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7- My Subjects

"Antes do nascer do sol." - Before Sunrise, Jisatsu

Jimin

Depois de respirar fundo umas três vezes para conseguir coragem, e depois de me despedir brevemente de Jungkook, lhe prometendo que voltaria antes do nascer do sol, eu pulei na água, não emergindo novamente depois disso.

Eu nadei pelo caminho que sabia que daria onde quero ir, para Tiraider, o lugar onde nasci e onde passei minha vida toda, ao menos até três semanas atrás.

O sol já estava baixo quando eu mergulhei, e depois de ter parado uma vez para recuperar o fôlego, eu voltei ao caminho. Agora, praticamente todo o sol já se pôs. Calculando pela quantidade de tempo que eu sei que aguento sem respirar, sei que um pouco mais de meia hora já se passou, e pela velocidade em que estou nadando, posso dizer que meu lar é um tanto longe do lar de Jungkook.

Mais algum tempo depois, eu cheguei onde queria, e confesso, senti vontade de chorar só por ver e lembrar das coisas boas que passei aqui.

Eu me aproximei mais, com a intenção de ir até minha casa, que é onde eu realmente queria ir, pelo fato de estar com muita saudades. No entanto, no meio do caminho, inesperadamente, eu encontrei com Politéia, que parecia estar vindo de onde seria meu destino.

- Jimin! Meu Deus, como é bom ver você. O que aconteceu? Nós estávamos preocupados - minha amiga disse, me abraçando enquanto falava.

Como eu não podia falar, o que eu pude fazer foi nos separar do abraço e sinalizar para que subíssemos para a superfície, o que deixou minha amiga totalmente confusa. Ainda sim, ela não negou meu pedido e me seguiu até a superfície.

Chegando lá, eu finalmente pude voltar a respirar, e finalmente vou poder explicar e conversar com Politéia, e quem sabe até com meus pais.

- O que aconteceu? - ela voltou a perguntar, parecendo notar que algo sério realmente aconteceu.

- Poli, eu senti tanto a sua falta, e de meus pais, e Jeongguk - meus olhos estavam começando a arder, eu realmente estava emocionado.

- Nós também sentimos a sua falta, principalmente sua mãe, ela foi a que mais sofreu com o seu sumiço - ela me abraçou de novo, me apertando em seu abraço.

- Eu fui enfeitiçado pela bruxa do mar - eu disse, resolvendo lhe contar o que aconteceu. - Eu estava indo até o lugar que você tinha dito que era bom para ver a lua cheia, e acabei indo parar onde ela mora.

Politéia não disse nada de início, talvez assustada demais com a informação, talvez o melhor seja esperar ela se recuperar do impacto, antes de continuar contando sobre tudo. No entanto, talvez fosse um pouquinho estranho que ela não tenha expressado reação nenhuma quanto a isso, além de apenas ter me apertado mais.

- Me desculpa, Jimin. A culpa disso é minha - ela disse, com a voz embargada.

- Não, Poli, a culpa não é sua - eu a afastei minimamente, mantendo minhas mãos em seus ombros, vendo algumas lágrimas escorrendo por suas bochechas. - Você não sabia que daria nisso.

- Esse é o problema, eu sabia.

- Como assim? - eu estranhei mais ainda, tirando uma mão de seu ombro.

- Eu sabia que você estaria indo até a casa dela, e foi por isso que eu falei do lugar para ver a lua.

- Por que você fez isso? - agora, nenhum contato era feito entre Politéia e eu. E sinceramente, eu estava magoado com ela. Ela enrolou antes de enfim começar a me contar seus motivos.

- Eu tinha inveja de você, Jimin, porque você é perfeito - ela disse, deixando mais lágrimas escorrerem. Isso não fazia sentido, porque eu não sou perfeito, ninguém é.

- Eu nunca fui perfeito, apenas sei viver da melhor forma - eu respondi, também sentindo meu choro vir, com intensidade.

