o horizonte, o grupo possuía uma bela vista do Digimundo. Grandes áreas de montanha ao longe, florestas e mais florestas, algumas vilas pequenas ao fundo, um enorme lago com torres de energia no meio, sendo todas iluminadas pelo sol, cercadas por um lindo céu azul com algumas nuvens.

Outra região similar a um vilarejo antigo da época do Japão feudal também poderia ser visto muito mais a leste, graças a seu enorme castelo, o grupo notou que não estavam próximos da área do combate contra Piedmon, estavam em uma área totalmente diferente e muito afastada. Enquanto sobrevoavam Misuki observava com atenção o mapa e notou que o grupo teria que atravessar uma cidade de porte médio. Tal cidade ficava alguns quilômetros à frente e se localizava entre o caminho que o grupo tomaria em busca do templo, Misuki jugou ser um bom ponto para passarem a noite e depois prosseguirem sua viagem rumo ao objetivo, afinal dormir na floresta poderia ser perigoso e estar debaixo de um teto, era muito mais seguro evitando assim que fossem atacados de surpresa, sem saber por aonde tal ataque viria.

Os outros Digi-escolhidos concordaram, porém Suga afirmou para tomarem cuidado com a região, pois não sabiam que perigos poderia rondar tal cidade. Com as informações ditas por Rosemon o grupo possuía agora informações importantes sobre sua jornada e sobre o misterioso Templo da Luz, informações essas que poderia lhes fazer pensar em inúmeras teorias, principalmente em se tratando dos misteriosos brasões.

Os símbolos que sempre surgem em seus Digi-veices quando seus parceiros assumem a forma perfeita, agora seria uma dica de como entrar no templo sagrado selado pelos quatro Digimons sagrados. Misuki estava curioso e empolgado para descobrir mais sobre essa história e também, saber de todos os segredos que rondavam essa poderosa batalha contra as forças das trevas.

Kabuterimon sobrevoava a região com muita cautela, até que depois de quase duas horas de viagem até o próximo ponto, a equipe avistou a cidade, de longe o grupo notou seus altos prédios e casas similares as do mundo real, várias fábricas se faziam presentes em volta do local, com fumaças saindo de suas enormes torres, a cidade ainda contava com um enorme lago no centro, onde um rio cortava a cidade de norte a sul. Tal cidade era quase que como uma enorme indústria, porém ninguém saberia dizer ao certo que tipos de coisas tais fábricas estariam montando ou criando. Ao olharem o mapa novamente, Misuki indicou para Kabuterimon pousar por segurança.

O enorme besouro assim o fez, pousou no meio da floresta antes da entrada da enorme cidade, e logo voltou ao normal, ao ser questionado sobre o porquê de terem parado antes de entrarem na cidade, Misuki alertou que seria melhor entrarem na cidade por terra, para evitarem atrair atenção desnecessária caso houvesse um inimigo na cidade, com tal ação o grupo evitaria um ataque surpresa e poderia ter mais cautela ao percorrer a área em busca de um lugar para passar a noite. Suga ampliou o mapa da região para ter uma visão completa da cidade a frente e saber qual seria a melhor opção para o grupo continuar viagem.

- A cidade não parece ser grande coisa, tem até uma espécie de lago no centro dela. – afirmou Suga observando o mapa com atenção e prestando atenção no lago que cobria parte do centro da cidade.

- Essas cidades do Digimundo são meio exóticas, não é? – se perguntava Sakura.

- Será que tem comida? Seria bom fazermos uma refeição. – afirmou Guilmon enquanto sentava no chão com a barriga roncando.

- Muito provavelmente, mas ainda temos coisas entregues por Ranamon e Fairimon, não precisamos nos preocupar. – afirmou Renamon.

- Será que teremos camas confortáveis? Tipo um hotel? – se perguntava Yukina.

- Acho que estamos pedindo demais. – respondia Misuki com um sorriso forçado.

- O que é um hotel? – se perguntava Cutemon curiosa com a pergunta de Yukina.

- É um lugar cheio de comida e com uma cama confortável... A casa da Yukina é tipo um hotel. – respondia Terriermon.

- Não exagera Terriermon. – afirmou Yukina acariciando a cabeça de Terriermon com um sorriso.

- Monmontai! – disse Terriermon sorrindo enquanto acenava com a mão.

- Aliás, Terriermon, o que significa Monmontai? – se perguntou Takuma ficando curioso.

- Significa... Certo, sem problema, não esquenta. Coisas assim. – respondia Terriermon sorrindo.

- O que faremos? Temos que ter cuidado caso um inimigo apareça. – questionou Gaomon.

- Bom... Vamos entrar pelos esgotos, depois saímos no centro e nos abrigamos em um dos prédios, sairemos pela manhã antes de amanhecer, será bom para descansarmos. – sugeria Misuki.

- Por mim sem problemas, será até melhor para evitarmos confusão. Você conhece essa região Cutemon? – questionou Sakura.

- Não, eu nunca sai da Floresta das Fadas desde que cheguei lá. – respondia Cutemon.

- Entendo... – disse Sakura ficando pensativa.

- Aparentemente é uma cidade como as outras do nosso mundo, mas não sei por que, algo me incomoda um pouco. – dizia Suga vendo a região pelo mapa.

- Você acha que tem algo estranho com a cidade? – questionava Misuki analisando a situação.

- Não sei... Mas é bom tomarmos muito cuidado. – respondia Suga.

- Bom, vamos indo... Usaremos os esgotos como planejado, vamos nos abrigar em um dos prédios e depois partimos como combinado. – dizia Takuma olhando para frente.

- Sim... Vamos. – afirmou suga desligando o mapa holográfico.

Os Digi-escolhidos decididos a passar a noite na cidade começaram a caminhar rumo à entrada dos esgotos, que ficava um pouco a oeste de onde estavam, usando as árvores como cobertura, o grupo conseguiu acessar a entrada sem grandes problemas, ao chegarem à enorme entrada dos esgotos, por onde um pequeno córrego corria para fora da cidade, Guilmon com sua força arrancou as grades de proteção do lugar e com cuidado todos adentraram os esgotos, percorrendo pela lateral de concreto que cercava o córrego no centro.

Já era quase final da tarde quando todos adentraram o lugar, o sol começava a se por no horizonte digital do Digimundo, e assim lentamente a noite chegava. Porém o que os Digi-escolhidos não sabiam, era que haviam entrado em um lugar, onde mais uma vez o perigo rondaria o grupo.

De dentro do enorme lago no centro da cidade, um ser despertava de um breve sono, sentindo consigo a presença de estranhos em sua cidade.

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