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10. ᴍᴇ ɴᴇɪᴛʜᴇʀ

"...Sim, seu segredo esta seguro comigo, e com ele, e todos os outros que conhecem. Querido, como você pode ser tão frio?..."

Secret - Joshua Bassett







É, parece que ser uma jovem adulta beirando os vinte anos não é às mil maravilhas que um dia eu imaginei. Eu me encontrava em posição fetal no chão da sala, encarando há cinco minutos a Netflix em Friends.

Que merda! Eu estava me tornando a pessoa que eu nunca imaginei. Sexta-feira à noite, em casa? Sim?

— Ah! — berrei no apartamento vazio, que fez um eco de dar arrepios. — Por que eu estou em casa? Eu esperei tanto a maioridade para fazer isso? — Joguei-me no sofá.

E como se o universo tivesse escutado minha prece silenciosa, ouvi dois toques na minha porta. Se bem que foi assustador porque até então ninguém vinha me visitar, além do meu pai e o carinha que ajuda no encanamento.

— E aí! — Abri a porta, recebendo um grito de Hoseok, que me olhou de cima baixo, desenformando seu sorriso. — Que porra é essa?

Ele estava acompanhado de outro colega, esse que também participava da AP, mas nos víamos com pouca frequência.

— O que houve? — perguntei, querendo não ter parecido mal-educada.

O ruivo que estava ao lado de Hoseok, o encarou, confuso.

— Júlia, esse é o Jin. Kim Seokjin, lembra dele? — concordei com a cabeça e ele continuou: — Podemos entrar?

Que merda, como eu havia esquecido de os convidar? Talvez tenha sido porque minha sala estava uma bagunça, eu estava parecendo um zumbi e minha pia estava lotada de louça?

Convidei-os para entrar e a cara deles disse praticamente tudo que eu imaginava.

— Isso que eu chamo de fossa? — Seokjin disse, sem parecer se importar comigo. — Então a Jessi estava certa. —  Hoseok riu com o outro.

Jessi? Entendi...

— Não é querendo parecer mal-educada não, mas como vocês conseguiram meu endereço e por que estão aqui? — questionei, cruzando os braços para esconder meus mamilos avantajados naquela camisola horrenda de sapinhos que eu usava.

Hoseok se encostou na ilha da cozinha, começando:

— Eu e os meninos fazemos de vez em quando uma festa do pijama para... como eu te explico... — ele parou, pensando. — Uma noite com acompanhantes, entende? — concordei. — E sobre o endereço, você deixou na sua ficha de inscrição da AP.

Okay, tudo está um pouco confuso.

— O Hoseok sugeriu que você fosse, mas os meninos falaram que não seria boa ideia... — Hoseok lançou um olhar desaprovador para Jin. — O que foi? Ela tinha que saber.

— Isso não era necessário! — bronqueou o de mechas loiras.

— Por que eles não queriam que eu fosse?

Hoseok cruzou os braços, encarando Seokjin.

— Que foi? — indagou o ruivo, mas revirando os olhos continuou, voltando-se para mim. — A Jessi falou que ouviu você e o JK brigarem no dia que foi ver o Ji. Ela fofocou? Sim. Mas foi por uma boa causa.

Respirei fundo, passando a mão no rosto envergonhada.

— Oh céus! Todos vocês sabem o que aconteceu... — murmurei. — Que vergonha!

Seokjin riu, fazendo-me voltar a atenção. Ele fechou a cara assim que o encarei.

— Se te conforta, ninguém sabe o que aconteceu — Hoseok soltou, tentando me tranquilizar. — Só contaram que vocês dois discutiram, nada mais. Então fica tranqui...

— E a parte do sutiã também...

NÃO!

— Cala a boca, Jin!

Era para eu ficar tranquila? Porra, muito tranquila. Agora, sabendo que todos já sabem do que supostamente tenha acontecido, estavam certos de não ter me chamado antes, seria uma burrice deles tentarem esconder o que sabiam.

Respirei fundo, tomando coragem para fazer algo muito burro.

— Não estou fazendo nada no momento, então posso ir, quando é isso? — Os dois arregalaram os olhos, provavelmente vendo que seria uma merda.

