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Rejeição e Fuga

Ária

Seus olhinhos puxados estavam arregalados, sua respiração por um momento ficou presa e ele me encarava estático. Eu realmente estava me segurando para não rir de sua reação que só comprovava o que já era de meu conhecimento.

Não, eu não queria beijar Jungkook, longe disso, mas me era curioso saber que um garoto como aquele nunca havia tido um tipo de contato a mais com alguma garota.

Posso não ter um pingo de interesse nele, mas também não sou cega, Jeon Jungkook é bonito e provavelmente alguém já deve ter tentando algo com ele.

Mas, por que todo esse medo?

Poderia dizer que ele me intrigava.

— Como? – Sua voz saiu em um fio e fui obrigada a passar a língua por meus lábios para não rir.

— E se eu quisesse te beijar, Jungkook? – Repeti a pergunta lhe encarando nos olhos amedrontados.

Mais uma vez, aquele de cabelos negros engoliu em seco e tentou desviar a atenção para a maldita folha em sua frente.

Era fofo de se assistir suas bochechas corarem e sua respiração falhar denunciando sua falta de tato com a situação e por um breve momento, imaginei as coisas que eu poderia ensinar para ele...

Mas antes de elaborar mais situações pecaminosas com o inocente Jeon, ele me pronunciou as palavras que jamais imaginaria ouvir de alguém:

— Eu não iria aceitar. – Foi por um fio novamente que sua voz saiu – Não quero beijar você, Ária. – Concluiu.

O riso que estava a se formar dentro de mim se esvaziou e de forma incrédula eu fiquei.

Como? Eu realmente havia escutado aquelas palavras?

Eu estava sendo, teoricamente, rejeitada por aquele garoto? O bolsista?

Ele havia ferido minimamente minha feminilidade e eu não gostei da sensação.

Meu riso de escárnio tomou conta da sala o que o assustou um pouco. Eu ainda estava incrédula, mas obviamente não iria deixar por isso.

— Não seja tolo, Jeon, eu estava apenas brincando com você. – Disse ainda rindo – Você não faz meu tipo. – Dei ombros.

Mas o que eu achei que iria me aliviar apenas pirou quando Jungkook deu um suspiro aliviado e pareceu relaxar.

Ele estava aliviado por eu dizer que não o queria?

Sério?

— Ta, vamos fazer isso logo. – Me pronunciei na tentativa de mudar por completo o foco daquilo.

Os minutos que se sucederam foi o de uma Ária silenciosa e um Jungkook inquieto. Ele me parecia ansioso para terminar aquela parte logo, possivelmente não via a hora de ir embora, o que me encabulava mais.

Afinal de contas, o que tinha em mim que o fazia querer me rejeitar?

Ok, o mundo é gigantesco e nem sempre iremos agradar os outros e honestamente, agradar terceiros é a última coisa que quero.

Mas a questão é, naquela maldita escola todos esperam uma chance para me ter em sua cama, então por que justamente Jeon, o "virjão", não me quer?

Qual é, eu fico com caras como Park Jimin e Jeon Jungkook disse que não me beijaria?

— Terminamos a introdução. – Ele se pronunciou depois de muito tempo em silêncio me despertando de uma navegação mental que eu fazia.

— Ótimo. – Respondi apenas – Está com fome? – Ele negou rapidamente, mas como uma traição seu estômago roncou o fazendo corar.

Sim, eu ainda estava com um questionamento enorme sobre Jeon, mas por mais tocada que estivesse, não o deixaria sair de minha casa com fome depois de horas de trabalho. Fora que a forma com suas bochechas se avermelham é agradável.

— Vou fazer algo para comermos. – Meu tom era um tanto seco, por mais que eu não fizesse propositalmente.

Infelizmente sou péssima em esconder certas reações, talvez isso seja uma das coisas que me encrencam às vezes.

— Não precisa, já estou de saída mesmo. – Ele disse envergonhado enquanto guardava seus cadernos rapidamente.

Isso me irritou, ele fugia de mim como o diabo foge da cruz. Mas eu não sou o diabo, poxa...

— Escuta aqui, Jeon... – Minha entonação saiu grosseira o fazendo me olhar com os olhos arregalados - ...eu não quero saber que você desmaiou na rua porque saiu da minha casa com fome, então sim, você vai comer e não se preocupe, não tenho tendência em colocar veneno como tempero nos meus sanduíches. – Concluí por fim virando as costas e o deixando ali.

Eu estava definitivamente irritada e não gostava disso, não sou de me irritar com tão pouco.

Por ser domingo, a Sra. Chiuo estava de folga. Ela sempre ficava em sua casa aos fins de semana e só voltava na segunda, então eu mesma teria de providenciar a comida por ali.

Com minha limitada habilidade em culinária, preparei um básico sanduíche de salmão bem recheado e ao que estava próximo de finalizar, o coreano tímido entrou na cozinha.

Eu não o vi, mas o escutei se aproximando e permaneci fazendo minha tarefa.

— Não precisava se incomodar. – Sua voz soou neutra e revirei meus olhos.

