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Mesmo de longe, aquele olhar me desconcertava. A porcelana intocável daquele rosto brilhando contra a luz do luar que atravessa a janela nos fundos. Ele não carregava expressão nenhuma, sequer moveu um músculo enquanto me via caída em meu próprio amontoado de coisas. Bufei. Ele não vai se desculpar? Mesmo que sua beleza já fosse um ótimo pedido de desculpas, eu ainda precisava ouvir da boca dele.

— Hey, olha por anda! — falei em alto e bom som enquanto Jackson me apoiava para eu me levantasse, de olhos já fixos no rapaz tal como eu, seu maxilar trincado com raiva momentânea.

— Foi mal — a figura topo da escada respondeu, tão frio quanto a noite. Revirou os olhos e seguiu seu caminho calmamente como se nada tivesse acontecido.

— Ele revirou os olhos para mim! — brandi minha indignação, puxando a mala para perto do corpo — quem ele pensa que é?

— Nunca o vi — os dedos de Jackson se entrelaçadas aos meus enquanto ele me guiava para cima nas escadas — Ele deve ser novo.

As paredes em cor creme do corredor no fim da escada eram repletas de pequenos detalhes marrons, casando-se super bem à escada de madeira. Haviam quadros espalhados aqui e ali, rostos gravados de forma permanente em tela, flores e animais, até que finalmente a placa indicando os dormitórios surgiu.

Cada quarto tinha capacidade para duas ou três pessoas. Fico um pouco incomodado com isso. Eu nunca sequer dividi o quarto com meu irmão.

— Qual era mesmo o número do seu quarto? — Jackson perguntou, parando de súbito no meio do corredor.

— Quatro — respondi, franzindo o cenho — Sabe pelo menos onde fica o seu quarto?

— Claro que sei... — ele hesita, fazendo uma pausa. Franzo o cenho e ele suspira, passando a mão no rosto — Tá, eu tenho que confirmar com o Mark!

Balancei a cabeça negativamente.

— Qual é! É difícil guardar o número do quarto, às vezes eles mudam e te jogam em uma área completamente diferente.

Entre suspiros, dei de ombros. Eu não podia esperar que Jackson fizesse tudo por mim. Caminhei pelo corredor despreocupada, procurando pelo quarto indicado. Parei em
frente ao dormitório com a placa de número quatro em cima da porta, tomei a mala de tartarugas da mão de Jackson e a repouse sobre o batente.

— Quer que seu irmão entre com você, bebê? — as mãos de Jackson apoiaram-se em meus ombros, enquanto ele forçava a voz como se falasse com uma criança.

— Não — aquilo me arrancou um riso fraco — eu tenho dezessete anos, quase dezoito, Jackson! Não é como se fosse meu primeiro dia no jardim de infância.

— Tá bom! Vai lá então, sua chata — ele revira os olhos, me puxando para um abraço breve. Fechei minhas pálpebras ao sentir o selar em minha testa, e logo ele se afastou, gritando por Mark ao me dar as costas.

Voltei minha atenção para a porta. Soltei um novo suspiro, girando a maçaneta na palma da mão. Puxei a mala pelo hall e desci os dois pequenos degraus, observando agora o cômodo.

Haviam duas camas no centro com lençóis de cor coral, uma delas já ocupada com algumas malas em cima. Eram separadas por uma criado-mudo de madeira escura, com um abajur parateado o ocupando em cima. Em cada lado das paredes, havia um guardaroupaembutido. Ao lado direito do guardo, várias caixas estavam dispostas de maneira dispersas, com peças de roupas caindo da beirada.

Suspirei pesarosamente enquanto observava as decorações. Deixei minhas malas sobre a cama, voltando o olhar para as enormes janelas à minha direita, forradas por cortinas finas de cor terra. Em um dos gaveteiros já haviam algumas paletas de maquiagem,
produtos de cabelo e, ao canto, um porta retrato.

