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AJ McLean #1

Dedicado a isabelwmalfoy e @MariaMaria560355 , que queriam imagines deste querido. <3

"You're drunk, you know?"

Desde o momento que pisei aqui, senti que o chão parecia afundar. Essa festa está, a cada metro quadrado, fora de controle. Há um cenário de bagunça, bebida, música muito alta se montando em cada lugar que vou, nesta mansão alugada. E sinceramente, já me perguntei várias vezes o que faço aqui.

E em todas essas vezes eu lembro do motivo, revirando os olhos e firmando mais ainda meus pés neste chão: Alexander.

Só mesmo por um grande amigo, que eu sou capaz de me encontrar num lugar tão atípico de minha pessoa.

- Oi, ei! - Alguém grita, atrás de mim.

Eu me viro.

- Oi Nick! Curtindo a festa?

- O que!? - Ele berra, aproximando o ouvido.

- Está curtindo a festa!? - Berro mais alto ainda. O barulho era infernal. Mal dava pra ouvir nossos timbres vocais.

Impaciente, Nick, aos risos, segura meu braço e nos leva a outro lugar - Um corredor vazio. De fato, o salão da pista de dança não era um lugar próprio para conversar.

- Pronto, agora posso te ouvir - Ele ri, divertido. Acho até que ele está um pouco embriagado - Sim, estou curtindo. E você? Bela festa, não?

Eu tive que engolir em seco e tirar da cabeça todos os olhares que já caíram sobre mim desde que cheguei. Mesmo desconhecidos anônimos podiam ver no meu semblante, a vontade de ir embora.

- Sim...- Disse, mesmo não sabendo mentir.

- Que ótimo - Ele tosse - Não quer dançar?

Teria que lhe dar uma verdade dura ou mais uma mentira mal feita? Graças a Deus não precisei responder. Por cima de seu ombro eu vejo Alexander se aproximar de nós. Ou como a maioria conhecia agora depois da fama, AJ.

- Nick...na boa, dá pra parar de importunar a minha S/N? - Ele diz, manhoso.

- Ei, não estava importunando ela, meu chapa - Diz o loiro, ligeiramente ofendido - Só estava a convidando pra se divertir, mesmo sendo você quem deveria fazer isso.

Dito isso, Nick toma certa distância e vai embora. O clima aqui foi estranho, mas não exatamente suscetível a uma briga. Mesmo assim, o loiro não deixou de estar certo.

AJ o ignorou e me abordou diretamente:

- e aí, gatinha, está gostando?

Porém, com meu amigo de longa data, eu não tinha receio algum em me abrir de verdade:

- Você me conhece. Portanto, sabe da resposta. - Digo, sincera.

Ele ergue as sobrancelhas e depois abre um sorriso.

- Wow...Tão direta.

Eu rio, abaixando a cabeça.

-- Você está tão linda, sabia? - A voz dele ecoou por todo o corredor, de um modo que me neutralizou de surpresa.

- E você está bêbado, sabia? - Sorrio, sarcástica. Eu havia apreciado o elogio. Mas tirar onda com ele era algo que sempre vinha primeiro.

Logo em seguida, vem a risada dele.

- Só porque nunca foi em uma festa badalada, não significa que estão todos bêbados, boba.

- Pode até ser - Digo, duvidosa.

Diálogos como esses sempre me faziam voltar ao ensino médio. Época em que esta amizade começou. Na verdade, época em que um turbilhão de coisas começaram...

- Quer dançar?

Sua mão é erguida à minha frente. E tanta nostalgia caiu sobre mim como chuva.

Ponho lá a minha própria, sem hesitar. AJ me puxa de volta para o salão do qual eu e Nick havíamos escapado, mas desta vez, eu estava sendo puxada para a pista de dança. O barulho de uma estrondosa música eletrônica não parecia ser problema para as demais pessoas, que dançavam de diferentes maneiras.

- Vamos lá, se solte pelo menos um pouco! - Ele grita, se movendo no ritmo da música.

- Não sei se consigo! - expresso, com medo.

- Ora, vamos... - Nesse momento, ele pega minha mão e me dá um giro. Um tanto desengonçada, eu o deixo me conduzir.

