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seventeen and a beat!


JEON JUNGKOOK


Tombei a cabeça pro lado enquanto assistia ao vídeo na tela do celular, tentando imitar com precisão todos os passos da receita. Minha mãe estava ao meu lado, falando alguma coisa sobre cascas de cebola enquanto cozinhava também.

— O que você tá fazendo, meu filho? Não é assim que se faz a massa.

— Mas o cara do vídeo tá fazendo assim.

— Deixa que a mamãe te ensina, receita de mãe sempre dá certo — sorri, dando espaço para que minha mãe me mostrasse como sovar a massa da torta. — Vai mexendo o cozido, por favor.

Limpei minhas mãos e fiz o que ela me pediu, sentindo o cheiro delicioso se espalhar pelo ar quando abri a panela. Eu estava contente, contente até demais. Estava matando a saudade da minha família, da minha cidade natal e em breve eu estaria abraçando a minha namorada também. O dia sinceramente não poderia ficar melhor que isso.

Minha mãe me mostrou por alguns minutos a maneira certa de sovar a massa para a torta, para que a mesma ficasse macia e depois me deixou experimentar, abrindo um sorriso de aprovação em seguida.

— Você disse que ela faz o que mesmo na faculdade?

— Marketing, mãe.

— Ah, é verdade. Deve ser tão inteligente essa moça. Estou tão curiosa para vê-la — sorri grande ao ouvir seu entusiasmo. — Estou tão feliz por você meu filho, feliz que você encontrou alguém que goste de verdade apesar da correria que é sua vida, isso deixa meu coração de mãe todo alegre.

— Também tô feliz, mãe, muito mesmo.

— Isso me faz lembrar de quando eu contei pra minha mãe sobre seu pai... Ah, ela ficou tão feliz, mas seu avô, ficou nervoso, nem queria saber de conhecê-lo.

— Será que o pai da Danbi vai ser assim também? Não querer nem me ver pintado de ouro?

— Ah, isso eu duvido — a voz do meu pai cortou o ar e olhei para trás, vendo ele e meu irmão prontos para saírem. — Não é querendo me gabar dos meus filhos, mas os homens da família Jeon são muito cativantes. Foi preciso um encontro em família pro seu avô gostar de mim.

— Que mentira! — mamãe brincou, arrancando um sorriso de nós quatro.

— Nós já vamos ir buscar ela, você não vai vir, Jungkook?

— Não, ele vai terminar a torta — mamãe me cortou, antes que pudesse me pronunciar.

— Não é pra falar da torta pra Danbi, é surpresa — avisei os dois, que logo se despediram e sumiram de vista. — É, agora é só esperar.





Encarei meu reflexo no espelho, ajeitando meu cabelo para o lado enquanto fazia um checklist mental para me certificar de que tudo estava certo. Eu já tinha tomado banho, escovado os dentes, passado perfume e a torta de mirtilo estava no forno, tudo encaminhando do jeito que eu tinha planejado.

Meu pai também já tinha me mandado mensagem dizendo que estavam voltando com Danbi e desde então o frio no pé da minha barriga não me largava de jeito nenhum. Eu até pensei que poderia ser gases, mas definitivamente eu só estava muito, muito nervoso e essa sensação só piorou quando eu ouvi vozes e risos abafados vindo do andar de baixo.

Foi como se por um segundo o mundo tivesse parado de girar, como se o tempo tivesse congelado e fosse somente eu e minha respiração cortada no meio da garganta. Fazia tanto tempo que eu não a via que eu realmente me sentia como um pré-adolescente completamente nervoso ao ver a pessoa que gosta.

E eu gostava muito, muito de Danbi.

— Puta que pariu — xinguei baixo, tentando aliviar o nervosismo que senti quando abri a porta e ouvi as vozes mais claramente. Danbi estava ali, era a voz dela misturada com a voz da minha mãe.

Caminhei até o começo da escada, encarando a cena na sala de estar, sentindo o pular forte do meu coração. Danbi sorriu enquanto ouvia um elogio vindo de minha mãe, um leve rubor pintou seu rosto por causa da timidez e ela colocou uma mecha do cabelo solto atrás da orelha, ser curvando em agradecimento em seguida. Ela olhou ao redor e eu sabia que estava procurando por mim. E como num passe de mágica, todo o meu nervosismo se dissipou quando seus olhos caíram sobre os meus e percebi que meu sorriso ficou maior quando ela acenou levemente, fazendo todos os olhares se voltarem em minha direção.

