Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

Capítulo 14

HANSEONG — D. JOSEON,
HÁ CERCA DE 600 ANOS

Jungkook curvou-se em reverência, saudando o líder dos elfos, sentindo seu coração martelar forte contra o peito em nervosismo. Seu irmão parecia um tanto diferente desde a última vez que se viram, cerca de cinco anos atrás; tinha vestes em dourado e uma coroa poderosa no topo de sua cabeça. Além disso, sua personalidade havia se modificado para algo mais autoritário e ao mesmo tempo esnobe.

— Vejo que o seu rei deve ter se escondido. Ou será que ele fugiu novamente? — Wei riu brevemente, e uma das elfas aproximou-se do platinado, passando as mãos nos ombros largos dele.

— Humanos são covardes — a garota proferiu e todos começaram a rir achando graça daquilo. O único que se mantinha sério era Jeon, que sentia a raiva fluir dentro de suas veias.

— O que você quer, Yee-Ka? — O maior foi direto, só queria poder acabar logo com isso e voltar para confortar Park Jimin que provavelmente se encontrava aflito ao extremo nesse momento. — Não tenho tempo para enrolação, então fale logo.

— Oh! Vejo que o meu irmãozinho não é mais uma criança... — Aproximou-se alguns passos e ergueu o braço para tocar o ombro do moreno, porém o outro se esquivou repentinamente.

— O que você quer, Yee-Ka? — repetiu, sem paciência, fechando os punhos e ignorando a fala do líder dos elfos.

— Você não pode falar assim com Vossa Majestade, bastardo — a elfa ali presente proferiu, com o tom de voz rude. Sua expressão não era nada amigável, porém o sentimento de Jungkook em relação a ela era recíproco. — Wei Yee-Ka é o rei dos elfos, e como elfo, você deve respeitá-lo.

— Eu quero você, Jungkook! — Foi simples em sua resposta, sempre com um tom provocativo em sua voz, ignorando a fala da garota.

As sobrancelhas do mais novo se uniram, junto ao cenho franzido em confusão. Aquilo não fazia sentido algum.

— E por qual motivo quer a mim se foi justamente você quem praticamente me vendeu como escravo aos humanos? — Jeon cuspiu tais palavras, com todo o ressentimento sendo exposto em sua frase. Não que odiasse o povo que o acolheu, muito pelo contrário, aprendeu a gostar das suas almas e seus modos de viver e era grato a Min Yoongi por tudo o que fez por ele, mas tal atitude do irmão mais velho deixou cicatrizes incuráveis em seu coração e traumas profundos em sua mente. Sentia-se rejeitado pela única família que lhe restava. Certamente não voltaria a sentir simpatia por aquele que lhe abandonou e lhe chamou de aberração. Então por que diabos ele precisava de si?

A resposta veio simples e objetiva. O outro foi direto desta vez.

— Guerra dos Demônios.

Jungkook suspirou pesadamente. Sabia o que aquilo significava. Lembrou-se perfeitamente de como seu pai, o último soberano de Elfland, foi morto e faleceu na Guerra dos Demônios. E simplesmente não pôde fazer nada para impedir, pois na época era apenas uma criança que não tinha controle sobre seus poderes. Foi como se tivesse perdido a vida em vão, pois os elfos não foram capazes de derrotar todos os demônios durante o confronto, ainda que tivessem saído vitoriosos. As criaturas que sobreviveram aparentemente passaram os anos que se seguiram apenas recuperando-se e fortalecendo-se ainda mais para invadir a terra élfica mais uma vez.

— Não pertenço mais a esse mundo, Majestade. Infelizmente não posso fazer nada — foi apenas o que disse, pois de fato agora fazia parte da humanidade. Havia jurado lealdade ao reino de Min, e daria sua vida para proteger o trono.

— É por isso que estou aqui. Disposto a conversar com sua Majestade covar... Quero dizer, Min. Quero propor um...