— Menina, você é corajosa! — Jin soltou, rindo.

Também acho. Acho mais ainda que seu elogio foi uma ofensa tipo, "menina, você é burra!".

— Jú, é daqui a uma hora — o iluminado falou. — Mas a gente te espera.

— Anda logo, viu! — Jin falou. — Bem bonitona! — Ele sorriu simpático.

E lá estava eu, me arrumando para uma festa do pijama que provavelmente daria merda porque todos sabiam da discussão com Jungkook e eles provavelmente haviam suposto que algo teria rolado, mas é sobre isso.

Com uma jardineira jeans clara, camisa branca e tênis, eu saí do quarto com a minha super mochila. Para começar, a reação dos dois não me pareceu boa. Jin me olhou de cima a baixo como se eu tivesse cometido um erro terrível, já Hoseok pareceu gostar muito da minha combinação, o que me deixou muito animada.

— Podemos chamar a lei Maria da moda? — Seokjin soltou, cruzando os braços.

Nossa como ele... Fala.

— Não achava que você falasse tanto para um novo conhecido.

— Ele é sem escrúpulos — Hoseok falou, repreendendo com o olhar o amigo.

— Quem liga? Vou ter que aturar vocês dois mesmo. Melhor começar às honras — o ruivo retrucou.

— Ele é sempre assim? — perguntei a Hoseok, sem me importar com sua presença.

— É bem pior.

— Ei!

Eu imaginei que fosse pior do que eu imaginava, mas me surpreendi ao chegar e dar de cara com apenas Jennie e seu Park, no sofá.

Foi bem engraçado a cara que os dois fizeram quando me viram, foi uma mistura de susto com diversão. E de fato, estava começando a cogitar fazer merda.

Sem nem pedir muito, fui ao quarto do Jimin/quarto de hóspedes, deixei minhas coisas e fui até a cozinha, me servir das bebidas na mesa.

Assim que me sentei para observar os outros chegarem acompanhados, fui entrando em estado de pânico. Quando Jungkook entrou acompanhado com Taehyung com uma garota, senti todos os pelos do meu corpo se arrepiar. Jeon não fez nada, apenas piscou para mim com aquele sorriso maldito.

Passei mais de 20 minutos em pé ao lado da estante de livros, como se eu estivesse afim de ler algo numa festa do pijama com intuitos sexuais.

Meu deus! Será que eu vim para uma surruba?

— Que merda você está fazendo aí? — Virei-me rapidamente, notando meu mais novo amigo linguarudo.

— Oi, Seokjin — respondi com um certo desânimo. Ele cruzou os braços, revirando os olhos.

— Eu sei que você quer saber o que eles falaram... — Na verdade, eu nem queria saber, mas como o maldito fez suspense... — Você é muito desconfiada. Pode confiar em mim, sou um ótimo...

Fofoqueiro? — sugeri e ele gargalhou.

— Informante. — Ele pôs as mãos no peito. — Só quem tem esse talento faz direito, agora... — Ele passou minha mão por seu braço, me guiando até a cozinha. — O que aconteceu entre vocês no quarto?

Franzi o cenho.

— Por que eu te diria?!

— Sei lá, porque eu sou gay? — O ruivo pôs as mãos na cintura. — Isso sempre funciona com as pessoas.

— Lamento... — Ri e ele me mandou a língua.

— Olha, o JK tá estranho, tipo, mais do que costuma. Aquela máscara bad boy malandrão, sabe? — Concordei — Então, seja lá o que aconteceu, deixou Mrs. Malandro de nariz em pé.

Tá, isso conseguiu me tirar do momento de paz que eu tinha. Virei o copo com vários tipos de álcool goela a baixo. O ruivo logo arregalou os olhos e eu logo perguntei:

— Se você estivesse no meu lugar, o que você faria?

— Eu chorava.

— Sem essa alternativa. — Ele riu.

— Então, já chorou?

— Não vem ao caso. — Respirei fundo, trocando de assunto. — Pra você saber, não rolou nada aquele dia. — Seokjin cobriu a boca, soando impressionado.

— Então é por isso que você ficou mal? — A pergunta dele mais pareceu uma ofensa do que uma forma de acolhimento. — Céus! É por isso que você...