O giro fora estúpido. Mas ele realmente estava tentando. Tentando me fazer se divertir.

Eu só deixei rolar e dancei, de uma forma que nem minha imaginação poderia alcançar. Alexander era, pra mim, a prova viva de como um vínculo pode durar e sobreviver. E com isso, eu quero incluir todas as vezes em que o mar da vida tentou nos puxar para direções completamente opostas. Significava muito ele ter me convidado para a festa de lançamento de Black & Blue. Não pude deixar de vir.

- Acho que não dançamos juntos desde o baile do ensino médio! - Ele relembra.

- Verdade! - Eu digo, tomando liberdade de me requebrar mais na dança. A essa altura eu já me divertia como nunca.

Deixando logo claro, eu e ele já namoramos. Que período conturbado...o consagrado amor surgido da amizade. Éramos tão almas irmãs ao mesmo tempo que parecia ter algo errado com nosso beijo e com nosso toque. As incertezas vieram em seguida. Foi preciso idas e vindas bem cansativas, até acharmos melhor retroceder. Voltamos para a amizade, concluindo que, talvez, o amor não fosse um caminho para nós.

Mas hoje, ou pelo menos agora, sinto que essa ideia pode mudar.

- Estou tão feliz por estar aqui. - Eu berro, como uma criança.

Ele continua a dançar, revelando um sorriso que compensa seu olhar oculto pelos óculos escuros.

- Eu também, S/N. - Ele se aproxima de mim.

De repente, ele estava dançando com a barriga quase colada na minha. Não entendi, mas não perdi a pose. O rosto dele estava alinhado com o meu, me fitando fixamente.

O ápice foi quando eu desviei meu rosto para o lado, por reflexo, só para disfarçar meu rubor. Mas ele não deixou: Um arrepio me percorreu quando senti as pontas de seus dedos encostarem no meu queixo e trazer de volta meu rosto para encará-lo.

Eu achei que fôssemos nos beijar. Com todo aquele êxtase, eu já estava sentindo o calor dos seus lábios nos meus. Mas a música parou imediatamente, quebrando o clima. Todos ao redor pararam de dançar e fiquei sem entender nada. Antes de todos começarem a vaiar, o DJ anunciou no microfone:

- E aí, galera?! Vocês estão preparados para ouvir de novo?

Todos na pista gritaram de volta:

- Sim!

- O que vocês querem ouvir de novo? - O Dj pergunta, retórica e euforicamente.

- The Call!

Obedecendo ao grito e aos assobios da multidão elétrica, o DJ solta o hit-single The Call, dos Backstreet Boys. Uma das músicas mais quentes do mais recente álbum.

Eu rio para AJ, olhando em volta, vendo todos recomeçaram a dançar conforme a música conquistava todo o espaço. Era realmente um hit contagiante, não é surpresa que todos gostem.

Desta vez, admito, eu dancei como se a festa me pertencesse. Eu e Alexander não voltamos a ter aquela aparente tensão sexual no modo de dançar, mas estávamos alegres e totalmente à vontade. Tudo que eu ouvia era The Call se misturando aos nossos risos. Nossos risos que nunca mudaram.

Acho que estou ficando nostálgica...

De um jeito perigoso...

Saber disso me deixou um pouco tonta.

- Ei Alex, - Eu paro, me dirigindo ao ouvido dele - Preciso tomar um ponche. Já volto, ok?

- Pode ir, meu bem. Eu te espero. - Ele continua a dançar. Pensando bem, facilitaria muito para meu turbilhão de emoções se ele não me tratasse tão afetuosamente assim.

Me recostando ao balcão do open bar, bebo um um gole de ponche e dou aquela suspirada. Eu percebo que, além de Nick, eu não havia encontrado mais nenhum Backstreet boy no recinto, até que Brian chega e senta ao meu lado.

- Hey, S/N!

- Brian! - Cumprimento. - Como vai você? A Leighanne vai bem?

Dando antes um curto e saudoso diálogo, tanto eu quanto Brian sabíamos que, aqueles que se dirigem ao bar em uma festa completamente agitada estão procurando um pouco de sossego mais do que qualquer outra coisa. Portanto, estar um ao lado do outro em pleno silêncio não foi estranho e me deu tempo de refletir sobre os últimos acontecimentos.