— Não posso — Jeon interrompeu, aproximando-se do irmão, o fitando nos olhos com seriedade. — Se eu me ausentar de minha função aqui, o trono estará vulnerável. Não existem guerras apenas na sua terra mágica. Preciso proteger ao meu rei como prioridade.

— Quer dizer que não considera mais Elfland como sua terra? — Yee-Ka abriu um sorriso cínico. — Tem certeza de que não há mais ninguém importante na minha terra mágica que queira proteger? A deixará morrer sem fazer nada? Assim como nosso pai e sua mãe?

Aquela frase afetou de forma intensa o interior do elfo. Ele já não sentia mais medo do irmão, apenas raiva. Seu punho fechado, com as unhas cravadas na palma, coçava de forma ansiosa para socar o rosto de Wei. Ou talvez para incendiá-lo com seu poder de fogo, ainda estava indeciso. Todavia, ele tentou se controlar. Fechou os olhos e lembrou-se dela. Não da sua mãe, pois ela não havia resistido ao parto quando Jungkook nasceu, sendo assim, jamais pôde conhecer o rosto da sua progenitora.

Fazia cerca de cinco anos que não via a sua garota. Sentia saudades imensas da sua pequena elfa amada, que era apenas uma criança quando a deixou sozinha em Elfland para servir o rei humano. Hoje provavelmente se tornara uma adolescente muito bonita, e ela era a única razão pela qual seu coração cedeu ao dizer:

— Vou conversar com Vossa Majestade Min Yoongi!

❨♔♚♔❩

— Por isso, peço a sua autorização, Majestade! — O elfo estava ajoelhado com a cabeça fitando os pés do nobre sentado no seu trono de ouro. O salão principal estava repleto de plateia. Vários acadêmicos, conselheiros de Estado e demais membros da corte, todos espantados com a ideia de ter Jungkook ausente por dias, ou quem sabe, para sempre. — Eu lhe imploro!

— E se formos atacados enquanto estiver fora, Jungkook? Eu estarei morto! — Yoongi proferiu aquilo de forma aflita, engolindo em seco. Se nem mesmo com um elfo era capaz de sentir-se seguro por completo, sem ele sentia-se quase totalmente vulnerável.  — Se concordar com seu desejo, estarei praticamente sentenciando a minha morte. — Riu ironicamente sem achar graça.

Naquele instante, o grande elfo levantou-se, ficando ereto de frente ao seu soberano. Sabia que não era uma tarefa fácil convencer Vossa Majestade a aceitar tal ideia quando nem mesmo ele próprio estava aceitando, mas tinha que ao menos tentar.

— Majestade, o senhor perdeu seu pai na última guerra contra o Japão. Sabe como é doloroso perder alguém amado! — Iniciou sua fala de maneira firme e decidida. Não era tão bom com palavras quanto com a espada, mas tentaria o melhor de si. — Você é como uma família para mim. Jamais deixarei que algo aconteça com o senhor. Prepararei os melhores soldados para proteger o trono, e deixarei alguns litros de meu sangue para cura caso algo grave aconteça. Apesar da terra dos humanos ser minha casa agora, Elfland é o lugar onde nasci. Há alguém lá que precisa de mim e que eu também preciso proteger. Então, por favor, Majestade. Me deixe ir!

Talvez o grandão havia tocado na ferida do rei com tais palavras, pois Min não foi capaz de continuar lhe contestando. Simplesmente inflou o peito e suspirou de maneira audível e fitou o nada sem ver por alguns instantes enquanto pensava.

— Vou mantê-lo protegido enquanto o general estiver ausente, Majestade. Darei minha vida pelo senhor! Não voltarei a falhar dessa vez, eu prometo. — Taehyung surgiu do meio da multidão, curvando-se diante do monarca. Sabia o temor do nobre por conta do que havia acontecido algum tempo atrás, quando quase perdeu a vida com um corte em sua garganta. E o curandeiro real temia mais do que tudo, jamais se perdoaria caso algo similar acontecesse novamente com seu amado.