Na foto, posavam três pessoas em frente a escola. No meio um homem trajado em terno marrom carregava um sorriso sincero no rosto. Ao seu lado direito havia uma garota de cabelos claros o abraçando, um vestido azul escuro colorindo a imagem. Ao lado esquerdo do homem, um garoto com as mãos nos bolsos da calça de couro, usando uma
camiseta branca larga. Aquele era...

Era o folgado da escadaria!

— Ah, você deve ser minha colega de quarto.

Sua voz doce me assustou, e me aprontei em colocar o porta retrato em seu devido lugar, por pouco quase o deixando cair. Deus, como eu odeio esse dia!

— Desculpa... — soou quase um sussurro enquanto eu me curvava, tentando o meu melhor sorriso.

— Não foi nada — a garota dizia, descendo os pequenos degraus — também sou curiosa.

Caminhou até mim, os cabelos claros caindo em uma cascata sobre os ombros. Abriu um sorriso fraco, estendendo a mão para mim.

— Me chamo Kim Yerim — disse — mas pode me chamar de Yerim.

— Wang Yangmi — respondi, apertando sua mão.

Andei até a cama novamente, sentando-me pesarosamente e jogando o boné de lado. Por que será que aquele garoto está na foto de Yerim? Será que eles são namorados? Tenho vontade de chorar de emoção quando por fim me deito na cama, após tantas horas de
caminhada.

— É meu irmão — ela parece ter ouvido meus pensamentos, e me viro para olhá-la, a cabeça apoiada sobre os braços — na foto... — Ela completa.

— Não me parece muito amigável — deixei espancar por entre meus lábios, fechando os olhos com força a seguir. Mordi a língua, repugnando o que eu mesma houvera dito —Desculpa, é que eu e meu irmão temos certa dificuldade em manter a boca fechada.

Yerim riu, balançando os ombros e apenas negou com um aceno de cabeça. Enquanto o fazia, captei os pequenos vestígios do rosto de porcelana intocável do seu irmão no seu,
seus cabelos se movendograciosamente. Ela parece uma boneca.

— Você já conversou com o diretor? — balancei a cabeça em negação — Eu estava indo falar com ele. Se quiser, posso te mostrar o caminho.

Me sentei novamente.

Eu queria dizer que as pessoas aqui são esnobes e de nariz empinado como um motivo para ir embora, mas seria mentira. Eles são muito amigáveis. Enquanto seguia a cascata de cabelos louros pelos corredores, a harmonia notável entre todos me carregava. Mesmo aqueles que haviam chegado ainda hoje estavam sendo amparados por veteranos e inspetores.

Uma vez ouvi que, se você espera pelo pior, tende a não se decepcionar. Mas sabe? Esperar pelo pior te deixa sempre paranoico, e as possibilidades não devem importar muito quando se tem tanto para apreciar durante o tempo todo. De toda forma, nunca imaginei que moraria em uma escola. Quem diria, ein Yangmi?

— Você é a irmã do Jackson, não é? — a loira afundou as mãos nos bolsos do moletom.

— Ia perguntar se conhece ele, mas depois de ver ele cumprimentando a todos como se fosse um político, acabei descartando essa pergunta.

— Ele é um dos melhores alunos daqui. Se você tiver o mesmo talento e desempenho que ele, vai dar muito bem.

Talento? Se ela se referia a ser bom em atividades físicas e um monstro em gabaritar as provas, eu estava em grande desvantagem.

Descemos as escadas de madeira, dando a volta em quase todo o prédio. Passamos por um salão livre, com várias mesas de tampo branco dispostas para que os alunos pudessem descansar e estudar no tempo livro. Depois, atravessamos o refeitório, repleto
de mesas de piqueniques e dois espaços onde era feita a distribuição dos pratos.

O que alimentou a pulga atrás de minha orelha foram as salas de treinamento bem equipadas. Não sabia que a escola disponibilizava aquele tipo de equipamento para aprendizado.

