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Capítulo 12

Colton estava com Caroline pois a mesma pediu ajuda para preparar algumas coisas para o aniversário de Bonnie.

—Mãe, não estou ligando para tomar conta. —Caroline falava no celular. —Só liguei porque estou começando a fazer o bolo da Bonnie e quero confirmar se a sua receita leva três ovos, não quatro, certo?

—Ué, mas você já não fez o bolo? —Colton perguntou a olhando confuso, mas Caroline fez um "shhh" para ele que ergueu a mão em rendição.

—É só me ligar se você precisar... —Caroline continuou e logo desligou o celular. —Certo.

Quando ela olhou para frente, tomou um susto com a Srta. Cuddles que estava em cima da mesa.

—Impressão minha ou os olhos dela seguem a gente pela sala? —Caroline questionou para Colton que se aproximou para deixar duas garrafas de bebida na mesa.

—Com certeza é impressão. —Colton respondeu depois de um tempo analisando a ursinha de pelúcia.

—Eu não vejo a Cuddles há 12 anos. —Caroline comentou enquanto Colton se afastava dela novamente.

—Essa foi a que Bonnie mandou de 1994. —Colton disse. —Pelo menos foi o que meu irmão disse. Ele acha que ela perdeu a original.

—Não, ela não perdeu. —Caroline falou virando a ursinha de costas para ela. —Eu peguei. —Então ela se virou para Colton. —Quando Bonnie e eu éramos pequenas, tivemos uma briga feia. Então para me vingar dela eu sequestrei a Srta. Cuddles. Mas eu não queria que a minha mãe chegasse em casa e descobrisse, então eu a enterrei. No mato. Deixei uns M&Ms para marcar o lugar onde eu deixei, mas algum bicho deve ter comido.

—Tenho certeza de que a Bonnie já superou. —Colton sorriu tranquilizador.

—A Srta. Cuddles não. —Caroline suspirou olhando para a ursinha. —Ela está lá, sozinha. Como a Bonnie. —Logo ela voltou a olhar para Colton. —E quer saber? Vou achá-la.

Colton franziu o cenho com a decisão que Caroline tomou do nada.

—Você vai o quê?

—É, é aniversário da Bonnie. —Caroline disse colocando uma blusa de frio.

—Ei, ei, Caroline. Espere. Você tem passado por muita coisa. —Colton começou. —Não é possível que esteja confundindo o que realmente te chateia?

—Sim. Provavelmente. —Caroline concordou simplesmente depois de pensar por um tempo. —Mas minha mãe está morrendo, e minha melhor amiga está presa em um universo alternativo, e a ursa dela está num buraco no meio do mato. E eu só posso tentar resolver um desses três problemas.

—Claro. —Colton murmurou antes de começar a seguir Caroline.

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Na pensão Salvatore, Damon e Thomas também estavam arrumando algumas coisas para o aniversário de Bonnie.

—Feliz aniversário, Bon-Bon. —Damon desejou olhando para alguns cupcakes em cima da mesa.

—Oi. —Thomas cumprimentou entrando no cômodo com uma sacola grande bege.

—Oi. —Damon falou enquanto o garoto se aproximava da mesa, colocando a sacola em cima da mesma e tirando seu casaco.

—Acha que a gente pode comer um antes da festa? —Thomas indagou olhando para os cupcakes.

—Acho que Caroline arranca o nosso coração. —Damon respondeu o olhando.

—Vale o risco. —Thomas murmurou dando de ombros enquanto colocava seu casaco em cima da mesa.

Então Damon pegou um cupcake e deu para Thomas dar uma mordida, e foi isso que o mesmo fez.

—Vem aqui. —Damon pediu passando o dedo no canto da boca de Thomas para tirar um farelo dali, logo levando o dedo até a boca. —Sabe, a gente não conversou depois que nos beijamos no hospital, e depois você sumiu.

—Fui resolver uma coisa, e não precisamos conversar. —Thomas disse e mostrou a aliança no seu dedo. —Você me perdiu perdão e eu perdoei, estamos bem. Voltamos a namorar e magicamente meu ódio por você sumiu, como sempre.

—Eu só quero que você saiba que eu estou realmente arrependido. —Damon falou andando até o garoto.

—Eu sei, Damon. —Thomas sorriu passando os braços pelo pescoço do Salvatore enquanto o mesmo rodeava a cintura do garoto com seus braços. —Mas tá tudo bem, tá? Eu te perdôo, e eu te amo.

Então os dois se beijaram profundamente, mas logo se separaram porque ouviram a voz de Kai.

—Não. —Thomas bufou de raiva. —É impossível. Por que ele faria...

