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Capítulo 21

P. O. V: ELENA

—Hoje é lua cheia. Devemos supor que Klaus está preparando para quebrar a maldição. —Elijah disse nos encarando.

Já era um novo dia. Eu e Stefan estávamos sentados em poltronas enquanto encaramos Elijah que estava de pé à nossa frente. Damon não havia descido desde o ocorrido de ontem, apenas vi Andie ajustando as roupas e cobrindo o enorme machucado em seu pescoço com um lenço antes de sair.

—Elena disse que a maldição do sol e da lua é falsa. —Stefan falou. —É que na verdade é uma maldição colocada no Klaus.

—Klaus é um vampiro nascido de uma linhagem de lobisomens. —Elijah disse. —A maldição impede que seu aspecto de lobisomem se manifeste. Mas quebrando-a, ele será um verdadeiro híbrido.

Suspirei enquanto Stefan e Elijah me encaravam.

—Então por que vamos deixá-lo quebrar a maldição? —a voz de Damon ecoou, fazendo Elijah se virar para encará-lo. —Podemos matá-lo hoje. Com a Bonnie.

—Damon... —Stefan falou.

—Não. Bonnie não pode usar tanto poder sem morrer. —digo.

—Eu escrevo um discurso pro funeral. —Damon exclamou.

—Não é uma opção, Damon. —falei firme. —Certo, como quebramos essa maldição? —desvio o assunto.

—O ritual é bastante direto. —Elijah disse. —Os ingredientes vocês já conhecem.

—A pedra-da-lua. —Stefan falou.

—Uma bruxa canalizará o poder da lua cheia para canalizar o feitiço que foi preso dentro da pedra-da-lua. —Elijah explicou. —Depois disso, Klaus sendo lobisomem e vampiro, sacrificará um de cada espécie.

—Onde as duplicatas entram nisso? —o encaro.

—Na parte final do ritual. —Elijah disse e andou até uma prateleira pegando um médio baú de madeira. —Klaus deve beber o sangue da duplicata até ela morrer.

Vejo Damon encarando Stefan, esse que estava com uma expressão de preocupação.

—E é aí que você entra. —falei suspirando. Elijah abriu o baú.

—Este é um elixir que adquiri há quinhentos anos para Katerina. —Elijah explicou pegando um pequeno frasco empoeirado e velho. —Possui propriedades místicas de ressurreição.

—Então eu estarei morta? —perguntei.

—E depois não. —disse.

—Esse é o plano? —a voz de Damon cortou o ar depois do silêncio que ficou. —Uma poção mágica sem data de validade? —ele me encarou. —Se que voltar à vida, que tal o anel do John?

—Os anéis só funcionam em humanos. —Elijah falou. —Duplicatas são uma ocorrência sobrenatural. Pode ser que o anel não funcione.

—Eu prefiro ele do que o seu elixir. —Damon se apressou à dizer. E então se virou me encarando suplicante. —E se não funcionar, Elena?

—Acho que ficarei morta. —digo sem encará-lo.

—O quê? —Damon gaguejou e então olhou pra Stefan, acho que não esperava essa resposta.

Damon suspirou irritado e então negou com a cabeça se retirando.

—Você sabe se Klaus tem tudo o que precisa para fazer isso? —questionei suspirando. —Ele tem um lobisomem?

—Klaus espera quebrar essa maldição há mais de mil anos. Se ele ainda não tem um lobisomem. Á noite, ele terá. —Elijah falou.

Stefan saiu, provavelmente para conversar com Damon.

—Achei que iriam entender porque estou disposta a fazer isso. —suspirei indo até Elijah e pegando o frasco de elixir.

—Se quer a minha opinião, achei muito nobre da sua parte se sacrificar. Mesmo não sendo necessário. Você está salvando seus amigos, acho que nunca irei esquecer esse sacrifício. —Elijah disse. —Existe uma possibilidade do elixir não funcionar. —confessou. —Tem certeza que não considera virar vampira?