Se ele fosse me beijar, eu aceitaria?

Ele demonstrou essa vontade. E eu não tinha força alguma que me fizesse recuar. Talvez fosse só o calor do momento. Ou não. A iniciativa de beijar não é algo que surge tão de repente assim. Pelo menos, não para mim.

- Brian. - Eu o chamo.

Ele revira para mim e eu faço a seguinte pergunta:

- O Alexander tem... alguém?

Brian franze o cenho.

- Você quer dizer...um caso?

- Não, eu quero dizer um amor na vida. Como você.

Ele fica pensativo, olhando para a frente e não volta a me fitar até apurar a resposta:

- Não. Ele não tem.

Aquilo foi suficiente.

Posso estar sendo muito boba, extremamente ridícula ou fatalmente iludida, mas eu acho que, a essa altura, se Alexander e eu voltarmos, não será nenhuma surpresa.

Acho que sou madura o suficiente pra entender que ele pode estar precisando de uma companhia feminina verdadeira a essa altura da vida, onde falsidades vem conforme a fama. Eu me importo com ele. Sempre.

Com a motivação fortalecendo meus pés e alcançando minha cabeça, fico de pé, me despeço de Brian e volto para a pista de dança. Com o coração frenético já tendo sido infectado pela festa.

The Call continuava a tocar. Parecia até que ela estava em um repeat infinito. Quando uma música muito agradável e alegre está tocando, você pode sentir como se ela protegesse a atmosfera do humor ao redor da intervenção de qualquer sentimento ruim. Mas eu, na verdade, sempre achei que quando uma música muito agradável toca, ela só enfatiza o quanto aquela tão radiante alegria uma hora vai acabar.

Quando volto para a pista de dança, não encontro Alexander em lugar nenhum. Comecei a chamá-lo feito uma idiota, por seu nome obsoleto: "Alexander! Alexander! "Alexander!"

Eu deveria frequentar mais essas festas mesmo, para evitar vergonhas como estas. De repente, eu vejo uma cena que impacta até o fundo do meu pâncreas e me faz sentir uma tontura repentina: Alexander...AJ, sentado em um dos sofás aveludados próximos daquela pista, com os braços enroscados em duas moças de vestidos muito curtos, se beijando, se amassando...fazendo tudo que não deveria ser feito em público (nem à três).

Tamanho era o descaso com o público ao redor, que se ele não estava bêbado, como me afirmou antes, certamente, estava agora. Aquela era uma visão dele que nunca me imaginei ter na vida. O pior é que olhei até minha visão se convencer da realidade.

Parti imediatamente. Só queria anular minha presença lá. Queria anular tudo da minha cabeça. Se ele já precisou de mim um dia, então já era tarde demais. Ele já havia sido entregue aos braços libertinos da fama.

Logo, eu não o conhecia mais.

-=-

Demorou um tempo até que eu encontrasse alguma saída daquela devassa festa. Tão furiosa, eu passei por todas aquelas pessoas sem me importar de me esbarrar nelas ou de ser empurrada. Eu sentia uma vertiginosa sensação de nojo e desprezo.

Assim que piso no solo do quintal, sinto como se tivesse sido livrada do inferno. Mas perdi tanto tempo procurando a saída, que enquanto ia em direção ao meu carro, algo tenta me impedir de ir.

- S/N!

Minha pele suava de cólera. Eu não olhei para trás.

Mas a voz continua a me perseguir:

- S/N, por favor, escuta!

Ouvindo a voz com maior nitidez, me ponho a parar o passo. Não era ninguém que merecia minha raiva.

- O que foi, Brian? - Eu me viro para trás, até perceber que Nick e Kevin se aproximavam, carregando Alexander com dificuldade.

- Você precisa levá-lo pra casa. -- Disse, ofegante -- Ele está muito bêbado. Não pode dirigir.

- Por que um de vocês não vai? Acho que me diverti muito por hoje. - digo, sem comoção.

Brian me olha de modo suplicante.

- Você sabe que não podemos. Temos uma festa pra tentar controlar - Ele, claramente, estava implorando - como você também o conhece há mais tempo...bom...pode ser uma ajuda extra.

