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twelve and a beat!

JEON JUNGKOOK


— Você não vai ir com a gente?

A voz de Jimin se fez presente dentro de elevador em que estávamos enquanto descíamos para a garagem. Eu neguei com a cabeça, sentindo meus olhos pesarem um pouco de cansaço. O dia parecia ter sido tão longo e nós ensaiamos tanto, que nem parecia ter feito diferença estarmos sendo liberados duas horas mais cedo que o normal, pois eu continuava cansado.

Apesar disso, eu também estava animado para meu encontro com Danbi. Eu bem que queria poder sair com ela, levá-la para algum restaurante ou algo assim, mas agora com o tanto de atenção que estávamos recebendo com o comeback, era melhor não arriscar algo um público.

— Eu tenho um compromisso — respondi, após ouvir sua reclamação que quase não comíamos juntos mais.

— Compromisso? — foi a vez de Hoseok perguntar, mesmo não tirando os olhos do celular.

— Sim, um compromisso.

— Hmm, tá fazendo mistério, aposto que tem a ver com mulher.

Quis muito, muito mesmo segurar um sorriso, mas meus hyungs me conheciam bem demais.

— Quem é ela? É de algum grupo? — Jimin perguntou.

— Não, ela não é famosa.

— Não é famosa? E onde que você conheceu essa menina? — Hoseok finalmente largou o celular e subiu os olhos pra mim.

— Amigos em comum.

— Sei... Toma cuidado com quem você coloca dentro da sua casa, Jungkookie — Hoseok respondeu assim que a porta do elevador se abriu e nós saímos.

Me despedi do resto dos meninos e apenas expliquei por cima toda a situação e, obviamente, a maioria deles — menos Yoongi e Namjoon —, me caçoaram um pouco. Nada novo, tudo normal.

A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi ir direto pro banheiro, tomar um banho e me certificar de estar devidamente apresentável para Danbi. Depois, dei uma última arrumada nos talheres e pratos que tinha arrumado na mesinha de centro da sala e antes de pegar as chaves do carro, liguei uma vela aromatizante, torcendo pra que ela deixasse o cheiro agradável.

Depois de quase vinte minutos, estacionei o carro na esquina do prédio onde Danbi morava e não demorou muito pra ela responder minha mensagem com um 'ok, tô descendo'.

Caramba, como eu estava nervoso. Não era como se a garota que eu estou começando a gostar fosse um bicho de sete cabeças e definitivamente não era como se eu nunca tivesse dividido uma cama com ela antes, mas é que na minha mente a situação mudava um pouco já que era na minha casa, na minha cama.

Respirei fundo. Eu só quero que a noite seja boa, que ela se sinta bem e confortável, que a gente possa comer, conversar e depois que eu possa encher ela de beijos.

Ouvi três toques na janela do carro e destravei a porta para que ela entrasse. Danbi usava um moletom preto, o meu moletom preto.

— Oi — cumprimentou e eu sorri, me inclinando e deixando um selinho em sua boca.

— Oi, gatinha — Danbi riu, colocando a bolsa no banco de trás do carro. — Não esquece o cinto.

— Sim, senhor — deu partida no carro, seguindo o caminho de volta pra casa. — Percebeu que to usando seu moletom?

— Como eu poderia não perceber? Tá tentando me agradar, é? — brinquei.

— Claro que sim, como que eu vou te conquistar se não fizer isso? — a brincadeira de Danbi — uma que eu esperava que tivesse um fundo de certeza — me atingiu em cheio, fazendo meu coração falhar algumas batidas.

— Não fica falando essas coisas enquanto dirijo, meu coração não aguenta — Danbi soltou uma gargalhada. — Como foi o seu dia?

— Eu tive muito tempo livre, então aproveitei pra terminar alguns trabalhos e adiantar matéria da faculdade —respondeu e eu pude ver de canto de olho que ela me encarava. — E o seu?