- Não... Você é amado por todos, sempre sorridente, destemido e vê a vida de um jeito lindo. E além disso, eu sou completamente apaixonada pelo Jeongguk, sempre fui, desde pequena, e vocês sendo noivos me destruía. Mas eu não imaginei que fazer você passar pelo esconderijo da bruxa acabaria dando nessa confusão toda. Eu não sabia que ter você por perto era tão bom, até que não tive mais. E além de magoar você, eu só consegui magoar Jeongguk também.

Bom, o que eu poderia dizer? É sempre assim: Você não sabe o quanto é bom até que acaba. E querendo ou não, eu também experimentei um pouco disso, porque eu não sabia que era bom ter meus pais reclamando comigo, tê-los por perto, até não ter mais isso. Vai ser uma lição para nós dois, no final.

- Me perdoa, Jimin, por favor - ela pediu, e realmente parecia arrependida. Mas eu não consigo perdoá-la tão fácil, pelo menos não agora. A situação é mais complicada do que parece para eu apenas perdoá-la assim.

- Eu preciso pensar sobre isso, é muita coisa para mim.

Eu estava pronto para voltar para a casa de Jungkook, mas uma pequena movimentação na água me chamou atenção. Ao que a movimentação aumentou, eu vi meus pais saindo dali, junto de Jeongguk.

- Filho - minha mãe chamou, se aproximando para me abraçar. - Onde você estava? E por que sua cauda está diferente? Eu consegui ver lá debaixo.

- Onde você estava? Sabe a preocupação que nos causou? - meu pai disse, se mantendo no mesmo lugar. Pode parecer estranho dizer, mas talvez ele realmente tenha se preocupado. Quer dizer, ele é meu pai, claro que se preocupou, mas o que eu quis dizer é que talvez ele tenha se preocupado mais do que o imaginado e esperado.

- Desculpa... - eu pedi, me sentindo culpado, por algo que nem tenho culpa.

Eu olhei para Jeongguk, esperando sua reação, que na verdade, demorou a vir. Mas então, alguns segundos depois, ele se aproximou lentamente, me abraçando apertado quando chegou perto o suficiente.

- Eu senti sua falta - ele disse baixinho, só para que eu pudesse ouvir. - Conta o que aconteceu, sim? - eu conseguia sentir o carinho em sua fala, e é uma coisa que ele raramente demonstraria em público. Jeongguk normalmente é tímido com essas coisas.

Depois do que disse, Gguk se afastou, me dando espaço para contar o que havia acontecido comigo durante esses dias.

- Eu... - comecei, não sabendo como continuar. Era difícil dizer. Eu olhei para Politéia, a vendo conformada de que eu provavelmente iria contar algo sobre o que ela havia feito também. - Eu estava nadando em direção a um lugar onde eu sabia que poderia ficar sozinho, depois de brigar com todos vocês. Eu sabia que era um lugar bonito e até então seguro, que dava para ver o céu de uma melhor forma. Eu acabei caindo no covil da bruxa, e ela me enfeitiçou, então não pude voltar para casa - eu disse, deixando de lado a parte sobre a Politéia. Com ela eu vou conversar depois.

Eu consegui ver o espanto nos olhos dos outros três presentes, e consegui ver lágrimas silenciosas escorrerem pelos olhos de minha mãe.

- Mas você pode voltar para casa agora, não é? Está aqui agora - Jeongguk quis saber, preocupado.

- Não posso, eu perdi algumas habilidades. Não consigo mais respirar debaixo da água, não consigo conversar com os animais marinhos, e agora eu tenho pernas, essa cauda não é minha.

- Por isso ela está diferente, eu sabia que tinha alguma coisa errada - mamãe disse, tentando ficar calma.

- Eu tenho pernas, mas quando me molho a cauda aparece, e eu consigo ficar trinta minutos sem respirar, por isso estou aqui, mas não posso voltar para casa. Eu fiz alguns amigos, e eles estão tentando me ajudar a quebrar o feitiço de Hiduna. Eu esperava que vocês também pudessem me ajudar.

- Podemos tentar ajudar. Mas nos conte mais algumas coisas, para que possamos pensar em algo - meu pai disse, calmo. Mas está claramente preocupado.