- Ajuda extra?

Nesse momento Alexander tentou se libertar dos braços dos amigos.

- Ei, dá pra p-arar de me segurar? Pô, não na frente da minha S/N né... - balbucia ele. Minha nossa, ele está péssimo.

- Pedimos desculpas, em nome dele. - Diz Nick. - Mas só você pode ajudá-lo.

Eu não sou de negar um favor tão necessitado, ainda mais de pessoas que estimo tanto. Mesmo muito magoada com Alexander, me deixo ser vencida por este pedido de ajuda. É algo mais forte do que eu.

Por isso, não me importei em deixá-lo em casa, no endereço que Brian me deu. não me importei quando ele precisou vomitar durante todo o percurso, com a cabeça para fora da janela. Eu não disse uma palavra sequer. Ele, aqui e acolá, abria a boca só pra fazer comentários sem qualquer sentido, por esta bêbado, como: "Já posso voltar pra festa?'' ou "Cuidado com esses animais na pista" Quando, no entanto, éramos os únicos na rua.

Quando estacionei, tive dificuldade em tirá-lo do carro. Ele não se erguia de pé e relutava em entrar em casa. Eu olhei para o alto, desesperada, e via que as primeiras camadas da manhã clara se descortinavam no céu.

- Alex... - Tento compassar meu tom.

- Não é Alex, ok? - Ele me interrompe, estufando o peito - Alexander era meu nome no tempo em que eu era ninguém. Hoje eu sou o AJ. AJ Mclean.

Eu caminhava com ele, o segurando pelo ombro. Mas meu ombro não era tão másculo como o de Nick ou de Kevin. Estava sendo difícil.

-- Você sempre foi alguém. Alexander James ou AJ - Digo, me rendendo -- Agora por favor, vamos entrar.

-- Você vai entrar comigo? Ah...diz que vai...

Eu dou um sacode nele.

-- Eu vou é ir embora. Vai, colabora! -- Esbravejei, perdendo a paciência.

Porém, tudo que consegui foi fazê-lo cair e como consequência, me fazer cambalear. Depois de conferir que ele não havia se machucado, desisto de levá-lo para dentro. Resolvi deixá-lo nos degraus da varanda de sua casa, sentado. Ele ainda vomitou uma ou duas vezes. Não me sentia segura em deixar ele assim.

Também não fazia ideia de como deveria proceder. Nunca o vi tão bêbado. Deixei somente o silêncio falar por nós dois, por alguns segundos, até encontrar algo a dizer.

-- Você deveria se arrepender.

Ele ergue o olhar para mim. Um olhar sem os óculos escuros. Devem ter caído por algum lugar.

-- Me arrepender? Essa festa foi a melhor que já fizemos! Não viu o arroubo das... pessoas com The Call? Ah...você tá por fora. -- Ele diz, tropeçando nas próprias palavras.

Eu reviro os olhos. De nada adianta argumentar com alguém assim. Mas eu só queria ter algum diálogo com ele, antes de dirigir de volta para São Francisco e não ter previsão de vê-lo mais.

-- Se você diz. -- Eu começo a me levantar. -- Foi...bom te rever, Alexander. Adeus.

Sei que não parecia certo deixá-lo na varanda à luz de uma manhã que ele nem percebe que começa. Mas também não me parece certo ficar onde sei que não sou mais bem-vinda.

-- Sabe, S/N, qual a única coisa que me arrependo? Foi de não ter me casado com você enquanto pude.

Aquela foi a única frase que ele libertou sem gaguejar, tropeçar ou falar com manha esta noite.

Eu me virei, olhando por cima do ombro.

-- O que?

-- Isso mesmo. -- Ele diz. -- Tudo que sei é que nunca conheci alguém como você, até hoje. Eu não deveria ter te deixado deslizar das minhas mãos...

O tom de sinceridade em sua voz me arrepiava. Não acredito que ele só pode confessar isso nesta condição tão precária. Foi quando ele começou a fungar repetidamente, que notei que ele iria chorar.

Me sentei ao seu lado e pousei uma mão em seu ombro.

-- Alex, você também é uma das pessoas mais incríveis que já conheci. Pena que...não há outra alternativa para nós senão esta.

