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"tic, toc" - K.s.j

Leia as notas finais, por mais que não for ler esse capítulo.

[Esse capítulo envolve problemas psicológicos como depressão, se for sensível a esse tipo de conteúdo, peço para que pule para o próximo]

Sempre procure ajuda, faça o bem para o seu bem-estar.

[] [] []

A vida já estava tão sem graça mesmo. Um temporizador havia sido marcado em minha mente, eu tinha exato cinco meses para mudar aquilo. A dor psicológica já estava sendo totalmente insuportável, apenas um convencimento realmente tentador para me fazer tirar aquela idéia que aos olhos de algumas pessoas era totalmente idiota.

Um..dois..três..quatro e...finalmente, cinco meses se passaram e nada havia mudado. A felicidade não era duradoura, os sorrisos eram forçados e tudo parecia muito cinza.

Eu me sentia preso em uma bolha de tristeza eterna.

 As pílulas já estavam separadas, em cima da pia do banheiro gélido quando resolvi me despedir das árvores, do ar puro, da cafeteria da esquina, do fliperama, da areia, da praça, do sabor das comidas, do outono.

Vesti uma roupa mais ou menos e resolvi sair de casa. Chaveei a porta e joguei a chave em meu bolso. Comecei a caminhar em direção ao parquinho, sempre gostei de ver as crianças ingênuas brincando enquanto sorrisos sinceros de ponta a ponta invadiam seus rostinhos mesmo sem sua permissão.

Depois, caminhei até a ponte principal onde os carros passavam rapidamente com adultos cheios de problemas do trabalho. Fiquei observando o movimento e coloquei minhas mãos nas grades de proteção, encarando a altura do lugar. Aqui não seria um mal lugar para acabar tudo, mas se sobrevivesse, seria doloroso.

Mas isso seria muito improvável de acontecer.

Me sentei sobre a grade, deixando os meus pés flutuarem sobre as alturas. Não sei se pensava que aquele seria o fim, não sei onde estava com a cabeça.

- V-você não pode fazer isso!

Olhei para o lado com calma, uma garota com o semblante sério me encarava. Ela tinha os punhos cerrados e parecia preeucupada.

"Ela é bonita".

- Eu sei o que você está pensando, mas não faça isso. Tem pessoas que te amam, sabe como elas vão ficar se você fizer isso?!

Senti meus lábios se contrairem estranhamente. Eles ficaram um pouco para cima mesmo eu não querendo. Espera...eu estava sorrindo?

Desci calmamente, se eu fosse fazer aquilo, que ninguém tivesse problemas por meu fim.

 Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, senti um peso sobre meu corpo e quando olhei um pouco para baixo, a garota estava me abraçando. Aquilo era estranho, mas era bom.

 Era ótimo. Pode-se até dizer que eu consegui me sentir bem.

Mas além de ela estar querendo me ajudar, senti que ela precisava de ajuda. Havia percebido aquilo pela tristeza e cansaço em seus olhos, eu reconhecia alguém que precisava apenas de um abraço de longe. Eu era acostumado a ver alguém assim todo o dia, no espelho.

Entrelacei meus braços em volta de si e, derrepente, ouvi seus soluços. Ela estava chorando, parecia um pouco desesperada.
 Agarrou mais ainda o tecido de minha camiseta, e eu a apertei mais contra o meu corpo. Sabia que as lágrimas estavam próximas e sinceramente queria chorar, mas parece que eu não conseguia, e isso me prendia cada vez mais a uma triteza profunda.

Senti o olhar das pessoas contra nós, e aquilo estava me irritanto por mais que eu tentasse ignorar. Sentia que precisava fazer alguma coisa para tirá-la dali, então a afastei calmamente e encarei em seus olhos vermelhos e molhados pelas lágrimas.

- Vamos sair daqui, dos problemas.

Segurei em sua mão firmemente, como se já a conhecesse a tempos e então, saímos da ponte depois de um tempo. O primeiro lugar que encontrei foi uma cafeteria, então a adentrei junto da garota que nem ao menos sabia o nome. Por sorte estava vazia. Então, procurei um bom lugar onde ninguém pudesse nos importunar e a fiz sentar, ficando de pé ao seu lado.