— Também concordo que o elfo vá ajudar seus descendentes. Isso pode ser uma ponte para nos aliarmos a eles — um dos acadêmicos decidiu opinar. — E se tivermos os elfos a nosso favor, podemos conquistar os reinos do Sul e do Norte e transformar em uma só província.

Murmúrios de concordância puderam ser ouvidos ecoando no salão principal. E tudo o que Yoongi tinha em sua mente era confusão. Sentia-se perdido, mas encontrou seu rumo nos olhos da sua alma gêmea; a serenidade e a calmaria da sua expressão de Taehyung fizeram todo seu corpo relaxar. Já o Kim queria apenas correr e abraçar o nobre com todo seu amor e protegê-lo de todo o mal. Tinha vergonha de fazê-lo em frente a tanta gente, mas certamente o faria quando estivessem em suas privacidades.

— Tudo bem, então. O elfo pode ir. — O rei suspirou, derrotado e continuou: — Mas me prometa algo...

— Qualquer coisa — Jungkook proferiu, disposto a aceitar qualquer proposta.

— Volte logo, e volte vivo.

— Eu prometo, Majestade!

❨♔♚♔❩

O tempo passou rápido mais uma vez, e por hora, a calmaria no reino de Min se manteve, apesar dos nervos de Yoongi se tornarem mais tensos e aflitos a cada dia. Sabia que os reinos ao seu redor estavam planejando atacar-lhe novamente para tomar o trono, especialmente porque ainda não tinha filhos, e consequentemente não havia um sucessor para substituir seu lugar caso viesse a falecer. O único que conseguia o acalmar era Taehyung, e agradecia aos deuses por tê-lo consigo.

Já Jungkook, em seu quarto, encontrava-se separando alguns de seus pertences para viajar à terra mágica no dia seguinte. E Park aproveitou para fazer o mesmo. Separou duas mudas de roupas de seda, dobrando-as com capricho e as depositando dentro da sua bolsa. Pegou também o seu pequeno par de sapatos, e outros utensílios pessoais que seriam necessários na viagem.

Hyung! — exclamou o general, franzindo o cenho ao ver o loiro. — O que está fazendo?

— Arrumando as minhas coisas para ir com você à Elfland, ué — respondeu, como se fosse o mais óbvio. Entretanto, sentiu como se o chão tivesse sumido debaixo de seus pés quando Jungkook tomou a mochila de suas mãos, repentinamente. Sua expressão, até então contente, desmanchou-se de imediato.

— Não. Você não pode ir comigo, Jimin-ssi. Vai ser muito perigoso, não posso deixar que corra o risco de ser ferido por minha causa.

As pernas do curador celestial ficaram bambas enquanto seus olhos começaram a arder ao tentar reprimir as lágrimas que insistiam em despencar.

— M-Mas você pro-prometeu, Kookie — murmurou com a voz embargada, desesperando-se com a ideia de ter que ficar longe do elfo. Isso lhe apavorava mais do que tudo. — Você disse que só precisava convencer...

— Eu sei, mas a situação é diferente agora — o outro interrompeu. — Elfland não está segura agora. Há demônios muito fortes e poderosos vindo e eles pretendem lutar até dominar o mundo todo. — Jungkook sentia-se triste por ter feito o mais velho ficar melancólico daquele jeito. Tudo o que mais queria era poder arrancar um sorriso gracioso dele. Entendia o humano caso ele ficasse com raiva de si, mas não podia deixá-lo se machucar. Estava tentando protegê-lo. — Infelizmente não estou indo para lá a fim de me divertir. Tenho uma missão a cumprir, e quando tudo isso acabar, irei manter minha promessa de levá-lo à Elfland.