— Passei o dia na empresa, não aconteceu muita coisa... Você é bem estudiosa, né? Aposto que devia ganhar título de melhor aluna toda vez na escola.

— Aí, quem me dera. Eu era uma péssima aluna na escola, já perdi as contas de quantas vezes meu pai brigou comigo. Mas sei lá, agora é diferente. Eu gosto do meu curso e gosto das matérias, então mesmo que seja uma obrigação, acaba sendo mais fácil de aprender.

— É, realmente é mais fácil aprender quando é algo que a gente quer. Eu to estudando inglês e é bem mais fácil aprender assim agora do que quando eu tava na escola.

— Se quiser posso te ajudar — Danbi ofereceu e eu logo voltei meu olhar pra ela, aproveitando o sinal fechado. — Quando eu era pequena, meu pai passava a maior parte do dia trabalhando, então minha tia cuidava de mim e como ela é professora de inglês, acabava me ensinando.

— Ah, é? — balancei a cabeça. — Vou querer umas aulas particulares então.

— Mas eu cobro, tá bom? Não é nada de graça —sorriu.

— Qual o valor de uma aula sua, senhorita Park?

— Hmm, pra você acho que cinquenta beijinhos tá justo — ri alto com o flerte e vi Danbi apertar os olhos enquanto ria também.

— Só cinquenta? Vou te dar um agora então.

Puxei seu pescoço e colei nossos lábios, num beijo que durou tempo suficiente para que a buzina do carro de trás fizesse a gente se separar. Ouvi ela rir baixinho enquanto eu rapidamente voltava a dirigir, acelerando pela rodovia.


_____


Entrelacei meus dedos com o de Danbi enquanto caminhávamos pelo corredor do meu andar. Ela falava alguma coisa sobre estar morrendo de fome enquanto eu digitava a senha e destrancava a porta. Assim que entramos, senti o cheiro leve de maracujá adocicado atingir minhas narinas e eu agradeci por aquela vela ter funcionado.

Demorei alguns segundos observando como a minha sala de estar ficava quando iluminada por uma vela e anotei mentalmente que um jantar a luz de velas talvez não fosse uma ideia tão ruim. Danbi tirou os sapatos depois de mim e eu liguei o interruptor, acabando com toda a magia.

— Esse cheiro é tão bom.

Virei meu rosto para o lado, vendo a garota mais baixa que eu me encarar também. A puxei para um abraço e depositei um beijo no topo de sua cabeça, a apertando por alguns segundos.

— Eu pedi a comida assim que saí de casa pra ir te buscar, então agorinha deve estar chegando — comentei, me sentando no sofá. Danbi passou os olhos pela mini-decoração que eu tinha feito na mesinha de centro para que pudéssemos comer e riu fraco. — O que foi? Tá feio?

— O que? Não, claro que não — Danbi caminhou até mim, se sentando ao meu lado. Puxei suas pernas, colocando-as em cima do meu colo. — Tá tudo muito bonitinho. Eu nem sabia que você ia fazer isso tudo.

— Não é nada, Danbi. Só coloquei os pratos e os talheres pra gente comer aqui, achei que seria algo mais confortável.

— E é, eu amei de verdade — ela sorriu, apertando a ponta do meu nariz e depois pousando a palma da mão na minha bochecha. — Nunca tive um encontro assim.

Sorri, inclinando meu rosto para beijá-la, mas a campainha tocou bem na hora, me fazendo soltar uma risada.

— Deve ser a comida — respondi, ainda próximo. Dei um rápido selinho nela e me levantei, indo buscar o pedido.

Eu e Danbi comemos a comida enquanto conversávamos e ríamos. Ela parecia confortável o suficiente para me contar um monte de histórias da vida dela e aquilo me deixava contente demais. Era como se cada coisa que eu descobrisse sobre ela deixasse aquele quentinho no meu peito ainda maior. E era bom, muito bom. Acabei dividindo várias histórias também e a maneira que Danbi não parecia perder interesse em nenhum momento sobre me conhecer, me encantava ainda mais.

