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[006] "não preciso dizer nada"

Elizabeth

Ainda estavamos no Tennessee, mas, agora em uma montanha, e olha que maravilha?! Me preparei para tudo, TUDO mesmo, menos fazer trilha, uma maravilha mesmo ein. Estávamos andando a um bom tempo, acho que umas duas horas. Stefan estava carregando o Ray nos ombros com Klaus ao seu lado, enquanto eu vinha me arrastando atrás, e para me "beneficiar", dormi de mal jeito no carro e agora eu estava cansada e com o corpo dolorido, o que é irônico, porquê eu sou uma tríbrida. Enfim, as falhas da natureza.

Klaus - tudo bem? O Ray tá ficando pesado? - Klaus perguntou a Stefan com ironia

Stefan - não, tranquilo - Stefan estava no limite de sua paciência

Klaus - você tem certeza? Nós estamos andando a muito tempo - eita como ele se preocupa com o best dele

Elizabeth - se está tão preocupado com o Stefan estar carregando o peso morto do Ray, poderia me carregar. - Klaus se virou para mim com a sobrancelha arqueada - eu estou cansada, dolorida e não me preparei para fazer uma caminhada de duas horas subindo essa montanha.

Klaus - amor, você é uma tríbrida, tem mais capacidade que Stefan e eu juntos de subir essa montanha - ele se aproximou de onde eu tinha parado. 

Elizabeth - De fato, mas estou inteiramente dolorida - ele exibiu aquele sorriso ladinho safado dele - ahh para vai - dei um tapa em seu braço, mas o mesmo apenas riu de mim - será que dá pra deixar seus híbridos de lado e focar em mim, pelo menos até chegar aonde seja lá o lugar que estamos procurando? - pisquei meus olhinhos lindos pra ele, então o vi soltar um suspiro de derrota, mas logo em seguida, ele sorriu pra mim.

Klaus - o que você não me pede sorrindo que eu não faço beijando o chão que você pisa, ein Rose?! - O mesmo se virou e eu subi em suas costas, beijando sua nuca logo em seguida. Então ele apressou o passo para se aproximar novamente do Stefan.

Elizabeth - já que falaram em pedido, será que dá para não me excluir dos papinhos de vocês?! É irritante, e não me venham com a desculpa que é papo de homem, porquê fui criada no mesmo ambiente que seis homens - Klaus apenas soltou um risinho e deu uma beliscada na minha coxa, em seguida trocou um olhar cúmplice com Stefan.

Stefan e Klaus - seu desejo é uma ordem vossa majestade Elizabeth Mikaelson! - soltei uma risada alta com isso e os dois me acompanharam em seguida.

Continuamos pela trilha e eles prosseguiram falando uns assuntos meio sem pé nem cabeça e o Stefan aproveitou para "desabafar", ele falava, eu retrucava, o klaus ria... enfim, o de sempre.

Depois de andar por mais uns quarenta minutos, achamos uma matilha, e para alegria de todos, era a matilha do Ray. Então, desci das costas do Klaus e parei ao seu lado, que agarrou minha cintura no mesmo instante, enfim o possessivo.

Klaus - ali ó - ele falou indicando com o queixo onde Stefan deveria por o Ray, então Stefan foi até eles, que o olharam no momento em que ele se aproximou e jogou o Ray no chão. Uma das membros da alcatéia foi até ele.

Loba - quem é você?! - perguntou ao Stefan, então Klaus apareceu ao seu lado, e é claro, me arrastou junto, mas me colocando um pouco atrás do seu corpo. Aproveitei que tinha meu cantil veterano de guerra comigo bem abastecido de Bourbon e tomei um pouco, porquê com certeza isso ia demorar.

Klaus - a pergunta é quem sou eu. - ele tomou a frente - Por favor, desculpem pela invasão. Meu nome é Klaus - eles começaram a recuar, então saí de sua "sombra" ficando ao seu lado, e ao me olharem, ficaram com um olhar de quem tinha visto a morte. Bom, errados não estavam.

Loba - é o híbrido e a tríbrida.

Klaus - ouviu falar de nós. - fingiu surpresa, me abraçando pela cintura novamente, não estou reclamando

Elizabeth - ótimo saber dessa informação. Que fantástico! - me afastei do Klaus para me sentar em um tronco caído, e quando olhei para o Klaus, o mesmo já estava ao meu lado.

