"GATILHOS: descrição
de cenas 18+"
O SOM DA MUSICA ECOAVA nos corredores. Rhaenyra beijou a bochecha de Daemon, notando a feição emburrada do marido. O príncipe consorte encarava os três novos recém-casados que dançavam no salão. Os três casais pareciam perdidos em seus próprios mundos.
— Coma devagar, Joffrey. – Rhaenyra pediu para o filho.
Daemon pegou uma das garrafas de vinho forte que estava na mesa e encheu sua taça novamente. Já era a quarta ou a quinta. Ele não estava contando.
— Baela e Jace saíram do salão? – Joffrey perguntou com inocência a mãe e o padastro.
Daemon virou o olhar para as pessoas que ainda dançavam. Não encontrando nenhuma das filhas, nem mesmo os sobrinhos ou os enteados. Ele apertou o maxilar, sentido os dentes doerem com a força.
— O que esperar de jovens nas idades deles? – Rhaenyra riu. — Me lembro perfeitamente de como éramos. Eu ainda era mais nova que as meninas quando me levou a um bordel na rua da seda.
— Eu também me lembro. – Daemon apertou a taça na mão. — E não gosto de imaginar que estão seguindo nossos passos.
Rhaenyra riu, colocando sua mão por cima da mão do marido. Tentando apaziguar sua fúria. Bom, pelo menos eles estavam casados.
[...]
A mulher de cabelos prateados sentiu as mãos hábeis do agora, marido, a empurrarem com certa brutalidade contra a parede de pedra vermelha.
Depois de conseguirem se esgueirar pelos corredores sem serem notados pelos presentes salão, onde a festa ainda estava ocorrendo. Os dois entraram pela primeira porta que viram a frente. Aerea descobriu, dando uma olhada ao redor, se tratar da biblioteca da fortaleza.
Lucerys levou a boca até o pescoço da prateada, distribuindo leves selares e mordidas. Sua língua se arrastando pela pele despida de seu pescoço. O ato fez suas pernas tremerem. O homem de cabelos escuros sorriu ladino, seus olhos brilhando com certo orgulho das reações que provocava na princesa.
— Lucerys... – Aerea arfou ao sentir o príncipe apertar sua pele por debaixo do vestido que ela usava.
— Você não sabe o quanto esperei por isso. O quanto desejei ter-la só para mim... – cada palavra dita pela boca do marido, despertava uma nova sensação na princesa. Borboletas faziam festa no estômago dos dois. — Cada noite mal dormida, cada pensamento inapropriado.
A princesa, tomada pelo impulso, beijou o marido até que seus pulmões implorassem por ar. Os beijos eram urgentes, duros e rápidos, suas línguas travavam uma batalha por controle e nenhum deles estava disposto a ceder. As mãos do príncipe passeavam por seu corpo, deixando um rastro de fogo na pele da mulher, mesmo por cima do vestido. Lucerys a apertava contra ele. Arrancando suspiros e ofegos.
Aerea foi criada para ser recatada, doce e submissa. Uma perfeita esposa. Ela sabia que sexo devia ser um dos deveres e obrigações do casamento, onde o homem se satisfazeria e somente aquilo. Quando sua mãe a contou dos deveres e obrigações de uma boa esposa, Alicent não omitiu o fato de que aquilo era um dever doloroso e por isso, muitas mulheres odiavam. Mas então, por qual motivo seu corpo reagia de tal forma com Lucerys? a cada toque, cada beijo e cada respiração mais alta do príncipe, a levavam a um estado de carência, ela queria experimentar mais dessas sensações, ela queria mais de Lucerys.
Ainda aos beijos os dois caminharam de forma desajeitada pela biblioteca. Lucerys levou as mão as coxas da princesa, a ajudando a subir em uma das mesas, derrubando alguns pergaminhos, tintas e livros no chão. Ele se encaixou no meio das pernas da princesa, sorrindo ao notar a bagunça que os dois haviam feito.
— Os meistres e as septãs não irão gostar disso, quando aparecerem por aqui amanhã. – Aerea riu da fala do marido, com as mãos no rosto do príncipe. Lucerys sorriu novamente, pasando a língua pelos lábios inchados e vermelhos.