Ela acabou me ajudando a lavar os pratos e depois decidimos assistir algum filme enquanto tomávamos uma das garrafas de vinho que eu tinha guardada ali. E, para a minha não-surpresa, o vinho acabou descendo para as minhas partes mais baixas.

O filme, esse que eu nem fazia questão de olhar há muitos minutos, agia como uma trilha sonora para a cena que eu e Danbi protagonizávamos no meu sofá: eu, deitado por cima dela, nossas pernas entrelaçadas enquanto nos beijávamos.

Senti suas unhas percorrerem a pele das minhas costas, arranhando de leve ali. Uma das minhas mãos apertava o seu peito por cima do sutiã rendado e muito, muito bonito que ela usava, enquanto a outra acolhia sua a lateral do seu rosto.

Danbi gemeu entre nosso beijo e eu só consegui apertar mais meu corpo contra o dela como resposta. Beijei seu pescoço, mordiscando a pele morna, depois sua clavícula, seu tórax, por cima do tecido do sutiã. Danbi bagunçava meu cabelo com as pontas dos dedos e eu subi o olhar, vendo que seus olhos estavam fechados.

Passei a mão por sua barriga, ouvindo-a arfar enquanto via seus pelinhos eriçados por causa do arrepio. Beijei ali, no começo da barriga até a ponta, subindo novamente para seu pescoço, enquanto voltava a apertar seu peito.

— Eu posso? — perguntei, me referindo ao seu sutiã e Danbi assentiu.

Afastei o tecido com os dedos, tendo a visão do seu peito descoberto. Passei a língua timidamente, esperando pela reação de Danbi. Ela gemeu baixinho e tomei aquilo como um sinal para continuar. Seus dedos apertaram mais ainda meu cabelo enquanto eu chupava seu peito.

Desci minha mão novamente pela sua barriga, roçando os dedos na parte inferior da sua coxa e depois apertando ali. Danbi remexeu o quadril e eu apertei sua bunda por cima da calça que usava. Voltei a beijá-la, apertando sua cintura e acariciando aquela área. Meus dedos pousaram novamente na barra da calça de Danbi e, como num pedido de permissão, beijei seu maxilar e subi o olhar para encará-la.

— E aqui? Eu posso?

Danbi mordeu o lábio inferior, mas assentiu, e o vermelho no seu rosto poderia ser por vergonha ou pela quantidade de vinho que nós tínhamos bebido, eu não tinha muita certeza.

Com gentileza, desabotoei a calça, vendo a barriga de Danbi arrepiada novamente. Beijei seu pescoço antes de deslizar a mão para dentro da calça, apertando seu íntimo por cima da calcinha. Minha mão deslizou para dentro do pano em seguida, senti minha pele quente em contato com seu calor.

Danbi gemeu entredentes enquanto eu a masturbava e remexeu o quadril ao tempo em que eu beijava seu pescoço. Ela apertou a minha mão contra a minha e gemeu de novo, mais alto dessa vez. Eu senti meu corpo arder também e naquele momento eu jurava que era possível ter um orgasmo sem ao menos ter sido tocado.

Vi ela arquear as costas e fechar os olhos enquanto a boca semi-aberta soltava gemidos que só me deixavam mais e mais excitado. Danbi ficou assim por alguns segundos, o peito subindo e descendo enquanto ela tentava controlar sua respiração. Levei minha mão até sua coxa, acariciando ali, depois subi para sua cintura, apertando-a.

Ouvi Danbi dar uma risadinha e a encarei, vendo que ela me observava.

— O que foi? — perguntei baixo, sorrindo também. Danbi balançou a cabeça e me puxou para um beijo.

Nisso, ela inverteu nossas posições, ficando por cima de mim. Danbi beijou meu pescoço, enquanto descia a mão pelo meu tronco, colocando a mão por baixo da minha camiseta.

