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Despair or fun? - k.t.h




Comi a massa açucarada do algodão-doce calmamente, enquanto observava as luzinhas dos brinquedos grandalhões se movimentando com agilidade. Apoiados ao chão por apenas algumas peças grandes e parafusos grossos.

Para algumas garotas em seus dezessete anos de idade, ficar cuidando de uma garotinha de seis é um saco. Mas a minha realidade é que o que mais me diverte, enquanto outros adolescentes enchem a cara e transam em banheiros  de desconhecidos em festas como diversão e motivos de se gabarem.

Mas eu não. Minha vizinha como parte das mães solteiras, ama ir para o bar toda sexta à noite e deixar sua pequena Yeonji na porta de minha residência com um papel em mãos dizendo que horário deve tomar seu remédio e o que deve e não deve comer.
Então, para tirar a pobre Ji de uma situação ruim como um tipo de abandono desses, essa noite, eu resolvi lhe trazer para o parque de diversões que era meu lugar favorito quando menor.

— Você quer água? - perguntei segurando a pequena mãozinha enquanto olhava em seus olhinhos brilhantes. Ela parecia amar aquele lugar.

— Quero ir nos brinquedos! - falou alto demais, eufórica. Aquela cena estava sendo adorável.

— Você já veio a um parque de diversões? - me abaixo ficando perto de sua altura, ela nega freneticamente com a cabeça enquanto da pulinhos de ansiedade. — Tudo bem, vou lhe levar aos brinquedos - ri da intensidade que seus olhos de jabuticaba me olharam.

Caminhei até a venda de ingressos, segurando ainda em sua mão.

— Seis ingressos, por favor. - pedi educadamente a moça que atendia. Ela rasgou um dos papéis da bilheteria e os me entregou. Soltei por alguns minutos a mão de Ji e remexi minha bolsa procurando minha carteira até que eu a encontrei.

Retirei a quantia da mesma e entreguei a moça, recebendo o troco e o jogando na bolsa de qualquer jeito.

— Então.. em qual você quer ir prim...

Olhei em volta. Eu estava conversando sozinha. Aquilo deveria ser uma cena em que eu penso "que idiota, conversando sozinha novamente" e rir, mas a única reação que eu tive for entrar em um desespero interno.

— Yeonji??!!- falei mais alto dessa vez, olhando em volta mas simplesmente ela não estava ali. Então veio a pontada de calafrio no estômago.— Moça, você não viu para onde a garotinha que estava comigo foi? - olhei para a mulher que havia me dado os ingressos e ela deu de ombros, desinteressada.

Mordi os lábios de raiva, caminhando em passos firmes aleatoriamente por aquele lugar. Estava escuro, noite. Haviam pessoas demais naquele lugar,  por mais que parecessem boas, o mal habita em todos os ambientes.

Mas eu tinha que ter pensamentos positivos e começar a pensar aonde a garotinha de cabelos curtos havia ido parar. Em uma barraca de doces? Comprando algum salgadinho? Alguém havia pedido para ela tirar uma foto? Alguém pode ter pego ela. Ou alguém pode estar apenas cuidando dela no momento me procurando.

Comecei a sentir gotículas de suor escorrer por minha testa, deixando mais que claro que eu estava nervosa.

Não estava apenas preocupada pelos gritos que eu receberia ao chegar em casa sem a garotinha, mas sim com ela. De tantas vezes que nós nos encontramos, eu criei um certo apego a ela. Quanto eu mais olho para ela, mais eu me vejo quando era pequena.

Uma mãe que me abandonava para sair com homens, mas eu não tinha ninguém para ficar. Ninguém tão bom quanto eu estou sendo com a garotinha.

Que agora eu não faço a menor ideia de onde está.

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Já haviam se passado vinte e cinco minutos desde que eu não via mais a pequenina de cabelos curtinhos e olhos grandes. Que vestia um macacãozinho amarelo e uma blusa verde por baixo, que a deixava tão lindinha.

— O-oi é... você viu uma garotinha pequenininha? Essa aqui. - mostrei uma foto dela em meu telefone para a quinta família que eu parei naquela noite, sem contar os outros adolescentes sozinhos, as mulheres e aos homens sozinhos, as barracas de comida e em alguns brinquedos daquele imenso lugar.