—Não faria. —Damon resmungou. —Ele foi embora. Fez a fusão e está indo para Portland.

—Eu esqueci como essa casa era grande. —Kai comentou entrando no cômodo e olhando para a mesa. —Cupcakes. —Logo ele percebeu que Thomas e Damon estavam o encarando. —Desculpe, estou interrompendo alguma coisa?

—O que é que você está fazendo aqui? —Damon perguntou em forma de resmungo enquanto fechava os olhos.

—Olha que engraçado. —Kai murmurou desviando o olhar para o chão antes de voltar a olhar para Damon e Thomas. —Preciso da sua ajuda.

Ele mostrou uma carta e explicou o que queria, e agora ele estava sentado em cima da mesa enquanto Thomas e Damon estava de pé na frente dele.

—Por que a gente entregaria uma carta para Jo? —Thomas questionou com os braços cruzados.

—Eu não consegui encontrá-la com um feitiço localizador. —Kai contou. —E sabe, é bom para ela porque sob circunstâncias normais eu estaria louco para arrancar o umbigo dela.

—Por que a gente te ajudaria, Kai? —Thomas indagou novamente.

—Certo, bom, como devem ter percebido eu sou um sociopata. —Ele disse e Thomas fingiu estar em choque. —Eu sei, que choque. Eu gosto de ser sociopata. Eu não me afogo em coisas como culpa ou amor. Então aconteceu a fusão com meu irmão Luke. E eu venci. O que foi ótimo porque absorvi a habilidade dele de praticar magia mas agora não paro de pensar que Luke morreu. A vida da Liv já era. E por alguma razão horrível, eu não posso definir como estou me sentindo mal.

—Olha, quem diria. Isso é novidade, ainda mais vindo de você. —Thomas debochou.

—Não enche, Tyler. —Kai pediu revirando os olhos. —Voltando, quando absorvi a magia do Luke eu devo ter herdado algumas das qualidades. Como empatia. Então procurei no google como processar a dor emocional... disseram que se você escreve tudo em uma carta e queima, vai estar curando. Então comecei a escrever e começou a sair água dos meus olhos. Isso já aconteceu com você? Tipo, a água vazar do globo ocular como se eu fosse um alienígena excretando fluidos?

—Então você chorou. —Thomas concluiu revirando os olhos com uma expressão de indignação.

—Isso! —Kai exclamou e Thomas e Damon se entreolharam. —E depois que eu acabei, eu queimei a carta. Mas os sentimentos ainda estavam lá. —Ele sorriu e desviou o olhar para o chão antes de voltar a olhar para Thomas e Damon. —Então eu penso que Jo precisa saber que eu sinto muito por destruir a nossa família. Mas pense bem, gente. Tyler, você melhor do que ninguém devia procurar além das coisas questionáveis que eu fiz e acreditar que há algo de bom aqui dentro.

Thomas franziu o cenho, completamente confuso com aquilo.

—Eu acho que você tá me confundindo com alguém. —O garoto falou. —Porque a única coisa que eu queria procurar é um jeito de arrebentar a sua cara.

Ele fez menção de avançar em Kai, mas Damon segurou o pulso dele. Então Thomas encostou na pia novamente e cruzou os braços enquanto respirava fundo para tentar se acalmar.

—Certo. Acho que acabamos aqui. —Damon murmurou colocando a mão no ombro de Thomas e acariciando.

—Na verdade o Kai pode fazer uma coisa em troca. —Thomas disse.

Damon o encarou confuso, mas Thomas o encarou também e ergueu uma sobrancelha, fazendo Damon saber no que ele estava pensando.

Thomas explicou o que tinha em mente para Kai e Damon o entregou o Ascendente.

—Mas o que você fez aqui? —Kai perguntou analisando o Ascendente.

—Tentei consertar. —Thomas respondeu e Kai acabou quebrando o Ascendente mais ainda.

—Não posso trazer Bonnie de volta com isso. —Kai avisou olhando para Damon que estava na sua frente, já que Thomas estava atrás de si.

—Achei que você era o todo-poderoso líder da Convenção Gemini agora. —Thomas falou.

—Eu destruí isso para que nunca mais fosse usado. —Kai explicou olhando para Thomas.

—Podemos pelo menos usar esse ferro velho para mandar um recado? —Damon questionou fazendo Kai voltar a olhá-lo. —É aniversário dela.

—É? —Kai indagou parecendo mexido com aquilo, então Thomas percebeu o que Damon estava fazendo.

Damon estava usando o fato que Kai estava se importando com as pessoas agora para convencê-lo a ajudá-los.