Então, como se ela tivesse lido minha mente alguns minutos antes, senti a sua mão tocar meu membro por cima da calça, apertando-o e arrancando de mim um suspiro pesado. Danbi desabotoou a peça e com agilidade colocou a mão por dentro da minha cueca, me fazendo gemer arrastado ao sentir a ponta dos dedos tocar minha glande.

Porra — murmurei pra mim mesmo, mas com a certeza de que ela havia me ouvido, pois ouvi uma risadinha sacana vindo dela.

Eu puxei seu pescoço, juntando sua boca na minha num beijo agitado enquanto sua mão fazia movimentos de vai-e-vem. Danbi aumentou a velocidade da sua mão, me fazendo fechar os olhos assim que senti um pontada no pé da barriga.

— Eu vou gozar — falei cortado, quase não conseguindo formular direito aquela frase.

Senti Danbi se afastar um pouco de mim e meu coração pareceu querer sair do peito quando eu senti sua língua tocar meu membro.

Me forcei a abrir os olhos, vendo quando sua língua lambeu minha extensão e sua boca se fechou ao redor da minha glande. Quando ela voltou com a usar a mão enquanto me chupava, tive certeza que não ia durar muito.

Seus cabelos se enrolaram nos meus dedos quando toquei sua cabeça, meu quadril se remexeu e gemi alto, sentindo todo meu corpo estremecer quando atingi o orgasmo.

E puta. que. pariu.

Abri os olhos a tempo de ver Danbi engolir o líquido. Ela lambeu os vestígios de gozo no meu membro e depois fez o mesmo com o canto da própria boca, só pra depois voltar a me encarar, os olhos grandes e a cara de inocente que ela sempre pareceu ter não estavam mais ali.

Danbi deitou o corpo por cima do meu, apoiando os braços no meu tórax e colocando o queixo sobre as próprias mãos. Eu soltei uma risada, abraçando suas costas e a apertando contra mim.

A sensação de intimidade tomou conta do lugar e mesmo que ela e eu não estivéssemos trocando muitas palavras, era confortável.

— Eu acho que... — murmurou e eu pude jurar que estava vendo suas bochechas ficarem mais avermelhadas. — Nunca tive um momento tão íntimo com um cara antes. Você foi o primeiro... Acho que você tá sendo muito dos meus primeiros.

As palavras dela não deveriam ter me pegado de surpresa, pois já tivemos essa conversa antes, mas isso não diminuía o quão bom era saber que ela se sentia confortável o suficiente comigo para me deixá-la ter daquela forma.

— Você também tá sendo muito dos meus primeiros.

Danbi sorriu e eu a puxei para um beijo, esse que fez meu coração acelerar e um furacão tomar conta da minha barriga, como se sabe se lá quantas borboletas estivessem batendo asas dentro de mim. Acho que aquele era o Efeito Danbi, certamente. 


_____


oie!

sim, efeito danbi é um trocadilho com efeito borboleta, espero que tenham achado cringe o suficiente, mas estamos falando de amor e o amor deixa a gente brega, né jungkook?

bom, primeiro de tudo: MIL DESCULPAS PELA DEMORA. bloqueio criativo, vocês já sabem. espero que esse capítulo não tenha sido tãoooo decepcionante assim.

eu fiquei meio confusa se devia introduzir essa cena aqui e agora, mas acho que foi o momento certo, afinal, umas mãos bobas não fazem tão mal assim né?

segundo: DESCULPAS POR ESSA CAPA HORRENDA. 

eu to tentando muito criar uma que fique do meu agrado, mas minhas habilidades do photoshop acabaram em 2016 junto com a popularidade do tumblr, então to muito enferrujada e totalmente sem criatividade, mas enquanto isso, fiquem com essa capa de revista do jungkook, mas relaxem que não é spoiler ou algo assim, ok. 

espero que tenham gostado, me desculpem qualquer erro ortográfico e não me abandonem pfvr <3

fiquem em casa se puderem e cuidem dos seus amigos, familiares e de vocês!!!! beijos e até mais.

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