— Não irão mesmo! – o príncipe deslizou uma das mãos por debaixo das saias do vestido da princesa. Arrancando um gemido de surpresa da boca dela. Sua mão subiu pela coxa farta, desenhando leves círculos em sua pele. Aerea ofegou com cada toque. A cada movimento dos dois o vestido subia por suas pernas. Aerea impulsionou o quadril em busca de mais contato com as mãos do príncipe.
Lucerys perdeu a conta de quantas vezes havia fantasiado aquele momento com a princesa. Desde o momento em que foram prometidos um ao outro. Daemon com toda a certeza do mundo o mataria se ele sequer desconfiasse de seus pensamentos impróprios e devassos com a mulher a sua frente. Mas ele não conseguia controlar. Seu corpo e alma ansiavam por Aerea, ansiavam para a ter para si. Era quase enlouquecedor.
O príncipe se ajoelhou. Aerea arregalou levemente os olhos e Lucerys alisou suas pernas, o sorriso ladino ainda em seus lábios.
— O que você está fazendo ? – ela perguntou.
— Fique quieta! — ele deu a ordem. Se deliciando com as reações da princesa diante de seus toques.
O príncipe levantou mais as saias do vestido, deslizando a meia calça que ela usava por baixo, até seus tornozelos. Sua boca se aproximou perigosamente da parte interna de sua coxa, onde ele deu um leve selar. Subindo uma de suas mãos por sua coxa. Introduzindo um de seus dedos no interior da princesa, que gemeu alto e estremeceu diante dos toques.
— Eu ordenei que ficasse quieta. Não quer que nos escutem aqui, quer ? – o príncipe acelerou seus movimentos e Aerea conteu seus susurros desconexos e gemidos baixos.
Lucerys subiu ainda com os dedos dentro da esposa. O príncipe beijou a princesa para abafar os sons que saiam de sua boca, ainda com seus dedos a fazendo delirar.
— Lucerys....
Lucerys se afastou, ofegante. O sorriso que ele deu fez a mulher ter vontade de o socar por parar o que estava fazendo.
— Qual o motivo de ter parado? – a voz da prateada saiu raivosa.
— Não vamos fazer isso no meio de uma biblioteca. Minha senhora. — Lucerys ainda tinha o sorriso petulante no rosto. — Devemos voltar para a nossa festa de casamento.
— Como? – ela perguntou entre dentes. Ainda querendo os dedos do marido dentro de si. Ela apontou para o vestido, o cabelo e a pele que estavam todos sujos da tinta que eles haviam derrubado mais cedo.
— Para meus aposentos então. – Lucerys levou as mãos ao rosto da mulher, seu olhos brilhando em expectativa.
As pernas dela ainda tremiam quando saíram pela porta da biblioteca. Mas ela não dava a mínima, ela queria descobrir tudo o que Lucerys quisesse a mostrar, seu corpo implorando pelo toque dele. Lucerys iria a enlouquecer, ela tinha certeza daquilo.
— Onde pensam que estão indo? – a voz os fez congelar na porta da biblioteca.
Lucerys e Aerea se viraram para Rhaenyra. A rainha ao notar o estado dos dois segurou o riso. príncipe e princesa não estavam em seus melhores momentos, nem de longe. Os dois tinham tinta espalhada por todo o corpo, estavam de cabelos bagunçados e lábios inchados, sem contar com as marcas que começavam a ficar roxas, espalhadas pelos pescoços dos dois.
— Olá Nyra, como vai? – A princesa sorriu.
Lucerys achava incrível como sua esposa podia fazer aquela carinha de anjo, para sua mãe, minutos depois de gemer seu nome com os dedos dele dentro dela.
— Daemon está no outro corredor, evitem ele... –Rhaenyra avisou — Vão. – a rainha voltou pelo mesmo lugar que havia surgido.
Lucerys puxou a mão da esposa a levando até seus próprios aposentos. Suas mãos implorando por Aerea Targaryen. Assim que entraram no quarto do príncipe, ele voltou a beijar a esposa, a empurrando contra a cama de dorsel.
⃟Peço perdão desde já por qualquer erro ortográfico, eu tento ao máximo revisar, mas sempre escapa um ou outro, caso achem, me avisem para que eu possa arrumar. Não se esqueçam de deixarem suas opiniões sobre o capítulo. Eu amo ler os comentários. Beijos da Thay ♡
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