— Dá pra você, informante de elite, não falar nada com os outros sobre isso? — Ele concordou, fazendo um zíper na boca. — Não sei nem porque estou falando isso pra você.

Não acredito que estou nessa situação, ouvindo Break up with girl friend na cozinha, fofocando com um quase estranho tagarela. E por mais estranho que pareça, eu passei a metade da festa do pijama conversando com Jin. Descobrindo sua vida, como sua pós-graduação em gastronomia italiana e que divide uma república com Hoseok, Yoongi e Namjoon, e o mais chocante, seu quase romance com um colega — que ele não quis mencionar o nome.

— Você acredita que ele fez isso?

— Não creio! — Enfiei as batatas fritas na boca, surpresa.

Já haviam se passado horas desde que estávamos lá, sentados nas bancadas da cozinha, comendo os restos de salgados que os convidados acabaram deixando de lado, por bons amassos no sofá.

— Sim. Ele jura que não gosta de mim. Quem não sabe que ele é doido pra me pegar? — Jin arfou, olhando para trás, onde alguns dos meninos, exceto Jimin e Joonnie, beijavam suas convidadas. — Ele é bi, mas odeia quando eu digo isso.

Mantive meu olhar na sala, reparando o quão quente parecia Tae e a garota, que faltava pouco para se despir ali mesmo. Fui pega de surpresa, ao ver Jennie me lançar um olhar enquanto acariciava o abdômen do guitarrista. Desviei o olhar rapidamente.

— Isso é...

— Terrível? —  Taehyung sugeriu com a boca avermelhada, dos beijos recentes. Ele se aproximou de Jin, passando o braço por seu pescoço. — Já cansou de desabafar comigo e já foi pra ela?

Taehyung não parecia sóbrio, seus olhos abriam e fechavam lentamente, como se estivesse dopado.

— Claro. Ela me entende. Ao contrário de você, que não fala nada e fica murmurando seu "hum" pra lá e pra cá.

O moreno olhou para mim, rindo.

— Talvez não seja um bom momento para perguntar... — O baixista cambaleou em minha direção. — Estamos loucos para saber o que aconteceu pro JK ficar desse jeito. — Taehyung apontou para o canto da sala, onde Jeon Jungkook beijava intensamente sua companheira.

Eu tentei passar a noite toda tentando não reparar nessa parte. A parte de tudo ter sido uma bela miragem minha.

— Seja lá o que aconteceu — engoli em seco, abaixando a cabeça —, não tem nada a ver comigo.

Eram umas quatro da manhã quando os outros e Jin foram embora, só restaram os da casa, provavelmente de pegação pelos cantos da casa. Aproveitei que Jimin havia sumido com Jennie e me apossei de seu quarto, na verdade, de seu banheiro. Passei horas me banhado naquele banheiro maravilhoso e cheiroso, que não percebi que havia gasto toda a água do mundo. Cobri-me com a toalha, saindo para o quarto, quando me deparei com Park Jimin e Jennie conversando na cama.

A minha primeira reação foi o susto, a segunda foi segurar a toalha com tanta força que meus dedos doíam. Jennie me reparou primeiro, com o olhar assustado e lentamente Jimin me encarou.

Frita? Frita.

Voltei os passos, me trancando no closet. Não sei quanto tempo permaneci ali, mas as suas vozes haviam sumido por tempo suficiente para sair. Mas assim que escutei os passos de Jimin, desisti de sair.

— Quando você vai trazer suas coisas? A mala já está aqui — Jimin disse assim que fechou a porta do quarto. — Vai me dizer que esqueceu algo aí no meu closet?

Abri a porta, dando de cara com ele, de braços cruzados. O loiro passou o olhar por mim.

— Acho que não percebeu, mas estou pelada. — Ele soltou um riso. — Poderia me dar licença?

Jimin virou de costas.

— Pode se trocar, à vontade.

Idiota! Tinha que ser!

— Não me importaria em ficar pelada, se você não estivesse aqui — falei. Jimin se jogou em sua cama, passando suas mãos para a nuca me observando, orgulhoso. — Você é terrível! — Peguei minha bolsa, indo me trocar no banheiro.