— Você não sabia da nossa sala de treinamento? — neguei com um aceno de cabeça e me perguntei se havia feito algo errado quando Yeli arregalou os olhos e escancarou a boca. — É, você precisa mesmo conversar com o diretor.

No final do corredor havia uma porta enorme com detalhes dourados ornamentados em formatos distintos por mim. Kim deu três curtas batidas na porta, abrindo-a em seguida. Antes que eu pudesse protestar, sua mão envolveu meu pulso e fui puxada para dentro da sala junto a ela. Muito embora a porta gigante na entrada sugerisse, a sala era demasiado pequena, com medalhas e certificados dos mais diversos cobrindo as paredes
em quadros de molduras rebuscadas, troféus dourados e parateados dispostos em prateleiras pelos espaços vagos.

Atrás da escrivaninha no centro, havia um homem esguio trajado em um terno, com os olhos presos na tela de um computador sobre a mesa, e só quando ele ergueu os olhos para nós é que percebi ser o homem no porta retratos de Yerim.

— Pai! — os olhos da loura brilhavam, e seu tom alegre esganiçado ecoava em meus ouvidos. O homem a reprova com um simples olhar e ela quase se encolhe. — Q-quero dizer...diretor. Eu trouxe a aluna nova.

Curvei-me rapidamente, quase batendo a cabeça na quina da escrivaninha. O diretor me respondeu com um breve aceno de cabeça e um simples sorriso.

— Sente-se, senhorita Wang — pediu, voltando-se para a loira então — Yerim, pode falar comigo mais tarde.

O sorriso nos lábios da menina se desfez aos poucos, os braços se retesam enquanto ela pressiona as mãos em punhos ao lado do corpo. Então assente e sai da sala sem dizer nada.

Fingi não notar o clima pesado que permaneceu prévio a sua saída, encarando a placa branca em cima da mesa, com escritas douradas que faziam "Diretor Kim Chungho". Engoli em seco quando percebi seus olhos sobre mim, me analisando, como se pudesse ler cada linha de expressão e desvender todos os segredos da minha alma.

Batidas na porta fizeram-me do sobressaltar, e foi só quando Jackson apareceu que percebi que estava segurando a respiração, pois soltei-a de uma vez, exasperada.

— Sente-se, senhor Wang — o diretor indicou e Jackson reverenciou-se para ele brevemente antes de se sentar — Seja bem-vinda ao instituto Saenghwal, Yangmi. Espero que possa aprender novas habilidades aqui e, que principalmente, possa levar nossos
ensinamentos para sua vida.

Entre-abri os lábios para agradecer, mas o som soou baixo e rouco. Eu estava nervosa, ainda mais depois do breve discurso. Aperto as unhas nas palmas das mãos levemente.

Aliás, para quê falar desse jeito? Isso me deixa assustada.

— O Instituto Saenghwal tem como principal ensinamento as artes marciais, mas todas as outras matérias aqui são muito importantes.

Congelo.

— Artes? Marciais? E-eu vou ter que lutar?

As palavras formigavam em minha língua com o susto repentino que aquelas informações me causam. Em nenhum momento me disseram que eu teria que lutar. Isso parecia impossível para mim, de todas as maneiras fisicamente imagináveis. Olhei para
Jackson. Parte disso talvez fosse culpa minha, que nunca me preocupei em questionar as atividades para ele.

— Tenho certeza de que seu irmão poderá explicar todos os nossos princípios, senhorita Wang — ele fez uma pausa — e espero que a senhorita se torne um orgulho para nós, tal
como seu irmão.

— Ela será, com toda certeza, diretor — Jackson respondera rapidamente, e meu olhar ainda queimava sobre ele.

— E espero que não nos desaponte — o diretor completou.