—É. —Damon concordou. —Muito triste, sabe... Pobre Bonnie. Toda arrumada para uma festa a que ninguém vai. —Ele se aproximou de Kai. —Será que ela ao menos sabe que é aniversário dela ou será que os dias se confundem todos em vasto oceano de miséria. Será...

—Uma das principais engrenagens sobreviveu. É uma coisa boa. —Kai disse depois de um tempo, analisando o Ascendente novamente. —E eu sou mega poderoso.

—Sim. —Damon murmurou afirmativamente enquanto ele e Thomas se entreolhavam sorrindo cúmplices.

—O que você quer dizer? —Kai perguntou olhando para Damon.

—Se ela precisa de mágica para sair, diga onde ela pode conseguir. —Damon explicou.

Kai pareceu concordar com a ideia, e Damon e Thomas comemoraram em silêncio.

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Colton e Caroline chegaram no meio do mato e pararam de andar num lugar perto de uma grande pedra.

—Bom, vamos começar logo com isso. —Colton murmurou com uma pá na mão.

—Não, me dar isso aqui. —Caroline pediu tirando a pá da mão dele. —Você nunca deve ter feito isso antes na sua vida.

—Por seu governo, meu anjo, eu e minha família vivíamos em uma fazenda. —Colton falou pegando a pá novamente. —Já fiz isso várias vezes na minha vida.

—Ah é? E como que era a sua vida na fazenda? —Caroline questionou cruzando os braços e vendo Colton começar a cavar.

—Depois que meu pai morreu, nós três tivemos que se virar sozinhos, e conseguimos. —Colton começou a contar. —Eu e o Tyler viramos "os homens da casa" e tivemos que entender que a gente tinha responsabilidades maior do que ficar fazendo nossa mãe quase infartar com as nossas bagunças. Porém eu sempre quis ter mais responsabilidade, até porque eu sou mais velho do que o Tyler, mas só por dois minutos. Então eu praticamente cuidava da minha mãe e do meu irmão que até hoje eu o chamo de maninho.

—Você tinha tantas responsabilidades, de onde tirava tempo para pegar várias meninas? —Caroline indagou risonha.

—Começou. E eu aqui achando que a gente teria uma boa conversa sem mencionar isso. —Colton disse também risonho, o que fez Caroline rir. —Eu só tinha 17 anos, meu anjo. Não queria me prender em alguém tão cedo, então ficava com várias mulheres. Mas eu nunca brinquei com o sentimento de ninguém. Eu dizia para todas que eu não queria um relacionamento, mas quando acabava tinha algumas garotas que surtavam e queriam ter algo sério comigo, então eu saia correndo. Mas agora eu estou pronto para sossegar com uma mulher só, mas ela vai ser uma mulher especial e não a primeira a piscar pra mim e me chamar para o quarto dela. Eu tenho princípio e conduta.

Caroline assentiu e Colton passou para outro lugar já que aonde ele estava cavando não era onde a Srta. Cuddles estava.

—Espera aí, quantos anos você tinha nessa época mesmo? —Caroline perguntou e Colton fez uma careta.

—17. —Ele murmurou e Caroline fez uma cara de concentrada, parecendo que estava fazendo conta. —Eu sou de 1623, meu anjo.

—Por que você começou a me chamar de anjo agora? —Caroline questionou rindo.

—Porque você é o jeito que eu imagino o anjo mais puro do mundo. —Colton respondeu e Caroline ficou sem saber o que dizer perante aquele elogio.

—Eu não sou pura. —Ela murmurou desviando o olhar para o chão.

—E eu não sou inocente. —Colton falou e a olhou. —Agora, você quer continuar falando sobre isso ou quer desenterrar uma ursinha de pelúcia?

—Bom, acho que não vou ter catarse maior. —Caroline disse também o olhando. —Vamos para casa.

Colton concordou e soltou a pá, logo franzindo o cenho ao ver algo no chão.

—Espere um pouco. O que é aquilo? —Ele indagou apontando para o lugar.

—Ah, não brinca comigo. —Caroline pediu fechando os olhos e suspirando.

—Não tô brincando. —Colton avisou e Caroline olhou para o lugar. —É uma orelha?

—Ah, meu Deus. —Caroline murmurou e foi até o lugar e tirando de lá a Srta. Cuddles. —Cuddles.

—A gente vai conseguir limpar. —Colton falou quando Caroline se aproximou dele novamente. —Deixar novinha.

—É... —Caroline concordou passando a mão pela ursinha, mas logo a cabeça da mesma descosturou do corpo e Caroline ficou sem reação.

—Não surta, dar pra concertar! —Colton exclamou fazendo Caroline o encarar. —Só precisamos de agulha e linha.

Caroline sorriu sem tirar os olhos dele, e Colton retribuiu o sorriso.

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