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68° - Caos!

As terras do norte estavam um verdadeiro caos, batalhas se iniciavam por toda região sul de Hokkaido marcando a neve com o vermelho do sangue dos soldados caídos. Ambos os exércitos montaram postos de descanso conforme foram avançando, assim os feridos poderiam ser tratados rapidamente com o objetivo de voltarem ao combate.

Enquanto a guerra se desenrolava por todos os lados de Hokkaido, a equipe liderada por Midori avançava seguindo os rastros deixados por Yamata no Orochi. A enorme serpente havia devastado uma grande área deixando uma clareira por onde passava. Porém conforme andavam Midori não via nem sinal da serpente, o que a fez se perguntar o que Yamata no Orochi estaria querendo? Será que a serpente de alguma forma sabia onde estavam as relíquias? Ou será que tinha outros objetivos escondidos?

Midori deixou tais perguntas de lado e voltou a prestar atenção a sua volta. Estavam próximos de uma vila já abandonada e que fora parcialmente destruída. Árvores estavam caídas sobre as casas de madeira e palha, podia se ver roupas e marcas de sangue em alguns pontos, talvez alguns moradores tivessem sido pegos de surpresa no meio da evacuação, imaginou Midori.

- Montem guarda neste local, façam uma vigília, e informe qualquer movimento suspeito, vamos descansar, e logo seguiremos! – ordenou Midori enquanto sua tropa começou a se movimentar por toda aquela área.

Enquanto seus homens se espalhavam, Midori caminhou até ficar próxima a uma casa parcialmente destruída, ao se abaixar e mexer na neve, a mesma havia encontrado um brinquedo feito de madeira. Midori brevemente se lembrou de Akemi, de quando a mesma era pequena. Já havia se passado quase 40 minutos desde que sua tropa se estabeleceu naquela região, após largar o brinquedo no local onde estava Midori deu uma boa olhada para dentro do bosque mais adiante.

Algo havia chamado sua atenção naquela região, por um breve momento a líder do clã Suzuki parecia ter visto algo brilhar vindo daquela direção. Ao dar mais alguns passos adiante, Midori inclinou seu pescoço para a direita, e então como um raio, uma flecha passou a centímetros de sua cabeça atingindo um homem que vinha dar seu relatório sobre o lugar.

- Era o que eu imaginava! – disse Midori sorrindo.

- Emboscada! – gritou um dos soldados alertando o restante da tropa.

- Senhora Midori, proteja-se! – gritou outro homem, este vestindo a armadura do exercito de Katsuo.

- Não, não agora que vai ficar divertido. – retrucou Midori se curvando enquanto segurava firmemente sua espada.

Como uma serpente rastejando rapidamente para dar seu bote, Midori avançou correndo e saltando por entre os troncos caídos, desviando das flechas que vinham em sua direção. Ao se aproximar do primeiro arqueiro, Midori o perfurou com uma estocada rápida, logo ao retirar a espada, cortou o segundo que vinha a sua direita.

Usando as poucas árvores em pé como cobertura, Midori seguiu derrubando um a um seus inimigos com cortes rápidos e precisos, porém mais soldados começaram a surgir vindos de algum lugar mais ao norte.

- N-não fiquem parados! Protejam a senhora Midori! Acabem com os inimigos! Rápido! – gritou um dos soldados enquanto o restante sacava suas espadas e corriam rumo à batalha a sua frente.

Midori sorriu e viu suas tropas avançarem rumo ao bosque, passando por si com uma vontade imensa de mostrar que não iriam deixar seu comandante sozinho no campo de batalha. As forças da Orochi e de Katsuo rapidamente confrontavam os soldados da Guarda do dragão, impedindo o avanço dos mesmos.

Com toda sua experiência em guerras, Midori acreditou que havia algum general do Dragão Branco próximo daquelas terras, isso explicaria como suas forças não haviam detectado inimigos até o inicio dos ataques. A mulher também imaginou que poderiam ter rastreado a destruição causada por Yamata no Orochi, afinal um mensageiro havia sido visto correndo ao chegarem ao porto.

Midori não disse uma só palavra ao tentar imaginar quem poderia ser o comandante do Dragão Branco, a mulher apenas sorriu de canto, limpou a lamina de sua espada e começou a caminhar pelo campo de batalha.

Enquanto isso, alguns quilômetros afastados daquela região, Kaguya e Homura estavam comandando uma das tropas avançadas da Guarda do Dragão, antes de se afastarem de Saporro, havia ficado decidido que mestre e aluna ficariam a frente de um esquadrão de combate avançado, onde iriam agir por conta própria afim de conter as principais forças de Katsuo.

Porém sabendo que Midori estava envolvida na guerra, Kaguya sugeriu seguir rumo aonde à serpente pudesse ter passado, assim a jovem acreditava encontrar ao menos algum general inimigo. Mas para sua surpresa o que chegou a seus ouvidos através de um mensageiro, foi que Midori estava atuando com uma tropa grande naquela região.

Homura repassou ordens ao mensageiro que logo saiu correndo para alertar seus companheiros.

- Midori... Não esperava encontra-la já de inicio. – comentou Kaguya.

- Ela não é do tipo que vai seguir as ordens de Katsuo, isso me faz pensar que talvez Koga e Takanori estejam agindo mais próximos do centro da guerra, abrindo caminho pelos lados enquanto Katsuo avança. – dizia Homura.

- Uma estratégia parecida com aquela que derrubou Saitama... – afirmou Kaguya enquanto apertava a bainha de sua espada.

- Ao menos temos sorte, vamos lidar somente com Midori por enquanto, se a vencermos, podemos ter vantagem nessa guerra. O que me preocupa é aquilo... – disse Homura observando os rastros de Yamata no Orochi ao longe.

- Não quero pensar em lutar contra aquela serpente, se é que tem uma forma de enfrenta-la. – comentou Kaguya engolindo seco.

- Ao menos se está viva... Existe sim uma forma de mata-la. – disse Homura com seriedade.

Do outro lado do campo de batalha, em uma região mais ao centro-sul de Hokkaido as forças principais lideradas por Ryotaro chegavam ao que serie o epicentro de toda aquela guerra. A região estava tomada pelo caos, homens lutavam com determinação por toda aquela região, demonstrando suas habilidades e o resultado e seus treinamentos. Ryotaro desceu de seu cavalo e ordenou que seu exercito avançasse com rapidez afim de darem cobertura as tropas avançadas, enquanto os feridos iam recuando, os homens mais bem descansados já batalhavam contra o exercito inimigo.

Ao lado de seu marido, Yuki assistia tudo com um olhar sério, mais ao fundo das tropas inimigas, a mulher pôde observar a figura de um homem repassando ordens aos outros guerreiros. Ryotaro imaginou ser um dos generais de Katsuo que comandava as forças avançadas, porém o que preocupava o dragão branco era que Katsuo não era visto no meio do campo de batalha.

- Onde você está Katsuo Nobuhara? – se perguntou Ryotaro.

Do outro lado do campo de batalha, Takanori observava as forças inimigas começando a se juntar a batalha. O general já esperava que aquilo fosse acontecer, afinal seu olhar não demonstrava um pingo de surpresa vendo a Guarda do Dragão surgir para tentar repelir o avanço das tropas conjuntas.

Ao levantar sua mão direita, Takanori sinalizou para um soldado que ao ver o sinal, rapidamente repassou a mensagem para outros homens, e conforme a mensagem seguia seu rumo, mais soldados de Katsuo e Midori se juntavam aquela batalha, para piorar ainda mais a situação, mais duas tropas foram vistas seguindo para o oeste, o que obrigou Ryotaro a sinalizar para que seus homens os combatessem a fim de evitar um cerco inimigo de surpresa.

- Como esperado do Dragão Branco de Hokkaido, respondeu rápido a movimentação dos soldados. Mas, isso é apenas o inicio... – comentou Takanori para si mesmo enquanto dava um leve sorriso.

Mais afastado do principal campo de batalha da guerra, perto do porto onde tudo começou, Hideki tentava se levantar se apoiando em sua espada. O homem estava bastante ferido, com sangue escorrendo de sua testa e sua armadura parcialmente estruída, do outro lado, Koga possuía alguns ferimentos pelo corpo, porém comparado a Hideki o general de Katsuo estava numa situação bem melhor.

Durante todo o confronto, Koga havia tido vantagem sobre as técnicas de Hideki. Por mais que o inicio da luta houvesse sido equilibrada, com ambas as partes dando tudo de si, Koga sabia que era questão de tempo até tudo estar sob seu controle. Hideki estava surpreso, não era sempre que enfrentava alguém daquele nível, talvez houvesse subestimado a capacidade de seu oponente, pensou Hideki consigo mesmo.

Porém o braço direito de Ryotaro não pensava em desistir ali, Hideki conseguiu se levantar e se por em posição de combate segurando sua espada com as duas mãos. Koga sorriu com tamanha determinação, e em resposta se colocou em posição de combate novamente.

- Você lutou bem, mas vejo que é hora de terminar essa luta. – dizia Koga.

- Que engraçado, tirou as palavras da minha boca. – retrucou Hideki.

Enquanto se encaravam, as lâminas de ambos os samurais pareciam gritar por mais combate, logo uma energia preencheu cada uma delas, e então, os dois homens avançaram para encerrar o seu confronto.

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