— Você não deveria tentar me proteger contra os demônios. Deveria me proteger contra os humanos. — Por mais que soubesse das boas intenções do seu orelhudo, não conseguia concordar. — Acredite em mim. Humanos conseguem ser mais perigosos do que demônios. — Porém, Jimin não continuou o contestando porque sabia que nada que dissesse mudaria sua opinião. Deixou o seu típico biquinho aparecer, e por mais triste que estivesse, não conseguia ficar bravo com Jungkook. Em um ato involuntário, enroscou seus braços ao redor da cintura do elfo, o abraçando bem apertado. — Não quero ter que me separar de você amanhã, orelhudo.

Jeon retribuiu seu abraço enquanto fazia carinhos em seus cabelos macios e claros.

— E eu menos ainda. — Era muito bom ter esses momentos de contato com seu humano; seu desejo era nunca mais soltá-lo.

Cada vez que o tocava, era uma nova sensação extasiante que surgia em seu interior. Como se cada célula formando seu corpo gritasse em euforia. Porque sim, Jimin era a causa da sua euforia. Era a causa de todos os seus sorrisos nos últimos tempos, de todas as suas risadas. De tudo de bom que habitava em si. E justamente por conta disso não podia arriscar, não podia deixá-lo se machucar por sua causa.

Após longos segundos se arrastando enquanto se abraçavam, Jungkook finalmente se afastou, apenas para poder fitar os mais belos olhos de todos os mundos existentes. Tinha seu tronco arqueado, numa tentativa de aproximar seu rosto do dele, e foi seguindo os seus instintos, deixando-se levar pelo momento. Já Park tinha todo seu ser envolvido pelo aroma delicioso que o elfo tinha. Percebeu os olhos vermelhos se apagarem quando ele fechou as pálpebras ao que o nariz dele roçou o seu, resultando em arrepios percorrendo toda a sua derme e eriçando cada um de seus pelinhos. E logo pôde sentir o poder dos lábios finos do ser místico tocarem os seus. Ainda que esse não fosse o primeiro beijo entre os dois, o frio na barriga era ainda mais intenso, especialmente porque não sabiam quanto tempo teriam que esperar para poder repetir esse ato de amor entre eles.

Jimin moveu seu rosto à medida que o toque entre ambos começava a ficar mais urgente. Um calor repentino surgiu do interior do seu peito e espalhou-se até a pontinha dos seus dedos. O gosto refrescante da boca do elfo era muito satisfatório e logo sua língua atreveu-se a pedir passagem. E Jungkook não hesitou em aceitar aquele avanço. Cedeu e aprofundou o beijo, fazendo com que o único ruído em seu quarto fosse a sinfonia entre ambas as bocas, tão desejosas entre si. Era como uma música, uma bela melodia.

Aos poucos, Jimin empurrou Jungkook em direção ao seu colchão envolto em seda, o fazendo deitar-se ali. Separaram seus lábios apenas para poderem admirar um ao outro. Ambos mantinham conexão em seus olhares, e era um olhar totalmente apaixonado. Uma paixão ao mesmo tempo adorável e ardente. Naquele instante, o mundo poderia simplesmente desabar diante deles e nenhum sequer perceberia, estavam focados em seus próprios mundinhos: um ao outro. E era apenas isso o que importava.

O médico então subiu sobre o corpo do ser místico, tendo seu órgão cardíaco disparado de imediato. Pelos deuses, como Jeon Jungkook conseguia ser tão perfeito.

O elfo sorriu com os lábios, quase como se tivesse ouvido tal pensamento e esticou o braço para tirar uma mecha de cabelos loiros da frente do rosto de Park, prendendo-a atrás de sua orelha. Depois, desceu a grande mão até repousá-la na bochecha rechonchuda do amado, fazendo um leve carinho. Como pode ser tão angelical, Jimin-ssi?

E como resposta, o rosto do humano esquentou de repente, tingindo-se de um róseo vibrante. Eles tinham isso. Uma conversa totalmente muda, apenas com troca de olhares e expressões. Podiam perfeitamente entender um ao outro sem uma palavra sequer ter que ser dita.

E foi assim que Park Jimin decidiu. Não poderia mais ficar longe do elfo por sequer um segundo, e ele certamente não ficaria. Sua sobrevivência dependia daquilo, já que o general era como se fosse o seu oxigênio.

