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Você não me completa, mas sim me transborda.

"Os opostos se distraem...
Os dispostos se atraem."

O Teatro Mágico

🎐

O dia em que eu te conheci, foi o dia mais estranho da minha vida.

Eu estava tendo um dia péssimo. Mas ao encarar seu sorriso, foi como se o mundo simplesmente não existisse mais. O som das pessoas à nossa volta falando, o barulho dos pássaros e dos carros. Tudo estava em um completo silêncio. Era apenas você e eu, distanciados à apenas alguns metros.

Era como se a chuva e o sol nos separasse. Enquanto eu estava encharcado, com gotículas caindo em meu rosto por conta da franja, você estava brilhando. Como se o sol estivesse habitando em si... Não! Como se você fosse o próprio sol.

Quando você desfez o sorriso ㅡ Não por completo, pois eu ainda podia enxergar seus lábios carnudos curvados delicadamente para cima ㅡ foi como se o seu brilho me ofuscasse. Mas eu não me sentia ofuscado, eu me sentia vivo.

Não demorou muito para que nós nos tornassemos amigos, mesmo eu sempre me perguntando em pensamentos como aquilo algum dia poderia ter sido possível. Afinal, nós eramos tão diferentes...

Você era escandaloso e extrovertido, enquanto eu era quieto e tímido. Você gostava de músicas agitadas e eu gostava das que me fizessem refletir.

Entretanto, para mim, você era a calmaria, enquanto eu... era a tempestade.

Quando eu percebi que meus sentimentos por você estavam se transformando em algo muito além do que amizade, me senti em pânico. E então eu fugi.

Ah amor, se eu soubesse que os meus sentimentos por ti fossem reciprocos...

Talvez... Talvez eu não teria lhe preocupado tanto naquele dia...

Como você era daqueles que insistia em saber das coisas, no final eu sempre acabava me abrindo para você. E foi a partir daí que você passou a fazer parte de mim, e a vivenciar todos os meus momentos na qual antes de ti eu apenas os guardava para mim.

E você não me criticou. Nunca criticava... E talvez tenha sido isso o que fez com que eu me apaixonasse por você.

Naquele dia, eu fugi. Estava chovendo muito e eu não havia levado um guarda-chuva. Enquanto eu andava encharcado nas ruas vazias de Seul, eu fui capaz de te imaginar ali, me repreendendo por ficar na chuva gelada.

"Gguk pabo! Você vai pegar um resfriado!" Era o que você diria. E eu não fui capaz de não sorrir ao me recordar disso.

Entretanto, meu sorriso morreu logo após; Quando ao invés de ser apenas uma miragem sua parada na minha frente, eu pude encontrar você de verdade. Ali, em carne e osso com os cabelos e roupas encharcados. Com os braços abraçando o próprio corpo e com o rosto vermelho, na qual eu não sabia distinguir estar molhado pela chuva ou pelas lágrimas. Optei pela chuva, afinal, por que motivos Jimin choraria por alguém como eu?

E depois de me encontrar, você apenas se virou e começou a andar. Não foi preciso muito para que eu entendesse que você queria ser seguido. Então eu te segui. Porque eu estava envergonhado, e porque eu sentia que você precisava de respostas. Portanto eu fui, de cabeça baixa até que nós chegassemos em nosso apartamento, na qual haviamos decidido alugar.

Nós eramos colegas de quarto, e apenas isso.

Quando eu coloquei meus pés dentro de casa, você ainda não havia aberto a boca, o que estava me matando, pois eu te conhecia, e sabia que você não era de permanecer mais de um minuto em silêncio.

Ambos fomos tomar banho em nossos respectivos quartos. E quando eu terminei, me direcionei até a sala, tendo em mente que você ainda estaria no banho, pois você sempre demorava.

Porém, você havia terminado antes de mim. Agora você estava na cozinha, preparando algo para comer. Mas você ainda permanecia calado, e isso estava me sufocando.

Eu chamei pelo seu nome quando você depositou uma bandeja na mesa, com achocolatado e biscoitos nela. Mas você não me respondeu.

Me sentindo derrotado, pois eu tinha a certeza de que você estava me odiando. Sentei-me no sofá, apoiando os cotovelos nos joelhos enquanto cobria o rosto com as mãos.