Klaus - é realmente fascinante. - passou o braço pelos meus ombros, enfim o cachorro marcando território - Um lobisomem que não se sujeita a lua, um vampiro que não torra ao sol... um verdadeiro híbrido. - ele voltou seu olhar para mim - e o mais fascinante, é que ainda existe uma criatura que seja isso tudo, e ainda consiga controlar a magia da natureza, sem necessariamente precisar de uma âncora de poder. A primeira e única tríbrida original - ok, não pude deixar de sorrir e corar com isso, adoro ser enaltecida de graça. Após falar isso, Ray começou a acordar.

Elizabeth - na hora certa Ray

Klaus - muito dramático.

Ray - o que tá acontecendo comigo?! - ele estava um tanto exasperado, mas por enquanto nada fora do comum.

Klaus - Stefan... - Klaus se acomodou melhor no abraço, me puxando mais para perto de si enquanto olhávamos Stefan.

Stefan - tem algum humano aí? Seu amigo aqui, precisa de sangue humano pra completar a transição pra vampiro. - ele parou próximo ao Ray - Se ele não conseguir, vai morrer...

Klaus - não precisa de muito, apenas uma amostra.

Elizabeth - ninguém?! - me levantei para observar a matilha e focar meus sentidos atrás do tal humano - um amigo ou uma amiga que queira embarcar nessa?! - Klaus virou para um homem galego

Klaus - você - Klaus o pegou rapidamente e mordeu seu braço, em seguida o jogou no chão. Então a loba tentou ir pra cima do Klaus, mas fui mais rápida e a agarrei pelo pescoço

Elizabeth - Calma aí linda, pensa que vai pra onde?

Stefan - se você não beber, eu bebo. O problema, é que eu não sei parar. - se virou para loba que eu estava segurando.

Klaus - é a nova ordem querida. Ou se junta a nós, ou morre.

Loba - prefiro morrer a ser uma vampira. - ousada

Elizabeth - escolha errada minha filha - Klaus mordeu o seu pulso e forçou a loba a beber do seu sangue, e depois quebrei o pescoço dela.

Klaus - ela vai me agradecer depois por isso. - falou me encarando, mas voltando sua atenção para matilha logo em seguida - Ok. Quem é o próximo?

E assim foi feito com todos. Tirei os meus óculos de sol da mochilinha que andava comigo e os coloquei, novamente me sentando no tronco junto ao meu amado Bourbon.

[...]

Tá certo, alguma coisa deu muito errado. Ray estava em pânico, ou melhor, continuava em pânico.

Ray - estão mortos. - o mesmo falava olhando pros outros de sua alcateia - Estão todos mortos.

Klaus - enfim acabou a transição. Daqui a pouco ele deve tá melhor

Stefan - então esse é o seu plano de mestre? - arqueei a sobrancelha pro Stefan - Criar um exército de escravos híbridos?

Klaus - não, escravos não. São soldados, camaradas.

Stefan - pra que?! Posso saber?

Elizabeth - você não vai se armar depois que a guerra já foi declarada né meu anjo? - falei dando outro gole em meu bourbon.

Klaus - faça um exército tão grande que ninguém ouse puxar briga

Stefan - por que tem tanta certeza de que serão leais?

Klaus - não é difícil ser leal, quando se está no time vencedor. - foi então que notei sangue escorrendo dos olhos de Ray

Elizabeth - Nik, não era pra isso estar acontecendo, era?!

Klaus - tem algo errado

Elizabeth - você acha?!

Klaus - tá na cara. Sabe o que tá acontecendo?! Você é bruxa!

Elizabeth - não, eu não sei. Nunca vi algo assim

Ray - você disse que eu ia me sentir melhor, por quê é que eu não me sinto?!

Stefan - sabem tudo mesmo.

Elizabeth - Stefan, agora não é hora pro seu sarcasmo. - então a loba acordou, e o resto logo em seguida começou a acordar também.

Klaus - Derek. - chamou o humano - alimenta sua namorada - foi então que o Ray deu a louca e saiu correndo para o meio do mato - Stefan, vai atrás dele! - o mesmo saiu em disparara atrás do Ray, ficando só Klaus e eu no meio daqueles malucos - eu vou atrás do Stefan, fica aqui de olho neles, é rápido. Eu prometo - assenti e ele me deu um beijo na testa, logo depois saindo por onde Stefan tinha ido. Que beleza, agora sou só eu e os drogados fugitivos do CAPS.