- Quer alguma coisa para beber? - perguntei, vendo suas mãos tremerem um pouco.
- Café talvez? Você parece estar com frio.

- P-pode ser..

Iria sair dali e ir fazer o pedido, mas impulsivamente tirei meu sobretudo e coloquei ao redor de seus ombros. Ela me olhou e sorriu fraco agradecendo.

Naquele dia, enquanto fazia o pedido, visualizei a garota por alguns segundos. Ela parecia ter medo de que eu simplesmente me jogasse de lá mesmo sendo um estranho. Muitas pessoas poderiam ter apenas ignorado ou ter chamado a polícia o que resultaria em mais problemas para mim, mas não. Parecia entender o que eu sentia.

- Hoje estamos dando biscoitos da sorte de cortesia. Leve um para você e para sua namorada. - o atendente pegou dois dos biscoitos sorrindo gentilmente e colocou em uma sacolinha.

Sorte.

Será que eu ainda se quer ainda tinha isso?

Será que se quer eu já tive isso?

Ou será que eu estou tento isso de ter sido encontrado por essa garota?

Paguei o funcionário e agradeci por seu serviço e então voltei para a mesa onde ela ainda se encontrava da mesma situação que antes. Pedi um café igual ao dela e me sentei em sua frente, analisando cautelosamente a bebida enquanto tentava pensar em algo para quebrar o silêncio que se instalou entre nós.

- Você...o que você estava pensando em fazer naquela ponte? - ela me olhou séria, seus olhos já lacrimejavam. - Tem noção da dor que iria causar nas pessoas próximas?

Respirei fundo, então a olhei em seguida.

- Eu não tenho ninguém.

A garota de cabelos longos respirou de um jeito incompreensível, então levou as mãos até a caneca quente em uma tentativa de esquentar suas mãos.
Inconscientemente, levei minhas mãos até acima das suas e as esfreguei um pouco, tentando esquenta-las.

Me encontrei com seu olhar por alguns segundos, então soltei rapidamente suas mãos ao perceber o que estava fazendo. Ela sorriu fraco.

- Está tudo bem. - deu uma risada fraca e nasalada, me fazendo sorrir um pouco envergonhado. - Posso saber seu nome?

- Sou SeokJin. Kim Seokjin. E você?

- Sn Lee.

- Jin.. - sorri ao ouvir o apelido. Estava sorrindo sinceramente, aquilo me fazia bem. - Me desculpe por ter sido egoísta com você.

Franzi o cenho, por alguns segundos fiquei um pouco em dúvida e antes que perguntasse sobre, ela voltou a se pronunciar.

- Eu perdi uma pessoa importante naquela ponte, do mesmo jeito que sei que pensou em fazer. - respirou fundo olhando em meus olhos. - Se não tem por quem viver, viva por mim. Viva por você.

Senti meu peito contrair com sua fala, admito que naquele momento senti suas palavras como um abraço caloroso.
Eu a vi se levantar e pegar uma caneta de cima da bancada, ela começou a rabiscar um guardanapo e então me entregou. Ali havia um número de telefone e o seu nome.

- Não hesite em me ligar, por favor.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, a vi pegar suas coisas e se retirar da cafeteria.
 Aquele foi um dia depois de tantos meses, que eu sorria completamente sincero e que, depois do ocorrido, a felicidade me perseguia ao eu pensar nos momentos daquele curto momento.

Continua...

Oii pessoinhas, como estão?

Sempre que ocorrer de eu colocar esse tipo de conteúdo nos capítulos, vou avisar no início e agora já aviso: próximo capítulo vai continuar com esse conteúdo delicado então espero que tenham um pouquinho de paciência.

Gosto muito de ver os votinhos de vcs!♡
Boa noite e..

: não de atenção ao suicídio e doenças psicológicas apenas no setembro amarelo, sempre que puder fornecer ou aceitar ajuda, o faça.

188 cvv (Centro De Valorização Da Vida) Não hesite em ligar.

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