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76° - A Fúria Ancestral!

Porto de Hakodate.

Chamas, casas destruídas, navios ancorados abandonados, sangue derramado por todo lado assim como corpos jogados o chão e alguns até boiando pelas águas. Essa era a visão do porto de Hakodate que a tropa do Shinsengumi encontrava ao chegar à ilha de Hokkaido. Hijikata fechou seus punhos e bateu de leve na beirada do apoio do navio onde estava. Matsudaira não falou nada, toda aquela visão o fez se lembrar das guerras do passado, e de como perdeu entes queridos durante todo o período dela. Após mais alguns minutos de um silencio amedrontador, os navios do Shinsengumi enfim se posicionaram perto da costa.

- Jovem Hijikata... – disse Matsudaira.

- Eu sei... Atenção! A partir de agora estamos em território tomado pelo inimigo! Ergam suas espadas e estejam atentos. Nossa prioridade é auxiliar as tropas de Hokkaido contra Orochi e o Dragão Vermelho. Não vacilem, isso aqui é guerra... Se hesitarem vocês morrem. Se ficarem com medo do inimigo vocês morrem. Nós somos o Shinsengumi. Se for pra morrer, que seja com honra e não com medo! Agora vão! – gritou Hijikata enquanto os soldados gritavam em resposta erguendo suas espadas.

Logo Okita e Kondo partiram cada um liderando uma tropa diferente, ambos possuíam objetivos além de combater o inimigo. Enquanto Okita iria se concentrar em avançar para auxiliar as tropas da Guarda do Dragão, Kondo iria se concentrar em dar apoio e resgatar o máximo de feridos que conseguissem. Já Matsudaira e Hijikata seguiram para onde o combate poderia estar mais critico, o líder do Shinsengumi acreditava que os arredores da capital poderia ser aonde a batalha iria se concentrar.

Enquanto corriam nuvens expressas de fumaça podiam se vistas de vários pontos diferentes. Hijikata logo pensou que a guerra poderia estar pior do que imaginava, porém o capitão se manteve concentrado no caminho a sua frente.

Logo após alguns minutos remanescentes das tropas conjuntas de Katsuo e Midori foram vistos eliminando alguns soldados aliados. Hijikata sem nem hesitar sacou sua espada canalizando sua energia espiritual na lamina e terminando com a vida de três inimigos com um corte preciso na horizontal, os homens não tiveram nem tempo de se defenderem. Matsudaira soltou um assobio de tão impressionado que ficou.

- Parece que está em forma jovem Hijikata. – comentou o líder do esquadrão.

- Em forma e com pressa... – disse Hijikata voltando a guardar a espada.

Em seguida, Hijikata sinalizou para que seus homens se espalhassem pela região a fim de conter quem quer que ainda esteja lutando naquela região. Após olhar ao redor, Hijikata, Matsudaira e suas tropas voltaram a avançar, foi quando ao passarem por um riacho viram algo que chamaram sua atenção. Era o corpo de Hideki já morto após sua batalha contra Koga.

- Hideki se não me engano... Um arqueiro habilidoso. – comentou Matsudaira.

- Se até alguém do nível dele caiu, não quero nem pensar no nível em que está guerra sem sentido está. – dizia Hijikata expressando sua raiva.

- Vamos, não podemos perder... – antes que Matsudaira pudesse terminar de falar, um estranho tremor o interrompeu.

Todos naquela região sentiram o mesmo. O barulho durou segundos, ao longe, todos puderam ver uma tormenta de vento se erguer no horizonte e depois sumir como se não fosse nada, e minutos depois, algo pareceu ter saltado indo para algum lugar no campo de batalha.

Matsudaira não sabia o que pensar, de todos os seus anos no campo de batalha, o velho nunca havia visto algo como aquilo antes, olhando para o turbilhão de vento, tanto Matsudaira como as forças do Shinsengumi sentiram um leve arrepio percorrer seus corpos. Como se um medo inexplicável surgisse de repente.

Hijikata segurou firmemente a bainha de sua espada e logo avançou novamente. O capitão sabia que ficar parado pensando naquilo poderia ser prejudicial para as forças aliadas. Enquanto avançava, Hijikata imaginou se Kaguya estava bem, se perguntava o que a garota estaria fazendo no meio daquele caos todo.

- "Mas que merda está acontecendo nesse lugar?" – pensou Hijikata consigo mesmo.

Do outro lado do campo de batalha.

Quando a poeira se dissipou, Kaguya, Homura e Midori se surpreenderam ao verem Akemi surgir de repente. A jovem parecia diferente, Homura sentiu algo errado nela, o mestre de Kaguya sentia uma energia estranha emanando de sua espada, algo que o fazia querer recuar alguns passos por puro extinto. Foi quando o homem viu escamas no braço de Akemi e perto do pescoço da garota, porém o quem mais surpreendeu o trio, foi o fato das joias Yasakani no Magatama, a última das três relíquias sagradas estar flutuando as costas de Akemi emanando uma energia esverdeada.

- Como ela achou? – perguntou Kaguya engolindo seco.