O bolo em minha garganta aumentava a cada tic tac que o relógio fazia no cômodo. Porém, arregalei os olhos quando ouvi um soluço vindo de você.

Quando ergui a cabeça, quase praguejando com a dor latente que senti pela movimentação desesperada. Eu te vi. De joelhos chorando por minha causa.

Pela primeira vez, você estava chorando. E Deus... era por minha causa.

Contudo, antes que eu decidisse sumir da sua vida, imaginando que seria a melhor opção. Você fungou uma ultima vez, antes de se levantar e se aproximar de mim.

Eu te encarei com a cabeça erguida, e consegui enxergar como você estava bravo. Mas ao invés de me sentir amedrontado, eu sentia uma enorme vontade de rir. Não em deboche, mas sim de felicidade.

Era impressionante como você era capaz de me fazer feliz até quando estava bravo. Mas qualquer um admitiria que seria impossível tal ato quando você unia as sobrancelhas, franzia o nariz e fazia um bico com os lábios ao inflar as bochechas vermelhinhas. Você não entendia que ficava extremamente fofo com isso.

Só que... Você era uma caixinha de surpresas.

E eu pude sentir naquele instante a hora da minha morte.

No momento em que você se apoiou em meus ombros e se sentou em meu colo.

Meu coração parecia que ia sair da boca. Você me encarava tão intensamente. Mas eu sabia que você estava bravo e não pensando coisas impuras como eu pensava.

E você me abraçou.

Você fez um ato tão inocente, como se limpasse a minha alma de todo o meu azar e negatividade. E eu suspirei, apoiando minha testa em seus ombros enquanto inalava discretamente seu cheiro doce de pêssego.

Ouvi você fungar novamente. Me afastei segurando seu rosto com uma palma enquanto tentava a todo custo não ser o primeiro à desviar o olhar.

Você me encarou com aqueles olhinhos de gato e bico manhoso, enquanto fungava baixinho com as bochechas molhadas.

"Nunca mais faça isso!" Você soluçou, apertando com força a barra da minha blusa entre seus dedos. "N-nunca! Não quero que pense que você é um poço de negatividade e que você de alguma forma me faz mal! Porque isso seria mentira!" Gritou, com as bochechas vermelhas pela raiva. Eu arregalei os olhos, pois nunca esperei que você algum dia dissesse algo do tipo para mim.

"Mas nós somos completamente diferentes Ji... Acha que eu não vejo as pessoas falando mal de nós pelas costas? Eu não quero isso... você é meu amigo e..." Parei de falar no instante em que vi você agarrar meu colarinho com força. Arregalei meus olhos, pois dessa vez, você estava sério e me encarava intensamente, como se estivesse olhando para a minha alma.

"Eu odeio isso!" Gritou, me assustando. "Odeio o fato de você sempre se rebaixar; Odeio quando você diz que nós não podemos ser amigos porque acha que você me faz mal! Odeio quando você escolhe ouvir o que os outros acham que melhor pra mim, quando quem tem que decidir isso sou eu!" Você largou o meu colarinho e segurou meu rosto entre as mãos, ainda me encarando com uma seriedade na qual eu nunca havia visto antes. Meu coração batia acelerado, com as diversas sensações e sentimentos que quase transbordavam do meu corpo.

"Quando você vai abrir o olhos Jungkook?" Você me questionou com a voz sofrida. "Quando... quando você vai perceber que você é o que me faz feliz?" Prendi a respiração por um longo tempo, sentindo que algo que eu não conseguia enxergar estava acontecendo. "Conhecendo como eu te conheço, eu sei que você não está entendendo nada. Você sempre foi muito lerdo Gguk..." Soltou uma risada fraca, fazendo um carinho de leve em minha bochecha. "Como você disse, eu sou seu amigo... mas o que eu quero de você vai muito além disso... por isso, o que eu vou fazer a seguir não precisa ser recíproco... eu já sei que não é..." murmurou a ultima parte pra si mesmo. "E tudo bem se você me odiar depois... mas eu preciso fazer isso!"

E antes que eu pudesse sequer constatar o que Jimin estava querendo dizer. Fui completamente arrebatado, quando Jimin puxou o ar com força, antes de colar seus lábios aos meus.

Eu fiquei paralisado. Meus olhos não se fechavam, portanto pude ver você com os olhos fechados com força. As bochechas e orelhas sendo revestidas em um tom de vermelho claro.