Era bem claro, como eu poderia pensar que seria tão fácil?

Assim que saí do banheiro, Jimin não estava lá, e fiquei super feliz, confesso. Tudo que eu queria era não ter que bater de frente com ele novamente.

Enrolei-me naquela coberta quentinha que eu já havia experimentado antes, me cobrindo como um neném, até ouvir a voz dele novamente.

— Nem sonhando que eu vou dormir no sofá. — Rapidamente me levantei, reparando no corpo escultural de Jimin, sem camisa, à minha frente. Sua tatuagem de borboleta no peito, seu peitoral, seu...

Volta, Júlia!

— Aqui não tem espaço pra você — soltei.

Jimin pôs as mãos na cintura, rindo.

Ele havia trocado de roupa em um outro quarto, mas o que realmente me assustava era ele ainda estar ali, inabalável.

— No sofá tem um espaço perfeito para você — sugeri.

— Eu não vou dormir no sofá.

— Nem eu.

É. Lá estávamos nós, dormindo. Na mesma cama.

Não acho que precise de muita explicação. Basicamente foi que dividimos a bendita cama, passamos a noite toda competindo para quem ficava com a maior parte do lençol e disputando para quem iria desistir primeiro da cama. O que não foi o meu caso. Nem o dele.

Por míseros cinco minutos de cochilo que eu dei, Jimin havia jogado a coberta em cima de mim e caçou outra para si. Como uma bandeira branca para as nossas brigas silenciosas no colchão.

Não foi tão desconfortável como pensei, afinal, eu estava no seu quarto, eu não tinha nem que estar ali, não pedi permissão nem para estar ali. Mas as horas de sono foram bem reconfortantes.

Eu acordei mais cedo do que planejei e não queria dar de cara com Jungkook, malandro convencido — como Jin falava. Então optei por ficar mexendo no celular até dar 10 horas da manhã.

Jimin havia levantado um pouco antes que eu, pôs umas roupas de correr e foi. Ele não sabia que eu estava acordada e nem queria que desconfiasse e, no fundo, estava adorando aquela parada de espionagem. Ainda mais depois de ver todos os desenhos no corpo dele noite passada, aquilo me deixou... impressionada.

Eu não queria sair do quarto e ter que explicar a eles que dormi com Jimin por causa da teimosia e muito menos dizer que uso a república como um mero entretenimento social.

Eu deveria ter saído mais cedo, merda!

Pelo jeito que Hoseok, Taehyung e os outros acabaram ficando, era pouco provável que houvesse a chance de estarem acordados. E era sábado, ninguém acordava cedo num sábado.

Levantei-me com dificuldade, a agitação da noite passada havia me gerado um torcicolo terrível. Lentamente saindo do quarto, olhei para ambos os lados, verificando se tinha alguém na casa ainda, ou se eu detectava vestígio de som. Eu não queria mesmo dar de cara com Jeon Jungkook, essa era a mais pura verdade.

Tudo estava assustadoramente silencioso, então com um breve pulinhos, fui até a estante de livros da sala, passando os dedos por cada um deles.

Eu não pensava em sair dali tão cedo, talvez se eu acabasse sendo expulsa como da primeira vez.

— Bom dia. — A voz grave de Taehyung tomou toda a sala, me assustando. — Ressaca?

Tae estava bebericando algo quente, com a cara inchada de sono. Estava bem engraçado vê-lo daquele jeito, parecia perdido.

— Não, não tenho ressaca. — Ele continuou parado sem falar nada, então voltei a olhar os livros.

Tinha vezes que eu parava para caracterizar cada um deles como um personagem — como uma mania de imaginar durante a noite —, Taehyung com certeza daria um bom personagem misterioso.

— Os livros. Acho melhor não os tirar do lugar. O dono é muito ciumento. Pode crê.

Afastei-me da estante, me sentando na outra ponta do sofá, admirando o silêncio constrangedor.

— Eu posso te perguntar uma coisa? — Taehyung rompeu o silêncio, perguntando.

Concordei, vendo-o descer a xícara até o braço do sofá.

— Eu queria ter falado com você sobre isso ontem, mas acho que me viu... ocupado. — Ele soltou uma breve risada e continuou: — Não quero parecer intrometido, até porque já deve saber o que eu quero saber. O que eu e os outros queremos saber.