Era bom quando ele ficava em silêncio.

— Espero que goste de peixe. – Foi a única coisa que respondi.

Lhe entreguei o lanche e mesmo tímido ele aceitou prontamente. A cozinha ficou em um silêncio mórbido e nenhum dos dois parecia querer falar.

— O que quer beber? – Perguntei após dar uma mordida em meu sanduíche.

Ele demorou um tempo para assimilar minha pergunta e assim que respondeu eu quis revirar meus olhos.

— Pode ser água mesmo.

Sem acatar à sua resposta, saquei uma lata de refrigerante da geladeira e o entreguei. Ele não queria água coisa nenhuma, estava apenas envergonhado o suficiente para não pedir algo além. Diferente dele, peguei uma lata de cerveja para ver se minha irritação se amenizava, mas acredito que isso se quer irá resolver.

Jungkook comeu em silêncio e em momento algum direcionava seu olhar a mim, diferente da minha pessoa que não conseguia tirar os olhos dele. O único som no ambiente é o de nossas bocas mastigando.

Fala sério, ele age como se eu fosse o atacar a qualquer instante.

É, talvez eu fosse mesmo....

— Bom, eu... acho que já vou indo. – Ele diz assim que ambos já estamos alimentados.

Era evidente sua ânsia em ir embora.

— Eu te levo até a porta. – Cordialmente lhe acompanhei até seu destino final – Domingo que vêm no mesmo horário? – Perguntei me referindo ao trabalho o que fez o garoto engolir em seco.

— Claro. – Ele não parecia certo disso.

— Ok, vou te esperar então. – Disse como despedida.

Logo Jeon foi embora e pude me ver finalmente sozinha, entretanto isso não durou tanto já que meus pais haviam acabado de chegar e pareciam estar bem animados, diferente da minha pessoa.

— Trouxemos pizza! – O mais velho disse ao entrar com duas caixas em mãos que exalava um cheiro maravilhoso.

Sorri com a imagem dos dois homens invadindo a casa na empolgação e por um momento esqueci-me da rejeição que havia saboreado.

— Deixe-me adivinhar, papai ganhou novamente daquele velho rabugento. – Chutei recebendo um olhar repreensor do mais novo.

— Não fale assim do Sr. Park. – Reviro meus olhos, para mim aquele traste era do mesmo saco que sua filha Roseanne. – Mas sim, ganhei dele novamente. – Seu tom se transforma rapidamente e ele volta a animação anterior.

— Vamos comemorar! – O mais velho diz novamente e acabo por rir.

Nós três vamos nos sentamos no meio da sala e saboreamos da pizza deliciosa. O momento que decorre ali faz com que eu me distraía e ao menos se lembre do ocorrido que não deveria me incomodar. Mas então...

— E como foi o trabalho com seu amigo? – Kwan, o mais velho questiona.

— Seu pai me disso que o garoto parecia ser gente boa. – O outro diz.

A sim, ele era mesmo... até demais.

— Normal. – Respondo sem tanto interesse – Ele só é um pouco tímido.

— Parecia um coelhinho assustado. – Kwan volta a dizer e sou obrigada a rir.

Realmente, Jungkook se parecia muito com um coelhinho, pude perceber que seus dentes fronteiros se destacavam mais dando um aspecto único à sua boca rosada. Havia também o detalhe dele ser arisco e corar com facilidade, sem contar a sua timidez que o fazia parecer frágil aos meus olhos.

Um perfeito coelhinho...

— Posso sair com o Namjoon? – Pergunto tentando mudar de assunto.

Honestamente, não estou muito afim de entrar no detalhe Jungkook.

Meus pais se entreolham e o mais velho parece jogar a bola pro mais novo que suspira pesadamente.

— Não. – É o que ChungHee me responde.

— Pai... – Faço manha – Prometo não demorar.

— Ária, já são oito da noite, você não vai sair! – Sentencia irredutível.

Suspiro irritada. Eu só precisava me distrair um pouquinho esquecer que sofri uma rejeição de um virgem.

— Escute seu pai, Ária. – O outro diz – Já está tarde para você ficar andando por aí.

—Ok, já entendi. – Digo ainda emburrada – Bom, então eu vou ir dormir. – Respondo vencida.

Discutir com meus pais não é de meu feitio e não iria mudar agora.

Me despeço deles dando um boa noite e recebendo um beijo na testa de cada um. Desanimada subo ao quarto e a me ver sozinha naquele cômodo, saco meu celular do bolso traseiro e disco o número muito bem conhecido por mim.

— Diga, chama da minha vida. – O loiro diz do outro lado da linha.

—Joonnie, que tal irmos ao bar do senhor Min? – Questiono mordendo o lábio inferior.

— Claro! – Responde na empolgação – Mas, espera, seus pais estão sabendo disso? – Sua desconfiança atravessa a linha e acabo por rir.

—Na verdade, acho que vou ter que pular algumas janelas.




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Gente, não sei exatamente o que dizer desse capítulo, mas Jungkook já conseguiu afetar minimamente o ego da Ária KKKKKK

O que acharam????

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