— Já estão interrogando ela? — ignorei o nervosismo e brinquei, descendo as escadas.

— Jungkook, ela é mais bonita do que eu pensava! — mamãe disse.

— Ela é bonita mesmo — concordei, vendo Danbi semi-cerrar os olhos e conter um sorriso quando me coloquei ao seu lado, passando meu braço pelo seu ombro, depositando um beijo no topo da sua cabeça. — Oi.

— Oi — ela respondeu baixinho, claramente com vergonha da situação.

— Ah, vocês ficam tão lindos juntos, não ficam, amor? — mamãe questionou e meu pai assentiu, sorrindo também.

Nós nos sentamos no sofá, já que minha mãe estava tão entusiasmada em conversar com Danbi. Eu observei a cena contente, vendo como as duas pareciam ter se dado tão bem em pouco tempo. Meu irmão e meu pai comentavam alguma coisa vez ou outra, mas ainda prestando atenção em tudo o que Danbi falava. Depois de um tempo ela pareceu mais confortável e a timidez que antes a consumia pareceu desaparecer depois de várias risadas.

Mamãe acabou contando várias histórias embaraçosas de quando eu era criança e eu nem sabia como tínhamos chegado naquele assunto, mas Danbi pareceu se divertir ao saber que a minha cicatriz na bochecha foi causada por uma briga entre eu e Junghyun.

— Ele tem cara de que era muito birrento quando criança — Danbi se virou pra mim enquanto falava, um sorriso sapeca em seu rosto mostrando o quanto ela estava amando falar mal de mim com a minha família.

Mamãe voltou a falar sobre coisas da minha infância e Danbi prestava atenção em tudo que ela dizia e eu acabei percebendo que não conseguia tirar os olhos dela. De onde eu estava, sentado ao seu lado, tinha a visão perfeita do seu rosto de perfil, da pequena marca de catapora que decorava o canto do seu olho que era tão sútil que quase passava despercebido, de como seu nariz se inclinava levemente toda vez que ela sorria e como a ponta das suas orelhas ficavam levemente vermelhas quando ouvia algum elogio.

Fofa, ela era muito fofa.

E eu estava muito apaixonado por ela.

— Jungkook? Você não tá me ouvindo te chamar? — a voz de minha mãe me trouxe de volta pra sala de estar. — O cronômetro do forno apitou, você pode checar se a comida tá pronta? Eu vou arrumar a mesa pra gente comer.

— Me ajuda? — perguntei para Danbi e ela assentiu. Tomei sua mão na minha enquanto a gente caminhava até a cozinha. — Minha mãe fez um tanto de comida, você vai ter que comer tudinho.

— Que sorte a dela que estou morrendo de fome. — Danbi se escorou num dos balcões e eu aproveitei que estávamos sozinhos para fazer o que eu tanto queria desde quando bati os olhos nela mais cedo. Minhas mãos se encaixavam perfeitamente na base do seu quadril enquanto aproximava meu corpo do seu. — Achei que você ia checar a comida.

— Eu vou.

Danbi sorriu, puxando meu pescoço com as mãos, colando seus lábios nos meus num beijo lento, calmo, como se fosse a primeira vez que estivesse me explorando assim. Eu sorri entre o beijo também, relembrando aos poucos o encaixe perfeito da sua boca na minha, a sensação gostosa de senti-la tão próxima de mim, o arrepio na nuca causado pelas suas unhas que insistiam em deixar leves arranhões ali toda vez.

Ela mordeu levemente meu lábio inferior e minhas mãos já apertavam sua cintura num abraço quente de saudade. Mas então ela parou, afastando seu rosto enquanto começava a rir fraquinho.

— O que foi?

— Eu percebi que a gente tá se beijando na cozinha da sua mãe, já pensou ela entra aqui?

— Ela não vai — movi minhas mãos para seu rosto, acariciando suas bochechas e depositando um selinho em sua boca —, mas é melhor eu checar a torta.

— Adoro torta, é de que?

Por alguns segundos fiquei sem entender de onde ela tinha tirado essa informação, mas só depois me toquei de que eu tinha acabado de falar sobre a bendita torta. Quis revirar os olhos para mim mesmo.