Ótimo! Não precisei abrir a boca para nada e ele já espera o pior de mim. O pessimismo é tendencioso, ainda mais em mentes adultas.

— Ela não irá, diretor — Jackson responde por mim outra vez.

— Bom... — o homem suspira — qualquer dúvida, eu estarei aqui.

Soltei o ar pesado novamente, empurrando a cadeira para me levantar junto ao meu irmão. Já virando as costas para sair após um último cumprimento.

— Jackson, você não — ele interrompe — fique. Precisamos ter uma conversa.

Jackson e eu cruzamos olhares pela primeira vez na sala. Ele engole em seco e percebo a maneira com a qual ele murcha, os ombros tensos e o maxilar travado. Quase como um
cão de orelhas abaixadas, ele se senta novamente.

Saí da sala receosa, deixando-os a sós por falta de opção, os ombros caídos e um olhar desamparado cruzando minha face, aquelas novas informações martelando em minha
mente.

Artes marciais? Eu havia parado em uma escola onde lutar era a principal matéria? Isso é mesmo sério? Juntando uma coisa a outra, talvez fora por este motivo que meu pai fizera aquilo durante as férias...

— Hey, Yang!

Meus pensamentos são interrompidos por uma propagação irritante de vozes. Olho por cima do ombro, e rostos familiares se aproximar em passos desleixados; os amigos de Jackson.

— Seu irmão está nos devendo por não ter te apresentado direito — o rapaz de cabelos pretos dissera, um meio sorriso teimoso em seus lábios — Eu me chamo Im Jaebeom, mas todos me chamam de JB.

Abri um sorriso, e a companhia súbita aliviou a tensão dos últimos momentos.
Conversamos um pouco e tive a oportunidade de conhecer os amigos do meu irmão de verdade pela primeira vez desde que chegara.

Yugyeom era o mais novo dentre eles. Jinyoung era de poucas palavras, dono de um sorriso gentil e acolhedor — Bambam me alertou quando a ele, dizendo que nem era sempre desse jeito e eu deveria ser cuidadosa.

Mark me lembrava um personagem saído direto dos comerciais, carregando sempre um pequeno skate debaixo do braço. Me lembro de ouvir Jackson falando sempre sobre si, que de longe era o seu melhor amigo.

— Parazer, me chamo Youngjae — O último deles se apresentou, passando a mão pelos fios de cabelo, um sorriso sincero se formando em seus lábios.

Observei-o demoradamente, me dando conta de que o encarava somente quando percebi o rubor crescente em sua face. Desviei o olhar, desvencilhando-me do constrangimento ao coçar a nuca. Sorri sem graça.

— E o que você está achando, Yang? Da escola, eu quero dizer... — Bambam se embolou com um dos braços de JB sobre os ombros.

— Tirando o fato de que vim contra a minha vontade, até parece legal — dei de ombros.

— É só você dar uma chance — Youngjae dizia — Você vai acabar gostando.

— Todos gostam — Jinyoung cruzou os braços — acabamos tendo mais liberdade aqui do que em qualquer outra escola.

— Todos, menos aquele ali.

Olhei na direção indicada por Yugyeom. O garoto das escadas, com os fones de ouvido adornando a cabeça, subindo os degraus desleixadamente.

Um grupo de garotos parecia cochichar sobre ele, com olhares curiosos pesando sobre si. Tentaram o cumprimentar, pois haviam vindo todos no mesmo ônibus, porém tudo o
que receberam em troca fora um olhar frio e ele se virando para a janela sem os responder.

Um vulto passou por nós, enquanto ainda imersos observando a caminhada do misterioso de porcelana. Jackson deu uma pirueta, parando ao nosso lado em uma pose ridícula com as mãos na cintura.

— Ei, bonito, não estamos em treinamento ainda — JB exclamou, dando alguns tapinhas
no ombro de Jackson.