[...]

Graças a Deus, não passou nem 15 minutos e ele voltou. Algo estava definitivamente errado, durante a saída Klaus, dei uma analisada neles e não era para eles agirem dessa forma. Fiquei estudando a loba já que os olhos dela também tinham começado a sangrar.

Elizabeth - merda - larguei ela - merda, merda, MERDA. - não consegui conter minha frustração

Klaus - o que foi amor?! Algo de errado?! - ele se aproximou de mim com o seu sarcasmo.

Elizabeth - Eu precisava do meu grimório, tem alguma coisa muito errada. Era pra ter dado tudo certo, você fez o ritual corretamente, Greta era ridícula mas não foi incompetente, como deu errado?!

Klaus - eu não faço a menor idéia - Klaus e eu estávamos tão absorvidos em nossa bolha de tentar pensar no que deu errado, que quase não vimos os híbridos zumbis esquisitos começaram a chegar perto da gente.

Elizabeth - Klaus... - o puxei um pouco para trás instintivamente

Klaus - maldição - Começamos a atacar os híbridos, no final estavam todos mortos. Então começamos a queimar os corpos. Klaus estava péssimo, o mesmo sentou no tronco em que estávamos e começou a beber uma cerveja, resolvi respeitar seu espaço me escorei em uma árvore mais afastada, ficando lá sentada no chão tentando entender o que aconteceu. Depois de um tempo, Stefan apareceu com o Ray morto. - ficaram enraivecidos. - ele começou - Matamos todos. No fim, não sobrou nenhum... AAAAAHHHHHH - ele atirou a garrafa de cerveja em uma árvore e então me levantei - EU FIZ ABSOLUTAMENTE TUDO QUE ME MANDARAM. Eu devia transformá-los, eu quebrei a maldição, eu matei um lobisomem, eu matei um vampiro e eu matei a duplicata. - quando ele parou e olhou para mim, pude ver seus olhos cheios d'água, e no fundo deles vi um homem se destroçando. Então, sem pensar em nada, apenas corri até ele e o abracei.

Elizabeth - não vou falar nada, pois não quero dizer algo que queira ouvir, apenas para deixá-lo feliz por agora. A ilusão da mentira pode ser mais dolorosa que a verdade nua e crua - fiquei mexendo no cabelo dele - eu vou dar um jeito de descobrir o que aconteceu. Eu prometo.

Klaus - É em momentos assim, que vejo que fui o homem mais burro do mundo por mantê-la longe de mim por tanto tempo, mas o mais sortudo hoje por tê-la ao meu lado - o mesmo acariciou meu rosto - obrigado por ficar comigo ma belle Rose - ele deu um beijo na minha testa e se virou para o Stefan, ainda mantendo meu corpo junto ao seu - você tá péssimo.

Stefan - até onde eu sei, eu tô morrendo, e você não quer me curar... - o efeito do veneno de lobisomem tava afetando ele - eu tive que matar ele, não tive escolha. Eu falhei com você... desculpe. Faço o que for preciso.

Klaus - devia ter funcionado - ele me soltou pegando uma garrafa de cerveja vazia e colocando seu sangue nela, e depois a dando para o Stefan - bebe tudo. Estamos partindo e parece que você é o único camarada que me resta. - arqueei a sobrancelha pro mesmo

Elizabeth - Uau, quanta masculinidade - eles ficaram me olhando, esqueceram que eu estava ali - Não precisam falar nada, sei que se amam - dei uma risada e saí andando na frente. O que eu não esperava era que ele fosse literalmente correr atrás de mim e me agarrar por trás - o que foi?! Rebekah me disse do passado de vocês e do "bromance" 

Klaus - não posso nem imaginar você dando ouvidos a Rebekah, sendo que a séculos que você é a única pra quem tenho olhos em minha vida imortal. - arqueei a sobrancelha - por favor esqueça o passado sim? É com você que quero viver feliz para sempre - dei um sorriso e o abracei, a ladainha dele é boa viu - vamos.

Seguimos de volta para o carro, porém o Klaus entrou no banco de trás comigo e me fez deitar no peito, com a desculpa de que eu devia dormir bem, já que ele não me carregaria de novo, e foi o que fiz, dormi abraçada a ele. Queria que isso tudo acabasse logo, mas só está no início.

(...)

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(CAPÍTULO REVISADO)

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