— Eu disse torta? — fiz uma careta confusa, tentando reverter a situação, mas Danbi sorria grande demais para alguém que não sabia o que estava acontecendo. — Ah, fala sério.

— Seu irmão soltou sem querer, eu juro! — ela riu e eu me afastei, pegando as luvas protetoras e colocando-as na mão.

— Era pra ser uma surpresa!

— Tecnicamente, você que acabou de estragou a surpresa quando falou da torta pra mim — Abri o forno, tirando a sobremesa de dentro. — Nossa, ela tá tão linda.

— Espero que esteja tão gostosa quanto parece, se não eu vou jogar tudo no lixo.

— Jogar no lixo nada, pode deixar que eu como tudinho.

Mamãe apareceu em seguida, nos ajudando a levar as comidas para a mesa de jantar, fazendo questão de colocar de tudo um pouco para Danbi no prato e eu quase ri da expressão que ela fez ao ver a quantidade de comida que tinha ali só pra ela.

O jantar foi estranhamente engraçado, já que a cada pedaço de comida que Danbi comia, minha mãe esperava por um comentário positivo. Mamãe realmente queria que ela gostasse de sua comida e eu estava achando aquilo a coisa mais fofa do mundo. A Sra. Jeon sempre foi muito família e eu acho que por essa ser a primeira vez que levo alguém para casa, ela está especialmente ansiosa para que tudo seja perfeito.

Acho que eu tinha a quem puxar quando se fala de perfeccionismo.

E talvez, por ser tão perfeccionista quanto minha mãe, eu estava nervoso para que Danbi provasse a torta que eu tinha feito.

Fiz questão de eu mesmo cortar um pedaço e colocar num prato para Danbi, esperando que ela fosse a primeira a dizer se estava comestível ou não. O quão bobo eu era por realmente estar ansioso para que ela provasse a bendita sobremesa?

— Se tiver ruim, pode me falar, não vou ficar magoado — comentei e logo ouvi Junghyun soltar uma risada irônica. — Alguma piada?

— Aposto 1,000won que se estiver ruim, você vai jogar tudo no lixo.

— E óbvio que eu não vou desperdiçar comida — respondi, revirando os olhos. — Mas se você não gostar, eu jogo fora mesmo, ok? — sussurrei para Danbi, mas obviamente todos os outros ouviram também.

— Para com isso, deve tá uma delícia — ela respondeu, pegando um pedaço da torta com a colher, mas parando um pouco antes de realmente colocar dentro da boca. — Você vai ficar me encarando?

Assenti, esperando que ela continuasse. Danbi franziu o cenho, querendo segurar uma risadinha e eu quase, quase quebrei minha pose de sério e ri também, mas me controlei.

Ela enfiou a colher na boca, mastigando a torta por alguns longos segundos, fazendo um suspense totalmente desnecessário — na minha opinião —, juntamente com algumas caretas, como se estivesse pensando e analisando o sabor.

— Tá gostosa, cunhada? — meu irmão perguntou e Danbi automaticamente começou a tossir, engasgando no pedaço da torta. Quase mostrei um dedo do meio para Junghyun, que ria descaradamente da piadinha, mas não o fiz, já que precisei dar alguns tapinhas nas costas da minha namorada, que bebia água enquanto seu olho enchia de água.

— Você quase matou a menina, Junghyun — minha mãe brigou, dando um tapa no ombro dele, que se esquivou do segundo rindo. — Você está melhor, querida? Quer mais água?

— Não, não eu to bem — Danbi respondeu com a voz falhando ainda e eu ri fraco, fazendo ela me encarar. — Você quase quebrou minhas costas.

— Eu bati fraquinho — me defendi. — A torta tava boa?

— Tava sim, muito boa — semicerrei os olhos, tentando analisar se ela tava mentindo ou não. — É sério, tá muito boa.

Danbi me deu um pedaço da torta na boca para que eu provasse e realmente estava muito gostosa.

— Eu sou muito bom na cozinha mesmo, essa é a verdade.