❨♔♚♔❩

Na manhã seguinte, o de cabelos claros abriu as pálpebras preguiçosamente, com a claridade machucando seus olhos, mas logo se acostumou e sentiu um vazio em seu interior, junto a um calafrio. Não seria um dia feliz, definitivamente. Desesperou-se logo ao perceber que Jungkook não se encontrava mais ali consigo ou em qualquer canto do quarto. Levantou-se num pulo rápido e passou a procurar o elfo por todas as partes, sem sucesso. Nem mesmo se preocupou em sair pelos corredores do palácio com roupas íntimas. Só queria encontrá-lo de uma vez por todas.

— Onde ele está? Onde está o Jungkook? — perguntou a Subin assim que a encontrou. Sua voz trêmula deixava claro o seu receio.

— Eu o vi indo para o salão principal mais cedo, meu senhor — a guardiã o informou, com o tronco curvado em reverência. Park até pediria para ela não ser tão formal consigo, mas seus pés apenas apressaram-se na direção do salão. Nada mais pairava em sua mente a não ser a ideia de que o elfo poderia ter partido sem sequer se despedir dele. E isso fez seu coração se apertar em angústia. Sua pulsação acelerou-se, mas não de um jeito bom como na noite anterior.

Não. Não. Não. Não podia ser verdade. Ele não podia ter ido embora assim, sem mais nem menos.

As lágrimas agora fluíam facilmente de seus olhos, borrando sua visão. Suas mãos pareciam mais dois blocos de gelo de tão frias, enquanto tremiam. Sua respiração estava ofegante, tanto pela corrida quanto pela maldita crise de ansiedade que estava tomando conta de sua sanidade. E logo o ar pareceu ter sumido de seus pulmões de repente. Ele parou, exausto, levando a palma na altura do peito, onde doía.

— Jung... Kookie... por favor... — tentou gritar, mas só o que fluiu de sua boca foi um murmúrio baixo e sôfrego.

Foi o que bastou para que o elfo, a longos metros de distância, pudesse ouvir. E assim que sua super audição captou aquilo, com sua rápida velocidade, conseguiu chegar ao local onde o seu humano se encontrava em apenas segundos. Segurou o corpo do loiro a tempo antes que desabasse ao chão e o abraçou com todo seu amor e preocupação. Era como se seu corpo fosse um escudo protetor e nada poderia prejudicar o curador naquele instante.

— Jimin-ssi! O que aconteceu? Por que está assim? — perguntou de imediato, ainda lhe apertando contra seu peitoral vasto.

— Oh, Kookie... você ainda está aqui? — Fungou, respirando fundo ao tentar cessar o choro. Os braços foram de encontro ao pescoço do seu protetor, enroscando-se ali e jurou que não iria o soltar nunca mais.

— É claro que sim. Eu não iria embora sem me despedir de você, hyung. — As mãos do moreno subiam e desciam nas costas de Jimin, em um gesto acolhedor, tentando acalmá-lo.

Permaneceram assim por alguns instantes, até Park quebrar o silêncio, quando já havia conseguido controlar as lágrimas.

— Eu não vou conseguir. Não sou mais capaz!

— De quê?

— De ficar sem você. Eu não posso mais ficar longe de você. — O médico se afastou alguns centímetros para poder ver melhor o rosto do elfo que amava. Sim, ele o amava tanto que seu coração transbordava. Ele o amava mais que tudo. — Por favor, não me deixe aqui sozinho. Me leve com você, Kookie. Por favor, eu te imploro!

Aquilo estava sendo doloroso para o elfo. Ouvir a voz tão bonita do seu hyung em tal tom de desespero fez com que toda a sua determinação fosse por água abaixo. Sendo assim, respirou fundo e deixou um sorriso transparecer em seus lábios.

— Tudo bem, meu amor. Você vem comigo para Elfland.

Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro