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69° - Dança de Espadas!

Hideki e Koga eram dois guerreiros habilidosos. Samurais altamente treinados pelos melhores mestres que podiam ter. Enquanto Koga foi ensinado na arte da espada pelos antigos mestres de seu clã, que também eram seguidores de Kazuo, Hideki foi ensinado pelo próprio shogun das terras do norte. Seu treinamento nas montanhas e na forte neve o fez ter habilidades que lhe seriam uteis naquele clima intenso e gelado.

Ao mesmo tempo em que ambos seguiam caminhos diferentes, os dois samurais possuíam uma coisa em comum, a técnica de suas espadas. Ambos dominaram a arte da Espada oculta e agora, naquele breve instante onde se encaravam friamente, ambos despertavam sua energia espiritual ao máximo. A espada de Hideki assumiu uma coloração azul e branca, enquanto a espada de Koga possuía um brilho roxo.

- Como esperado... Mas sua técnica ainda parece inferior à minha. – comentou Koga.

- Inferior? Me diz se ela é inferior depois que eu acabar com você. – retrucou Hideki.

- Eu admiro sua determinação, porém vai precisar mais do que isso para me vencer meu caro Hideki! – comentou Koga.

- Está na hora de decidir isso... Espada Oculta: Taka no Tsume! Garras do Falcão! – gritou Hideki.

- Espada Oculta: Doragon Rotasu! Lotus do Dragão! – gritou Koga.

Ambos avançaram correndo na direção um do outro, ao se aproximarem, ambos desferiram um forte golpe cruzado fazendo as duas espadas se chocarem com força máxima. O barulho do metal ecoou pelo campo de batalha e a energia das duas espadas colidindo fez com que a neve em volta fosse lançada para longe. Os outros guerreiros samurais que travavam suas batalhas nas proximidades sentiram com força aquela energia percorrer seus corpos.

Koga e Hideki tentavam empurrar um ao outro, porém ambos não estavam dispostos a ceder espaço, após um breve instante, os dois se afastaram e voltaram a se confrontar reunindo todo seu poder em suas espadas. Os dois samurais davam golpes rápidos e precisos mirando em pontos vitais de seu oponente afim de encerrar aquela luta o mais rápido possível.

Com o passar do tempo, ferimentos foram surgindo em seus corpos, sangue foi se misturando a paisagem branca daquele lugar. Ao tentar atingir Koga com um corte cruzado, Hideki foi bloqueado no último instante, e com um movimento de corpo rápido e preciso desviando e ficando atrás de seu oponente, Koga conseguiu atingir Hideki em cheio com um corte em suas costas.

Hideki arqueou o corpo para a frente, sangue jorrava de sua ferida, porém o samurai não se abalou, aguentou a dor do golpe e rapidamente girou dando um corte rápido na horizontal. Koga conseguiu desviar por muito pouco, porém ainda foi atingido mesmo que de raspão.

- Impressionante... Achei que fosse cair com esse golpe. – comentou Koga sorrindo.

- Não vou perder tão facilmente... Não para você. – Retrucou Hideki com sangue escorrendo de seus lábios.

- Ótimo, em respeito a sua determinação... Eu me lembrarei de você. – disse Koga assumindo sua postura de ataque.

O general de Katsuo avançou rapidamente em direção a Hideki dando golpes rápidos, a energia espiritual banhava sua lâmina aumentando consideravelmente a força de seus golpes. Hideki tentava revidar colocando ainda mais energia em sua espada, porém aos poucos o braço direito do grande dragão branco de Hokkaido foi cedendo espaço, mesmo suportando a dor de seus ferimentos, Hideki já não conseguia se ver ganhando aquela luta.

Foi então que em meio aos ataques frenéticos de Koga, Hideki enfim cedeu, dando espaço para que seu oponente tomasse vantagem na disputa. Koga utilizou toda força que lhe restava concentrando seus movimentos com a espada em três ataques precisos. O primeiro serviu para quebrar a guarda de Hideki, lhe permitindo criar uma brecha para atacar com um corte poderoso e rápido na horizontal.

Nesse mesmo instante koga, girou seu corpo rapidamente e enfim, desferiu uma poderosa estocada perfurando Hideki que já não conseguia resistir mais aos ataques. Koga se manteve sério, a luta enfim estava dominada, já Hideki via ali a chance de tomar vantagem no campo de batalha escorrer por suas mãos.

Seu corpo já perdia forças, mesmo segurando firme, sua espada já escapava de suas mãos, Hideki agora via apenas um borrão a sua frente, sua energia espiritual aos poucos foi se esvaindo, deixando a lâmina voltando ao normal.

- "Eu... Eu... Mestre... Me desculpe... Não vou poder ver o futuro que o senhor me prometeu mostrar, mas... Ao menos, posso..." – pensava Hideki enquanto a lâmina de Koga lhe perfurava num ponto vital.

Usando suas últimas forças Hideki gritou ignorando totalmente as dores que sentia, o homem segurou firme na lâmina que atravessava seu corpo ignorando o fato de ter cortado sua mão no ato. Koga se assustou sendo pego de surpresa pela reação de Hideki, antes que a espada pudesse escapar de suas mãos, Hideki conseguiu segurá-la e num movimento rápido, Hideki atacou.

O último ataque de Hideki carregado com o que lhe restava de sua energia espiritual atingiu em cheio o olho esquerdo de Koga, sangue saiu de seu rosto e Koga cambaleou para trás caindo no chão com as mãos no rosto. Alguns soldados rapidamente vieram ao socorro de seu general a fim de dar os primeiros socorros. O general de Katsuo se levantava com dificuldade, observando o corpo de Hideki mais a frente, já sem reação.

- "Fui descuidado... Não esperava que ele fosse resistir tanto..." – pensou Koga consigo mesmo em meio as dores que sentia.

Vendo que Hideki caiu, as tropas do Dragão Branco que ali lutavam começaram a recuar ainda mais para dentro da floresta. Mesmo com a luta entre o exército em quase igualdade, ver seu comandante ser derrotado na linha de frente, causou um choque em alguns guerreiros que nitidamente diminuiu a vontade de lutar dos mesmos. Por mais que alguns ainda conseguissem se manter firme, a grande maioria tentava escapar das forças de Katsuo.

Koga foi levado por seus homens até uma área segura, onde conseguiu estancar o sangramento com ajuda de um médico de suas tropas. Koga teve o lado esquerdo de seu rosto enfaixado com muito cuidado. Após descansar tempo o suficiente, o homem se levantaram, sacou sua espada e logo começou a retornar ao campo de batalha. Um de seus homens veio ao seu encontro dizendo:

- General koga... Não é melhor o senhor recuar e cuidar das feridas? – perguntou o soldado.

- Recuar? Um olho é um preço barato a se pagar pela verdadeira paz... Eu estou bem! Continuem avançando! Vamos forçá-los eles a recuar até onde der! Não quero ver moleza nessa guerra, vamos lutar para mudar o mundo! – gritou koga enquanto seus homens respondiam.

Do outro lado do campo de batalha.

Midori estava em extasse, lutar naquela guerra estava deixando seu espírito de guerreira samurai em chamas. Após muito tempo longe das lutas, a líder do clã Suzuki estava se divertindo enquanto derrotava os soldados da guarda do dragão. Midori avançava com velocidade pelo campo de batalha e seus homens a seguiam, derrubando aqueles que ficavam para trás, ou que Midori julgava não ser de seu interesse, deixando assim um pouco de diversão para seu exército.

Após derrotar um trio de guerreiros a sua frente, Midori enfim chegou aonde queria, uma área aberta próxima a um lago congelado, onde do outro lado podia se ver o rastro deixado pela enorme Yamata no Orochi.

Sorrindo, Midori dessa vez avançou com cautela, ela sabia que estava sendo vigiada de algum lugar, porém a mesma não pareceu se importar e avançou a passos calmos pela região olhando bem para todo canto da floresta.

- Eu sei que estão por ai! – gritava Midori dando um longo sorriso.

Ao mesmo tempo Homura que se escondeu próximo a uma árvore sinalizava para Kaguya do outro lado que o momento do ataque havia enfim chegado. Após alguns instantes, quatro samurais surgiram cercando Midori que apenas os observou, quando os quatro atacaram juntos, Midori realizou um conjunto de movimentos na horizontal e na vertical com sua espada, que logo os quatro atacantes se viram derrotados no chão.

Em seguida Kaguya surgiu pressionando sua adversária a dar passos para trás, enquanto isso, Homura surgiu pronto para encerrar aquela disputa o mais rápido possível. Porém Midori não se conteve. Com um movimento cruzado seguido de um corte de cima para baixo, Midori conseguiu fazer kaguya recuar o suficiente para que pudesse contra-atacar Homura.

O samurai não esbanjou nenhuma reação ao vê-la conseguindo bloquear seu golpe, e logo em seguida, desferir outro numa velocidade impressionante. Homura já até lamentava o pequeno corte que surgiu em seu rosto. Enquanto Kaguya se preparava para o próximo movimento, Homura recuava lentamente aguardando o momento certo para voltar ao ataque, enquanto isso, Midori observava atentamente mestre e aluna a cercando.

- Impressionante, vejo que a garota melhorou bastante, desde o nosso último encontro. – comentou Midori dando um longo sorriso.

- Você não faz ideia... – dizia homura.

- Dessa vez nós vamos detê-la, e acabar com essa guerra sem sentido. – disse Kaguya.

- Sem sentido? Não existe guerra sem sentido garota, todas as guerras são para alcançar um objetivo maior... Maior que qualquer coisa já vista nesse mundo, dois lados de uma mesma moeda tentando arduamente defender aquilo que acredita, almejando chegar no sonho além do horizonte... – retrucou Midori levantando uma das mãos para o céu e a fechando logo em seguida.

- E para isso pessoas inocentes devem morrer? - Perguntou Kaguya.

- Um sacrifício necessário para trazer equilíbrio... Para se construir um mundo melhor, o velho e podre deve morrer... – respondia Midori com tranquilidade encarando Kaguya nos olhos.

Midori observava ali uma guerreira forte e determinada, realmente ela conseguia ver evolução em Kaguya, talvez o treinamento a tenha trazido muito mais do que só habilidades de combate, pensou Midori.

- Garota... Onde está minha filha? – perguntou Midori deixando Kaguya surpresa por um breve instante.

- Sua filha? Quer mesmo saber? Em breve você vai se juntar a ela, senhora Midori. – Respondia Kaguya com um sorriso de canto.

- Sabe, quando lhe ofereci um convite tempos atrás em sabia a quão poderosa você poderia se tornar, hoje vejo que não estava errada, ainda há uma chance jovem Kaguya, uma chance de você enfim estar do lado certo dessa guerra. – Dizia Midori estendendo sua mão a Kaguya.

- Novamente, eu recuso, não quero fazer parte desse jogo doentio pelas relíquias dos deuses. Você e Katsuo não passam de loucos buscando um sonho impossível e doentio. – Retrucou kaguya.

- Impossível? Não mesmo... Ele está ao nosso alcance... E assim que obtivermos aquele poder, você verá a quão errada está sendo agora jovem Kaguya. – Afirmou Midori ficando sério ao encarar Kaguya.

Castelo de Saporro. Prisão subterrânea.

Enquanto o caos se instalava do lado de fora do castelo, Akemi estava quieta em sua cela, a garota se encontrava meditando enquanto ouvia os poucos guardas comentando sobre a guerra já ter começado. Mesmo no subsolo, Akemi pôde ouvir os gritos dos soldados partindo para o campo de batalha, mas nada daquilo a abalou, Akemi seguiu concentrada o tempo todo, ninguém naquele momento poderia imaginar o que a jovem poderia estar pensando.

Foi então que após algumas horas, Akemi abriu lentamente seus olhos olhando para a parede a sua frente, e depois para os guardas do lado de fora.

- Parece que... Chegou a minha vez... – dizia Akemi com um olhar ameaçador.

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