Nós ficamos ali por quase um hora inteira conversando, até que mamãe resolveu se deitar e Junghyun e meu pai limpar as louças. Danbi parecia cansada também, era impossível não estar levando em conta que ela tinha vindo de Seoul depois de um dia inteiro de trabalho. Ela bocejou e eu soube que era a hora de levar ela na casa de seu pai e não pude evitar ficar nervoso só de pensar em conhecê-lo hoje e não no jantar que tinha sido marcado.

Acariciei seu rosto mais uma vez, vendo ela fechar os olhos por alguns breves segundos antes de deixar um beijinho na palma da minha mão.

— Vou te levar em casa, você deve estar cansada.

— Eu posso ficar mais um pouquinho.

— Só mais um pouquinho? — repeti, abrindo os braços bem grandes. — Desse pouquinho, pode ser?

Danbi riu da brincadeira, puxando meus braços pra baixo, colocando-os ao redor da sua cintura, aproximando seu rosto do meu.

— Eu amei conhecer sua família.

— Eles também amaram você, minha mãe não parava de falar um segundo.

— Você é bem parecido com ela, sabia?

— É? Eu sou mesmo? — meus olhos caíram em seus lábios, meio roxeados pelo mirtilo, carnudinhos do jeito que eu gostava. — To com saudades de você.

— Mas eu to aqui — beijou o cantinho da minha boca. — Ainda não matou a saudade? — neguei com a cabeça e ela beijou o outro canto. — Nem um pouquinho? — neguei novamente, sentindo suas mãos segurarem meu rosto e ela roçar nossos lábios, sorrindo antes de aprofundar nosso beijo.

Um beijo doce, não só pela torta que tinha comido há um tempo, mas por toda a carga de sentimentos que ele carregava, toda a emoção e todas as faíscas que eu sentia internamente por esse toque suave entre nós dois.

Beijo esse que me deixou pensando o resto da noite, até a hora em que peguei no sono, no quanto a sensação de leveza que Danbi traz pra minha vida é importante pra mim, no quanto a companhia dela, assim como seus carinhos e palavras são a maneira mais fácil de fazer meu coração bater rápido, de me fazer sentir um chacoalho suave pelo corpo, me dando a certeza de que cada dia mais eu conseguia me apaixonar novamente.



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não morri, apesar de ter parecido!

oie gente, como vcs tão?

eu fiquei pensando o que falar nessas notas, pq penso que eu tenho que explicar o porquê desse sumiço, né? mas é tanta coisa, tanta coisa mesmo, que eu não tenho realmente motivação pra relembrar tudo o que aconteceu nos últimos meses. 

eu só queria dizer que aconteceram alguns problemas na minha família e eu fiquei totalmente sem tempo de pensar em qualquer outra coisa e aí na mesma época aconteceu outra situação (uma boa, mas complicada de resolver) e ficou tudo muito corrido pra mim e juntando ainda com esse bloqueio infernal que eu to passando, complicou tudo mais ainda. 

espero que vocês não tenham desistido de mim, apesar de tudo kkk ainda vou terminar essa fanfic e outras, mas talvez demora mais do que eu pensava que ia demorar! comecei a estudar também, então isso tirou mais um tiquinho do meu tempo pra escrever. 

enfim, espero de coração que entendam que é impossível se dedicar totalmente a escrever fanfics quando tem um montão de coisas acontecendo aqui fora, é isso. 

AGORA, falando sobre o capítulo: eles são muito fofoooooossss, e o jungkook tá tão xonadinho :// algum jungkook online pra me namorar assim?

eu queria dar um ênfase na primeira cena, dele na cozinha com a mãe dele, sobre como ela trata ele como um bebê (vamos ser honestos, se eu fosse a mãe do jungkook tbm trataria ele assim), eu achei muito fofo, pq o jungkook realmente parece ser filhinho de mamãe (no bom sentido), principalmente pela dificuldade que eles tem em se ver, então imagino que ela deve mimar muito ele quando se reencontram. 

ah! esse capítulo ia ser escrito na visão da danbi, mas não consegui escrever e só fluiu quando botei na visão do jungkook, mas eu acho que vcs gostam quando é capítulo dele, então hehe

último adendo: OBRIGADA PELOS 10K!!!! nem acredito de vdd, fico muito feliz e obrigada pelos comentários sempre!

essas notas ficaram muito grandes, mas precisava falar com vcs sobre isso! espero que tenham curtido e vejo vocês no próximo <3


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