—Klaus vai me caçar se isso acontecer, como fez com Katherine. Não quero passar minha possível vida imortal fugindo. —falei. —Eu sei o risco que estou assumindo.

—Vai embora! —a voz de Jenna foi ouvida junto com o rampante da porta que nos chamou a atenção.

—Jenna, Jenna... —a voz de Ric ecoou nos fazendo nos entreolhamos preocupados. Saio correndo em direção aos gritos com Elijah em meu encalço. —Jenna, abaixa a besta. Está bem? Sou eu.

Vejo Stefan e Damon entrando por um corredor.

—Fique longe. —Jenna mandou, a besta tremendo em suas mãos.

—O que está acontecendo? —perguntei.

—Sou eu, Elena. Eu juro. —Ric disse. —Klaus me deixou ir.

—Prove. —Jenna cruzou os braços.

—Em uma noite em que você e eu estávamos "comendo sorvete", Elena acordou e nos pegou quase nus...

—Já chega. —Jenna pediu. —É ele.

Damon e Stefan arqueiaram as sobrancelhas nos encarando.

—Por que ele te soltou? —Stefan questionou.

—Ele queria que eu desse um recado. —Ric falou e me encarou. —O sacrifício acontecerá hoje á noite.

Stefan e Damon também me encararam e Jenna suspirou. Respirei fundo me virando para Elijah que observava tudo neutro.

Todos seguimos até a sala de estar, onde nos acomodamos.

—Então você não se lembra de nada do que aconteceu? —Stefan perguntou. Ele estava de pé na minha frente, eu estava sentada ao lado de Jenna com Damon encostado no braço do sofá ao meu lado enquanto Ric estava sentado em um sofá afastado à nossa frente.

—Não, é como se eu tivesse morrido e ressuscitado. —Ric disse. —Thomas está lá, assim como Katherine.

—Katherine está hipnotizada. Damon deu verbena pra ela, mas ela só pode sair até o Klaus deixar. E o Thomas está lá para o Klaus não vim atrás da Elena. —Stefan explicou. Damon acabou saindo da sala sem dizer mais nada, provavelmente achando o plano absurdo.

—Eu vou atrás do Damon. —anuncio me levantando sobre o olhar de todos. Subi as escadas e parei no batente da porta o encarando. —Por que saiu?

—Não queria mais ouvir. —declarou, continuando de costas para mim.

—Preciso que você entenda porque estou fazendo isso. —suspirei entrando no quarto.

—Por quê? —Damon se virou me encarando. —Não importa oque eu penso.

—Eu ficarei bem, Damon. —falei enquanto ele se aproximava. —Vou beber o elixir, Bonnie matará o Klaus... —fiz uma pausa. —E tudo isso finalmente vai acabar.

—Se funcionar.

—Vai funcionar. —parei à sua frente.

—Você acha que vai funcionar, quer que funcione. —disse. —Por que só eu estou convencido do contrário? —respirei fundo o encarando.—Tem que ter outra maneira. —falou frustrado.

—Não tem. —me aproximei. Ele me encarou com intensidade.

—Você vai morrer, Elena. —Damon murmurou me encarando.

—E depois vou voltar à viver. —murmurei. E se possível, abaixei ainda mais o tom de voz. —Pelo Thomas.

—Eu não quero correr esse risco. —murmurou.

Ele acaba me dando seu sangue e o olho com decepção.

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Fiquei trancada dentro do meu quarto até ter uma ideia e ir até onde Bonnie e Jeremy estavam escondidos. Entrei dentro da casa e fui até Bonnie.

—Elena? O que tá fazendo aqui? —Bonnie questionou.

—Preciso que você faça o mesmo feitiço que fez para mandar aquela mensagem para mim e Thomas avisando que Stefan e Damon estavam indo salvar a gente do sequestrar. —expliquei e ela franziu o cenho.