- Minha filha... Você está bem... Você conseguiu... Cumpriu sua missão. – dizia Midori esbanjando sua felicidade.

- Missão? Midori! Não me diga... – disse Kaguya sendo interrompida por uma breve risada de Midori.

- Sim... Era uma aposta, uma bem arriscada, mas eu confiava em minha filha, confia que ela seria capaz de se infiltrar e roubar as relíquias. – explicava Midori.

- Tem algo errado... – comentou Homura. – Essa energia, as relíquias estão ativas... – concluiu o homem surpreso, fazendo Kaguya reparar naquele estranho fato.

- Tem razão... É como no templo... Mas por quê? Por que estão ativadas? E o que foi aquele turbilhão que vimos mais cedo? Onde está a serpente gigante? – se perguntava Kaguya enquanto um pouco de medo preenchia seu ser.

Akemi não respondeu, a mulher continuava com um olhar ameaçador que passava de sua mãe a Kaguya e Homura. Ninguém conseguia entender o que estava se passando com Akemi naquele momento. Porém Midori confiando e acreditando que sua filha estava bem procurou se aproximar da garota.

Midori estava alegre, seu plano havia funcionado e sua filha estava diante de seus olhos, por mais que ela estivesse diferente a própria Midori sabia que aquela era sua filha e que agora com as relíquias em sua posse, Midori poderia enfim por tudo o que planejou por anos em pratica.

- Finalmente... Finalmente minha filha... Vamos honrar nosso clã... Venha me entregue as joias, deixe que agora eu lutarei por nós duas. – afirmou Midori dando um longo abraço em Akemi que não reagiu.

Kaguya engoliu seco, Homura semicerrou os dentes e segurou firme na bainha de sua espada. O clima estava tenso, ninguém ousava sequer ameaçar um movimento de ataque, Homura e Kaguya estavam sendo cautelosos, principalmente a herdeira dos Ishikawa. Kaguya estava ferida devido à batalha com Midori, e encarar Akemi com o poder das joias junto de sua mão não seria sábio.

- Minha querida... Filha... – dizia Midori sorrindo.

- M-mãe... – disse Akemi.

- Sim, sou eu, agora va... - antes que Midori pudesse terminar de falar, a mesma arregalou os olhos.

Homura e Kaguya estavam paralisados, sem reação alguma. Nenhum dos dois sequer pôde prever aquele acontecimento diante de seus olhos.

- A-kemi!!!? – perguntou Midori cuspindo sangue.

- Akemi... Não... Aqui só tem... Orochiiiiii... – dizia Akemi com uma voz sinistra.

Logo depois Akemi retirou a espada que estava fincada no abdômen de Midori e a empurrou para frente. Midori caiu com sangue escorrendo de sua ferida e lábios, a mesma olhou para sua filha sem entender o que havia acontecido, e tudo o que viu foi um olhar sanguinário, um olhar que emanava a mais pura maldade ancestral.

- Sua filha me pertenceeeee... Graças as joias e seu poder, eu pude enfim ganhar um corpo para me manifestar nessas terrasssssss... Midori... Você e seu patético clã cumpriram seu proposito... Agora eu irei atrás do poder dos antigos para enfim abdicar aquilo que me tiraram uma vezzzzz... – dizia Orochi dentro do corpo de Akemi.

- Te tiraram? Orochi... Meu clã lhe ajudou a sobreviver... Você deve esse poder a nós... Ele nos pertence. É com ele que iremos enfim restabelecer a ordem nesse país! – gritou Midori em meio às dores.

- E você está certaaaa... Eu lhes devo gratidão... E aqui está ela minha cara... – retrucou Orochi sorrindo.

Orochi manifestou parte de suas escamas no rosto e nos braços de Akemi, se tornando cada vez mais parecida com uma serpente. A mesma brandiu sua espada e avançou contra Midori que nem sequer teve reação. Porém num puro extinto de só evitar outra tragédia, Kaguya manifestou seu Seiho e avançou protegendo Midori.

Porém a força de Orochi com as joias foi o suficiente para repelir o ataque de Kaguya, apenas um golpe na horizontal bastou para lançar Kaguya ao chão. Homura tentou atacar pelas costas de Akemi quando viu uma pequena brecha em suas defesas, porém Akemi como num extinto girou seu corpo e golpeou Homura que caiu com um corte rápido em seu corpo.

- Akemi... Eu sei que está ai... Você ainda esta ai dentro, minha pequena serpente... – dizia Midori sem coragem de atacar o corpo da própria filha...

- Aqui há apenasssssss... Orochiiiii" – retrucou Orochi dando um corte na horizontal em Midori que caiu com sangue em meio a neve.

Após o golpe, Orochi sentiu uma energia vinda de outro ponto daquele campo de batalha. Após dar um longo sorriso, Orochi saltou deixando uma expressa nuvem de poeira para trás.

Homura se levantou em meio às dores encorajando Kaguya, que neste momento se levantava olhando assustada para o corpo de Midori no chão, que neste momento, derramava lágrimas de seus olhos.

- A... Akemi...

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