Pelo resto do dia andamos pelos dormitórios, indo de quarto em quarto conhecer novos alunos. Meus pés doíam e agradeci quando a hora do jantar finalmente chegou e nos
acomodávamos no refeitório. No canto em frente a escadaria, aquele mesmo garoto de antes estava sentado sozinho, remexendo a comida, com uma das mãos sustentando a
cabeça.

— Conhece ele? — YoungYoungjae me tirou de meu transe, olhando-me com certa curiosidade.

— Ahm? — arqueei as sobrancelhas, incrédula com a suposição — Ah não, a gente se esbarrou nas escadas. Eu caí e ele me mandou só um "foi mal".

— Que babaca! — JB exclamou, em tom de indignação — Se eu fosse ele, teria me ajoelhado e pedido desculpas na hora.

Sorri, balançando a cabeça em negação.

Às dez horas da noite as luzes do primeiro andar eram apagadas, o que sinalizava que deveríamos nos recolher. Por ser o primeiro dia de aula, as pessoas ainda estavam em
processo de se acostumarem com o ritmo e levamos quase meia hora até conseguirmos subir as escadas em meio à aquele congestionamento para os dormitórios novamente.

Os garotos se despediram de mim, se dispersando juntos para o mesmo caminho, já que seus dormitórios ficavam em outro prédio. Jinyoung desejou-me bons sonhos e me
avisou sobre os primeiros horários do dia seguinte.

Respirei fundo e após um longo tempo procurando o caminho do quarto, enfim o encontrei. Estava prestes a girar a maçaneta quando paralisei, uma voz masculina soando
dentro do quarto.

— Dá para parar? Eu não preciso disso— ele dizia.

Eles estavam brigando. Apressei-me em encostar a orelha contra a porta para ouvir melhor.

— É claro que precisa! — identifiquei a voz de Yerim — Vai ficar andando sozinho para cima e para baixo? Ninguém nasceu para ficar sozinho!

— Não preciso de lições de moral vindo de você, Yerim.

Me virei com rispidez quando escutei passos se aproximando da porta pelo lado de dentro, encostando o corpo contra a parede lateral. A maçaneta girou e ele saiu, deixando a porta escancarada ao fazê-lo. Escutei algo deslizando pelo chão junto a seus passos, como rodinhas de uma mala. Respirei fundo, me demorando para entrar no quarto. Quando o fiz, Yerim se sobressaltou sobre a cama.

Ela parecia triste, a feição sombria e os olhos ainda marejados. Forçou um sorriso assim que me viu, esfregando os olhos. Ela vestia um pijama rosa da Hello Kitty.

— Já vai dormir? — perguntei após fechar a porta, descendo os dois pequenos degraus e puxando a mala de cima da cama.

— Aham — ela murmurou em resposta — teremos que acordar cedo amanhã. A primeira coisa que fazemos aqui são exercícios.

— Como é? — franzi o cenho, jogando-me sobre a cama pela segunda vez no dia. Puxei os lençóis simplesmente, procurando alguma posição confortável.

Yerim ria de mim, apertando um ursinho marrom entre os braços.

— Boa noite, Taehyung — ela deixou um beijinho na cabeça do ursinho antes de olhar para mim — Boa noite, Yang.

— Boa noite, Yerim — respondi, e minhas mãos se esticaram para desligar o abajur.

Passei a madrugada olhando para o teto, tocando o pequeno pingente em meu pescoço, a pedra quadricular brilhante mesmo na luz noturna, cobre adornando sua estrutura presa por um cordão de couro. Giro-a entre os dedos. A parte de trás da minha cabeça
lateja enquanto pressionada no travesseiro. Eu provavelmente me machuquei na escada.

— Que saco — murmurei.

E a imagem daquele garoto não some de minha mente.

[×××]

Como estão? Bem?
O que estão achando? Comentem pois eu quero a opinião de vocês
E votem, por que me ajuda muitão

É isso, amo vocês amoras <3

Bjinhos!

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