-- Para, para. -- Disse, zangado, quase a tempo de me interromper. -- Você sempre se convenceu de que não damos certo. Por isso, terminamos. Eu...eu sempre acreditei no contrário.

-- No contrário? Foi você quem terminou comigo da última vez, Alexander James! - Eu aponto, firme, vendo em mente memórias de um término muito sofrido pra mim.

Ele dá espaço para um silêncio hesitante.

-- Sim, é verdade. Por isso me arrependo.

Mesmo com seu rosto cabisbaixo entre as pernas, não resisto em arrastar uma lágrima de sua bochecha, com meu dedo. Ele as deixava deslizarem, sem emitir som algum.

-- Não guarde remorso. O que está feito, está feito. -- Eu lhe digo, baixinho -- Foram bons tempos, é verdade. Eu muito te amei. Amo até hoje, mas não sei se é daquela mesma maneira. Por não ter certeza, não me arrisco e assim, evito te magoar. Não suportaria te magoar de novo.

Mas sem parecer ter dado atenção, ele recomeça:

-- É em horas como essas que a gente se dá conta do que perdeu. Sempre foi meu sonho ter você como minha esposa. -- Ele funga -- Uma criança com o seu olhar, então...seria o melhor presente que eu poderia ter no mundo!

Dói tanto ter que ouvir isso. Ele provavelmente já estava delirando.

Eu ignoro a relutância em segurar sua mão. Eu a pego e aperto bem forte. Só a solto quando um calor já estava bem estabelecido entre as duas. Não ouso dizer mais nada.

Um monte de possibilidades permeiam minha mente. Cenários de como seríamos se ficássemos juntos. Eram todos tão felizes...

Tão felizes que eram impossíveis.

Aceitei aquele desajeitado momento de consolo ao lado dele. Só nós dois e o crepúsculo matutino. Mas sempre chega um momento de ter que seguir em frente e deixar que um novo dia comece.

Eu percebi que seu tronco estava ficando bambo, tendendo tenuemente para a frente e para os lados. Quando ele pousou discretamente a cabeça em meu ombro, foi quando eu entendi que seu sono havia finalmente chegado.

Não tenho formas de levá-lo para dentro. Não conseguiria levantá-lo e se tentasse, acabaria o acordando. O deixei lá mesmo, recostado no montante da escadinha da varanda, contra meu próprio gosto. Pelo menos o sono parecia pesado e confortável.

Antes de ir embora, fui até seu ouvido, mesmo sabendo que ele não ouviria e sussurrei, diligentemente:

-- Você é um baita de bom partido, AJ. -- Em seguida, beijei o topo de sua cabeça.

Despedidas leves era o meu jeito de evitar despedidas tristes. Eu queria reforçar o quanto ele jamais conseguirá ficar solteiro por muito tempo. Alguma garota vai se encantar por este badboy que esconde um delicado coração.

Mesmo assim, enquanto caminhava para ir embora, não pude evitar de sentir o impacto das suas palavras e uma adiantada saudade ganharem forma líquida e escorrerem pelo canto dos meus olhos. Nesta nova fase de sua vida, não fazia sentido estar com quem já se carrega um passado doloroso. Seria melhor simplesmente deixá-lo ir e encontrar um alguém novo.

O amor não é um caminho para nós.

.............................

Eu ouvi um Amém???
Finalmente a imagine com nosso gazoso AJ!!!

E me DESCULPEEEEEMM pelo enredo muito sad vibes KKKKKK
O AJ é aquele membro que me passa certo ar de maturidade, sabe? Não me veio em mente aquele enredo soft de cara. Acho que por isso eu quis escrever algo um pouco mais dramático e que não tivesse um final "convenientemente feliz". Não sei se foi um bom jeito de estrelar o badboy mas foi a ideia que me surgiu kkkkk

Agora só falta um ganhar sua própria imagine...só um...

Fiquem ligadinhas q a imagine do senhor Howard Dorough está chegando :P

Novas imagines e surpresas também vêm por aí. Peço que não desistam de mim!!!! Aaaaa tô bem ocupada ultimamente, mas nunca esqueço daqui.

Bjs da K, mores.





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