—Para que você quer isso? —Bonnie perguntou confusa.

—Se quero que a atenção do Klaus venha pra mim, tenho que tirar a atenção dele do Thomas. —respondo e Bonnie me olhou, então escrevi a seguinte mensagem: "Conte a verdade, por favor. Eu vou ficar bem. —E."

Entreguei a mensagem para Bonnie e ela a enviou para Thomas através do feitiço. Então Bonnie se virou me encarando.

—Que verdade? —questionou confusa.

—O Thomas na verdade é Tyler Blake. —contei e Bonnie arregalou os olhos. —Se Klaus descobrir isso, vai perder o interesse nele já que precisa de uma duplicata humana.

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Thomas estava sentado na cama de um quarto com a cabeça apoiada na sua mão enquanto seu braço estava apoiado na janela.

De repente ele sentiu uma coisa no seu bolso traseiro e pegou o papelzinho que estava dentro do mesmo.

Ele abriu o mesmo e leu a mensagem de Elena, então ele decidiu fazer exatamente aquilo.

Klaus chegou no apartamento e não encontrou Thomas em lugar nenhum.

—Katerina. —chamou e a mesma saiu do banheiro e andou até ele. —Onde está o Thomas?

—Ué? Ele não tá aqui? —Katherine perguntou confusa, então Klaus a pegou pelo pescoço numa velocidade anormal e a prensou na parede.

—Pare de mentir e me diga onde o Thomas está. —Klaus mandou usando a compulsão.

—Eu não sei onde ele tá. —Katherine disse com dificuldade e Klaus a soltou.

Klaus bufou de raiva, não estava acreditando que tinha perdido Thomas no dia do sacrifício. Então ele decidiu ir atrás de Elena.

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Voltei para a pensão Salvatore e Stefan estava me esperando do lado de fora.

—Onde você foi? —questionou enquanto me aproximava dele.

—Fui dá uma volta. —respondo e do nada ele ficou na minha em uma velocidade anormal, me fazendo virar para frente confusa.

—Você me deixou nervoso. —o homem com um estranho sotaque britânico falou me encarando. Klaus. —Pensei que tivesse feito algo estúpido. Está pronta, querida?

Engulo em seco e dou um passo à frente.

—Estou pronta. —digo e Stefan me segurou delicadamente pela mão.

—Não... —ele falou.

—Eu não faria isso. —Klaus disse. —Não há razão para você morrer também.

Corro para frente de Stefan desesperada.

—Stefan, está tudo bem. —falei. —Eu vou. Cuida do Jeremy para mim e impeça Damon de fazer alguma bobagem. Ninguém precisa se machucar.

Não preciso me virar para saber que Klaus sorria. Stefan engoliu seco e então me soltou de seu aperto. Sorrio uma última vez para ele antes de ser levada em uma velocidade anormal.

Sou deixada em uma clareira e encarei uma mulher negra à minha frente. Greta. Ela começou a andar e comecei a acompanhá-la.

—Ouvi falar de você. —me pronunciei. —Seu irmão e seu pai estavam a sua procura.

—Bom, estavam perdendo tempo. —Greta disse. —Eu não estava perdida.

Continuei a andar atrás da bruxa e descemos uma escadaria de pedra bem escorregadia.

—Eu não consigo ver nada. —reclamei.

Em um movimento de mãos, Greta fez várias fogueiras aparecerem, acabei soltando um guincho de susto. Encarei assombrada um corpo à minha frente.

—Jenna? —perguntei. Corro até ela me abaixando desesperada. —Jenna? Jenna?! Não, não, não! —me virei para Greta. —Ele matou ela? Eu fiz tudo oque ele pediu!

Jenna de repente acordou assustada. Ela me encarou.

—Ela não está morta. —Greta respondeu sorrindo. —Está em transição.

—Não... —sussurrei.

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