Devido a minha falta de reação, você se afastou envergonhado. Encarei seu rosto ainda perdido. Você estava cabisbaixo, com as orelhas queimando e eu pude ver quando uma lágrima caiu em minha blusa. Mas antes que eu questionasse o motivo do choro, mesmo que eu ainda estivesse me sentindo nas nuvens por ter recebido um beijo seu, você ergueu a cabeça limpando as lágrimas com rapidez antes de dizer:

"Me desculpe por isso. Eu sei que você não sente o mesmo que eu, mas eu preciso dizer... Gguk, e-eu to apaixonado por você! E-e eu sei que você é Hétero me desculpa mesmo. Eu vou me afastar, porque muito provavelmente você está me odiando agora... mas obrigado por não me xingar pelo ato impulsivo e-eu... é isso." E ainda sem reação, pela declaração repentina, você saiu de cima do meu colo indo em direção ao quarto.

Jimin estava apaixonado por mim....?

Jimin gosta de mim, c-como eu gosto dele? Os meus sentimentos são recíprocos?

Coloquei a mão no peito, resfoleando pela sensação de tirar uma tonelada de peso das costas. Você sentia o mesmo que eu!! E cara! Ele me beijou!! Foi a coisa mais adorável do mundo.

Sorri para o nada repassando todo o ocorrido. Entretanto, minha atenção é voltada para o mesmo dono dos meus pensamentos que agora saia do quarto com uma mala de viagem.

Pela primeira vez naquela noite meu corpo reagiu junto à mente e eu me levantei as pressas, quando vi você abrir a porta sem olhar pra trás.

Você realmente estava achando que seus sentimentos não eram recíprocos?

Corri em sua direção, empurrando a porta para que ela se fechasse novamente. Você se assutou com o meu movimento brusco, se virando para me encarar com os seus olhos pequenos arregalados.

Num ato impulsivo, segurei sua cintura me aproximando calmamente até que ele estivesse escorado na parede com o corpo colado ao meu. Sua respiração estava acelerada e seus olhos estavam vermelhos por conta do choro.

Eu havia feito você chorar amor...

"Quando você fica nervoso você não para de falar..." Comecei, apertando sua cintura contra meus dedos. "... E como você bem disse, eu sou lerdo e demorei pra reagir à sua declaração." Você abaixou um pouco a cabeça, como se me encarar fosse uma tortura para você. Porém, ainda sim eu segurei seu queixo e o ergui para cima, para que nossos olhares se cruzassem novamente.

"G-guk não faz isso comigo..." Murmurou baixinho deixando uma lágrima solitária escorregar pela bochecha.

"Shh! Fica quietinho, Ji. Eu não terminei." Sequei a lágrima com o polegar, segurando sua bochecha macia enquanto fazia um carinho de leve. "Eu sou um poço de negatividade... Costumo ser muito azarado com as coisas e reclamo de praticamente tudo! Mas... mas a única coisa boa que me ocorreu em todos esses anos findado ao azar. Você foi essa coisa boa que me apareceu. A única faísca de sorte que eu tive em todos os meus anos de vida! E eu sinceramente não consigo entender os motivos para que você pense que eu não sinto nada por você... porque cara! Você é incrível, você é luz, você é tudo... tudo o que eu mais quero e..."

"Cala boca!" Você disse. "Só cala a boca e pelo amor de Deus Jungkook... me beija de uma vez ou eu vou hipervitilhar com você falando essas coisas bonitas pra mim estando tão perto..." Pediu com as bochechas vermelhas enquanto agarrava minha blusa com força.

Seus olhos guardavam uma expectativa avassaladora. E quem seria eu para negar algo que o meu Jimin queria?

Portanto, soltando um riso fraco, apertei sua cintura com mais afinco, finalmente colando nossos lábios da forma que ambos queriam.

Surpreendentemente fora você quem suspirou tão deleite, como se esperasse por aquilo à muito tempo. Você passou os braços em volta do meu pescoço, enquanto sua boca macia colada na minha, faziam movimentos junto às línguas que se misturavam num ósculo gostoso.

Nosso beijo era afoito e necessitado, era como se a lua e o sol se encontrassem em um eclipse.