- Eu tenho que contar sobre Jungkook, na verdade. Foi ele quem me encontrou no meu primeiro dia, e ele faz tudo o que pode para me ajudar.

- Jungkook? - Jeongguk perguntou, com certeza estranhando o fato de os dois nomes serem praticamente iguais.

- Sim, e não é só o nome que se parece, Gguk, vocês dois são literalmente iguais. Tudo no externo é igual.

- Isso é estranho - ele disse, mas não perguntou mais sobre isso.

- E tem Taehyung, que também era um tritão. Ele também foi amaldiçoado e também virou humano, assim como eu. Mas a maldição dele foi para que ele conseguisse encontrar a si mesmo, o que é diferente da minha.

- Qual é a sua? - Politéia perguntou, dizendo algo pela primeira vez desde que Jeongguk e meus pais apareceram.

- Encontrar o amor da minha vida - eu disse, ouvindo silêncio em resposta ao que eu disse. - Hiduna disse que independente de onde o amor da minha vida esteja, eu ficarei com ele, sendo na terra ou no mar. Eu estranhei isso, porque eu amo Jeongguk e somos noivos, então não faz tanto sentido. Não sei o que fazer.

- Você tem que encontrar essa pessoa, Jimin. E se a bruxa te mandou para onde o Jungkook possa te encontrar, então talvez você tenha que decidir entre mim e ele - meu noivo disse, parecendo um pouco magoado, mas compreensivo.

- Mas nós vamos casar, não posso simplesmente fazer isso, eu não sinto nada pelo Jungoo.

- Mas já tem afeto por ele. Eu sei que você só dá apelidos quando se apega a alguém - parando para pensar, isso realmente é verdade. - Conte sobre o restante da maldição - sem muito argumento, concordei com o que ele havia pedido.

- Eu tenho mais duas luas cheias para terminar com isso, e não sei o que acontece depois. Acho que se ela perceber que eu realmente não me decidi sobre o que fazer, ela vai me dar mais tempo, mas não tenho certeza.

- Certo, duas luas cheias - meu pai pontuou, como se estivesse fazendo alguma coisa mentalmente, como alguma estratégia.

- Pelo que eu sei, vai acontecer alguma coisa comigo nessas luas cheias, e eu não sei o que pode ser. Taehyung disse que já aconteceu com ele, mas comigo pode acontecer algo diferente do que aconteceu com ele.

- E quais foram os efeitos com ele? - minha mãe perguntou, parecendo ainda mais preocupada.

- Ele não me disse, mas disse que se for igual, não vai ser fácil.

Bom, eu estava preocupado com esse detalhe, porque viver sem saber o que vai acontecer, sabendo que algo vai acontecer, me angustia. Mas o que poderia acontecer? E outra pergunta que não sai da minha cabeça: o que poderia acontecer para que eu precisasse da ajuda de Jungkook? São mistérios no qual eu só tenho um jeito de desvendar, e que querendo ou não, me dão medo.

- Certo, e o que vamos fazer? - Politéia perguntou, parecendo querer ajudar.

Descobrir que minha melhor amiga basicamente armou para que tudo isso acontecesse comigo, machuca. Eu ainda não sei o que vou fazer, não sei se vou perdoá-la ou não. Mesmo assim, eu não sou uma pessoa inclinada à vingança, então independente da decisão que eu tomar, será a que mais fará bem para nós dois.

- Não sei o que fazer, poderia dizer que a resposta é óbvia; tenho que encontrar o amor da minha vida, e para isso, tenho que decidir entre Jeongguk e outra pessoa. Mas quem? - eu realmente estava pensativo, porque não poderia ser possível que Jungkook fosse a outra pessoa na qual eu teria que escolher, poderia?

Jungkook é um grande amigo, e não posso aborrecê-lo com isso, porque sei que ele não sente nada por mim, igual eu não sinto nada por ele, além disso, tem a possibilidade de ele ser apaixonado por outra pessoa, assim como eu. E, sinceramente, não gostei muito do sentimento que tive ao pensar nessa possibilidade.

