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• Capítulo 4 • : "Devoção"

Ela não precisa olhar para saber quem é, mas ela se vira mesmo assim, desejando ver seu rosto mesmo nos piores momentos que forem.

Ao virar seu rosto na direção de onde a voz vinha, Âmbar encontra os olhares do seu marido. Jimin estava encostado na parede oposta a posição da cama, como sempre, com sua taça na mão e um olhar cabisbaixo e sério. Aquele olhar que não costumava fazer parte do seu complexo uma semana atrás. Ele movimentava a taça na mão circularmente, fazendo o vinho sacudir na mesma direção dentro dela. Âmbar suspira e relaxa seus ombros.

"Não estamos bem, mas ele é meu marido. Não preciso fingir postura perto dele".

- Não conseguiria esconder meus sentimentos de você nem se eu quisesse. E eu não quero. - Ela diz.

Jimin ergue rapidamente as sobrancelhas e anda na direção da cama.

- É bom saber que ainda existe um pouco de compaixão e amor por mim dentro do seu coração. Quem diria que há espaço pra mim nele. - Jimin diz, com um tom de voz cansado.

- Jimin, não fale dessa forma. Eu sei que as coisas estão ruins entre nós, mas eu nunca deixaria de amar você por estarmos afastados. Eu amo você. E vou te amar pro resto da minha vida imortal. - Ela diz, se levantando da cama.

Jimin observa cada centímetro do seu corpo que ela se move. Ainda sério, ele vira seu rosto momentaneamente para o lado, e continua andando perto dela.

- Vamos nos separar, então?

Por um breve momento, ao ouvir as palavras dele, Âmbar se sente nervosa, e seu coração acelera, o que fica perceptível para ele, que nota a razão e sorri ligeiramente, claramente tentando esconder muito mal sua satisfação com a preocupação de Âmbar com um mero engano sobre separação.

- Bem... - Ela respira fundo. - Sim. Acho que se formos ao Norte e mantivermos alguns aqui, conseguimos fazer uma viagem rápida e segura para ambos os lados.

- Hm...entendo. E imagino que não tenha me incluído no seu grupo da jornada ao Norte. - A expressão de Âmbar fica um tanto dolorida por um momento, e ela mesma toma a providência se aproximar do Jimin até estar frente a frente com ele.

- Jimin, sabe que preciso de você aqui. Não me perdoaria se acabasse se ferindo gravemente por minha culpa. - Ela diz, com um tom de voz tranquilo.

Jimin olha para os próprios pés, sem querer encarar ela e se sentindo frustrado.

- Eu não quero ficar nesse palácio para sempre, Âmbar. Não sou fraco. Tenho capacidade suficiente pra me manter de pé durante uma batalha. Mais do que isso. - Ele diz, sua voz um pouco enraivecida, mas ainda controlada.

- Você é um homem absurdamente forte, Jimin. Eu sei disso. Não duvido da sua capacidade. Porém, o que aconteceu afetou seus poderes. E foi minha culpa. Ficou mais fraco, fora do seu natural, por um erro meu, e se cair em batalha, vai ser por minha causa também...não quero continuar errando. Menos ainda com você. Quero te proteger.

Jimin a ouve calado, sentindo-se mal.

- Qual o ponto de me proteger se somos imortais, Âmbar? Eu posso apenas ir. Ainda vou conseguir ser útil mesmo que eu esteja mais fraco. - Ele diz, olhando para ela nos olhos agora. Ele vê que também existe dor no seu olhar. Ela não está feliz com a decisão. E por mais que ele queira lutar contra a decisão dela, além de ter que responder ela com fidelidade por conta da hierarquia, no fim de tudo, sua devoção ia além das posições dos Deuses.

- Perdão, meu amor. Você deve ficar. Eu te peço. Fique. E juro que serei apenas suas quando isso acabar. Só sua. - Ela diz, se aproximando um pouquinho mais dele, e falando mais baixinho.

Jimin pisca os olhos algumas vezes, sentindo aquele frio na barriga que Âmbar sempre lhe causou. Faziam dias que ele não sentia isso. O sangue correr quente nas veias. As borboletas. O desejo. A sensação de devoção. O amor. Sentir tudo isso novamente, fazia seu coração bater mais forte. O mesmo coração que passou a última semana esquecido, ignorado, como se tivesse parado de bater. Mas as palavras de Âmbar, dela apenas para seus ouvidos, ele sente tudo novamente. Do arrepio ao rubor.

E obviamente, Âmbar percebia como ele tinha se perdido nela. E um pouco felicidade domina seu semblante. E ela sorri.

- Âmbar Di Opallis, dona do primeiro trono do paraíso de Opallina. - Ele a chama por seus títulos como uma mãe que chama pelo nome todo do filho quando está brava. Âmbar ri.

- Pois não?

- Não me chame de "meu amor" se não for me dar um beijo depois! Por acaso está tentando conquistar meu coração de novo depois de me deixar de lado? Não adianta fazer isso porqu-

Jimin é obrigado a engolir as palavras que lhe diria, porque Âmbar o puxa pelo rosto, com as mãos nas suas bochechas,  e beija seus lábios de forma doce e intensa, pondo pra fora a saudade que sentia de trocar carícias com seu amado marido.

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