Percebi quando seus movimentos se tornaram mais desesperados, você estava necessitado e, ah amor... eu também estava.

Eu sabia que você queria tanto quanto eu. E tendo isso em mente, agarrei suas coxas com força o puxando para que eu pudesse lhe carregar até o quarto, sem que nosso beijo parasse. Você pareceu gostar disso, pois mordeu meu lábio, sorrindo safado.

E bem, nós nos amamos naquela noite. Seu corpo contrastando com a luz da lua que transpassava pela janela. Você se contorcendo abaixo de mim enquanto agarrava o travesseiro, ao mesmo tempo que se afundava nele. Os seus gemidos altos e manhosos que você não hesitou nem um segundo em soltá-los. Não quando você estava tão entregue a mim. Não quando eu sussurrava juras de amor em seu ouvido e você apenas sorria em meio aos suspiros. E não quando me foi revelado após gozarmos juntos naquela noite que aquilo havia sido um de seus desejos mais secretos por tanto tempo.

E naquela noite eu revelei um de meus maiores segredos...

Revelei que te amava.

E a reação que você teve fora completamente diferente das que eu imaginei por tantos anos.

Eu imaginava a rejeição, mas você me mostrou o contrário.

Você sorriu, tapando os olhos para esconder as lágrimas de felicidade que ousavam sair. Você então riu. Gargalhou, me abraçando com força, ambos ainda nus. E sussurrou em meu ouvido algo na qual eu sempre sonhei em ouvir:

"Eu também te amo, Gguk-ah!" E por fim, segurou meu rosto, colando nossos lábios novamente.

E bem... a noite só estava começando.

🎐

Sete anos depois

Depois de tantos anos juntos, você finalmente seria meu oficialmente.

Não que para nós, isso já não fosse possível. Mas selar todo o nosso amor em um papel era diferente.

Nós finalmente nos casaríamos.

A negatividade em nossa volta nunca se dissipou. Todos que alegavam sem parar que nossa amizade, nosso namoro e agora o nosso casamento, nunca dariam certo.

Era como se as críticas evoluissem, cada vez que nós nos amavamos mais.

E eu não entendia o motivo. Eu sabia que era tudo por minha causa, pois você sempre fora a luz na vida de muitos, e todos gostariam de ter uma parte de ti em suas vidas. Todos eram tão gananciosos. Mas eu não podia negar, que em parte eu também era. Porque eu justamente, Jimin agora seria definitivamente meu.

Meu amigo, meu amante, meu namorado e agora, finalmente... meu marido.

E eu não podia me importar menos com a opinião dos outros, pois Jimin me ensinou muita coisa, como eu também o ensinei outras. E assim, nós não nos completamos, mas sim nos transbordamos nesse sentimento chamado amor.

Eu o amo, mais que tudo. E não tenho dúvidas que a recíproca é verdadeira.

Portanto, enquanto eu te via entrar naquele altar, vestido com um terno branco que lhe caia tão bem quanto a luz. Eu pensei em algo que talvez eu pudesse ensinar à nossos filhos.

Não se prendam à opiniões de invejosos. Seja você, seja único, e siga ao seu coração, mas também nunca deixando a razão de lado. Saiba encontrar o equilíbrio, para encontrar a felicidade. E por mais que ambos sejam opostos, não são as diferenças que vão afastá-los, e sim a falta de interesse em torná-las um comum.

Portanto, eu gostaria que ninguém esquecesse. O dia em que eu te vi, de frente para mim, esperando ansiosamente pela minha resposta à pergunta do padre, mas acima de tudo, aos questionamentos do meu coração.

Jimin era o homem que eu gostaria de viver o resto de minha vida?

E ao ver seu rosto brilhando mais do que qualquer coisa. Eu não tive mais duvidas.

Portanto, eu apenas sorri e disse:

"Eu aceito".

🎐

Ai gente eu escrevi essa one-shot faz mt tempo mas eu tava esperando a capa para postar. Eu tava bem inspirada e queria algo bem fofo e intenso. Eu queria transbordar sentimentos e mostrar que nem tudo é sexo. Mesmo tendo um leve teor de putaria, eu queria mostrar os sentimentos dos dois. Não queria uma história concreta e sim algo em aberto na qual vcs podem usar a imaginação. Eu espero que vcs tenham gostado pq eu escrevi de coração.❤

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