— Imagino...

Eu não poderia esperar menos do que uma pergunta constrangedora sobre o que havia acontecido.

Tae prosseguiu.

— Ele fez alguma coisa com você aquele dia? Se ele fez...

— Não. Não. Claro que não.  — Espantei-me com a pergunta, não queria que tivesse dado a entender isso. — Jeon não fez nada.

O moreno mordeu o lábio, soando preocupado.

— Jeon não lida bem com algumas coisas. E quando ele começa a agir como um pirralho birrento é porque alguma coisa aconteceu... — comentou ele, voltando a beber seu café. — Chegamos a saber da discussão pela irmã do Jimin. Mas ficamos preocupados por ele não ter dito nada. Ele sempre costuma falar das merdas que faz. É típico.

— Ele não fez nada de errado.

Melhor que ele ter dito o motivo da discussão naquele dia. Imagina ele tentar explicar que foi uma transa interrompida por mudança de planos. Seria mais constrangedor para mim do que para ele.

— Sinceramente... — comecei. — Pode falar para os outros: ele não fez nada de errado. Está tudo bem agora, tudo não passou de um mal entendido. Por isso não falamos nada.

Ele franziu o cenho.

— Então, por que vocês estão estranhos?

Uma risada estridente veio de fora, o que fez eu e Tae tomarmos um susto. A porta foi aberta e a figura escultural de Jennie Kim ultrapassou a porta. Jimin entrou logo depois dela, supostamente estavam juntos na corrida matinal.

Jimin não se importou em falar quando me viu, mas só em ler as expressões de Jennie, ela queria lançar muitos prováveis palavrões. Acho que o motivo principal foi ter ferrado a noite dos dois ontem.

— Vai se mudar pra cá? — não demorou muito até ela falar. — Você está em todo lugar, garota! — Jennie brincou, cruzando os braços.

Olhei para Tae, me perguntando se valeria a pena entrar em uma discussão às onze da manhã. E como esperado, não cabia a mim responder isso.

— O gato comeu sua língua? — indagou ela novamente.

Forcei-me a encará-la novamente.

— Me desculpa incomodar você, Jennie. Eu não sabia que morava aqui com eles. — A garota fechou a cara rapidamente, após Tae soltar uma risada.

Jimin parecia estar se divertindo, já que se encostou na ilha da cozinha, nos observando.

— Nossa... Jimin, desde quando permitiu mais gente na sua república? — Ela se inclinou para o loiro que sorria. — OPS! Esqueci que ela está aqui por causa do Jungkook. Ainda está com ele? Ele não tem uma fama muito boa, querida...

— Definitivamente não — respondi.

No mesmo instante, Jungkook apareceu como um fantasma, cruzando a porta, todo suado, retirando seus fones. Ele não cumprimentou ninguém, apenas abriu a geladeira.

Só poderia estar acontecendo comigo mesmo.

— Nossa, Júlia. Jurava que você estava agarradinha com o JK esses dias.

Engoli em seco, levando-me a encarar Jeon, na esperança de que ele encerrasse aquela conversa desnecessária. Mas ele não falou nada. Nenhuma palavra. Nenhum olhar.

Jeon estava me evitando?

— Não precisa se preocupar, Jennie — continuei, me levantando e indo até ela, tentando evitar que Jungkook ouvisse algo mais. — Isso não cabe a você. E nem a ninguém.

Nenhuma palavra. Nenhum olhar.

Tae se aproximou ao meu lado, curioso com suas mãos nos bolsos.

— Estou curiosa pra saber quem foi o seu par essa noite — Jennie sorriu, olhando para o moreno ao meu lado. — Tae? Você? —  Ela riu. — Impossível!

Encarei Jimin que se encontrava atônito. Verdade, como ele diria para sua amiga que havia dividido a cama comigo?

Que mal havia em dormir comigo, Jimin-ssi?

— Por que não pergunta ao Jimin? — Tae sugeriu, fazendo até Jungkook nos encarar confuso. — Como foi dividir a cama com ela, Jimin?

O guitarrista riu, após ver a cara dos outros dois.

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