— Não. Nos desculpe. - a mãe da família falou com um olhar de pena. Eu estava entrando em pânico e sentia meus olhos lacrimejarem.

Não consigo nem pensar em Ji aterrorizada nesse momento e nesse parque tão imenso, nessa imensidão do céu escuro.

Eu já estava sem esperanças e fraca de decepções.
Caminhei lentamente até uma escadinha de um brinquedo fechado, me sentando de olhar cabisbaixo. Passei mais uma vez pela foto de Yeonji e percebi que minha realidade já havia ido embora a tempos.

Senti uma lágrima solitária escorrer por meu rosto e pingar do meu queixo, molhando a terra embaixo de meus pés.

— Unnie!

Aquela voz me fez erguer os olhos arregalados. Por um segundo achei que nunca mais a ouviria, até que eu vi a pequenina correndo de braços abertos e com um sorriso enorme em sua face até mim. E me abraçando por fim.

— Hoje é o melhor dia da minha vida! - falou me chacoalhando. Eu quase ri da cena, se não tivesse de a ensinar.

— Onde estava Ji? Você simplesmente sumiu nunca mais faça isso. Sabe como fiquei preocupada?!- abracei mais uma vez a pequenina em meus braços, aliviada.

Olho para o chão vendo dois pares de pés aparecerem em meu campo de visão. Alguém grande e outra criança. Ergui meu olhar vendo um garotinho com os cabelos bem negros e outro... bem.. ele era muito bonito e tinha minha idade.

Vestia calças pretas justas jeans, botinas pretas nos pés, uma camiseta cinza e um casaco moletom por cima de sua vestimenta. Seus cabelos eram um pouco compridos e ele tinha um sorriso singelo pintado nos lábios rosados.

— Bem... me desculpe. - ele simplesmente fala, então me levanto continuando mais baixa que ele. — Encontramos ela perdida, estava chorando. Para averiguar a situação fomos em alguns brinquedos do parque. — ele coça a nuca, envergonhado. — Sei que fiz errado e deveria ter lhe procurado, mas eu amo crianças e não gosto de ver uma chorando.

Sem pensar duas vezes, estranhamente o abracei. Ele no início ficou surpreso mas logo levou suas mãos até minhas costas a acariciando suavemente e timidamente.

— B-em...- me afastei lentamente.— Está tudo bem e me desculpe por isso. Só fiquei aliviada por ter sido alguém de bom coração que a cuidou...- falei dando espaço para ele falar seu nome.

— Taehyung. K-kim Taehyung. - sorri fraco ouvindo mais uma vez sua voz grave.

Olhei de relance para o garotinho ao seu lado, então me abaixei ficando de sua altura.

— E você? Como se chama?

— Sou Johyin.- ele sorri parecendo orgulhoso do próprio nome. - V-você é bonita. Hyung também falou isso quando estávamos vindo.

Taehyung esquentou suas bochechas as corando. Sorri vendo aquela cena adorável.

— Seu Hyung é bem bonito.- falei baixo mas audível para o rapaz alto, que me olha sorrindo e rapidamente desviando o olhar quando o encaro. — Então... sou Sn. O que deveria fazer para agradecer vocês por cuidar de minha Ji?

— Chocolate!- o garotinho fala alto e dou uma gargalhada. Logo olhando sugestiva para Taehyung.

— Se não for pedir demais...- seus olhos intensos me encaram, intimidador.— Seu número em um papel dobrado e um encontro.- ri fraco e ainda tímido.

Sem pensar duas vezes, eu concordo.

E foi daquele jeito, que aquela desesperadora noite acabou do melhor jeito possível e o qual eu nunca imaginaria, o qual criou uma história entre dois seres que aprenderam a amarem.





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Final mais dramático impossível (HAHSHAHS).

Estou escrevendo uma fanfic do Jeonzineo utt goztoso então.. por isso a demora. Espero que estejam gostando e vou tentar fazer uns capítulos...mais pesados 🔞 hihi😈



Agradeço se deixarem seu votinho e compartilharem!

XOXO
✨🥀

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