- Pode ser que seja o Jungkook, e você sabe disso - meu noivo disse, mas não parecendo chateado comigo por isso. - Não importa a sua decisão, contanto que te faça feliz.

- Mas você me faz feliz.

- Faço, mas não vou mais fazer se você acabar me escolhendo e não for de coração. E também, não precisamos manter o noivado, se sua missão é encontrar o amor da sua vida, não é justo que continuemos. Mas se for eu, vamos voltar, sabe disso.

- Você está certo, e mesmo que me doa, eu vou aceitar o que você disse, Gguk.

Querendo ou não, ele tinha razão, e por esse motivo, eu devo pensar bem em qualquer decisão que for tomar, e é por isso que eu não vou contar nada a Jungoo, porque não quero que ele se sinta na obrigação de sentir algo por mim.

- Certo, eu vou tomar cuidado com tudo que eu decidir e escolher, e vou fazer de tudo para que a escolha seja a certa e faça bem para todos - eu disse, sentindo o peso de minhas palavras. - Eu estava com muitas saudades, e amei ver vocês de novo, mas eu preciso voltar agora - eu disse, sabendo que seria difícil fazer o que eu disse.

- Você parece com frio - minha mãe disse, e isso é uma coisa que normalmente não temos, mas agora, eu tenho.

- Eu estou com um pouco de frio, e não seria difícil eu pegar algum resfriado, ou algo assim.

Depois disso, eu me despedi de meus pais, dando um abraço em cada um, recebendo muitos beijos de minha mãe. Em seguida, quando eles foram embora, eu me despedi de Jeongguk, com a certeza de sua parte de que não ficaria magoado, independente de quem ou do caminho que eu escolher. Então, esperei ele também ir embora, para enfim conseguir conversar com Politéia.

- Eu ainda estou magoado pelo que você fez, mas eu não posso te dizer se te perdoo ou não, preciso de tempo para pensar.

- Te dou todo o tempo do mundo, é seu direito ficar magoado. Mesmo assim, eu agradeço por considerar pensar.

Depois disso, eu me despedi de forma simples, e esperei até que ela fosse embora para que eu começasse a seguir meu caminho. Mas eu não vou para a casa de Jungoo agora, porque preciso de um tempo sozinho para pensar, mesmo que eu esteja com frio e queira voltar para casa.

Casa. Uma palavra na qual eu não sei muito bem a definição no momento, porque agora, minha casa mudou. É estranho parar e perceber que, na verdade, você não tem mais um lar fixo, um lugar que você sempre pode chamar de seu.

Estando distante de onde eu estava a poucos minutos, e um pouco distante do lar que tenho agora, eu paro de nadar, observando a lua que tem ali agora. É difícil pensar em algo agora, porque minha cabeça está cheia demais, não sei o que devo fazer.

Por que tudo tem que ser tão difícil? Não entendo o porquê disso tudo acontecer, eu vivia bem antes de Hiduna aparecer, e, bom, antes de Politéia me fazer ir atrás de Hiduna implicitamente.

E, aparentemente, não é um bom momento para pensar agora, então o que eu realmente decido no momento, é voltar para casa. Além disso, está bem frio, e minha viagem vai ser um tanto longa. Ao menos estou voltando antes do nascer do sol, como havia prometido.

Não faço ideia de que horas são, só espero que não seja tarde, ou melhor; espero que quando eu chegar lá não seja tarde o bastante para Jungkook estar dormindo. E, de algum jeito, algo me diz que ficar fora no frio esse tempo todo vai me causar algo não muito bom, e eu só espero não ficar doente.

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O que vocês estão achando? Estão gostando?

Eu espero que a história esteja tão interessante quanto eu acredito que está. Espero que estejam realmente gostando.

Lembrando que My Siren será publicada fisicamente pela Editora Siren, e ten previsão para esse ano ainda^^.

Não esqueçam de curtir e comentar, é muito importante.

Espero que todos estejam bem, se cuidem direitinho. Até a próxima ♥️

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